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Por essa eu não esperava

2992 palavras | 4 |3.53

Olá, sou Diogo e minha esposa é Mariana. Somos casados há quatro anos, embora nos conheçamos desde a época da faculdade de educação física e ainda não temos filhos. Temos duas paixões em comum, sexo e forma física. Não posso negar que quando chegamos à academia, os olhares se voltam para nós, principalmente para a minha loirinha que é dona de uma bundinha maravilhosa, só que não quer me deixar experimentar.

Minha mulher é um arraso. Rosto angelical, olhos verdes, cabelos longos, seios pequenos e durinhos, coxas firmes e uma xoxota pequena, fogosa e acolhedora. Eu sou alto, cabelos castanhos, tenho um corpo de atleta, proporcional, mas sem ser aquele cara super musculoso e com um dote razoável.

Na cama somos muito bem resolvidos e procuramos inovar sempre. O que quero dizer é que quando um de nós tem uma fantasia, uma ideia, os dois encarnam os personagens. Disso, fomos comprando fantasias tanto para ela (noivinha, colegial, empregada domestica, enfermeira, etc..) e para mim (salva vidas, médico, bandido, presidiário). Para vocês pode parecer bobagem, mas curtimos muito, principalmente quando colocamos câmeras que ficam filmando toda encenação. É divertido, porque depois do sexo assistimos a nossa performance.

Porém, a última fantasia envolveu uma terceira pessoa e por isso não filmamos, mas causou um impacto, digamos um tanto diferente. Depois de assistirmos a novela na TV fomos para a cama dormir e Mariana, do nada, me pergunta:

– Você já me traiu?

– Claro que não. – respondi surpreso.

– Mesmo quando está me comendo, não pensa em outra pessoa?

– Que ideia Mariana… Lógico que não… Por que? Quando estamos transando você fantasia que sou outra pessoa? – perguntei.

– Não… Mas acho que esta seria uma boa fantasia. – disse ela rindo.

– Não acho que funcionaria somente com duas pessoas. Poderíamos trocar os nossos nomes enquanto transamos, mas não teria muita graça e te levar numa casa de swing está fora de cogitação. – comentei.

– Taí… Queria ver como você se comportaria vendo outro homem me comer.

– Você está maluca Mariana. – respondi rudemente – Perdeu o juízo?

– Calma amor… – retrucou ela – Eu ficaria puta de ciúmes vendo você transar com outra mulher, porém acho que seria uma fantasia interessante e diferente… É somente sexo… Na nossa vida, antes do nos conhecermos já fizemos isso com outras pessoas.

– Não tem como. Você não me deixaria ter relações com outra mulher e eu não a deixaria com outro homem. – afirmei achando que teria colocado um ponto final nesta fantasia.

Dias se passaram e, talvez, se aproveitando de um momento em que eu estava de muito bom humor devido a ter ganho um valor razoável de uma herança familiar, ela me diz:

– Amor… já sei como realizar aquela fantasia…

– Que fantasia? – perguntei.

– Aquela da traição… – respondeu ela – É muito simples… Somente precisamos de um travesti.

– Travesti!!! – respondi rindo.

– Sim… Tecnicamente ele não é um homem e nem uma mulher. Eu não teria ciúme porque você não está comendo uma mulher e também, você não deveria ter nenhum sentimento em relação a mim porque ele não é um homem. – afirmou ela.

– Ele pode não ser homem, mas tem pinto e vai enfiar em você. – respondi.

– É… Mas você também pode comer a bundinha dele. Você vive querendo a minha e eu não te dou porque tenho medo da dor. Quem sabe, vendo você comer ele eu não te libero a minha. – disse ela.

Naquela noite, na cama tentei convencer Mariana que não doía e que não precisávamos daquela fantasia para ela me dar a bundinha. Eu a agarrei e tentei colocar a cabecinha, mas ela ficou muito brava e afirmou que daquele jeito ela não queria.

Fiquei pensando nas consequências da realização daquela fantasia. Por um lado eu seria corno, mas teria algumas vantagens. Comeria a bunda do viado, ele chuparia minha rola e depois poderia comer a bundinha mais desejada, a da Mariana. Do lado dela, receberia um pinto de um estranho que talvez nem levante, pois é um travesti e não deve comê-la com gosto. Comecei a enxergar mais vantagens do que desvantagens.

No dia seguinte, falei a ela que tudo bem, porém com a condição de quem daria a palavra final na escolha do travesti seria eu. Concordando, ela disse que selecionaria alguns nos sites e de noite teríamos o eleito.

No final da tarde cheguei e ela estava super excitada. Nunca a tinha visto daquela maneira. Fui ao computador e comecei a olhar a lista sendo que o primeiro dispensei de cara. O pinto era grande demais e não queria estragar o brinquedinho da minha mulher. Depois de olhar muito, analisar, repensar, escolhi um, ou melhor, uma para nós. Seu nome era Valentina, bonita de rosto, com corpo adolescente e nas fotos dizia que não tinha photoshop. Não era muito alta, tinha o porte pequeno e não aparecia mostrando o pinto. Imaginei que fosse pequeno por isso não o exibisse. Liguei para ela explicando o que desejávamos e marcamos um pernoite de sábado para domingo em casa.

No sábado, pouco antes das oito horas da noite a campainha tocou e fui atender. Fique surpreso porque realmente a “menina” era realmente linda. Entramos e percebi que minha mulher ficou um pouco desconfortável digamos, porque talvez não esperasse que fosse tão bonita ao vivo.

Sentamos, começamos a conversar, peguei uns drinks enquanto esperávamos a pizza chegar. Valentina tinha dezenove anos e desde os doze se descobriu num dilema, ora queria ser mulher ora queria ser homem. Aos quinze tomou uma definição e começou sua transformação tomando hormônios. De fato, tirando um pouco a voz, o resto era perfeito.

Jantamos, sentamos mais um pouco na sala para conversas triviais até que falei que iria subir, tomar um banho e esperá-las na cama. Alguns minutos depois, eu já no chuveiro, a porta do box se abriu e Valentina entrou. Fiquei perplexo. Uma mulher linda, peitinhos pequenos e durinhos, mamilos delicados, coxas gostosas, um tesão, mas tinha um pinto no lugar da xoxota. Fiquei aliviado porque não era grande, nem grosso e não estragaria Mariana. Parecia um pinto normal de um adolescente de quatorze, quinze anos.

Abri espaço para ela que logo molhou as mãos e as encheu de espuma vindo diretamente pegar o meu pau que imediatamente deu sinal de vida. O toque das suas mãos era diferente e gostoso. Logo Mariana quis entrar no box também e ficou super apertado. Valentina começou a alternar, ora alisando meu pau ora acariciando a xoxota de Mariana.

Saí dali e fui deitar na cama King Size que temos. Logo vieram as duas, uma de cada lado da cama. Mariana começou a me beijar apaixonadamente, me agradecendo por realizar mais esta fantasia, enquanto Valentina lambia meu saco e me punhetava. Intensifiquei violentamente o beijo em Mariana quando Valentina chupou a minha glande e enfiou a boca molhada no meu pau. Que excitação incrível.

Mariana foi descendo, chupando minhas tetas, mordiscando minha barriga até que começaram a se alternar e a compartilhar meu pau. Estava nas nuvens vendo duas mulheres chupando minha pica. Até mesmo o toque do cabelo delas no meu corpo me excitava. Eu me contorcia de prazer quando vi Valentina piscar para Mariana e fazer um sinal com a mão para ela se afastar. Valentina colocou meu pau inteiro na boca e começou a sugá-lo com uma pressão um pouco maior. Quando seus lábios molhados passavam pela glande eu me arrepiava inteiro.

Estava encantado com aquele momento e vi Valentina fazer um sinal para Mariana se aproximar. Parecia que ela sabia que eu ia gozar. Tentei segurar o máximo que pude, mas a porra explodiu como nunca, enquanto ambas se revezavam lambendo e limpando minha pica. Eu estava extremamente satisfeito, largado e com vontade de que aquele momento não acabasse mais. Valentina realmente sabia chupar um pau.

Refeito daquele momento, vi Valentina chupando os peitos de Mariana enquanto esta pegava no pau de Valentina. O curioso é que embora estivesse vendo minha mulher pegar um pau que não era o meu, não estava tendo o sentimento de ser corno.

Valentina fez um sinal para que eu participasse chupando o outro peito de Mariana, enquanto ela foi descendo, passando pela barriga até chegar na xoxota depiladinha da minha mulher, que é do tipo fechadinha, ou seja, os lábios não aparecem para fora. Comecei a prestar a atenção no que Valentina fazia porque minha mulher se esticava e por vezes quase que levantava o corpo inteiro de prazer.

Logo ela fez sinal para que eu descesse e alternasse as chupadas na xoxota da Mariana. Com uma mão abriu a xoxotinha dela e revezávamos a língua e os dedos. Nunca havia visto Mariana gemer daquele jeito. Repentinamente ela gozou, se contorcendo e sussurrando coisas que não consegui entender.

Valentina pegou uma toalha, esticou, dobrou, colocou sobre a cama deitou-se de bruços sobre ela. Que bunda. A visão era maravilhosa. Os cabelos vinham até o meio das costas e dali para baixo um corpo maravilhoso, com marquinhas de biquíni. Meu pau endureceu na hora e me deitei sobre ela.

– Por favor… Põe uma camisinha e passa um gel que coloquei no criado-mudo. – disse Valentina com voz delicada.

Pulei da cama, coloquei a camisinha e comecei a passar o gel naquele anelzinho. Minhas mãos deslizavam de prazer por aquelas nádegas e o meu dedo, cheio de gel, começou a penetrar naquele buraquinho que se fechava, como se não quisesse que eu tirasse mais de lá de dentro. Não aguentei esperar mais, lambuzei meu pau com o gel e deitei em cima dela.

Valentina abriu as pernas e meu pau encontrou o caminho. Fez uma carinha de dor quando entrou, mas depois passou. Passei a estocar levemente sentindo suas reações.

– Me come… – disse Valentina aumentando meu tesão.

Comecei a forçar para dentro e aumentar a velocidade, fazendo-a gemer de prazer. Neste momento olhei para Mariana que acompanhava tudo atentamente.

– Ai que gostoso… Vai… Me fode… Vai… forte… Ai… Tá gostoso… Me come… Me come… – dizia Valentina.

Eu metia com força e sentia o cuzinho dela apertar meu pau quando estava tirando. Ela não queria que eu saísse de dentro dela, até que passei a não sentir mais resistência alguma. Valentina estava entregue, pois havia gozado. Aumentei as estocadas e desabei sobre ela urrando como um leão ferido quando gozei, marcando meu território com estas duas fêmeas.

Ficamos ali certo tempo curtindo aquele momento de paz. Parecia que ninguém tinha forças para continuar, mas Valentina levantou-se e foi ao banheiro. Escutei o barulho do chuveiro e logo voltou. Ela realmente é muito gostosa, mas tem um belo pinto, completamente depilado, no meio das pernas. Parou em pé do lado da cama onde estava Mariana e disse:

– Vem… Agora é sua vez… Faz ele endurecer…

Mariana sentou-se na cama e começou a chupar o pau de Valentina. Senti meu pau reagir e falei que iria descer para tomar uma cerveja, pois não queria ver aquilo. No caminho até a cozinha fiquei pensando porque meu pau começara a endurecer. Era minha mulher chupando um pau de outro cara… Tudo bem não era um cara… Mas era um cara… tinha pinto. Uma dúvida se instalou na minha cabeça: será que gosto de ser corno e ver minha mulher com outro ou gosto de ver pinto.

Tomei um gole de cerveja e tentei afastar estes pensamentos. Logo subi, achando que já teria dado tempo, afinal Mariana goza muito rápido, mas quando entrei no quarto elas ainda não haviam terminado.

Gemidos dominavam o som do quarto. Mariana estava de quatro, jogando sua bunda para trás enquanto Valentina, posicionada atrás dela, enfiava tudo o que dava, com força, fazendo suas bolas e seu púbis bater fortemente na bunda de Mariana. Meu pau começou a endurecer ao ver aquela cena e minha mulher viu, dizendo:

– Amor… Ficando de pau duro… Está gostando né… Acho que está gostando de ver sua mulher dando para outro homem…

– Não. – respondi. – Gostaria de te comer. Sabe que tenho um tesão incrível por você.

Ao ouvir isso, pediu que Valentina saísse para que eu pudesse terminar o trabalho. Não demorou muito e Mariana gozou gostoso. Intensifiquei o vai-e-vem para também gozar. Agora estávamos mais do que satisfeitos e dormimos, os três pelados, na mesma cama.

Pela manhã acordei meio que assustado. Mariana não estava na cama, mas Valentina estava dormindo. Uma bela imagem. Um rosto lindo, peitinhos pequenos e durinhos, coxas e pernas lindas, pés pequenos. Seria uma linda mulher se não fosse aquilo…

Foi aí que prestei mais atenção no pinto dele, ou dela. Também era bonito, depiladinho, comprido, porém fininho. Surpreso, pois não tinha visto que ela tinha acordado ouvi ela dizer:

– Está admirando ele né… É bonitinho, embora eu preferia que fosse um rasguinho, mas nem tudo é perfeito. Quer pegar nele um pouquinho?

Sem ter tempo de responder, ouvimos Mariana se aproximar do quarto e dizer:

– Bom dia… Acordaram heim… Já são dez horas da manhã… A noitada foi muito boa… Tem café lá na cozinha… Amor, preciso ir à casa da minha irmã e na volta te pego para irmos almoçar no shopping. Valentina, você quer uma carona?

– Não obrigada. – respondeu Valentina – Vou tomar um banho e chamar um táxi. Foi um prazer conhecer vocês.

– O prazer foi nosso – disse Mariana sorrindo – e Diogo, não vai atacar a Valentina enquanto eu não estiver aqui …

– Não… – respondi – Só vale quando você estiver presente.

Mariana se foi, Valentina desceu para tomar café e eu fiquei na cama pensando em toda a experiência que tivemos na noite passada. Resolvi tomar um banho e logo Valentina entrou no box, molhando as mãos, fazendo bastante espuma e tocando no meu pau dizendo:

– Quer uma punhetinha de despedida?

Suas mãos começaram a afagar minha rola que começou a crescer. Carinhosamente ele puxou a cabecinha para fora e a limpou dizendo:

– Vi você olhando para o meu pau e já te perguntei se quer pegar nele um pouquinho. Quer fazer igual ao que eu estou fazendo no seu?… Vamos lá… Não precisa ter medo… Estamos só eu e você… Ninguém vai ficar sabendo… Pega … Vai … Pega um pouquinho… Toca nele… Sei que você quer…

Como eu não respondi e nem mesmo me mexi, pois estava meio que paralisado, ela pegou minha mão e levou em direção ao seu pinto. Pela primeira vez toquei num pinto de alguém. Era macio, gostoso ao toque e aos poucos fui me soltando e sentindo aquilo endurecer nas minhas mãos.

– Ajoelha e chupa um pouquinho… – disse Valentina.

– Não… isso não… – respondi.

– Deixa disso… Sei que está com vontade… Vai… Chupa… É sua oportunidade de conhecer um outro lado.

Um conflito se espalhou na minha cabeça. Aquele pinto parecia o de um adolescente e me fez lembrar algumas vontades que tive no passado, mas que nunca experimentei. Ela continuava a me incentivar, mas não tive coragem.

Vendo que eu não me manifestei, ela posicionou-se atrás de mim e me abraçou sem se encostar dizendo:

– Eu não vou forçar ninguém.

Suas mãos começaram a acariciar meu peito e desceram para o meu pau. Uma lenta punheta começou a ser batida. Aos poucos fui me entregando ao prazer e de repente senti algo duro na minha bunda. Imediatamente me afastei e ela disse:

– Calma… Não vou te comer… Só me deixa te encoxar enquanto bato a punheta para você. Você vai gozar bem gostoso.

Não sei o que aconteceu. Aos poucos fui deixando, sentido seu pinto durinho nas minhas nádegas, sua boca beijava meu pescoço, mordia minha orelha e eu empurrava minha bunda para trás. Estava fora de mim e já não me importava se ela iria me penetrar, quando gozei, parece que de um modo diferente, não sei explicar, mas foi extremamente bom.

Ela não me comeu, mas o sentimento foi intenso demais. Quando me restabeleci, fiquei de frente para ela, observando aquele pau durinho. Ela mesma batia uma punheta e em dado momento me disse:

– Olha o leitinho que você poderia ter tomado na boquinha ou na bundinha…

Gozou na minha frente. Vi e gostei. Eu ainda estava extasiado quando ela me puxou e me beijou. Eu até não queria mas nossas línguas se tocaram e me deixei levar.

Meio sem graça, vi Valentina se trocar, colocar a calcinha, o sutiã, a roupa, chamar o táxi e me dar um beijo no rosto indo embora.

São quatro meses que isto ocorreu e já comi a bundinha da minha mulher várias vezes, porém fico pensando se agi certo ou errado em relação à Valentina. No próximo mês, minha mulher vai com a irmã para casa da mãe dela, me deixando sozinho durante uma semana. Será que devo chamar Valentina?

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4 Comentários

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    Que delícia !!! quero a mesma coisa

  • Responder Pachecao

    Delícia de conto estou excitado e com meu pau super duro e com uma vontade de entrar nesta brincadeira com vocês vou tocar uma gostosa punheta pensando e
    Nesta putaria.. convida ela e à mim também.. Continue

  • Responder Zafir

    Um conto bom e excitante. Achei que o Diogo iria se entregar completamente aos prazeres de Valentina. Espero que com a viagem da Marina, ele faça isso.

  • Responder Salim

    Eu chamaria