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Isolamento com meu filho gay, o que fazer??

2152 palavras | 15 |4.75
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Meu filho de 11 anos só tem a mim, o único homem com que passa o tempo todo, estou tentando ser pai fazendo tudo pra ele não ficar triste!!

Olá, vim aqui pra mais desabafos sobre mim e meu filho Nicolas, de 11 anos.
Depois daquela vez que eu o deixei ver e tocar meu pênis, eu o expliquei que não deveria contar essas coisas pra ninguém. Que era coisa de pai e filho. Ele prometeu que nunca contaría e que me ama muito, que sou a única pessoa da vida dele, essas coisas sentimentais.
Com todas as notícias ruins sobre essa pandemia, ele começou a ficar muito impressionado e com medo. Imagino o que deve passar na cabeça de um menino introvertido como ele. Começou a imaginar que era fim do mundo que nós iriamos morrer alí. Eu passei a mantê-lo distraído com coisas alegres.

Bom, eu teria que fazer algo para amenizar o tédio, então jogamos video games, fizemos lanches, mudamos móveis do quarto, etc.
Meu apartamento tem uma banheira que mal usei. Então na hora do banho, deixei a banheira enchendo, já andava de cueca pela casa fazendo graça pro Nicolas, desafiei ele a ficar de cueca também, ele tirou tudo e ficamos numa farra. Ele pulou na minha cama vendo tv enquanto eu organizava umas roupas e ele só me olhando de cueca, encolhido na cama. Falei pra ele que ele seria como o pai, imaginando que estaria intrigado pelo pênis. Ele pegou meu ipad que estava do lado pediu pra acessar, eu continuei organizando o quarto, quando de relance vi que ele via fotos de penis ereto no google. Eu não disse nada, mas ao passar vi ele vendo foto de sexo oral.
Eu interrompi e falei pra ele ir pra banheira tomar banho antes de mim. Ele apagou as buscas do ipad e foi pro banheiro, ouvi ele entrando na água. Eu resolvi ir também, quando entrei fazendo graça ele ficou surpreso, e se encolheu de vergonha, ele me viu mijar toda a cerveja que havia tomado. Eu sempre na brincadeira, disse que queria aproveitar essa banheira, tirei minha cueca e entrei na banheira de frente pra ele. Nicolas ficou meio sem jeito, Mas vi em seus olhos que ficou mais contente, joguei agua nele  e ele em mim e assim rimos. Senti seus pé no meu penis por várias vezes e fiquei duro. Ele se virou de costas e encaixou seu corpo magrinho e macio sobre o meu, entre minhas coxas, escorando-se no meu peito. Eu fiquei paralisado, mas logo reagi naturalmente, sua lombar apertava meu pau, já duro, contra minha barriga. Parecia tudo natural. Aos poucos passei a tocar nele, jogando agua no seu corpo, lavando e massageando e me permitindo sem me culpar.

Por trás eu toquei no pipi dele, pra limpar, ele deu um pulo, ficou meio tenso, com pinto duro. Eu larguei rindo, mas ele falou que não tinha problema eu por mão alí. Ficou um siléncio no ar, só o barulho da água e eu olhando fixamente pra sua nuca, pele branquinha. E senti seu pequeno pênis entre meus dedos, não tão pequeno, já duro e pulsando com meu toque suave fazendo a higiene. Eu tomei coragem e perguntei com muito cuidado o que ele sente quando nós nos tocamos, ele respondeu que sente algo no corpo, que era gostoso, e que me amava. Perguntei se era só comigo essa vontade de tocar. Ele ficou quieto, mas eu disse em seu ouvido se não quiser contar não tem problema, eu sou seu pai e o amo. Nicolas solta seu corpo repousando sobre meu peitoral. Perguntou se meu pênis estava grande e duro por causa dele. Eu não soube o que responder, então disse que talvez fosse porque eu já estava sem namorar um tempo. Nossos corpos alí gerou um sentimento muito estranho, eu tinha meu bebê crescido entre minhas pernas, sendo protegido por mim, meu menino que eu mesmo fiz, ao mesmo tempo me fazia sentir pai e seu homem, isso me excitou. Eu o abracei por tras, beijando sua cabeça e esfregando meu queixo aspero em sua nuca, ele reagiu com cócegas e risadas, eu prometi fazer a barba depois disso. Acabamos nosso banho, ele saiu da banheira se enxugado em direção ao seu quarto. Eu saí em seguida e vi como meu pênis estava dilatado.

Eu me enxuguei rapidamente e passei a arrumar o quarto, levando algumas coisas pra cozinha, e organizando a sala. Eu estava nu e me sentindo a vontade peguei meu ipad e uma cerveja na geladeira. Nicolas apareceu de cueca e ficou em volta olhando pro meu pênis. Eu sentei no banquinho no bar da cozinha abrindo uma cerveja, ele se sentou ao meu lado e comentou como meu pênis estava pequeno, eu olhei e percebi que ele tinha voltado ao flácido rodeado de pelos. Eu brinquei e disse que papai não pode ficar andando por ae com ereção, o penis fica pequeno quando não se pensa nele. Ele se aproximou, e como o banquinho era alto, e meu filho é mais baixo que eu, ele pôde observar melhor. Eu já esta havia quase um mes sem sexo, só queria ter um momento de privacidade para ver um pornô e gozar pra ver se esse meu fogo passava, mas meu filho sempre estava em volta.

Falei pra ele que podia ficar nu também, só estavamos nós, pai e filho. Ele tirou a cueca e ficou com vergonha de estar com pintinho duro. Meu filho estava excitado comigo, com ajuda de seus hormônios e não sabia o que fazer e eu muito menos. Eu expliquei pra ele sobre a masturbação, fomos pra sala e mostrei um video de um cara se masturbando. Eu disse pra ele tentar quando estiver só no quarto. Mas ele estava preocupado porque meu pênis estava mole, e queria que ficasse duro. Eu disse que não era simples assim, entre pai e filho. Ele disse que tinha visto um video em que o filho chupava o penis pai, eu expliquei que isso é comum em filmes eróticos, mas que era só o nome do video, não era verdade. Ele pegou o ipad e disse que ia me mostrar e achou um video em que um garoto bem novinho fazia sexo oral num homem peludo mais velho e musculoso. Eu estava sentado no sofá e ele do meu lado, eu de pernas abertas completamente nu e ele se inclinando pra me mostrar o video, eu expliquei que eram representações pra atrair visualizações, mas meu penis começou a levantar vendo no video um garoto com boquinha rosa chupando um pênis grosso e o saco do homem. Ele notou meu pau endurecendo e disse alegremente que foi assim no início do filme. 

Sem nenhuma inibição ele pediu pra eu segurar o ipad e pegou no meu membro, voltando toda a atenção pra ele, e pediu se podia fazer igual no filme. Eu não esperava por essa fiquei mudo, ele disse que seria só um pouquinho. Eu falei meio sem jeito que papai estava já fazia tempo sem namorada e não seria uma boa ideia. Mas aí ele tocando nas minhas bolas, e eu vendo aquele filme… eu concordei com a cabeça. Ele foi de boca muito atrapalhado, eu dei risada, e disse que pai ia ensinar e expliquei a ele como eu gostava de ser chupado, coloquei o ipad na minha cara e não soube o que pensar e nervoso acabei com a garrafa de cerveja. Falei pra ele descer e ficar de joelhos no carpete e eu me posicionei pra ele ficar no meio das minhas pernas, abri um video de uma menina chupando um penis enorme. Nicolas manuseava meu pênis como se fosse a coisa mais valiosa do mundo e foi chupando, mamando.. e eu me sentindo culpa e prazer ao mesmo tempo. Ele percebeu a baba saindo no meu pênis na boca dele e perguntou se eu queria mijar – sim, na sua boca, eu pensei- mas expliquei o que era como numa aula de biologia, e não teve nojo e continuou chupando dizendo que sentia muito gostoso mas não conseguia explicar. Todo vez que eu gemia ele perguntava se doia, mas depois entendeu que acontece como no filme. Com muito carinho empurrei a boquinha dele pro meu saco, todo babado. O cabelo pretinho dele, do tipo desses meninos que chamam de emo, já estava mais longo que o normal e ele ajeitava pra trás da orelha, perguntando se era assim que se fazia.
Eu estava tomado pelo meu instinto, a última vez que eu havia recebido um oral assim foi da faxineira, uma moça de 21 anos. Eu fiquei confuso e interrompi, mesmo morrendo de tesão e expliquei que só tinha deixando ele experimentar, que essas coisas o pai tinha que fazer com uma namorada, não era certo isso. Ele aceitou, mas ficou imediatamente triste e pensativo, e se foi para seu quarto. E agora eu estava me sentindo culpado de novo, deixando ou não, ele me senti culpado por renegar a ele. 

Depois de um tempão fui pro meu quarto dormir, mas passei pelo o quarto dele pra dar boa noite e um beijo na testa. Vi que ele havia chorado e ficava muito quietinho. Tentei conversar mas ele permaneceu emburrado, só disse que ele sempre tem motivos pra ser rejeitado. Eu disse que não era verdade e o trouxe para cama comigo pra conversar e ver tv, não queria deixar meu filho assim, fomos nus mesmos e assim deitamos. Na minha cama, tive que dengar muito ele, abracei-o de conchinha e dizia tudo pra convence-lo de que eu o amava, mas ele disse que eu nunca o beijei na boca, tive que explicar de novo que isso era coisas de marido e mulher e namorados, dai logo corrigi que namorados podia ser entre dois meninos ou duas meninas também. Ele choramingando disse que ele nunca havia beijado, então disse que poderia mostrar somente, ele se animou, veio beijar minha boca, novamente tive que ensinar como beijar na boca, nisso meu penis ficou tão duro que parecia que tinha tomado viagra. Meu coração disparou, algo muito confuso pra mim. Ele disse que então se for assim, nós já estávamos namorando.

Eu só tentava respirar, vi que em volta de sua boca ficou avermelhado por causa da minha barba, pedi desculpa mas ele disse que tava gostoso. Nicolas ficou pendurado na minha lingua por uma meia hora, eu pedia pra dar uma chance pra respirarmos. Eu levei uma mão dele pra punhetar meu penis e foi a sensação mais louca difícil de explicar. Falei pra ele que o pai iria gemer alto mas não era pra parar, ele entendeu dizendo que é assim nos filmes, empurrei o rosto dele pra proximo do meu membro, e pude ver minhas coxas peludas abertas e a mãozinha dele no sobe desce do meu pau enquanto ele estava fixado na cabeçona no meu membro. Eu urrei como um animal, ele se assustou, mas eu segurei a mão dele no meu pênis até terminar os jatos, o gozo era grosso, acumulado de semanas e semanas. Tentei recuperar o ar enquanto Nicolas me perguntava se eu eu estava bem, porque parecia que eu ia morrer, eu disse que não, o pai não ia deixar seu filho amado. Peguei um pouco de porra com meus dedos e expliquei a ele que era aquilo de onde ele veio, a semente do pai que fez ele nascer. Ele veio beijando na minha boca de novo, mas eu meti os dedos com a porra na boca dele fazendo sentir o gosto do pai. Percebi que ele não gostou muito do gosto, mas ele como sempre dócil, disse que era salgado amargo, mas era gostoso. 

Eu me soltei na cama vendo quanta porra havia sobre meu corpo, todo embolado nos meus pelos, ainda ofegante. Nicolas trouxe uma toalha e passou a limpar meu corpo, eu sentia o quanto ele tinha adoração por mim, e eu amo esse menino, meu filho. Puxei o lençol, apaguei as luzes e o tomei como algo meu, prendendo ele entre minhas pernas e assim dormimos. De manhã acordei com algo pressionando meu o pênis totalmente duro, era a bundinha de Nicolas, que piscava apertando meu membro contra minha barriga. Não pude acreditar o que passou pela minha cabeça, e agora como saio dessa, o que devo fazer??? Como você agiria se fosse eu filho????

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15 Comentários

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  • Responder bacellar

    Um belo conto. Vc me exita. Tem uma forma única de descrever. Parabéns. Continue por favor.

  • Responder Misteriosa

    Chupa ele tbm.
    Sentir o pauzinho dele crescendo na boca.

  • Responder Pai primordial

    Estou meio que me apaixonado pelo modo como vc descreve seu filho. Ele parece ser um bom garoto, meigo e carente de proteção. E vc um cara bem sensível sem preconceitos. Meu filho tem ainda 5 anos. Eu meti muito na minha esposa com barrigão grávida dele, imaginando fazendo amor com os dois, e ele recebendo meu precioso semen dentro dela. Não quero abusar de meu filho, meu sonho é que ele dê abertura pra essa intimidade. Minha vida está nessa expectativa, a vida que criei um dia quero sentir Nós dois se tornando em um novamente.

    • Papai MG

      Tambem vivo essa expectativa.
      Adorava comer minha esposa gravida.
      Adorava gozar na barriga grande dela imaginando gozar no meu filho

    • Menina safada

      Que lindo isso, queria que meu pai tivesse tido essa vontade tbm de me ter como mulher e filha, me dar tudo que eu preciso dentro de casa, espero que dê tudo certo entre vc e seu filho e que vcs sem amém muito.

  • Responder titio sacana

    O filhinho gosta de rola deixa ele aproveitar a rola do paizinho. Põe pra mamar

  • Responder Wagner

    Deixa ele explorar você, seu corpo e curte o isolamento

  • Responder Alexandre o Grande

    Como eu queria dar pro meu pai qdo era pequeno, fantasiei muito

    • titio sacana

      safado

  • Responder Anônimo

    Quando eu era criança eu era afeminado meu pai nunca foi assim comigo, sortudo seu filho! É muita confusão e quando temos um pai que podemos ser nós mesmos nos sentimos amados.

    • Pai Dirceu

      Ola,
      Sinto por vc. Acho anos atrás era muito mais difícil pra um pai lidar com essa situação. Ainda há muito tabus que depois vemos que não é nada demais

  • Responder Ferroso

    Fazer o que ? Ele gosta ? Então …

  • Responder Edu e filha

    vai com calma coma ela é faz ele virá seu viadinho

  • Responder Flavia

    Belíssimo conto. Existe amor entre os dois. Mas vc pode fazer tudo com ele em forma de aula. Ensinando tudo sexualmente a ele. Na verdade vc quer ir mais longe com ele. Ou mais pra frente vc pode deixar alguém comer ele. Tipo um amigo. Mas mete a piroca nele e chupa ele também, pra sentir a sensação do sexo. bj

    • Draconiano

      Boa diga a sua.