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Minha mãe pegou uma menina para cuidar. Também disse que poderia “cuida – la”.

1872 palavras | 5 |3.75
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Pode parecer clichê. Mas essa é uma história verdadeira. Irei alterar nomes. Tenho conhecidos que visitam o site.

Essa História começa há anos atrás. Quando tinha 19 anos e morava em São Luís do Maranhão. Sou filho único e morava com meus pais. Meu pai era caminhoneiro e passava pouco mais de uma semana em casa. O resto era na estrada. Minha fazia pequenos bicos com Diarista. Isso quando pintava. Meu pai queria que eu o acompanhace na estrada. Mas minha insistiu que eu precisava estudar. Então fiquei estudando. Nunca fui um ótimo aluno. E com 19 anos ainda estava no 8° ano. Bem vamos começar. Minha mãe para complementar a renda de casa aceitou cuidar da filha da vizinha. Seu nome era Katarina, mas sua mãe a chamava de Kate. Ela tinha 8 anos na época. A mãe da Kate trabalhava em uma fábrica e precisava aos cuidados de alguém. Minha rotina sempre foi jogar bola e estudar. Com 19 anos não era nenhum pegador. Deixei de ser virgem com 18 anos com uma garota do Colégio. Isso porque meus colegas me arranjarem. Era muito tímido e sempre me aliviava nas punhetas com revistas e contos eróticos. Depois não tive mais oportunidade com a garota e fiquei mesmo nas punhetas. Voltando na Kate, depois de 2 meses em minha casa. Fiquei mais íntimo da menina. Como não tinha namorada comecei a reparar na Kate. Era branquinha com cabelos negros. Uma gracinha com 8 anos. Mas não tinha a iniciativa de tentar algo. E isso partiu da própria Kate. A menina começou a fica trepada em mim. Toda vez que chegava da rua. A menina corria e ficava pendurado nas minhas costas. Logo percebi que Kate se esfregava em mim. Sentia sua bucetinha nas minhas costas. Uma semana depois resolvi ariscar. Minha mãe confiava em mim e pediu que cuidasse da Kate enquanto iria ao supermercado. Fiquei sozinha com a menina e desta vez pedir que se pendurasse que frente para mim. Kate pulou e trançou às pernas em minha cintura. Logo começou a se esfregar. Ninguém disse nada. Apenas olhos nos olhos. Fui me achegando no sofá e sentei. Segurei na cintura da menina e fiz pequenos movimentos. Não queria assusta – lá. 5 minutos nessa esfrega – esfrega gozei dentro do calção. Finalmente falei para que saísse de cima. Ela perguntou se já tinha acabado a brincadeira. Falei que por enquanto, sim e que não era para contar para minha mãe e nem para mãe dela. Ela concordou. Ela estava de saia com uma camiseta. Pedir que me mostrasse a calcinha. Kate levantou a saia e pude ver uma calcinha rosa com um pouco de sujo no meio. Falei que me esperasse que ia ao banheiro. Me limpei e voltei para a sala. Liguei a TV ficamos vendo. Perguntei se gostou da brincadeira. Ela disse, sim. Perguntei se gostaria que mais vezes e balançou a cabeça afirmativamente. Nas semanas que se seguiram sempre que tinha oportunidade. Ficávamos no esfrega – esfrega. Quando meu pai estava em casa era impossível. Kkkkk. Mas era bom, porque já não batia mais punhetas. Somente esperando a oportunidade de fica sozinha com a Kate. Perguntei onde aprendeu a ter tanto fogo na perikita. Kate disse que o namorado da mãe colocava ela para sentar no colo dele algumas noites quando estava na casa de sua mãe. E foi gostando de se esfregar. Perguntei se ele tentou algo com ela. Kate disse que só ficava no colo mesmo. Perguntei se já tinha visto um pau antes? Ela disse que não. Disse se gostaria de ver um. Novamente balançou a cabeça afirmativamente. Falei que na próxima vez que minha mãe fosse ao supermercado iria lhe mostra. Cheguei em casa em um dia vindo do futebol. Era um sexta – feira. Estava suado. Kate estava na sala vendo TV. Minha Mãe disse que precisava ir ao supermercado e olhasse a menina. Ela saiu e fui tomar banho. No banheiro vi a oportunidade de finalmente mostra para Kate um pau. Sair do banheiro enrolado na toalha e seguir para a sala. Kate me olhou com curiosidade. Sentei junto dela no sofá e perguntei se ainda queria ver como era um pau. Balançou novamente a cabeça. Então levantei e abrir a toalha na cara da menina. Não sou nenhum superdotado. Meu pênis tem 15cm mas e Grosso. Kate recuou para trás. Disse que não era para ter medo que ele não mordia. Kkkkk
Falei que toda vez que ela se esfregava nele. Ficava duro. Ela perguntou como? Então pedir que tocasse nele. Falei que tivesse confiança em mim e iríamos brincar de uma outra brincadeira. Kate com mais confiança foi pegando no pau. Segurei na sua mão e comecei os movimentos de vai e vêm. Logo o pau endureceu. Kate começou a da pequenas risadas. Disse que se continuasse a ordenhar iria sair leite que nem no desenho a vaca e o frango. Kate disse que eu estava mentindo que homem não tem leite. Falei que iria provar para era que não estava mentindo. Segurei firme em sua mão e acelerei os movimentos de vai e vêm. Kate olhava novamente curiosa para o pau. Quando finalmente gritei. ” olha o leite, Kate “. Foram 3 jatos no rosto da menina. Melando seus cabelos um pouco. Cai no sofá exausto. Olhei para Kate que estava com cara de nojo. Falei que precisava ir ao banheiro e levei ela para se limpar. Pedir que me esperasse na sala enquanto vestia uma roupa.
– não disse que iria sair leite. Disse me achegando.
– Doeu. Ela me perguntou. – não. E muito bom. Falei que se quisesse poderia até tomar. Mas que deveria ser em outro dia. Minha mãe chegou e os dias se seguiram. Não me esfregava mais com Kate esperando outra oportunidade de dá leite para ela. Acho que ela também entendeu o meu desejo. Novamente quando fiquei sozinho com a menina insistir que ela deveria chupar o pau. Que devia provar o leite. Não foi fácil mas finalmente Kate colocou o pau na boca. Falei que se continuasse chupando logo iria ficar gostoso. Meio sem jeito, mas de forma muito boa Kate foi pegando jeito. Lambida a cabeça do pau como uma cabrtinha. Pouco depois veio a vontade de gozar. Segurei firme a cabeça de Kate e gozei na boquinha da menina. Kate se assustou e saiu cuspindo pela sala toda a gala. Falou que tinha gosto ruim. Abracei, ela e disse que tinha me feito muito feliz. Com o tempo ia ficar gostoso. O tempo foi passando e realmente Kate melhou no boquete. 2 anos se passaram e Kate com 10 anos já tava viciada no boquete. Meus colegas achavam estranho eu nunca ter uma namorado com 21 anos. Falava que estava de boa. Vinham até com piadas que eu preferia ser babá de criança. ” E como eu preferia “.kkkk. nesses 2 anos nunca tentei penetrar Kate. Tinha medo que descabaçando a menina poderia dá problema de B.O. Então me contentava com o boquete. E que Boquetes 😋. Nos momentos sozinhos, Kate já sabia muito bem como eu gostava. Teve uma vez, atrás da minha casa. Estava folheando uma revista pornô. Kate apareceu de surpresa. Perguntou porque estava vendo aquilo. Disse que gostava de velas peladas. Kate perguntou porque nunca eu quis mete nela. Disse que poderia dá problema e tinha medo de machuca – la. Kate pegou a revista e perguntou se um dia teria peitos como a da mulher da revista. Disse que talvez que os seios de cada mulher eram diferentes. Kate olhou outra parte da revista onde a mulher estava fazendo um boquete com a gala saindo pela boca.
– parecer gostoso. Disse ela. Apesar de ser muito boa no boquete Kate nunca tinha engolido meu leite. Sempre cuspia ou eu gozava no seu rosto. Olhei para os lados e tirei o pau para fora.
– Que provar como é o gosto? Falei. – Quero. Disse. Comecei a punhetar o pau. Kate segurou na minha mão se abaixou para mais um boquete. Mas dessa vez foi diferente. Kate punhetava e sugava com bastante gana. Nunca tinha visto ela daquele jeito. O pau já estava duro por causa da revista. Com as investidas da Kate virou uma pedra. Logo eu estava deitado e Kate ficou num 69 com a bucetinha na minha cara. A menina parecia esta com fome de pau. Meu pênis começou a arder. Falei para ela ir com calma, mas em vão. Kate punhetava e sugava como se quisesse engolir meu pau. Apesar da ardência estava bom demais. Vi a calcinha vermelha que Kate usava com uma saia rodada com a camiseta rosa. Resolvi cai de boca naquela bucetinha com calcinha e tudo. Ficava dando umas boas fungadas na bucetinha. Com o pau duro como pedra deixei Kate fazer o serviço. Não sei quanto tempo passou. Falei para Kate que estava prestes a gozar. Disse que se ela realmente tava afim de engolir meu leite? Ela respondeu com um – UHUMMM. Então voltou com aquela gana de me chupar. Voltei a sentir a ardência no pau. Só me veio na cabeça dizer
– Puta que pariu, Kate!!!.
Até hoje nunca mais gozei como naquela dia. Soltei no mínimo 7 jatos dentro da garganta da Kate. A danada não disperdisou uma única gota. Mesmo já tendo gozado Kate continuava sugando o pau até amolecer. Minutos depois nos recuperamos. Ajetei o zíper da calça e disse que ela foi fantástica. Então Kate olhou para mim e disse que seria a última vez. Sua mãe e ela junto com o namorado que agora era padastro iriam embora do bairro. Sua mãe disse para ela que agora com 10 quase 11 já poderia ficar sozinha em casa. Por tanto não precisando ficar aos cuidados de mim e minha mãe. 2 semanas depois Kate se mudou. Mais foi bom. Com mais confiança cheguei muito mais nas mulheres. Arranjando até uma primeira namorada. 3 anos depois ajudando minha mãe a fazer feira. Encontramos a mãe da Kate. Minha mãe perguntou como estavam. Como estava Kate. Disse que tinha se separado do marido que era um cachorro. Falou que tinha pegado, ele com a filha na cama. Kate falou que estava com sacanagem com ele a pouco mais de um ano. Só não o denunciou para a polícia, porque Kate disse que tudo foi consentido nada forçado. Despedimos da mãe da Kate e no caminho vim pensando que o desgraçado aproveitou para descabaçar a menina. Tempos depois encontrei com Kate numa festa. Já com 16 anos. Botamos a conversa em dia. Trocamos números de celular. E uma transa para valer… Mais isso é uma outra história.

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5 Comentários

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  • Responder Otsuka

    Bom conto velho tbm sou de São Luis, menina gostosa e novinha tem de sobra por aqui

  • Responder Grilex2

    Cara tu sabia que tinha outro na jogada tinha q ter comido ela primeiro

  • Responder Robson Moreno

    Interessante

  • Responder Incestuoso do krl

    Bom pra kct esse relato
    meu deus

  • Responder Santo

    Bom