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Uma ligação telefonica

1907 palavras | 1 |4.36

Uma simples ligação me proporcionou uma experiência inusitada. Agora aguardo novamente.

Achei melhor mudar os nomes das pessoas deste conto verídico porque continuo trabalhando na mesma empresa e talvez pudesse ser reconhecido.

Sou Rafael, tenho 32 anos, separado e sem filhos. Na verdade, meu casamento durou pouco tempo porque ambos eram imaturos. Depois dessa experiência tive algumas namoradas, mas no momento me encontro só.

Tenho 1.85m, 80 kg, cabelos castanhos escuros, sou forte, mas não musculoso como estes atletas de academia, pratico tênis e natação há muitos anos. Considero-me bonito, discreto, tímido e observador.

Fui contratado por uma empresa e no final do ano tem aquela festa tradicional. Fomos a um sítio e entre tantas pessoas fui apresentado a Juliana, uma linda loira de olhos azuis, corpo escultural, aparentando ser uma adolescente, porém com um problema, era casada com o Silva, um cara que trabalhava comigo.

Silva é um cara extrovertido que gosta de chamar a atenção e eu, como já escrevi, sou exatamente o contrário. Como estava me sentindo meio incomodado com as palhaçadas do Silva, acabei me afastando um pouco dele, talvez uns três ou quatro metros.

Do meu canto podia ficar admirando a Juliana que estava vestida com um vestido negro, não muito curto, mas que deixavam a minha imaginação aguçada em relação às suas pernas e seu corpo. Embora muitas pessoas viessem falar comigo eu, sempre que podia, olhava para Juliana e percebi que ela também olhava para mim.

O almoço foi servido e fui para a fila logo atrás de Juliana. Silva continuava no mesmo local já meio bêbado. Sentamos em uma mesa grande, com várias pessoas, e comecei a conversar com Juliana. Falamos sobre as nossas vidas e fiquei sabendo que tinha vinte e dois anos, que tinha se casado há um ano e que ainda não pretendia ter filhos. Falei sobre a minha experiência como casado e trocamos várias idéias. Ela é uma pessoa muito inteligente e agradável.

Duas semanas depois, Silva me convida para o aniversário da Juliana em sua casa. Fiquei surpreso com o convite porque embora ele trabalhasse comigo, não tínhamos tanta intimidade. Fiquei pensando em não ir, mas o convite não deve ter partido dele. Será que Juliana queria me dizer algo? Fiquei curioso.

Naquele sábado cheguei com um buque de flores e ela me recepcionou. Estava linda. Foi me apresentando às pessoas para que eu me enturmasse e logo me deixou à vontade. Encostei em um canto como de costume e fiquei observando.

Subitamente minha atenção foi despertada por uma mulher que acabara de chegar. Cabelos longos e escuros, lábios grossos, um belo corpo dentro de um vestido branco, que ressaltava seus seios e sua bunda. Juliana foi na sua direção e, juntas, eram duas princesas. Vi o olhar da morena em minha direção, mas logo disfarçou e foi para a direção oposta onde eu estava.

Sabe aquelas festas que você fica deslocado porque não conhece as pessoas. Já que Silva estava perto daquela mulher, resolvi ir até ele e olhá-la mais de perto. Estávamos em cinco homens ali, e Silva contava suas memórias em festas de adolescentes. Fiquei ali, ouvindo aquela conversa por uns dez minutos e me distraí, não achando mais aquela elegante mulher.

Resolvi dar uma volta no salão e Juliana veio até mim sorrindo.

– Vem cá… Quero te apresentar uma amiga… – disse Juliana.

Foi aí que conheci Aline que agora estava muito perto de mim e pude reparar que não usava aliança. Feitas as apresentações, Juliana nos deixou a sós. Como todo início é meio constrangedor, mas aos poucos o diálogo foi fluindo e ficando cada vez mais agradável. Logo, estávamos sentados em uma mesa, tomando vinho branco e conversando como se nos conhecêssemos há muito tempo.

O entrosamento foi tanto que saí mais duas vezes com Aline, apenas como amigos. Após isto, ela me telefona convidando para passar à tarde do feriado, no meio da semana, em seu apartamento já que teria uma surpresa para mim.

Surpresa… Morando sozinha num apartamento… O que poderia ser? Sexo? Poderia ser, embora nem mesmo tivéssemos nos beijado ou até mesmo eu dado um pega nela. Na realidade, nos nossos dois encontros, eu a senti meio na defensiva, mas talvez fosse o jeito dela. Agora, me convidar no mínimo era um passo adiante nesta relação.

Enfim chegou o feriado e fui para o apartamento dela não esquecendo de colocar várias camisinhas na minha carteira. Vai que tem sexo. Entrei e vi Juliana, acho que esta era a surpresa. Enquanto fui convidado para sentar em uma poltrona na sala, Aline e Juliana sentaram-se no sofá e começamos a conversar.

– Sabe Rafa… É uma situação atípica e só estou fazendo porque amo a Juliana. – disse Aline.

Como eu devo ter ficado com cara de interrogação ela continuou:

– Vou ser bem direta… Bem… Eu sou bissexual, mas a Jú não e nós temos um relacionamento afetivo. Porém, nem mesmo ela sabe explicar, está com tesão por você e quer dar. Como a nossa relação é aberta entre nós, e vimos que você é de confiança e discreto, resolvemos abrir o jogo.

Você já se imaginou num situação como essa? Eu ainda tentava processar o que ela havia dito quando continuou:

– Olha… Não costumamos fazer isso. Não convidamos ninguém. Você é a exceção porque a Jú quer muito, mas vou deixar claro que eu não queria. Acho você atraente, mas quando estou com a Jú, só tenho olhos para ela.

Dizendo isto, começou a beijar Juliana. Eu já tinha visto em filmes e achava que era meio artificial, mas acontecendo na minha frente deu para perceber que ambas se entregavam e que aquilo era amor.

Comecei a ficar de pau duro quando elas levantaram e começaram a se despir. Primeiro Aline tirou o vestido de Juliana e depois, Juliana tirou a bermuda e a camiseta de Aline. Ambas ficaram somente de calcinha e sutiã. Jú, pegou na minha mão e fomos os três para o quarto quando Aline falou:

– Pode tirar a roupa, mas só vai participar quando eu mandar.

O quarto tinha uma cama grande e uma cadeira que foi onde sentei para observar aquela cena. Elas já estavam sem sutiãs e as tetas de Jú eram pequenas e branquinhas em relação à Aline. Esta tinha os seios maiores, não que fossem enormes, mas eram mais volumosos. Ela mesma tirou a própria calcinha e pude ver sua buceta inchadinha de tesão.

Deitadas na cama, Aline tirou a calcinha de Juliana deixando à mostra aquela outra bucetinha rosadinha e depiladinha. Deitou-se sobre a Jú e começou a beijá-la na boca e a se esfregarem. Que visão maravilhosa. Duas fêmeas lindas.

Sabia que tinha que me conter porque se tentasse algo, talvez não comesse ninguém. Porém, confesso que foi difícil em ver aquela bunda da Aline, arrebitada, parecendo pedir pica e ficar sentado na cadeira.

Aos poucos Aline foi descendo e chupando os peitinhos da Jú que estava de olhos fechados, curtindo aquilo. Eu me levantei e me posicionei para olhar mais de perto. Os biquinhos durinhos mostravam o tanto de excitação que aquela mulher sentia.

Aline começou a chupar a buceta de Juliana, beijando-a, salivando, mordendo-a com carinho. Jú mordia os lábios e de vez em quando seus olhos ficavam semi abertos. Os dedos e a língua de Aline brincavam dentro de Juliana que delirava de prazer. Depois de alguns minutos, Aline vira para mim e diz:

– Vai… Se prepara… Põe a camisinha e vem comer ela.

Mais do que depressa fiz o que ela pediu e deitei por cima de Juliana que passou suas pernas sobre meu quadril, num misto de papai mamãe e frango assado. Meu pau deslizou para dentro dela suavemente e foi abraçado por aquela bucetinha quente e úmida. Um gemido surdo e gostoso foi ouvido quando a penetrei completamente.

Comecei os movimentos de colocar e tirar lentamente e fui acelerando. Ela olhava para mim como se pedisse mais, com aqueles lindos olhos azuis. Certamente a mulher mais bonita que eu comi na vida. Em menos de um minuto eu a senti se contrair e sabia que iria gozar. Aumentei a velocidade e um grito surdo foi ouvido.

Eu já metia e não havia mais nenhuma reação dela que só me olhava com os lábios mostrando um riso contido, de satisfação. Aline me falou para tirar meu pau para que ela se recuperasse e assim o fiz, embora não tivesse nem mesmo começado.

Ficamos ali deitados por uns cinco minutos sem trocarmos nenhuma palavra. Meu pau já havia amolecido quando Juliana disse.

– Rafa… Desculpe… Mas eu vou fazer você gozar também. É que a Aline me deixou preparadinha para gozar. Ela me conhece bem. Vem aqui que vou chupar um pouco seu pau.

Enquanto me dirigi para perto da sua boca, Aline começou a chupá-la novamente. Jamais vou esquecer aquela carinha linda sugando o meu pau e com gosto. Ele foi crescendo naquela boquinha que o acariciava. O meu tesão aumentava porque ouvia seus gemidos, afinal ela também estava sendo chupada.

– Pára um pouco porque eu vou gozar. – disse a Juliana – Você quer que eu goze na sua boca?

– Não… – disse ela – Quero que goze dentro de mim. Vai põe uma camisinha e me come.

Meio a contragosto, Aline se afastou e comecei a comer a Juliana que ficou de quatro na cama. Mais uma vez meu pau deslizou suavemente e entrou naquela bucetinha apertada o que provocou vários gemidos.

Enquanto eu a comia segurando-a pela cintura, Aline tocava em Juliana, ora nos seios ora na buceta. Aquilo excitou ainda mais a Juliana que foi dizendo que iria gozar. Aumentei as estocadas e naquele arrebatamento gozamos, quase ao mesmo tempo. Sua buceta contraia deliciosamente meu pau. Estávamos ambos satisfeitos.

Tirei meu pau de dentro dela e deitamos novamente, os três. Passado alguns minutos, Juliana levanta-se e começa a se vestir dizendo que precisa ir embora porque o Silva a espera. Aline também se levanta e também começa a vestir-se. Diante disso, era melhor eu fazer o mesmo.

Juliana se foi me deixando a sós com Aline. Tentei persuadi-la a me dar, já que estava louco por aquela bunda, porém ela me disse:

– Rafa… Hoje não… Você acabou de comer a Juliana, alguém a quem amo. Lembre-se de que não sei por que concordei com tudo isso. Tenho vibradores aqui, mas a Jú queria algo natural e vou te dizer, você é um cara de sorte por ela ter te escolhido.

– Mas… E você? Só gosta mesmo de mulheres? Posso ter uma chance?

– Quem sabe… Mas eu te ligo. Não force nada.

Foi assim que em janeiro deste ano tudo isto aconteceu e continuo esperando um telefonema de Aline, para quem sabe repetir isso ou então ter Aline só para mim.

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1 comentário

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  • Responder Danilo

    Meus Parabéns, Homem de sorte.

    Estou imaginando como vc deve ter ficado louco kkk