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Minha realidade nua e crua aos 7

1606 palavras | 4 |4.39
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Gente desculpa os erros, não sei escrever bem, isto é fato. Mais só queria deixar aqui algo que marcou. Não é bem um conto mais se um relato.

Sempre fui um garoto muito imperativo sabe?! Sempre danado e brincalhão, no meio da minha família é claro, pois sou extremamente acanhado perto de estranhos ou de pessoas que não tenho uma intimidade grande. Bom um dos momentos mais marcantes da minha vida, com certeza, foi minha infância. Quando estava com 7 para 8 anos minha mãe começou a me deixar frequentar uma lan house atrás da rua onde moro. Como ela sempre foi super protetora, mal tinha permissão para sair para lugares que ficassem longe da sua vista.
Naquela época meu corpo era bem franzino, meu cabelo era liso e bem preto, peteados para baixo, de pele morena. Bem no dia em que foi na lan house à primeira vez, cheguei lá bem animado. Nem sabia direito o que eu iria fazer, só queria mexer nos computadores mesmo.
Entrei lá, dos três computadores que tinham ali, o único livre era o do meio, no canto da parede estava o primo de um vizinho meu, o Anderson. Nunca fui de falar muito com ele, já disse uns oi, ou fiquei perto dele em quanto alguns amigos da vizinhança estavam reunidos, mais nada demais. Entreguei os 25 centavos (que eram 15 min no computador na época) e entrei para sentar na cadeira.
Quando me aproximei, sem maldade nenhuma, olhei para a tela do pc do Anderson. Meu coração bateu bem forte, achei até que alguém poderia escutar ele. Quando vi que na tela, estava passando um vídeo de adulto virei logo a cara e me sentei. Era a primeira vez que tinha visto algo assim. Olhei para a tela do meu, mais sempre olhava de canto de olho para a tela de Anderson. Em uma das vezes que olhei, ele me viu. Riu baixinho e me encarou por alguns segundos.
Anderson era grande já, acho que ele tinha uns 17 anos, moreno, mais moreno que eu. Cabelo curto, ele tinha uma boca grande de lábios grossos e marrons, ele era alto, aparentemente de forte mais não malhado. Era um menino extremamente corpulento, pernas grandes, braços grande e mãos grandes, a palma de sua mão era quase maior que minha cabeça. Neste dia ele estava de short jeans e blusa branca, com um boné vermelho de aba para trás. Ele olhou novamente para mim e sorriu com o canto da boca. Os lábios grossos dele o deixam com cara de mau, pelo menos eu achava. Mais quando ele achava muita graça os olhos deles fechavam, como se tivesse sorrindo junto com a boca. Mais tinha algo no sorriso daquele dia que deixou meu coração disparado. Não sei se foi pelo vídeo que vi ou por ele está de vez ou outra me encarando.
– Acabou o tempo Anderson – disse o homem responsável pelos computadores.
– Beleza seu José. – O homem entrou dentro de casa. Anderson fechou todas as abas do PC abertas e foi levantando-se. Olhei para ele, ao vê-lo em pé era impossível não reparar no volume em seu short, começava grande no meio de suas pernas, por baixo do zíper, e ia se direcionando para cima de sua perna direita. Ele cobriu o volume com a blusa e saiu pegando na minha cabeça.
– Valeu man, depois nós se fala.
Desde de aquele dia meu coração se acelerava quando eu o via. Mesmo ele não morando na minha rua. Ele morava em outro bairro, bem distante do meu. Mais como seu pai morava em frente a minha casa, em alguns finais de semana Anderson vinha ficar lá.
Em um desses finais de semana, meus pais tinham viajado (eles trabalhavam comprando roupa em outra cidade) então fiquei sozinho em casa.
Era bem cedo no sábado, eu estava sozinho em casa, de vez em quando minha vó vinha ver se eu queria algo, ela mora 3 casas depois da minha. As portas da minha casa estavam todas abertas, só com o portão fechado, eu brincava na sala com uns dinossaurinhos pequenos, que eu amava.
– Iae fera, de boa ai? – olhei para o portão e vi Anderson parado, vestindo aqueles shots de futebol e sem blusa, o corpo dele não era sarado, mais tinha uns leves gominhos alinhas, bem leves mesmo. Fiquei com vergonha quando ele falou comigo, como eu estava sozinho eu usava uma blusa grande do meu pai, um blusão branco do Padroeiro São Francisco. O blusão batia perto dos meus joelhos então eu não usava nada por baixo.
– Oi.
– Mó da hora seu bunequin parceiro.
– obrigado – eu nem olhava para ele de tenta vergonha que estava.
– deixa eu falar, sabe aquele vídeos lá? Que você me viu assistindo na lan house?
– huhm;
– tenho alguns aqui no meu celular. Quer ver?
Novamente meu coração acelerou, mais rápido do que já estava.
– abri ai o portão que te mostro.
Até hoje não sei porque abri, mais me arrependo. Quando ele entrou perguntou onde era o meu quarto, ele achava melhor mostrar lá, pois não tinha perigo de ninguém ver. Fui acompanhando ele e sentei na cama, ele ficou parado na minha frente, eu ficava da altura de sua virilha. Ele começa a tirar o celular do bolso e mandou eu segura. Comecei a assistir o vídeo.
Seu pinto estava ficando bem marcado no calção de futebol vermelho dele, ate que ele passa o pinto pela perna do calção. Era grande a cabeça do pinto era menor e ia crescendo até chegar perto das bolas. O pênis dele estava la apontando para cima, era bem escuro, mais escuro que o corpo dele, mais a cabeça, que não tinha pele como a minha, era de um rosa bem escuro e brilhante.
Ele se masturbava na minha frente, eu estava começando a ficar nervoso, fora de mim, não consegui falar frases completas, era como se algo tampasse minha garganta, e comecei a sentir um pouco de falta de ar, pelo tamanho nervosismo.
– isso é o que homens fazem quando ver esse vídeos ta ligado Mizzael?
Ele acelerava a masturbação cada vez mais. Em certo momento ele fazia isso tão rápido que uma gota ¨xixi¨ voou na minha perna, so que era bem mais grosso que meu xixi.
– Dá uma chupadinha aqui bem rápido vai.
Não consegui falar, só neguei com a cabeça.
– vai logo cara, bem rápido.
Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e puxou em direção de seu pinto, fechei a boca e os olhos e tentei empurrar com minhas mãozinhas suas coxas. A cabeça do seu encostou nos meus lábios e bateram nos meus dentes. Senti um gosto meio salgado, virei o rosto para cuspir. Mais ele aproveitou e enfiou um pouco na minha boca, ele mexia os quadris rápidos, fazendo a cabeça de seu pênis escorregar pela minha língua e bater no céu da minha boca. Ele fazia isso tão rápido com a cabeça do Pinto na minha boca que acertou no meu dente.
– aí diacho, cuidado moleque.
Ele tirou o pênis da minha boca, muito cuspi desceu pelo meu queixo, eu respirava pesado. Foi ai que sento um soco, não tão forte, na minha cabeça, mais mesmo assim doeu bastante. Olhei para Anderson, quando ele empurrou sua mão com força na minha boca, sua mão também bateu no meu nariz, tão forte que fiquei sentindo cheiro de sangue. Segurei seu braço com minhas duas mãos tentando empurra ele.
Com mais força ele jogou minha cabeça para tras, encostando ela na cama, olhei e vi ele se aproximando mais de mim, levando seu pênis para baixo das minhas bolas. Sentir a cabeça encostando no meu cuzinho.
– tu é mó Quentin viado. – ele riu baixinho, segurou minha cintura com a mão que não tampava minha boca e fez um movimento rápido com sua própria cintura. Uma dor forte me invadiu, era tão forte que senti minhas pernas adormecerem. Gritei. Mais foi totalmente abafado por sua mão, lagrimas queimavam meus olhos, e eu sentia uma vontade grande de vomitar. Minha cabeça começava a latejar. E minha barriga doía toda vem que ele tirava seu pênis de mim, e voltava a enfiar quase todo novamente.
– shhhh… isso… quietinho bebe.
Ele me virou de bruços, deixando minha bunda bem empinada para ele. Segurou minha cabeça com uma mão e com a outra tampou minha boca. Ele puxava minha cabeça bem para tras, fazendo eu arquear muito as costas, oque estava me dando muita dor na coluna. Novamente sinto aquela dor absurda. Ele fazia movimento de vai e vem bem rápidos, fazendo suas bolas baterem na minha bunda.
– caralho aaaah. – ele gemia baixinho. As socadas estavam tão fortes e rápida que não sentia mais minha bunda, minhas pernas formigavam e minha coluna queimava. Chorei bastante. Ate que ele parou, se vestiu e saiu. Fiquei na cama, sentindo dor no meu corpo inteiro. E algo escorrendo pela minha perna formigante. Chorei ali até cair no sono.

ME DESCULPEM OS ERROS, SE QUISEREM TENTO FAZER CONTAR MAIS. SO QUE MELHOR ESCRITO.

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4 Comentários

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  • Responder Sincero

    Estupro não é motivo de tesão.

    • Anonimo

      É sim porra. Dá muito tesão!

  • Responder Samir

    Continua

    • Lu

      Doente