# #

O instrutor que dizia ser gay só era cara de pau

2051 palavras | 6 |4.92
Por

Cursando educação física, eu passei a frequentar mais a academia pra manter a boa forma. Atualmente estou com 22 anos e me sinto bem fisicamente, além de atraente ao olhar não só de homens, mas de mulheres também. Aproveitava também pra pedir umas dicas aos instrutores e instrutoras do local já que pretendia seguir no mesmo ramo que eles, então era dois coelhos com uma só paulada. Na segunda metade do ano passado um novo instrutor tinha chegado a essa academia, alto, bem forte e tinha um visual bem cuidado, não é meu tipo de homem, mas me deixou bem interessada. Um dia ele ficou me avaliando durante o treino e durante a parte do agachamento precisou corrigir minha postura, mas puta merda, que pegada maravilhosa esse cara deu na minha cintura, até desconcentrei na hora. Os dedos dele eram tão grossos, mas o toque era delicado e ao mesmo tempo firme, ficou até difícil treinar no resto do dia. Voltei pra casa cheia de tesão, mandei uma mensagem pro meu namorado ir também e até enviei uma foto da minha xaninha babando, ele disse que tava doido pra me comer, mas que não dava pra ser essa noite por causa do trabalho. Fiquei puta, por isso o idiota era corno, não cuidava da novinha dele, tive que passar a noite me aliviando sozinha com o vibrador, imaginando os dedos do instrutor metendo fundo na minha buceta até gozar e cair no sono assim mesmo. Outro dia eu estava conversando com uma colega de academia quando toquei no assunto do instrutor, foi quando descobri por ela que ele era gay. Nossa, foi um estouro pra mim, por mais que fizesse sentido pela maneira que ele se comportava quando estava entre as mulheres, não consegui acreditar que meu sonho de consumo atual gostava da mesma fruta que eu. Confesso que saber disso diminuiu meu fogo durante os dias seguintes, pensei em tentar iniciar uma amizade com ele só pra ficar mais próxima, mas eu não sabia como abordar. Certa ocasião ouvi ele dando dicas de assistência técnica pra recepcionista quando tava saindo da academia, foi ai que tive a ideia de chamar ele pra dar uma arrumada no meu computador em casa. Marquei com ele numa sexta depois da academia, então só fui treinar a noite e durante o treino pude conversar melhor com ele, percebi que tínhamos muito em como sobre gostos particulares, inclusive sobre os tipos de homens com que saiamos. Desabafei com sobre como era complicado meu relacionamento na época por meu namorado não ser muito cooperativo e ele me aconselhou a buscar novas experiências pra talvez compensar isso. Achei aquilo bem sugestivo, mas enfim, fomos pra minha casa e levei ele até o computador no meu quarto. Depois de dar uma olhada, ele disse que dava pra resolver em quinze minutos, então eu pedi pra que ficasse a vontade pois só iria tomar um banho pra tirar o suor do corpo. Fui pro banheiro, tirei as roupas de treino pra lavar, liguei o chuveiro e comecei a me banhar quando de repente sinto duas mãos enormes segurando na minha cintura. Nossa, tomei um puta susto e me arrepiei toda, mas quando olhei pra trás dei de cara com ela sorrindo pra mim, completamente pelado. O corpo dele parecia ter sido esculpido, cada músculo era na proporção certa, aquilo me deu um tesão da porra, mas não me deixei levar, afinal pensava que ele era gay e talvez só quisesse tomar um banho junto, coisa do tipo. Que nada, o safado me encoxou e subiu uma das mãos até encaixar no meu peito, que não são pequenos, mas a mão dele era grande ao ponto de segurar perfeitamente neles. Senti o pau dele deslizando pela minha lombar até ficar rente as minhas costas. Sou baixinha, mas aquela pica parecia ser do tamanho da minha coluna, que absurdo. Naquela hora eu não estava entendendo mais nada, recebendo um monte de beijo dele na nuca e nos ombros enquanto ele apertava com força meu peito, me deixando louca. Eu queria dar pra ele alí mesmo, mas tinha de perguntar se ele era realmente gay e na maior cara de pau respondeu que sim, só que não perdia as oportunidades de comer as vadias que davam mole pra ele. Nossa, senti um tesão descontrolado em foder com aquele filho da puta. Ele desligou o chuveiro e me virou de frente, empurrando meus ombros pra baixo até me deixar de joelhos. Fiquei de cara com aquela tora na minha frente, é até hoje o maior pau que tive contato, porém enfrentei com orgulho e olha que ele não facilitou. Forçou a pica contra minha garganta várias vezes, me deixou sem ar e com os olhos marejados sempre que me colocava pra fazer garganta profunda. Em compensação deixei o pau dele todo babado e pronto pra me foder. Levantei ainda de frente pra ele, então passou um braço por baixo da minha perna e ergueu ela, me deixando na ponta dos dedos do outro pé. Só que ele usou o corpo dele pra segurar o meu de pé na hora que encostou o pau na entrada da minha bucetinha, naquela altura toda babada já, enfiando de uma vez até onde podia alcançar. Soltei um gemido forte, mas ele gemeu mais delicado ainda, dizendo que tava apertada demais ainda. Confesso que os gemidos dele na época fora uma experiência nova pra mim, era bem diferente de transar com os caras que se seguravam pra não gemer, isso deu um prazer a mais. Começamos a nos beijar enquanto ele passou a meter devagar, como se também estivesse se acostumando ao terreno. Com a mão livre dele passeava em meu corpo desde as coxas, subindo até a cintura e o peito, onde apertava algumas vezes antes de descer até a bunda, apertando firme também. De acordo em que o tempo passava, o ritmo dele aumentava, não demorando pra erguer minha outra perna e me deixar contra a parede enquanto segurava por baixo das minhas coxas, pressionando os dedos ma poupa da bunda. As estocadas fortes dele davam pra ser ouvidas como pancadas devido a minha xaninha não conseguir parar de chorar naquele monstro. A cada metida o pau dele coçava a entrada do meu útero e me dava mais tesão. Ficamos alternando os gemidos na mesma sintonia, comigo chamando ele de gostoso e recebendo apenas o nome de vadia de volta. Encostou a testa na minha e perguntou se eu estava nos comprimidos, só que meu período fértil começava no dia seguinte e mesmo anticoncepcionais poderiam acabar não contendo uma gravidez. Mas eu não tava nem ai, apenas confirmei com a cabeça e senti ele aumentando a intensidade das marteladas até começar a descarregar a porra dele dentro de mim. Fiquei tão êxtase na hora que não percebi, mas depois em uma conversa ele me contou que eu tive uns dois orgasmos enquanto ele ainda tava me comendo, falou que na hora que gozou nem conseguiu tirar o pau na hora por que minha buceta tava apertando muito o pau dele, por isso precisou me levar pra cama daquela maneira até meu corpo relaxar e soltar ele. Fiquei deitada toda molhada mesma enquanto descansava, só que ele não tava satisfeito, notei aquele monstro ainda duro do meu lado. Deitei de bruços pra poder respirar melhor, e ele me deu um tapa na bunda, apertou, abriu ela e disse que eu aparentemente gostava de dar meu cuzinho. Sorri na mesma hora e disse que o corno não comia, por isso não tinha dono e era de que chegasse querendo. Notei o dedo dele massageando a entrada do meu rabinho e pensei que talvez ele fosse querer foder também já que por ser gay, devia estar acostumado. Mas a ideia de aguentar aquela tora no meu cu era assustadora, então não ofereci e nem recusei, apenas deixei pra ver no que ia dar. Ele colocou uma almofada em baixo da minha barriga, deixando minha bundinha empinada, então começou a passar a língua no meu cuzinho. Era uma sensação nova também, que delícia sentir a língua de alguém deslizando pela entrada do meu cu, fazia cócegas e dava muito tesão. Ele cuspiu em cima e colocou um dedo dentro da minha xaninha, movendo de um lado pro outro até tirar um pouco da porra dele e usar de lubrificante pra conseguir penetrar o dedo no meu rabinho com mais facilidade. Fechei os olhos e relaxei enquanto o primeiro dedo se movia dentro de mim, no segundo passei a gemer baixinho quando alcançava uma certa profundidade. Foi então que ele subiu em cima de mim e tirou os dedos, perguntando se eu deixava ele arrancar as últimas preguinhas do meu cu. Respondi que si e ele cuspiu de novo na entrada, posicionando a pica e forçando a passagem. Quando a cabeça entrou, tomei um choque de dor e apertei os lençóis com força, porém conforme o resto do pau passava consegui me acostumar melhor. Ele disse que meu cuzinho não deixava a desejar em nada em comparação aos do cara que ele ficou. Me senti bem com aquilo, então o senti iniciar os movimentos, começando a comer meu cu bem devagar enquanto eu ainda gemia baixinho e estimulava meu clitóris. Minutos depois ele já estava com o corpo deitado sobre o meu, trabalhando somente o quadril com estocadas lentas e fortes, arrancando gemidos que mais pareciam suspiros de desespero meu. Avisei pra ele que não tava aguentando e meu cu iria estourar, mas ele respondeu que eu aguentava até passar a dor, puxando meu cabelo e beijando meu pescoço, sussurrando malícia na minha orelha. Acho que era isso que estimulava meu prazer pra suportar a dor, isso e agora os próprios dedos dele que estimulavam meu clitóris por baixo. Quando eu pareci estar acostumada, ele ficou de joelhos na cama e puxou meu quadril até me deixar de quatro. Deu um tapão na minha bunda e apertou com força, começando a bombar com força e me levando a gritar pra que esperasse, mas de nada adiantou, gemi de dor de acordo em que ele aumentou a intensidade, enchendo minha bunda de tapas e puxando meu cabelo enquanto empurrava minhas costas pra baixo, deixando meu rabinho empinado. Na hora que ele me soltou, eu simplesmente apaguei, talvez pela dor ou pelo cansaço. Acordei várias vezes durante a noite em momentos picotados, uma hora vendo ele bombando em cima de mim, outra atrás deitados de lado, por cima também. Até que acordei de vez pela manhã, sozinha e pelada ainda minha cama. Levei um tempo pra processar o que tinha acontecido e o que tava rolando, mas só quando eu sentei que pude lembrar. A dor e ardência da minha bunda naquele dia não pode ser descrita melhor do que minha exatas palavras na hora, puta que pariu! Fui caminhando devagar pro banheiro e no espelho olhei minha bunda, coxas e principalmente meu cu bem avermelhado. Notei que a porra na minha buceta tinha secado e no meu rosto também, então pensei que o safado passou a noite comendo meu cuzinho e ainda esporrou tudo na minha cara. Fui tomar um banho gelado pra aliviar a dor e só pensava que se meu cu não voltasse ao normal, meu namorado saberia que era realmente corno. Depois que me troquei e sai do quarto, recebi uma mensagem no celular, o número não tava salvo, mas era o instrutor agradecendo pela noite e avisando que não tinha conseguido arrumar o computador, então precisaria voltar pra dar uma olhada. Cara de pau!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,92 de 13 votos)

Por # #

6 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Yare

    Você escreve bem, consegue deixar o conto mais dinâmico. Conte mais histórias suas. Beijos.

  • Responder Carlos

    Separe em parágrafos…

    • Cassandra

      EAD é em outro site, se quiser mando o link -3-

  • Responder Guilherme S.

    Puta safada cadela vadia sem vergonha gostosa. Vc me lembra a Cris, minha puta, muito parecida com vc na cama. Gozei lendo e lembrando dela e das nossas fodas fodasticas. Vcs são muito parecidas, duas putas safadas q adoram levar pica e beber porra. A Cris adora dar o cu, enquanto puxo o cabelo e espancou a bunda dela, a xota dela pinga caldinho de tanto tesão.
    Só pra reforçar, vc é muito safada, do jeito q eu gosto.

    • Cassandra

      Seria bacana rolar um tira teima então entre nós duas

    • Guilherme S.

      Seria a foda mais gostosa de todas, eu não consigo nem imaginar as putarias q vcs duas fariam.
      Duas vadias, loucas por pau, transando juntas. Isso deixa meu pau latejando de tanto tesão, como tá agora.