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Ganhando uma Grana

2821 palavras | 4 |3.89
Por

Quem conta um conto aumenta um ponto. De uma infância pobre a uma adolescência rica.

Esse conto não deve ser lido por moralistas de internet, pois pode fazer mal à saúde mental de alguns retardados do grupo de risco.
Nasci em uma família totalmente desestruturada, morando em um casebre onde tudo faltava, desde comida até respeito. Cresci vendo os meus pais se xingando e as vezes partindo para a briga, com muito contato físico, se é que me entenderam. Além de mim, os loucos dos meus pais traziam na bagagem filhos e filhas de outros relacionamentos, em um total de 7 irmãos e irmãs. A pequena casa estava sempre cheia de muitas bocas para alimentar e com muitas dificuldades para resolver.
Por volta dos meus 10 anos, já tentava me virar sozinho na vida, quando comecei a me interessar por festas, admirava os dançarinos e os imitava, tentando copiar os passos que eles executavam. Aos 13 anos, já tinha aprendido bastante e passava a noite em claro nas festas que conseguia entrar. Amava aquele mundo adulto, regado de bebidas e mulheres afim de dançar. Eu nunca tive dinheiro para nada e muito menos para sustentar aquela vida de festas, mas tinha feito as amizades certas que patrocinavam aquela farra.
Aos 15 anos, mesmo sendo feio e magrelo, atraia a atenção da mulherada, pois o meu charme era ser engraçado e um ótimo dançarino. Elas adoravam a minha companhia e viviam me chamando para as festas, pois sabiam que a diversão era certa. Apesar de ter conhecido mulheres maravilhosas, com algumas chegando a declarar todo o amor que sentiam por mim, estava decidido que não iria me relacionar com ninguém, pois tudo que tinha aprendido era que os relacionamentos só traziam dor e sofrimento, além de filhos indesejados.
Na mesma época, também me ofereceram um bico de instrutor em uma academia de dança e comecei a ganhar semanalmente uns trocados, os quais me ajudaram a dar uma melhorada na minha vida. Praticamente vivia dentro dessa academia, onde durante o dia utilizava os aparelhos de musculação, a piscina e conversava com os personal trainer. Durante o almoço desenrolava uma quentinha que destinada aos funcionários, e a noite dava aulas de dança para homens e mulheres de todas as idades.
Um dia, no final do expediente, um dos sócios da academia – um rapaz por volta dos 40 anos – foi até a área externa e me chamou para conversar reservadamente. Após alguns minutos de assuntos triviais, entrou no assunto que ele queria.
– “Ricardo, percebi que você faz sucesso com a mulherada. Qual o segredo?”. Ele perguntou rindo em um clima de amizade.
– “Serjão, nasci doce como mel! Elas me amam!”. Respondi amistosamente de maneira engraçada.
– “Vou bater um papo reto contigo, garoto”.
– “Pode começar. Você quem manda, patrão!”
– “Tem uma novinha que de vez em quando vejo vocês aos beijos. É sua namorada?”
– “A Jéssica? Minha namorada? Que é isso, Serjão! Está me estranhando, pô? Parece que não me conhece!”
– “Só queria ter certeza. Vocês transam?”
– “É claro! Você acha que eu ia dispensar?”
– “Eu posso transar com ela também?”
– “Eeeee…. Aí, já acho que não. Ela é muito novinha, perdeu a virgindade comigo e nunca se relacionou com mais ninguém”.
– “E por você?”
– “Por mim, ela poderia dar para quem quisesse, pois não me faz falta”.
– “Muito bom! Que tal ganhar uma grana?”
– “Como assim, Serjão?”
– “Se você desenrolar ela pra mim, eu molho a sua mão com uma boa grana”.
Nesse momento, a minha ganância falou bem mais alto e já sonhava ganhando aquela grana e com as coisas que eu poderia comprar. Despedi-me do meu novo amigo e fui para casa pensando no assunto.
Logo no outro dia, quando a Jéssica chegou na academia, fui conversar com ela. Papo vai. Papo vem. E então, perguntei:
– “Jéssica, você me ama mesmo?”
– “Porque está perguntando isso, Ricardo?”
– “Porque sempre fica com raiva quando me vê com outras meninas e as vezes exige que eu fique só com você”.
– “É claro que te amo! Se não te amasse, não teria perdido a virgindade com você”.
– “Estava pesando em ficar só com você, mas não tenho certeza do seu amor”.
– “Ô, amor! Não fale assim! Sabe que sempre faço tudo que você quer”.
– “Será que faz tudo mesmo?”
– “Sim, meu anjo! Tudo.”
– “Estou precisando de você, mas não sei se iria tão longe por mim”.
– “Fale comigo! Desabafe. Quem sabe posso lhe ajudar!”
– “É sério isso? Está vendo? Nem você tem certeza de que pode me ajudar”.
– “Eu só o consigo ajudar se tiver ao meu alcance. Nem tudo eu posso fazer”.
– “Você está certa. Desculpa! Mas é uma coisa que tenho a certeza de que você pode me ajudar e me tirar de uma enrascada”.
– “Fale para mim o que é!”.
– “Você sabe que a academia é a minha vida, não é?”
– “Sei sim. Você ama trabalhar aqui”.
– “Não vou detalhar muito, mas fiz uma burrada na academia, alguns alunos foram reclamar e um dos sócios veio falar comigo para me despedir. Implorei para ele não fizer isso e que iria recompensá-lo da melhor forma. Então, lembrei de você, Jéssica”.
– “Mas não tenho dinheiro, Ricardo. Não posso pedir isso aos meus pais”.
– “Não é do seu dinheiro que preciso, mas do seu amor”.
– “Não estou entendendo nada. Pode explicar melhor?”
– “Jéssica, pensei no melhor presente que poderia dar para ele. Dessa forma, ele se agradaria e não me despediria”.
– “E o que seria?”
– “Quero que você transe com ele! Por mim. Para provar que se importa comigo. Em troca, ficaria somente com você”.
– “Ricardo, você enlouqueceu? Sempre fui só sua. Você foi o único homem da minha vida e agora quer me dar de bandeja para aquele… aquele… velho?”
– “Ata. Desculpa, aí! Pensei que pudesse contar contigo”.
– “Você é louco!”
Ficamos nos olhando por um breve momento, eu com cara de decepcionado e ela como quem não acredita no que acabou de ouvir. Tinha jogado a isca, agora era esperar ela ser fisgada.
– “Você promete que ficará só comigo?”
– “Sim, claro! Pode confiar!”
– “Você é louco! E eu mais ainda por aceitar”.
– “Obááááá! Valeu! Muito obrigado!”.
Nos abraçamos, nos beijamos e deixei transparecer o quanto eu estava feliz por ela estar me ajudando a manter o meu trabalho na academia.
– “Quando vai isso, Ricardo?”
– “Agora! Antes que você vá para casa e mude de ideia”.
– “Agora? Como assim? Não estou preparada!”.
– “Fique aqui! Eu vou chamar ele. Tem que ser agora”.
Sai correndo pela academia em direção a administração. Cheguei esbaforido na sala onde ele estava.
– “Serjão! Serjão! Consegui a Jéssica!”
– “Ótimo, Ricardo! Sabia que ia conseguir. Marca para de noite as 22h quando a academia fechar”.
– “Ô, Serjão! Você é meio desmiolado mesmo! Não está vendo que a menina não tem idade para sair de casa a essa hora? Meu irmão, se quiser a oportunidade é agora. Depois não haverá outra.”
– “Beleza! Deixa só eu ajeitar umas coisas aqui e saio em 10 minutos”.
Voltei para onde tinha deixado a Jéssica e ela estava gelada.
– “Ele disse que vinha em 10 minutos”.
– “Você está certo de que deseja isso, amor?”
– “Sim. Estou certo”.
– “Eu só vou com ele se você for junto. Sozinha não vou de jeito nenhum”.
– “Está bem! Eu lhe faço companhia”.
Passados alguns minutos, o Serjão chegou, cumprimentou a Jéssica, disse que ela era muito bonita e rumamos para o estacionamento.
– “Pode entrar Jéssica!”. Falou o Serjão.
– “Eu só vou se o Ricardo também for”.
– “Entra aí, garoto! Vamos!”
Nunca tinha andado em um carro tão grande, parecia uma espaçonave, nos levou para a casa de praia dele, que era linda, bem cuidada, toda arborizada e com uma piscina maravilhosa. Chegando lá, fizemos um lanchinho rápido, ligamos o som e demos uma voltinha para conhecer a casa. Paramos em um dos quartos que tinha para uma varanda perfeita, com uma vista linda, de frente para o mar, sem vizinhos por perto. A Jéssica estava no parapeito da varanda quando o Serjão chegou por trás, a abraçou e começou a beijá-la no pescoso. Ela não teve qualquer reação, ficando paradinha e deixando o momento acontecer. Ele olhou para mim e com um gesto de cabeça pediu para os deixar sozinhos. Comecei a sair dali, mas quando cheguei na porta, a Jéssica olhou para mim e avisou que se eu saísse, ela sairia também. Voltei ao parapeito da varanda e fiquei olhando para o mar, com eles dois ali perto.
A Jéssica estava encostada no parapeito, o Serjão atrás dela se esfregando e passando a mão no corpinho dela. A roupa de academia a deixava gostosinha e ele não sabia por onde começar. Colocou as duas mãos por dentro da parte de cima da roupa dela e apalpou bastante os seios, enquanto rosnava e babava na parte detrás do pescoço dela. Aqueles seios eram lindos demais, durinhos e bicudinhos. Eu amava mamá-los e agora tinha outro pegando neles na minha frente e eu não sentia um pingo de ciúmes, ao contrário, tinha descoberto que gostava daquilo e, principalmente, da grana que estava me proporcionando.
A roupa de cima já tinha ido embora, caiu da varanda e foi parar no térreo. Ele a virou de frente, beijando-a e chupando os seios dela, descendo pela barriga e chegando na vagina. Neste momento, a Jéssica olhou para mim e desviei o olhar para não atrapalhar o momento dos dois. Tinha medo de que dependendo da minha reação ela criasse coragem para fugir daquela situação. Não demorou muito e começou a baixar a roupa debaixo dela, deixando-a somente de calcinha. Ele se afastou e disse:
– “Se eu pudesse, todo dia acordaria com a beleza dessa novinha!”
– “E porque não?” Arrisquei, mas vi que a Jéssica não gostou nadinha do que falei.
– “Quero que você se vire, olhe para o mar, dê uma reboladinha e tire a calcinha bem devagarinho! Quero apreciar esse corpo lindo antes de devorá-la”
A Jéssica apenas obedeceu. Fez o que ele mandou. Nem imagino o que se passava na cabeça dela. Começou a balançar aquela bundinha de menina e foi tirando a calcinha. Quando desceu até os pés, ele pediu para jogar lá embaixo, no térreo, como se estivesse se livrando dela, e assim ela fez.
– “Continue rebolando essa bunda para mim!”
Ele estava atrás dela, só desejando a novinha, mas estava esperando o momento certo. Eu não sabia se ficava excitado com o que estava vendo, ou se tinha pena da Jéssica, mas o meu pau estava começando a se animar. O Serjão tirou a roupa com um mastro muito maior do que o meu, claro!, até por causa da minha pouca idade, chegou por trás dela, cuspiu na cabeça do pau, ajeitou atrás e foi enfiando. A Jéssica se inclinou no parapeito, se segurando forte, olhando para baixo e fazendo uma cara de quem ia gritar, mas não gritou, aguentou firme até o cacete desaparecer dentro dela.
Começaram um vai-e-vem delicioso, inicialmente lento e aos poucos se tornando mais rápido. Ele segurava os seios dela e a puxava para trás. A cada socada, eu tinha certeza de que a cabeça do pau dele machucava o útero dela, pois eu sabia que se o meu pau já encostava lá dentro, imagine o dele sendo bem maior.
Sem tirar de dentro, ele a guiou até o chão, onde se deitou e a colocou para cavalgar no pau dele. Ela ainda de costas e se segurando nas madeiras do parapeito, subia e descia, enquanto olhava para a beleza do mar. Talvez nunca tivesse se imaginado transando com um homem muito mais velho, onde recebia ordens e as executava sem questionar nada, apenas obedecendo.
– “Garoto, vai pegar um colchonete que tem no guarda-roupas!”
Sai a procura desse guarda-roupas e logo encontrei um colchenete por perto. Quando entreguei para ele, a Jéssica saiu de cima dele com as pernas tremendo, apalpando a parte debaixo da barriga, como se sentisse algum incomodo. Ela olhava para mim com cara de cansada, mas me mantive neutro nas minhas feições.
– “Deite-se aí, menina!”
A Jéssica se deitou no colchonete. Ele se deitou entre as pernas dela e fizeram um papai-mamãe convencional. Como eu estava ali bem perto e ela estava olhando para cima, nossos olhares se cruzaram e nesse momento percebi que ela estava chorando. Deu uma pena danada, mesmo eu sendo o cara frio de sempre, mas não podia fazer mais nada, além de esperar o final daquele momento. Algumas lágrimas escorriam pelo rosto dela, assim como alguns urros de dor ou prazer por causa de algumas estocadas mais fortes que o Serjão dava na menina. Ela não parava de me olhar, como se quisesse dizer algo e só fomos interrompidos quando ele chegou ao orgasmo. O Serjão ficou de joelhos no meio das pernas dela, com uma mão segurando o pau e com a outra puxando-a pelos cabelos e ordenando que abrisse a boca.
– “Engole tudo, minha putinha!”
Ele nem percebeu que ela estava com cara de choro, pois os cabelos cobriam a face da Jéssica enquanto ele esporrava o leite quente bem no fundo da garganta dela.
– “Não deixe cair! Não deixe derramar!”
O Serjão dava espasmos de felicidade e ficou alisando a cabeça dela.
– “Olha para mim!”
Ele virou o rosto dela para cima e a olhou. Se ele esporrou muito ou pouco, nunca soube, mas não tinha porra nem na boca e nem no rosto, talvez tivesse engolido tudo.
– “Muito bom! Adorei você, Jéssica! Apareça mais vezes para a gente se divertir”.
Ele se levantou, entrou no quarto e depois no banheiro. Foi se lavar. A Jéssica se deitou novamente no colchonete, olhando para cima e fechou os olhos. Ela descansou um pouco ouvindo o som das ondas do mar, respirou fundo e se levantou.
– “Me ajuda a pegar as minhas roupas lá no terraço!”
Saímos dali e fomos até as escadas. Cada degrau parecia uma eternidade, onde ela descia se esfregando no corrimão, meio que de lado, um pé após o outro, descendo devagar, reclamando de dor nas pernas e ardência na vagina. Com certeza estava toda fudida. Pegamos a roupa e ela foi se arrumar. O Serjão também desceu as escadas e avisou que tinha que voltar para a academia novamente. Entramos no carro e partimos. Ainda dentro do carro a Jéssica pegou no sono, dormiu no banco de trás e eu fui conversando com o Serjão o caminho inteiro. Ela nem viu quando ele me deu a grana prometida e ainda avisou que se eu conseguisse mais novinhas como a Jéssica, iria receber mais grana.
É claro que me viciei nessa nova forma de ganhar dinheiro e todas as meninas que me relacionava eu tirava proveito, oferecendo ao Serjão e outros amigos interessados. Consegui fazer uma rede relativamente grande de amigos, onde as meninas passavam de um para o outro, sempre existindo alguém interessado nessa ou naquela beleza. Ganhei tanto dinheiro que passei a morar sozinho. Realizei muitos sonhos que nunca iria imaginar quando era apenas uma criança naquele lar de desafeto no qual nasci.
Namorei a Jéssica apenas para cumprir o trato, não mais do que dois meses, e mesmo assim, nunca me separei das outras meninas, mudando apenas de tática, que ao invés de falar que estava sempre solteiro, passei a dizer que estava namorando com alguma delas. Percebi que dessa forma era mais fácil de iludir e elas até ficavam se achando quando saiam de apenas “peguetes” para se tornarem a minha nova “namorada”.
Se gostaram da estória, deste conto, coloquem nos comentários, pois depois da Jéssica vieram muitas outras e quem sabe escrevo uma continuação.
Abraços por trás!

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4 Comentários

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  • Responder Apreciador

    Muito boa história! Legal sua tática para manipular elas! Continue por favor

  • Responder NONE

    ate a parte da comida é bom, mas depois fica uma merda

  • Responder Doceamante

    Se é verdade, não importa!
    Tu escreve bem pra caralho!

  • Responder Rafaella

    Safadinho… virou gigolo.. rs
    beijos