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Diário Politicamente Incorreto de uma Adolescente

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Aos 9 anos eu tinha um professor que todas as meninas do colégio eram apaixonadas por ele. Professor Elivan era lindo, parecia com o Keanu Reeves. Ele dava aula de história, português e redação. Elivan era tímido, charmoso, meio nerd e, quando as meninas o elogiavam ele ficava vermelho, constrangido e, morria de vergonha… A gente achava lindo! Pra melhorar, ele cantava, era compositor, tocava violão, tinha uma voz linda, doce, melancólica e romântica… Elivan fazia sucesso na escola, tanto com as alunas, quanto com as mães e, principalmente, com as outras professoras. Na época ele era casado com uma delegada que vivia aparecendo na televisão dando entrevistas sobre os bandidos que prendia. De acordo com os boatos, Helena era ciumenta e possessiva, as professoras da escola tinham medo dela. Estudei com o Professor Elivan dos 9 aos 13 anos e, eu e minhas amigas éramos apaixonada por ele. Doce, educado, gentil, sensível e lindo, o Professor Elivan era o amor platônico de todas as meninas da escola. No entanto, ele se separou da mulher, foi embora para o Canadá e, nunca mais o vimos. Como toda paixão platônica boba e infantil, assim que Elivan foi embora, eu me esqueci dele rapidamente e, a vida seguiu!

Dois anos depois eu tive meu primeiro namorado. Samuel morava no condomínio da minha avó materna, nós nos conhecíamos desde os 5 ou 6 anos, nossos pais eram amigos e, crescemos juntos. Na verdade, eu, Samuel, a irmã dele e, meu irmão, fazíamos umas sacanagens desde crianças. A famosa brincadeira de “papai e mamãe” ou “brincar de médico”, enfim… Aquelas brincadeirinhas sacanas que as crianças fazem quando se juntam! Perder a virgindade com Samuel era inevitável, porem, nós tentamos sucessivas vezes e, nunca dava certo… Eu era bem sacaninha quando era criança e, quando me juntava com André (meu irmão) Samuel e, Samara (irmã caçula de Samuel), minha safadeza triplicava e, a gente fazia um esfrega-esfrega bem gostoso desde novinhos. Eu e meu irmão nunca interagimos sexualmente, o que rolava era um troca-troca de irmãos: Eu ficava com Samuel e Samara ficava com meu irmão. As sacanagens aconteciam, principalmente, nos finais de semana quando nossas famílias se encontravam. Nós tínhamos praticamente a mesma idade quando e, foi um período muito divertido. Desde os 13 anos eu tentava perder a virgindade com Samuel, eu estava determinada, abria minhas pernas, mas, o pau de Samuel não conseguia me penetrar. Na época, meu irmão tinha 15 anos, a mesma idade de Samuel e, André já tinha comido Samara, tirado a virgindade dela e, Samara, era 1 ano mais nova que eu. Eu achava aquilo inadmissível!

Samara perdeu a virgindade com meu irmão aos 12 anos e, disse que foi maravilhoso, incrível, “que eu tinha que provar”, isso me deixou ainda mais curiosa e, me motivou ainda mais a dar, mas, Samuel não colaborava! Acho que ele ficava pressionado, nervoso e, acabava não dando conta do recado. O pau dele não conseguia me penetrar, era impressionante! Eu adorava me esfregar nele, ficava excitada, mas, queria sentir o pau dentro. Tanto eu quanto ele estávamos loucos pra transar, teve um mês que nós tentamos quase todo dia, mas, não rolava: a gente não tinha um lugar confortável, intimo e seguro para finalizar o ato. A gente costumava fazer nossas sacanagens dentro da Van Escolar que o pai de Samuel abandonou no estacionamento do prédio quando se separou da mãe dele, mas, logo quando eu estava entrando na adolescência, cheia de hormônios, com tesão, segura, fogosa e louca pra dar, Ataíde (pai de Samuel) levou nossa Van embora! Deste modo, a gente começou a se pegar no bicicletário, na garagem, nas escadas do prédio onde Samuel e minha avó moravam e, algumas poucas vezes no apartamento da minha avó ou no apartamento de Samuel, mas, sempre acontecia alguma coisa pra atrapalhar: alguém chegava, o telefone tocava, o interfone disparava, alguém batia na porta do quarto, enfim… Nos poucos momentos às só tentamos diversas vezes, mas, não dava resultado, era desconfortável, não tinha uma posição adequada, era um caos.

André tinha infinitamente mais liberdade do que eu, pois, alem de ser homem, ele era 2 anos mais velhos. Antes de sair, André gritava: “to indo na vovó!” virava as costas e ia embora. Meu pai não dava à mínima! Meu irmão fingia que ia pra minha avó e ia pra casa de Samuel “jogar vídeo game”, lá ele e Samara se esbaldavam na sacanagem. Eu não tenho certeza, mas, acredito, que, Samuel, Samara e meu irmão faziam putaria juntos, sem mim… Posso jurar que Samuel e Samara faziam putarias juntos desde novinhos, mesmo sendo irmãos.

Eu sentia-me excluída e um pouco rejeitada, mas, eu ficava de mãos atadas, pois, meus pais (principalmente meu pai) não gostava que eu ficasse na casa da Tia Edilene por três motivos principais: O primeiro era por causa de Samuel! Meu pai e minha mãe, provavelmente, suspeitava que eu tinha fogo em relação a ele desde novinha e, queriam evitar o inevitável. Sempre que nós íamos a casa de Edilene e descíamos para brincar, meu pai advertia André e Samuel: “Cuidem das irmãs de vocês, moleques!” A gente descia, brincava um pouco na quadra e, quando tinha uma brecha, íamos correndo para a Van escolar abandonada e, a putaria juvenil rolava solta. Eu e Samara íamos de vestidinho pra facilitar a sacanagem, era só irar a calcinha, abrir as pernas e sentir a sensação gostosa do pau quente estimulando nossas rachinhas inchadas, delicadas e infantis. Meus pais presumiam que eu só podia ficar perto de Samuel se meu irmão estivesse junto… Bobinho! Meu pai não se importava se Andre ficasse na casa da Tia Edilene, mas, eu, nem pensar! Ou seja: meu irmão podia foder Samara, mas, Samuel não podia torar minha bocetinha, isso era injusto e cruel!

Em segundo lugar meus pais não gostavam do ambiente familiar na casa de Samuel, pois, Tia Edilene e Ataíde, viviam entre tapas e beijos, era um casa/separa frenético e, meus pais não queriam que eu ou André presenciássemos alguma briga constrangedora do casal. Pra variar, com meu irmão, meu pai relativizou, disse que: “Andre era homem e, saberia se cuidar caso houvesse algum problema”. Eu adorava a Tia Edilene, ela era divertida, descolada, engraçada, estilosa, moderna e, dona do próprio nariz. Eu a admirava! Nos períodos que Edilene estava separada ela sempre arrumava um namorado. Na época, o conceito de “relacionamento aberto” não existia, mas, era exatamente isso que Tia Edilene e Ataíde tinham.

O que nos leva ao terceiro motivo que fazia meu pai me deixar distante da casa de Edilene: Os namorados dela! De acordo com meus pais Edielene “era namoradeira de mais”. Ela gostava de ir pro samba, era baladeira e, freqüentemente, tinha um namorado. Ela ficava com esse cara por uns três meses, depois voltava para Ataide, três meses depois eles se separavam, Edilene caia na farra, arrumava outro boy e, o ciclo vicioso se repetia. Meu pai tinha medo de um desses namoradinhos de Edilene abusarem de mim e de Samara. Abuso esse, que, provavelmente, assanhada do jeito que eu era, teria adorado. Talvez, algum deles fizesse o que Samuel demorou dois anos para fazer!

O papel dos pais é proteger a integridade de seus filhos, eu entendo, entretanto, cuidado em excesso, acaba atrapalhando mais do que ajudando. Meus pais conseguiram evitar ao máximo que eu ficasse na casa da Tia Edilene, para evitar que eu fosse a putinha de Samuel, assim como Samara era puta do meu irmão; para evitar ver as potenciais brigas de Edilene e Ataíde; ou para evitar que eu fosse molestada por um dos namorados de Edilene, mas, não conseguiram evitar minha amizade com Samara. Mesmo sendo um ano mais nova do que eu Samara era safada em um nível que criança nenhuma deveria ser. Provavelmente, a filha puxou a mãe! Samara era muito precoce e foi uma péssima e prazerosa influencia pra mim. Em todo bairro ou condômino, tem aquela garotinha espevitada, topetuda, assanhada, atrevida e, barraqueira que todo mundo acha que vai engravidar na adolescência, as mães criticam a conduta e querem que suas filhas-princesas mantenham distancia e, os pais, olham de rabo de olho e são loucos para lhe passarem a rola. Pois é… No condomínio da minha avó Samara era essa menina: com uma conduta vulga e leviana, com uma personalidade forte, metidinha, atrevida e desaforada, desde novinha Samara era ousada, sacana, safada e obscena. Ela era mais sedutora que Samuel, mais audaciosa e infinitamente mais sapeca…
Meu pai sempre teve medo de um dos namorados de Edilene abusar de mim, porem, de acordo com Samara, quem a bolinou desde que ele tinha quatro ou cinco anos foi Gleice, uma namorada de Ataíde (pai dela) que insistiu em estimular sexualmente a pequena Samara corrompendo sua inocência e a transformando em uma vadiazinha manipuladora sedenta por sacanagem que, mais tarde, viria com toda sua bagagem maledicente e faria comigo o que Gleice fez com ela. Descobrimos juntas os atalhos para despertar os desejo feminino mais latentes.

Na minha ânsia de perder a virgindade desabafei com Samara sobre as tentativas frustradas com Samuel. Ela sugeriu que eu tentasse com meu irmão, mas eu neguei veementemente, isso nem passava pela minha cabeça. Eu perguntei para Samara se ela e Samuel “faziam bobagem” e, Samara negou, no entanto, acredito que ela tenha mentido. A cada dia que passava Samara me provocava ainda mais para perder a virgindade e, eu sentia que o momento estava chegando. De tanto cutucar, uma hora meu cabacinho se romperia. Até que quando eu tinha 15 anos, meu avô faleceu… Teve todo aquele constrangimento do velório e, etc. No final do dia eu fui ficar com minha avó. Leilinha (a funcionária dos meus avós) foi embora e, em um passe de mágica, eu e Samuel ficamos sozinhos enquanto minha avó dormia no quarto.

Eu estava com o vestido do velorio, triste, porem, facinha e pronta para aproveitar aquela rara oportunidade e dar bem gostoso. A tensão sexual tomou conta do lugar, nos olhamos confirmando que a maledicência era mutua. O beijo afoito, molhado e apreçado foi inevitável. Tirei meu sapato, subi meu vestido, eufórica, deitei no sofá, abri minhas pernas, Samuel veio pro cima de mim abrindo a barriguinha da calça, afastei a calcinha pro lado, Samuel já estava de pau duro, lubrificou a cabeça da piroca com saliva, preparou, apontou, empurrou, eu senti o cutuco – agora vai – minha bocetinha relaxa sentiu a pressão – o pau dele ia escorregar pra dentro igual quiabo – estava encaixadinho no lugar certo, eu senti um incomodo, dei uma gemidinha, quando meu irmão abriu a porta. Ele não nos viu, mas, suspeito que a agente estava fazendo sacanagem. Samuel deu um pulo, eu tentei disfarçar, comecei a me ajeitar. “Meu pai esta vindo”, disse meu irmão, advertidamente! Ajeitei minha calcinha, calcei meu sapato, e fiquei comportadinha como uma mocinha de luto deveria ficar. Eu, meu irmão e, minha mãe, ficamos na casa da minha avó e, meu pai, foi embora junto com Samuel que, mais uma vez, deixou minha bocetinha toda melada de saliva e não conseguiu me deflorar! Mais uma chance desperdiçada, fiquei puta da vida!

No entanto, meia hora depois, quando fui tomar banho minha calcinha estava suja de sangue. Só consegui me encontrar com Samuel dois dias depois e, falei que eu acreditava que eu tinha perdido a virgindade, pois, tinha vestígios de sangue na minha calcinha.

Após a morte do meu avo a rotina da minha avó mudou muito e, quando Leilinha ia embora, por volta das quatro horas, eu ficava sozinha, chamei Samuel e, finalmente aconteceu! Transamos no quarto de empregada, Samuel tinha um pau perfeito e, foi a melhor escolha que fiz perder a virgindade com ele. Samuel foi carinhoso, paciente, romântico, atencioso, não me machucou, eu senti pouquíssima dor e sangrou na mesma proporção… Perdemos a virgindade juntos, sem camisinha e, ele gozou, claro. Em relação ao meu prazer fiquei um pouco decepcionada foi normal, sem grades emoções, sensações ou arrepios… num foi tão excitante quanto eu achava que fosse, eu sentia infinitamente mais tesão quando eu esfregava minha rachinha no pau dele, era bem mais gostoso do que ser penetrada. Quando acabou eu pensei: “é Isso? É isso que Samara disse que era tão incrível, imperdível e maravilhoso!?” Não durou nem cinco minutos e, depois, eu fui tomar banho e Samuel correu na farmácia para comprar uma pílula do dia seguinte, pois, ele tinha gozado dentro de mim.

Eu não fiquei excitada no momento do ato, no entanto, na hora de dormir eu peguei um espelho para ver se tinha mudado alguma coisa na minha xoxota, fiquei cheia de tesão e, me masturbei deliciosamente. Minha bocetinha estava um pouquinho dolorida e extremamente sensível, quando abri as pernas e passei meu dedinho entre meus lábinhos vaginais carnudinhos minha bocetinha começou a arder e eu senti um tesão delicioso. Minha bocetinha estava em carne viva me deixando me deixando arrepiada e, enquanto minha família dormia eu toquei uma siririca libidinosa, enfiando o dedinho anelar na minha bocetinha martirizando ainda mais o meu cabaço recém deflorado. Minha mão, virilha, boceta e calcinha ficaram sutilmente avermelhadas com vestígios de sangue. Levantei, tomei um banho e quando eu estava saindo do banheiro encontrei com meu pai no corredor perguntando se eu estava bem. Respondi que “sim” e, ele me perguntou se eu queria chá de gengibre. Eu aceitei, fui para meu quarto, troquei de roupa e depois o encontrei na cozinha. Jogamos conversa fora, rimos, acordamos minha mãe, meu irmão levantou e acabamos pedindo uma pizza. Mal sabiam eles que naquele dia mais cedo eu tinha perdido minha virgindade e, tomei o cha e comi a pizza com a bocetinha ardendo.

Toda vez que eu transava com Samuel eu me masturbava depois. Do meu ponto de vista, sexo era aquilo! Assim como Samara, para minhas amigas, eu dizia que era incrível, bom, prazeroso, gostoso e fascinante, mas, na verdade, eu preferia me esfregar no pau de Samuel , me masturbar ou fazer sacanagem com Samara! Eu comecei a acreditar que eu era sapatão, pois, sentia muito mais prazer com Samara do que sendo penetrada por Samuel

Três meses depois do falecimento do meu avô, a rotina da minha avó era outra e, eu me aproveitei para fazer do quartinho de empregada meu cantinho para namorar com Samuel. Leilinha me acobertava, porque ela também transava com o vizinho da minha avó que era casado. Eu e Samara vimos varias vezes e varias vezes Leilinha trepando com Claudio. Depois que meu avô faleceu, minha avó tomava um remédio manipulado para os nervos e dormia feito uma pedra, Leilinha aproveitava a sonequinha da minha avó e trepava com Claudio o quartinho de empregada. Claudio, por sua vez, dizia pra mulher que ia fazer caminhada e ia para o apartamento da minha avó! Eu achava um máximo espreitar Leilinha e Claudio. Assistindo Leilinha, eu tive idéias para fazer posições mais ousadas com Samuel, fiquei de quatro pra ele, mas foi uma bosta. Tia Edilene me levou a ginicologista escondido dos meus pais quando ficou sabendo que eu e Samuel estávamos transando e, na terceira consulta eu falei com minha ginecologista que eu não gostar de transar e, ela disse que as primeiras experiências são sempre ruins e, que com o tempo, provavelmente, eu ia começar a gostar. Ela estava certa…

No condomínio da minha avó tinha um bazar dos moradores. Quase um ano depois eu continuava namorando Samuel, eu me considerava feliz, empolgada, apaixonada e, como a ginecologista tinha previsto, o sexo melhorou um pouco, eu gostava, acreditava estar satisfeita, me masturbava menos, no entanto, fazia muitas sacanagens com Samara e, como os bons hábitos nunca mudam, duas ou três vezes por semana eu praticava “o amor próprio”. Minha avó se fazia de desentendida e fingia que não via eu e Samuel no quartinho de empregada. A essa alura, ela não tomava mais o remédio para os nervos, sabendo disso, nós tomávamos cuidado para não fazer barulho e, eu me considerava contida!

Em um belo dia estou com minha família no bazar do condomínio da minha avó. De repente vejo um rosto familiar em meio a tantos outros… Era o Professor Elivan! Eu não acreditei quando o vi, comentei com minha mãe e, ela disse que não era ele, mas, eu tinha certeza, não me confundiria: Era O Professor Gato!

Isso é um dos maiores clichês da sexualidade humana: “uma adolescente apaixonada pelo seu professor.” Patético! Mas, naquele momento eu só fiquei surpresa, bateu a nostalgia e, no final do bazar eu e minha mãe fomos falar com ele. Eu estava morrendo de vergonha, mas, minha mãe tomou a iniciativa em complementá-lo! Elivan continuava doce, meigo, lindo, gentil, inteligente, com um ar confiável, uma energia positiva e, extremamente atencioso. Elivan nos apresentou para sogra (Vilma), sua esposa (Cinthya) e, sua filhinha de um ano e meio, Maria Clara. Vilma, sogra de Elivan, logo se identificou com minha avó, as duas tinham algo em comum: Viúvas! Vilma havia perdido seu marido há dois anos. Cinthya era novinha, tinha 23 anos, porem, muito inteligente e articulada, reforçava a idéia para que eu e meu irmão fizéssemos um intercambio e motivava minha mãe a experimentar comidas vegetarianas. Elivan, muito simpático, conversava com meu pai sobre a restauração de um fusca 63, horta orgânica, montagem de armário, pintura de parede, entre outras trivialidades. Foi nesse momento que descobrimos que Vilma tinha acabado de se mudar para o condomínio da minha avó.

Aos 29 anos Elivan estava feliz, realizado, com uma família formada e sua carreira estabelecida. Ele voltou a dar aula no mesmo colégio onde eu o conheci e, Cinthya estava terminando a faculdade de fisioterapia e fazia um estágio em um hospital da cidade, Vilma ajudava a filha cuidando da neta enquanto Elivan e Cinthya trabalhavam.

Uma semana se passou e, no domingo fui para casa da minha avó, ao chegar lá me deparei com Vilma e Maria Clara. Vilma, contou que Cinthya estava trabalhando, Elivan estava pintando a parede da sala do AP dela e, ela foi pra casa da minha avó com a neta por causa do cheiro da tinta. Eu brinquei com Maria Clara um pouco e, desci para encontrar Samuel no play ground do prédio, pois, ele estava voltando do inglês com Samara, Tia Edilene e, quando eles chegassem nós iríamos a Comic Con.

Eu esperava na entrada do Bloco de Samuel quando Elivan apareceu com sacolas e uma caixa nas mãos, tentando abrir a porta todo atrapalhada. Eu o ajudei e, subi com as coisas ate o apartamento de dona Vilma. No elevador, ficou um clima estranho, a gente tava conversando e, do nada, ficou um silencio embaraçador. Pra quebrar o gelo Elivan começou a perguntar do meu pai, disse que ele tinha muito orgulho de mim e do meu irmão, que eu tinha me tornado uma moça linda, educada, inteligente e, bla bla bla… Dessa vez eu que fiquei sem graça com os elogios!

Ao chegarmos à porta do apartamento Elivan pediu para eu pegar a chaves no bolso dele. Coloquei a mão no bolso e quando eu estava tirando a chave, a vizinha abriu a porta e nos pegou naquela situação embaraçosa… Entramos, eu deixei as coisas no balcão da cozinha, dei tchau e fui em direção a porta para ir embora. Elivan questionou com um tom malicioso na voz e um sorriso sacana: “Tem certeza que quer ir embora?” Ele parou a uns 5 passos de distancia de mim… Eu estava confusa e, respondi despretensiosamente: “Sim, vou encontrar Samuel, nós vamos à Comic Con!” Elivan aproximou-se lentamente e, sem dizer nada, me beijou, olhou nos meus olhos e, disse: “ta bom, tchau!” e se afastou me encarando com cara de safado. Eu fiquei louca de tesão, fui ate ele afoita, retribui o beijo, ele me pegou de jeito, encostou-me na parede, nos agarramos loucamente, ele me jogou no sofá e, eu dei gostoso pra ele!

Nossa, foi incrível! Naquele momento entendi Samara! Um homem mais velho sabe o que fazer com um corpo de uma mulher, principalmente, se a mulher for uma menina! Elivan me comeu no sofá da sogra… Eu já dava para Samuel a um ano e, nosos sexo nunca foi daquele jeito. Só com a pegada de elivan eu entendi a diferença entre ser a putinha de um homem e transar com um menino. Eu nunca havia sentido aquele tesão com Samuel, nunca havia sido dominada daquela maneira, Elivan sabia o que fazer com o corpo dele e com o meu. Percebi o quanto o pinto de Samuel era pequeno, pois, a piroca de Elivan não era grande, mas, era duas vezes maior do que a de Samuel e, duas vezes mais grossa.

Eu me considerava experiente, mas minha bocetinha melindrosa sofreu para agüentar o pau mediano de Elivan. Eu me considerava comedida, mas confesso que gemi alto dando para o professor. Elivan não me perdoou, quanto mais eu gemia, mais ele me penetrava, quanto mais ele me penetrava, mais gostoso ficava, quanto mais gostoso ficava, menos dor eu sentia e mais o prazer me dominava! Elivan apagou meu fogo, nunca mais eu tive que bater siririca depois de transar e tive certeza de que eu não era sapatão, só não tinha achado o homem certo.

Samuel nunca durou mais de 10 minutos e usava a desculpa de que “eu era gostosa de mais”, Elivan me surpreendeu, pois, eu acreditava que eu tinha um problema por não conseguir gozar no mesmo tempo de Samuel. Primeiro, o professor me comeu sem camisinha em um “papai e mamãe” estabanado, eufórico e gostoso. Jogou seu copo sobre o meu, fazendo-me sentir seu peso sobre o meu peito quase me sufocando. Por uns minutos eu desapareci em baixo dele – realizei a fantasia de muitas das minhas amigas – eu levava estocadas fortes, firmes, precisas e gostosas. Baixinha e pequena, o peito de Elivan roçava na minha cara, eu parecia uma criancinha em baixo daquele macho. Nosso frenezi foi tão grande que eu estava dando toda embaraçada na minhas roupas. Eu estava com uma camiseta do Homem-de-Ferro que Samuel me deu, calça jeans, e tênis.

De repente Elivan parou de me foder, saiu de cima de mim me dando espaço para respirar, acreditei que ele tinha gozado, afinal de contas, esse era o padrão de Samuel e, eu achava que 10 minutos de foda era o máximo da capacidade masculina. Uma de minhas pernas ainda estava com a metade da calça jeans embolada abaixo do joelho, eu havia tirado apenas um dos meus tênis. Quando eu acreditava que tinha sido uma deliciosa rapidinha, Elivan ficou de joelho em cima do sofá, puxou-me, nos beijamos, ele direcionou minha cabeça para o pau dele… Nesse momento percebi que o homem ainda não tinha gozado, a pau dele latejava e pulsava cálido na minha boca, eu fiquei louca de tesão! Eu me esforcei para pagar o melhor boquete que minha boca adolescente poderia proporcionar. Fui bem puta e safadinha, na minha cabeça ecoava as fodas de Leilinha e de Claudio que eu e Samara espreitávamos… Eu queria fazer igual, sentir igual, gemer igual, me envolver em dobro e, deixar meu corpo totalmente a disposição para satisfazer o homem que conseguiu me comer mais de dez minutos. Elivan era um devasso, ao contrário de Samuel, o Professor demonstrava tesão, fazia questão de me mostrar que estava gostando do meu boquete molhado. Elivan gemia, murmurava, suspirava, dizia que estava gostoso, agarrava meus cabelos, me mandava lamber o saco dele, acariciava minhas costas, apalpava meu peito e me dominava pela nuca. “Que boquinha gostosa… chupa gostoso, vai… Pqp, que tesão de boquete… Voce é perfeita!” Insistia em repetir com uma voz carregada de desejo!

Eu passava a mão na minha boceta para ver se aquele puto tinha gozado dentro de mim, eu estava tão molhada que eu não sabia se estava vazando porra ou brotando mel. Ele colocou uma camisinha na minha mão, me fez abri-la com a boca, encapei o caralho, continuei a felação: mamei, chupei, lambi, engoli e punhetei aquele pau mediano gostoso ate meus braços e mandíbulas ficarem doloridas. Elivan me puxou pelos cabelos, beijo minha boca toda melada de boquete, sem nojinho, receio ou frescura, me empurrou para trás, eu deitei no sofá, ele começou a me despir: Primeiro tirou meu outro tênis, minhas meias e, ao me ver descalça, beijou e mordeu as solas dos meus pés e, afirmou com uma voz cheia de tesão: “Pqp, seu pezinho é um tesão! Eu adorava quando você ia de sandália ou tirava o tênis na sala de aula!” Pegou a sola dos meus pés e passou no pau dele! Eu fiquei surpreendida, arrepiada e excitada, pois, eu nunca imaginei que o professor reparasse no meu pé na sala de aula. Ele tirou minha calça, minha calcinha e, eu, afoita, tirei minha blusa e meu sutiã.

Fiquei peladinha pra ele, transtornada de tesão, toda arreganhada no sofá, totalmente entregue e submissa… Elivan veio pra cima de mim, começou esfregando a cabeça do pau no meu grelinho, deslizava seu caralho entre meus beicinhos vaginais adolescentes que estavam tão molhados que ele poderia me foder por cem anos que eu ainda estaria lubrificada. Eu me contorcia inteira de tesão, eu estava transtornada e, não satisfeito, ele me provocava: “Voce sempre quis dar pra mim, né gostosa?” afirmava cheio de tesão! Questionava se eu estava gostando, se eu queria mais, se eu me masturbei pensando nele quando era novinha. Beijava minha boca e cochichava no meu ouvido: “Pede pra eu te comer, pede!” Dizia que eu e minhas amigas tirávamos o tênis na sala de aula, exibia o pezinho só para provocá-lo – a gente não fazia de propósito, mas, se eu soubesse, provavelmente, teria feito – me chamava de gostosa, safada, chupava meus peitos, beijava minha boca, mordia a sola dos meus pés e, quando eu já estava implorando para ele me comer, Elivan ordenou: “Vai lá, tranca a porta que você deixou aberta e, quando voltar, quero que fique de quatro!”

Eu não consigo descrever em palavras o quanto eu fiquei alucinada de tesão por me submeter aquela autoridade. Com minhas pernas bambas, levantei-me, tranquei a porta, voltei e, fiz exatamente o que ele mandou. O professor me comeu de quatro, apertando minha cintura e meu quadril com uma força dominante. Começou lento, foi aumentando a freqüência, cadencia e velocidade. As mãos dele acariciavam, massageavam e, tocavam os lugares certos o tempo todo, sem parar. Arranhava minhas costas, puxava meu cabelo, açoitava minha bunda de um jeito tão gostoso e profano que eu pedia pra apanhar, arregaçava meu cu com os dedos, agarrava meus seios, beliscava meus mamilos, massageava e apertava meus pés e, diante dessa surra de prazer, essa foi à primeira vez na minha vida que eu gozei de verdade com um caralho fodendo e puindo o courinho da minha bocetinha adolescente… Foi tão incrível que eu lacrimejei, eu me tremi todinha, uma das minhas pernas ficou dormente, perdi a força nos braços e desabei, Elivan, continuou me penetrando… Ficamos de ladinho no sofá, eu me perdi no seu abraço, me derreti todinha, parecia que eu ia desmanchar de prazer, eu rebolava transtornada com o pau dele dentro de mim, meu corpinho se estrebuchava de tanto gozar e, Elivan fez de tudo para intensifica o prazer que eu estava sentindo: agarrava meu peito, sugava meu mamilo, chupava meu pescoço, beijava minha boca, dedilhava meu grelinho e, ao perceber que eu estava desfalecendo de tesão entre seus braços, fazendo uma menina de 16 anos virar os olhinhos, se contorcendo de prazer em um orgasmo alucinante e fissurado, Elivan gozou! Eu entendi a definição de “pequena morte”, eu atingi o nirvana, eu gozei! Já tinha tido outros orgasmos antes, uns melhores do que outros, mas, nada comparado à experiência libertadora com o Professor Elivan.

Ficamos deitados no sofá de conchinha sem trocar uma palavra se quer. Eu sentia a sua respiração ofegante no meu cangote, sua respiração pesada fazia inflar seu peito nas minhas costas, seu caralho foi saindo lentamente de dentro de mim. Completamente nua e sem-graça, eu não sabia o que dizer depois e, não queria olhar para ele de tanta vergonha. Depois do showzinho que eu dei, minha vontade era sair correndo ou desaparecer como fumaça, porem, o aconchego da conchinha tava gostoso e, eu estava deitada sobre meus fluidos inevitáveis que, provavelmente, fizeram minha bocetinha desidratar de tanto perder mel. Cinco minutos depois Elivan soltou a primeira frase: “Se eu soubesse que seria bom assim, teria feito isso antes!” E começou a rir! Eu estava morta de vergonha. Ele se levantou, se vestiu, foi ate a sacada e falou com um tom debochado: “Seu namoradinho ta chegando!” Eu dei um pulo do sofá, comecei a me vestir rápido, fui até a sacada e vi Samuel, Samara e a Tia Edilene chegando do inglês. Eu ia saindo apressada quando Elivan me pegou pela cintura, me beijou e disse: “Você fez meu dia muito mais feliz, quero mais desse tipo de felicidade. Vamos nos encontrar de novo, ne?” Eu apenas retribui o beijo, sorri e, acenei positivamente com a cabeça. Tentei sair novamente, mas ele continuou me segurando pelo pulso. Rimos e rolou uma química muito boa entre a gente! Nos beijamos novamente, ele me soltou e eu fui em direção a porta, antes que eu saísse, Elivan afirmou: “Da próxima vez pinta suas unhas de vermelho pra mim!”

Desci atordoada para me encontrar com Samuel, queria ter tomado um banho antes, mas não deu tempo, Tia Edilene me viu e fui para Comic Con toda lambuzada de mel e com cheiro de sexo! Eu estava radiante, não conseguia disfarçar… O primeiro orgasmo com penetração da minha vida foi tão incrível que eu queria fotografá-lo e andar com ele pendurado no pescoço. No mesmo dia transei com Samuel e, no dia seguinte, em uma segunda-feira, eu e Samara fizemos muita putaria na casa da minha avó. Meu tesão triplicou, eu queria foder toda hora, Elivan me deixou ainda mais devassa e safada após me proporcionar aquele gozo tão gostoso e alucinante…

Continua…

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8 Comentários

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  • Responder L****

    Perfeito te admiro 5☆☆☆☆☆

  • Responder victordied

    Isso sim é um co tô erótico, parabéns!

  • Responder Roughsex

    Finalmente um conto bom, são poucos aqui nesse site.

    Parabéns

  • Responder Athos

    Não sou professor, mas trabalhei três anos numa escola, e quem fala que guris e gurias, não gostam de sacanagem, não sabem o que falam. Não sei quantas vezes, dei carona para ninos e ninas que acabaram na minha cama na boa, sem forçar nada.
    A primeira que arrisquei, tinha treze anos, e quando perguntei se ela tinha hora pra chegar em casa, a resposta foi que, se eu a levasse antes das 18h, ela iria comigo para qq lugar. Olhei no relógio, passava pouco das 13h. Ela foi o caminho inteiro se insinuando, e eu dei muita corda. Logo que entramos em casa, disse pra ficar a vontade que eu ia tomar um banho, porque fazia muito calor aquele dia. Ela falou que seria ótimo poder tomar um banho também. Não perdi a chance, e a convidei pra ver qual seria a reação. Ela apenas sorriu e entrou no banheiro comigo. Enfim, a guria sabia muito mais do que eu poderia supor. Depois de trepar gostoso, tomamos banho novamente e saímos pra lanchar. No trajeto até a casa dela, me contou que havia perdido a virgindade aos 11a com um primo de 23. Ela foi a primeira, e não foi a mais nova que peguei.

  • Responder Rafaella

    Muito bom.. parabéns…

  • Responder Tesão

    Parabéns muito bom delicia de história deu um tesão fudido.

  • Responder @outlander outsider

    Bom muito bom nada como um conto bem escrito do ponto de vista feminino.Como os meninos são idiotas não todos mas alguns… Bom gostei do conto espero continuação

  • Responder Henrique

    Muito bom. Bem escrito, detalhado e aparentemente não faltou nada. Me deixou cheio de tesão e agora estou esperando a continuação. Parabéns.