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Brincadeira de criança – continuaçao

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Cuidar dos pequenos já não era tão chato. Principalmente quando as brincadeiras do banho passaram pro quarto

Como contei no conto inicial, eu, com 14 anos tinha que cuidar do meu irmão, sete anos mais novo que eu, e nos finais de semana cuidava tambem do meu primo Leandro, dois anos mais velho que meu irmão.
Agora em todos os banhos a gente repetia a brincadeira de empurrar o Leandro na direção do meu irmãozinho e ele empurrava o Leandro de volta.
Eu sempre de pinto duro, mirava na bundinha gorda do meu priminho e deixava ele trombar no meu pau. Segurava ele um pouco, precionando minha rola no seu reguinho, que era macio e profundo, e depois o empurrava novamente na direção do meu irmãozinho.
As vezes o Leandro estava de bruços, com as pernas abertas e dobradas, outras vezes ele estava de costas no chão segurando as pernas dobradas na posição de frango assado. Seu cuzinho ficava a mostra, era escurinho e profundo naquela bundinha gorda.
Quando ele estava de frango assado era mais gostoso. Eu mirava a cabeça do meu pinto bem no buraquinho cheio de espuma e tentava enfiar. Eu ficava sentado com minhas pernas bem abertas para encaixar minha rola naquele buraquinho. E sempre parecia que ia entrar.
Como contei antes, meu pinto aos 14 anos era do tamanho e da grossura de uma salsicha. Nada de exagero. Meu saco já era um pouco avantajado e tinha bastante pelo em volta.
Meu irmão era muito pequeno e só participava da brincadeira empurrando o Leandro na minha direção. E o Leandro ficava o tempo todo rindo, ele era muito elétrico. Mas quando eu encaixava a rola no seu cuzinho e forçava a entrada, ele parava de rir, me olhava em silencio e com um sorriso diferente no rosto. Ele entendia o que eu estava tentando fazer e não reclamava, nem tentava evitar ou fugir.
As brincadeiras do banho sempre terminavam com o Leandro de bruços, eu agachado em cima dele com meu pinto encaixado no seu rego, empurrando ele na direção do meu irmão que o empurrava de volta, fazendo um vai e vem que ia encaixando ainda mais a cabeça do meu pau no seu rego, chegando a forçar a entrada no seu cuzinho.
Parecia que o Leandro nem era virgem, pois com a espuma do sabonete e o movimento, meu pau varias vezes entrava no seu cuzinho, as vezes só a cabeça, outras vezes até a metade. No inicio ele até reclamou de dor, mas já não reclamava mais.
Quando eu conseguia penetrar seu cuzinho, eu o segurava por um tempo maior antes de empurra-lo pro meu irmão. Seu cu era macio e muito quente, e ficava piscando, apertando o meu pau.
Mas depois de tanta esfregação eu não aguentava e gozava. Tentava gozar dentro do cuzinho, mas na empolgaçao dos dois meninos, minha rola escapava e eu gozava no rego, nas pernas e na bunda do pequeno Leandro.
Meu irmão via tudo mas não tinha muita reação. Acho que nem imaginava o que estava acontecendo. Já o Leandro sempre passava a mão na bunda e cheirava minha porra. Me olhava e sorria de um jeito muito safado.
Ele tambem lambia as pontas dos dedos com porra. Parece que gostava do sabor tambem.
Agora quando meus tios vinham nos finais de semana, eu nem fazia questão de ficar com meus amigos da rua. Mas durante o dia, ou quando minha mãe e minha tia estavam em casa, eu não fazia nada sexual com Leandro. Deixava pra dar banho nos meninos quando as duas iam no mercado ou saiam de casa.
Eu já estava viciado no cuzinho do meu priminho e ele tambem estava viciado nas nossas brincadeiras. Pois fazia birra quando eu falava que não iamos brincar.
Uma das ocasiões mais excitantes foi quando as duas sairam e levaram o Fabio e meu irmão. Naquele dia fiquei sozinho com o Leandro.
Pouco tempo depois que elas sairam o danadinho ja queria tomar banho. Mas eu falei que a gente não tinha como brincar porque meu irmão não estaria junto pra empurrar ele de volta.
Foi uma birra danada. Até eu concordar em ir pro banho. Mas a brincadeira seria um pouco diferente. Eu teria que empurrar e puxar ele de volta.
Ensaboei todo o corpo gordinho do Leandro e fizemos bastante espuma no chão. Eu já tava de pinto duro e dessa vez o gordinho observava mais a minha rola.
Ele foi logo deitando de bruços com as pernas na minha direção. Mas eu queria algo diferente. Queria brincar com ele do jeito que eu fazia com o Danilo, meu vizinho de 9 anos.
Coloquei o Leandro deitado com a barriga pra cima e a cabeça na minha direção. Eu iria empurralo e puxalo pelos braço. E assim começou a brincadeira. Ele deslizava facil no chão por causa da espuma e eu fiquei ajoelhado cominhas pernas bem abertas.
Quado puxei de volta, a cabeça do Leandro ficou entre minhas pernas, com meu saco no seu rosto.
Ele gostou da ideia. Fizemos algumas vezes, mas eu queria mais. Falei que não ia empurrar e ele começou a birra. Até que entramos num acordo. Eu só empurraria se ele mamasse no meu saco. Ele era muito bobo (ou muito safado) pois concordou rapido com a nova regra.
Na proxima puxada sua cabeça no meio das minhas pernas, ele abriu a boquinha e tentou sugar meus ovos. Foi incrível, setir o calor da sua respiraçao no meu saco. E seus lábios envolvendo meus testiculos. Até que ele parou e eu o empurrei e logo o puxei de volta. Mais uma chupada no meu saco e eu delirando. Fizemos varias vezes. Ele ria e chupava cada vez melhor.
Vamos fazer diferente. Eu disse a ele. Ele ficou de bruços, mas ainda com a cabeça na minha direção. Eu sentei no chão logo a sua frente. Eu tava com o pinto muito duro. Segurei seus braços e o empurrei. Ele deslizou pra longe e eu o puxei de volta, fazendo seu rosto trombar no meu pinto.
Ele rio da situação. Eu ri tambem e disse que tinha que continuar chupando se quisesse ser empurrado. Mas ele questionou. Eu estava sentado no chão e não tinha como a boca dele alcançar meu saco. Mas era esse o truque. Disse a ele que se não tinha como chupar o saco, teria que chupar o pirulito.
Ele ficou surpreso, mas logo abriu um sorrisão e concordou com a nova regra. Na primeira chupada ele abocanhou a cabeça, passou a lingua de um jeito delicioso. E logo ganhou o empurrao.
Mas eu disse que ia puxar de volta se ele pedisse. E é claro que ele pediu, todo empolgado. “Voce ja sabe a regra né” o chantageei e ele concordou.
Puxei ate ele trombar com meu pinto e ele ja foi abocanhando. Boca macia e quente. Mas logo ele parou esperando que eu o empurrasse.
Mas eu disse que tinha ficado sem força e que a força só voltava se ele chupasse muito. Quanto mais ele chupasse, mais forte eu ficaria. E ele, todo dedicado e com muita vontade de brincar, começou a chupar com muita vontade.
Hoje, lembrando desses momentos, eu concluo que meu priminho já sabia chupar. Mas na epoca eu nem pensei nisso. Apenas o empurrei e puxei varias vezes, e cada vez ele tinha que chupar mais tempo pra “ficar mais forte”.
Tinhamos que finalizar o banho pois logo elas chegariam. Foi aí que eu propus
Eu- sabe aquele leitinho que eu coloco no seu bumbum e você passa a mão?
Ele respondeu sim com a cabeça.
Eu- você gosta de lamber os dedos e sentir o gosto do leitinho?
Ele novamente concordou.
Eu- então vamos fazer assim, se você chupar o pirulito bem gostoso e bastantão, ele vai soltar o leitinho que você gosta todo na sua boquinha e eu vou ficar bem forte pra gente brincar sempre. Você quer?
Ele pensou um pouco e logo abriu um sorriso.
Ele- eu quero!
Fiquei sentado no chão do banheiro encostado na parede e ele deitado de bruços com a cabeça no meio das minhas pernas. Começou a chupar meu pinto, tentando engolir todo ele, passando a lingua na cabeça e babando bastante.
Não demorou muito e eu comecei a gozar, segurei a cabeça dele e tremi gozando muito na dua boca. Ele ficou meio assustado e engoliu a maior parte da porra.
Fiquei em extase por um tempo. Mas logo me recuperei e dei banho no Leandro. Ele estava calado, mas reagindo naturalmente, como se nada de mais tivesse acontecido. Parecia que chupar uma rola e engolir um monte de porra era uma brincadeira comum pra ele.
Lavei todo seu corpo gordinho e dei uma atenção especial pra sua bunda carnuda, de rego profundo e cuzinho piscante. Meu pensamento agora era como eu ia penetrar aquele cuzinho.

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7 Comentários

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  • Responder Danilo

    Uma pena não ter continuado o conto È maravilhoso

  • Responder @Arturces

    Esse conto é muito bom, continua

  • Responder Hj

    Continua

  • Responder do RJ

    Como tenho saudades… me faz voltar na infância nas brincadeiras no meio do mato… e como era gostoso brincar e descobrir o sexo com toda ingenuidade e pureza… me fez gozar com este deliciosa conto!!!

  • Responder César

    Brincando… assim que comecei… leiam: Brincando de mocinho e bandido. Exclusivo neste site!

  • Responder Matheo

    JC&M… o conto está cada vez melhor… aguardando a sequência, de pau duro!

    • Bacellar

      Maravilhoso!