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Sai no tapa pra mamar no meu pai 5

2432 palavras | 5 |4.50
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Eu bati e puxei minha priminha pelos cabelos, pra ela largar o pipizão do meu pai. Mas ela não soltava e meu pai só gemia, coitado!

*********** Identidade Bourne é meu codinome **************
Continuação da história de Carol
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Oi, meu nome é Carolina, hoje tenho 28 anos mas vou contar o que aconteceu na minha infância depois que passei a ter Valquíria como madrasta.
Minha mãe morreu num assalto quando eu tinha apenas 4 anos, Eles não eram exatamente casados ou apaixonados. e meu pai, Fernando, me criou com ajuda de minha vó. Depois de 2 anos meu pai se juntou com uma mulher, que  passou a morar conosco, eu achava ela legal mas hoje entendo que era muito pervertida.

Já fazia dois dias que Claudinha, minha suposta priminha, filha da irmã mais nova de Valquíria, estava ficando em casa porque sua mãe precisou viajar. Eu já estava cansada da companhia dela, porque ela era muda e surda, usava aparelho auditivo mais ainda assim era díficil, e eu já estava sem paciência. Ela era um aninho mais velha que eu somente, mas era muito boba. Valquíria zombava muito dela, no mesmo dia que chegou Val disse com palavras soltas e sinais pra Claudinha que tinha alguma coisa dentro da piriquita dela, a menina ficava igual uma tonta olhando pra própria piriquita enquanto Valquíria caia na risada.
Era pra ela ter ido embora já, mas a mãe dela teve problemas na volta da viagem e ia chegar muito tarde da noite. E meu pai estava irritado que Valquíria tinha que ir pra cidade vizinha pra consultoria duas vezes por semana, ela tinha que ir nesse fim do dia e meu pai ficaria de novo uma noite sem ela, e agora com Claudinha além de mim.

– Fale pra sua irmã me ligar que eu levo Claudinha pra ela, Val! – ouvi me pai falar no corredor.
– Não sei ao certo que horas ela chega, mas com certeza lá pela meia-noite! Você é pai de uma filha, já sabe como lidar com crianças! – respondeu Val se preparando para ir. – E a janta já está pronta, só você servir as meninas depois de mandar elas tomarem banho.

Eu ouvia tudo do meu quarto, no chão desenhando, enquanto que Claudinha rabiscava sem ouvir nada. Pouco antes eu tinha ido até a porta do quarto dele e ouvi Val gemendo e meu pai dizendo que queria mais, mas ela tinha que ir. Claudinha tinha ido comigo, mas não entendeu o que eu fazia.
Val apareceu no quarto, se despediu de nós com beijos e disse vagarosamente pra Claudinha pra obedecer a mim e ao meu pai que depois ela ia ganhar uma surpresa. Ela ficou todo alegre, eu disse que eu também queria.
Ouvi Val sair da garagem com seu carro, fiquei no meu quarto com Claudinha, sentadas no carpete desenhando. Eu queria me divertir um pouco com ela, então chamei sua atenção e expliquei que havia algo na pepeka dela, ela abriu suas pernas e com seus dedos abriu sua xaninnha por dentro da calcinha preocupada eu cai da risada.
Expliquei pra ela o que Val fazia no quarto com meu pai, ela pareceu entender tudo e riu. Ela era até bonitinha, mas eu era mais bonita, ela tinha seus dentes da frente bem grandes e algumas sardas, seu cabelo era marrom meio bagunçado. Eu sempre me penteava. Peguei a escova de cabelo pra escovar o cabelo dela, ao ver o cabo da escova senti vontade de fazer algo.

Expliquei que o negócio muito maior que o cabo da escova, e que quase nao cabia na periquita da Val, por isso ela fingia chorar. Ela imaginando a situação pois seu próprio dedo na periquita e riu, achou gostoso. Tive a vontade de tirar minha calcinha, e fiquei só de vestidinho, sentada de pernas aberta e apertei o cabo da escova na minha pepeka, e foi gostoso. Mandei Claudinha fazer o mesmo. Fiquei com inveja que sua pepeka parecia maior, mais gorda. Ficamos brincando com a escova e rindo.

– Filha, se precisarem de algo me chame no quarto, ta bom? – grita meu pai do corredor.
– Tá bom!! – respondi.

Depois eu fui quieta até sua porta e meu pai na cama só de cueca branca e folgada, escorados sobre as almofadas vendo filme. Suas pernas jogadas cada um pra um lado, Segurava um copão de coca cola com gelo com olhos bem atento na TV. Não sei porque mas senti algo quente e me deu vontade de ir lá com ele.
– Pai, espera que eu já volto pra ver tv com você!!! – falei da porta.
– Tá bom filha, vem! – disse ele sem tirar os olhos da tv.
Puxei Claudinha e descemos pra cozinha enchi um copão de plástico e gelo, abri um pacote grande de m&m´s pra cada uma de nós e fomos até ele.
Lá estava ele de pernas abertas. A visão de Suas coxas e virilha peludas me atiçou. O filme mostrava um cowboy em seu cavalo, logo lembrei de brincar de cabalo.
– Deixa só o pai por uma bermuda…
Eu subi na Cama do meu pai com Coca Cola e chocolate quase caindo e derrubando tudo, ele rapidamente tira o copo da minha mão, e sentei nele de frente como se fosse num cavalo e comecei a pular e cavalgar com meu pacote de m&m´s na mão, ele segurando os dois copoes de Coca Cola tentava não derramar.
– Filha, você vai fazer papai derrubar toda a coca! Para! – disse com ternura em sua voz grossa, enquanto caia mm´s no peitão peludo dele.
Claudinha ficou parada do lado da cama olhando, enquanto eu esfregava e batia minha pepeka no volume da cueca dele, ele arregalou os olhos ao perceber que eu estava sem calcinha com minha pepeka úmida rebatendo o membro dele que só crescia dobrando de volume. O colchão fazia a gente pular igual num cavalo e eu sentia os pelos de suas coxas roçando na minha bundinha.
– Carol, tá caindo coca no pai! – disse ele com os copos pro alto.
Eu seguia um instinto gostoso que me fazia saltar batendo minha pepeka no membro dele que ia pra um lado e pro outro por debaixo do tecido fino de sua cueca. E meu pai me olhando com cara de choro pedindo pra não fazer isso, caia mms todo em seu corpo pra dentro de sua virilha. Meu pai não tinha como sair nem onde por os copos de cocas. Parei quando vi meu pacote derrubando quase tudo os m&m´s. Seu membro levantou o elastico frouxo da cueca, pude ver o desenho da cabeça do pinto dele, com a ponta  transparente de umido.
– Filha, olha que bagunça! – meu pai se ajeitou subindo mais suas costas nos travesseiros sem usar as mãos.
Eu me afastei rindo, e Claudinha dava risada. Adorei saber que eu podia dominar esse homem enorme que era meu pai. Ele sentado na cama com as pernas abertas um joelho pra cima pra se equilibrar, seu membro se destacando pra cima e suas bolas visiveis pro lado daquela cueca surrada. Comecei a catar cada m&m´s que derrubei, peguei uns enroscados nos pelos do peito dele, nos pelos da barriga, até que vi que alguns tinham caído pra dentro da cueca. Chamei Claudinha pra ajudar, ela deixou suas coisas no chão e subiu na cama.

– Filha, pega um copo aqui pra eu poder me levantar!
– Espera pai, senão você vai se sujar de chocolate! – eu disse com minha mão na sua virilha pegando os m&m´s.
Claudinha entendeu que era uma brincadeira e enfiou sua mãozinha no meio das pernas do meu pai, acho que no saco dele, pois meu pai deu um pulinho pra trás.
– Meninas, não precisam…
– Pai, caiu até no seu pipi! Deixa eu tirar! – eu desci o elástico e seu pauzão saltou pra cima pulsando com as veias grossas, apontando pra minha cara.
– Carol, peraé filha assim não…

Claudinha ficou paralisada com olhar impressionado, sentou-se de pernas abertas e apertou sua própria pepeka diante do meu pai, ele ficou mudo fixado na periquita dela, eu fiquei com ciumes, expliquei pra ela terminar logo, ela veio com a mão na base do membro dele e catou um m&m vermelho, e colocou na boca. Meu pai ficava de boca aberta paralizado.  Vi que o pipizão do meu pai estava soltando um cuspinho pelo buraco de onde sai o xixi, achei que fosse leite dele e coloquei a boca.
– Carol…. Já falei pra não… – tentava dizer meu pai, olhando preocupado pra Claudinha.
Eu com a boca no pipizão grande dele, olhava pra sua cara de choro, mas ele desviou o olhar pra pepeka de Claudinha e pareceu meio hipnotizado, daí ele olhou pra pra ela e em seguida pra mim que mamava. Claudinha me olhou com sua cara de boba como se estivesse esperando um pedaço de doce.
– Não precisa ficar com vergonha ta, pai? – eu disse agarrada no membro dele. – Ela também já brincou assim!
– Que?
– Ela me contou que os tios dela brincam com ela, e dão mamadeira!
A respiração dele mudou e seu olhar ficou diferente ao olhar pra ela. Senti seu membro pulsar mais nas minhas mãos, segurei com uma mão acima da outra e suguei minha baba que escorreu da minha boca.
Meu pai mexia seu corpo pra frente e pra trás, fazia vai e vem com o quadril, com seus olhos arregalados sobre mim. Seu corpo estava molhado de coca cola, mas ele parecia esquecer e segurava os copos olhando pra gente com uma cara estranha.
– Filha… não po-po-pode… – meu pai gaguejava, eu não sabia porque
– Mas pai, ela já mama nos tios dela, – eu respondi braba, porque achei que ele ia dizer que não podia deixar Claudinha só olhando com vontade.
– Isso é é é errado…filha !
– Tá bom, só um pouco então! – eu disse oferencendo o pipizão dele pra Claudinha.
Meu pai parecia estar com falta de ar, dizia não com a cabeça. Mas Claudinha baixou sua cabeça rapidamente pois a cabeça do pipi do meu pai na boca dela.
– Õ minha Nossa… – disse ele ofegante, parecia ter câimbra na barriga.
Eu fiz sinal pra ela que já tava bom, era pra me dar, mas ela não soltava, eu puxei a cabeça dela pra cima, mas ela não queria soltar o pipizão dele. Meu pai me olhava com cara de pânico, parecia que ela estava mordendo ele! Dei uns cascudos na cabeça dela, e puxei o penis do meu pai da boca dela, saiu num estalo. Ela quis chupar de novo mais eu coloquei na boca logo, e ela tentava por a boca dela também e ficou chupando as laterais e as bolas, ela era muito babenta, eu não podia distrair e deixar a cabeça do pipizão escapar da minha boca.
Olhei pro rosto do meu pai, que parecia que ia chorar vendo eu e Claudinha no meio das pernas dele. Acho que os nossos cabelos faziam cocegas nas coxas dele. Sua cueca já estava molhada de tanta baba. Vi mais m&m´s no pelos do saco dele, mas derreteu quando
Claudinha quis pegar com a boca. Ela puxou o penis do meu pai com força e arrancou da minha boca, daí segurei puxando de volta, meu pai ficava de boca aberta e olhos arregalados gaguejando algo. Ela veio com sua boca e eu com a minha pra cabeça do pipi do meu pai, ficamos chupando uma de cada lado tentando tomar uma da outra. Estava tão duro que estava difícil de mudar ele de posição. Tentei tirar ela puxando seus cabelos, seu aparelho auditivo caiu, ela não saia.
– Carol, Claudinha… não… não… – meu pai parecia não conseguir falar com nós duas se debatendo no meio das pernas dele sem largar seu pau.
Sem tirar minha boca do penis do meu pai, eu empurrava Claudinha, puxava seus cabelos e batia nela, ela gritava com sua boca abafada grudada no penis do meu pai junto comigo.
Meu pai empinou sua cintura pra cima soltando um gemido grave, o leite veio forte vazando pra todo lado, nós duas fomos rápidas pra ver que conseguia engolir mais.
– Arrrrggh…. Arrrrgh… – gritava meu pai.
Quando o leite parou de jorrar, eu fiquei braba porque todo melada a gente escorregava mais e Claudinha tinha conseguir pegar a última gota que vazou, eu bati na cara dela e grudei nos cabelos dela alí mesmo na frente do pipizão do meu pai, eu xingava ela de besta, ela só soltava gritos abafados, era muda.
– Carol!!! – meu pai não sabia que fazer.
Ele se arrastou até a beira da cama e soltou as bebidas no chão. Veio pra tentar nos separar, com seu pau de fora mesmo. Eu com minha sainha toda pra cima sem calcinha, e Claudinha também com sua xexeca de fora, ela estava de pernas arreganhadas tentado sair debaixo de mim. Meu pai, de joelho na cama do nosso lado, parou por uns instantes vendo a xexeca gorda dela toda aberta. Depois me levantou pela cintura pra sair de cima dela.
– Filha!! Para com isso! – ele ralhou comigo me pondo pra fora da cama.
Ele ajudou Claudinha e se erguer, colocando seus aparelhos de volta, ela com medo de mim, se ajuntou no em meio as pernas de meu pai, que tentava acalmar ela.
– Tudo bem, o tio já mandou ela parar! – disse meu pai fazendo esforço pra ela ler seus lábios.
Meu pai me mandou pedir desculpas a ela ou eu ficaria de castigo. Foi sermão. Foi difícil convencer ela a soltar o corpo do meu pai. Mas no fim ficamos de bem. Depois fui com meu pai levar ela pra casa dos tios, que cuidariam dela até sua mãe chegar.

*********** Identidade Bourne ***********

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5 Comentários

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  • Responder Lia.

    Olha outra dica para um futuro conto.
    Menina ve sua mãe tirando leite do seio com bombinha e quer fazer igual para os brotinhos dos mamilos crescer.
    Ai papai da uma força.

  • Responder Wagner casado

    O desejo de todo pai e ter suas filhinhas assim!

  • Responder Edu

    Caraío, quero minhas sobrinhas gêmeas assim comigo na cama

  • Responder Rola gostosa

    Oi Carolina tenho uma rola grosssa pra vc mama a vontade tô te esperando [email protected]

  • Responder Vantuil OB

    CONTINUA. BELEZA