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Uma Cúmplice Quase Perfeita – Pt 4

2675 palavras | 1 |4.12
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Eu estava determinada, eu amava Maurilio, prezava tudo que vivíamos me sentia protegida ao lado dele, no entanto, eu gostava mais de mim, e eu sabia que se eu engravidasse de Maurilio minha vida seria muito melhor e mais próspera. Eu estava comportadinha, não ficava com outros homens, apenas com mulheres, e mesmo assim, contava para Maurilio quando acontecia. Núbia foi uma delas, quando o neném dela nasceu, passaram-se uns dois meses, Núbia foi ate a casa de Gilvanda para eu “conhecer o neném”. Ela foi à hora do almoço, quando eu tinha acabado de chegar da escola, e começava a trabalhar. Almoçamos, Gil paparicou o bebe de Núbia, prometeu presentes, e quando Gil foi trabalhar, ficando apenas eu, Núbia e Agatha, minha cúmplice ficou na sala assistindo Chaves, e eu fui foder com Núbia no meu quartinho de empregada. Foi uma délica! Dois dias depois ela me pediu 160 reais “emprestados” para comprar fraldas.

Fizemos aniversário de namoro, um ano se passou, e eu continuava sendo o caso de Maurilio. Estava começando a acreditar nas coisas que Gilvanda dizia, no entanto, eu estava um pouco mais segura em relação ao nosso relacionamento. Porem, Marurilio continuava fodendo minha boceta só com camisinha. Gozar dentro, só no cu! Me dava um ódio, no entanto, eu amava a sensação, o que me fazia odiar ainda mais… Nessa época, eu já tinha assumido o relacionamento com Maurilio para Gil e a mãe dela, que, morriam de inveja. Gilvanda vivia dizendo que ele era casado, que não queria nada comigo, que só queria me foder, que eu era a puta dele, insinuava que Maurilio tinha vergonha de mim, enfim… Em uma ocasião, Maurilio foi almoçar com a gente, Gilvanda passou o almoço todo insinuando que eu era piranha, que quando eu era mais nova “não era fácil”, era “assanhada”, “sapeca”, “danada”, enfim… Todos os sinônimos possíveis para me denegrir minha imagem.

Em outra oportunidade, Maurilio foi viajar, antes de ir, ele me deu um computador para conversarmos. Maurilio passaria um mês fora, no entanto, acabou ficando três meses em Israel. Nesse período, eu fiquei com duas meninas, e cometi o desatino de ficar com Anderson (Meu Peguete da Igreja), foi incrível, ele estava cheio de tesão, eu estava carente de pica, Anderson me comeu gostoso de mais. E é claro, que tudo aconteceu na casa de Gilvanda. Dois dias depois, Maurilio conversando comigo pelo computador, me mandou um vídeo de 47 segundos no meu e-mail, e me perguntou: “é verdade que você ficou com esse menino?” Eu assisti ao vídeo, que consistia em uma cena do circuito interno do prédio onde eu trabalhava (Casa de Gil), onde eu estava me despedindo de Anderson, e dei um beijo nele na garagem do prédio. Tenho certeza que foi Gilvanda que mandou o vídeo para Maurilio só para me prejudicar. Diante dessa situação constrangedora, não tive como mentir, e falei a verdade, Maurilio desligou o computador, e ficou quatro dias sem falar comigo ou responder minhas mensagens.

Em uma segunda feira, eu estava arrasada, triste de mais… E não era porque tinha perdido o meu “pé de meia”, e sim, porque eu gostava de Maurilio de verdade. Maurilio me chamou no computador, eu fiquei tão feliz que não sei nem explicar. Atendia a chamada afoita, desesperada, e ele com uma voz branda e doce, perguntou-me como estava, e eu comecei a chorar. Agatha me aos prantos, e veio ate mim, sentou-se no meu colo, e queria saber o que estava acontecendo. Maurilio me consolava, e dizia pra Agatha que eu era chorona. Na sequencia Maurilio começou a interagir com Agatha, e perguntou pra ela se eu tinha levado algum amigo lá. Agatha respondeu que não! Na sequencia, Maurilio questionou sobre o dia que Anderson foi ate lá, e Agatha, surpreendentemente, disse que eu fui para o quarto com ele e Anderson foi espremer as “minhas espinhas” e que eu gemia, e fez uma breve imitação ingênua dos meus gemidos. Maurilio começou a rir. Eu, mesmo constrangida, ri horrores também! Agatha falou sobre as “espinhas” porque sempre quando ela me via em uma “situação constrangedora”, eu dizia que estava fazendo limpeza de pele para tirar as espinhas, e por isso, tinha que ficar sem roupa. Eu fiquei extremamente constrangida, tirei Agatha do meu colo, e continuei conversando com Maurilio… Ele me questionou se eu não tinha vergonha de fazer essas coisas na frente de Agatha, e eu respondi que não, que ela era criança, e nem sabia o que estava acontecendo.

Com um tom reflexivo, Maurilio afirmou que não queria mais segredos entre a gente, me contou que era casado, que estava em Israel para a formatura de pós-graduação da mulher, e estava esperando o período de estágio dela acabar para voltar para o Brasil com a esposa e a filha. Afirmou que me amava, e com um tom sacana na voz, disse que eu teria que compensa-lo por tê-lo traído com outro homem. Pois ele aceitava que eu trepasse apenas com mulheres, mas o único pau que podia frequentar minha bocetinha era o dele. Eu fiquei excitada, e as coisas começaram a esquentar… Falamos muitas sacanagens um para o outro, até que Maurilio me mandou tirar a roupa, para ver se Anderson tinha deixado marcas no meu corpo. Anderson tinha me dado uns tapas e uns chupões eróticos nos peitos, mas as marcas já tinham desaparecido! Eu adverti Maurilio dizendo que Agatha estava na sala. Ele me desafiou questionando: “Ué, ela num é sua cumplice!? Diz pra ela que vai me mostrar o efeito da “limpeza de pele”… Ou você só inventa boas desculpas pra me trair com aquele moleque?” Eu estava com a consciência pesada, carente, e o jeito que Maurilio falava comigo me deixou louca de tesão. Comecei a tirar a roupa discretamente, fazendo um charminho, fiquei completamente nua, me exibi para Maurilio, e depois coloquei meu roupão. Maurilio começou a se masturbar assistindo minha performance, o pau dele estava deliciosamente duro, latente, cheio de tesão por mim… Ele começou a me provocar fazendo perguntas sobre como tinha sido a foda com Anderson: Se eu gostei, como Anderson me pegou, sobre a roupa que eu estava usando, onde nós fodemos, se Anderson tinha gozado na minha boca, no meu peito, na minha bunda ou boceta, se eu deixei Anderson gozar dentro, se Anderson judiou de mim e me fez gritar. Perguntou se o caralho de Anderson era grande, se me machucou, se doeu, ardeu ou ficou dolorido, enfim… Eu interagia na medida do possível cheia de tesão, e respondia tudo. Na sequencia, Maurilio me surpreendeu, e me perguntou sobre Agatha: Onde ela estava enquanto você fodia com Anderson? Percebendo o frenesi de Maurilio, cedendo as deliciosas provocações, eu entrei no jogo, e fiz questão de ser bem safada, e respondi dizendo que eu estava no quarto e ela na sala, mas, provavelmente, ela deve ter escutado tudo! Maurilio deu réplica cheio de tesão: “Éhhhh vagabunda, você gosta de envolver a menina nas suas putarias, neh!? Quando eu chegar quero foder com vocês bem gostos. Vou te tratar que nem puta, bem do jeitinho que você gosta de ser tratada e ela vai assistir tudo! Voce vai deixar ela mamar meu pau, safada?” Eu estava adorando a ideia devassa de Maurilio, confesso que estava gostoso fantasiar com aquela cena.

Nós estávamos loucos de tesão, ele estava prestes a gozar, quando ele mexeu no computador, e ao lado dele eu vi uma perna de criança. Era a filha de Maurilio, ele pegou a mãozinha da menina, e fez a garotinha masturba-lo… Eu fiquei indignada, mas não conseguia parar de me siriricar, estava gostoso de mais. Maurilio fazia carinho no cabelo da menina, e dizia: “Isso, issooo, assim… Faz bem gostoso pra tia ver que você sabe fazer!” As mãozinhas da menina praticamente sumiam diante da grossura do pau de Maurilio. Tudo parecia maior, mais robusto e potente comparado à pequena mão que sacudia o caralho de Maurilio com um desempenho satisfatório. Eu podia ver o pau de Maurilio latejando de tanto desejo, as veias protuberantes, eu podia sentir o calor da rola dele queimando a mãozinhas da própria filha. Maurilio me provocava questionando se eu estava gostando de assistir a cena: “Confessa que você já imaginou Agatha fazendo isso também” ele dizia. Melissa, de apenas cinco aninhos, punhetava e massageava o caralho duro do papai com uma destreza invejável. Maurilio fazia a menina dar umas chupadas e lambidinhas… Melissa agia como se tudo fosse uma divertida brincadeira! Maurilio tirou a calcinha da filha, escancarando a inocente bocetinha dela para mim, colocou-a no seu colo, começou a esfregar o pau na bocetinha inchada da menina… Melissa, gostava da brincadeira, interagia, ajeitava o quadril para o caralho do pai roçar no lugar certo. Maurilio se masturbava com uma cara de safado que me matou de tesão e inveja… A garotinha estava fazendo tudo que eu queria fazer. Só eu sabia como queria sentar naquela rola e quicar ate fraturar a coluna. Maurilio gozou tresloucadamente com Melissa toda arreganhada em seu colo lambuzando a barria e a boceta da própria filha com porra quente. Melissa ao ver a jatada de porra deu um gritinho entusiasmado e, abriu as pernas gargalhando sentindo a sensação da gala quente escorrendo pelo seu corpinho! Meu corpo não resistiu ao assistir aquela cena infame, incrivelmente inesperada, triplamente surpreendente e infinitamente proibida. Eu gozei enlouquecida me contorcendo na cadeira em frente ao computador, beliscando um dos meus peitos, e com o dedo enterrado até o talo na minha bocetinha melando toda minha mão com vestígios do meu prazer.

Maurilio sempre falou muito da filha pra mim, e muitas vezes, usava palavras não muito comuns para um pai se dirigir a filha, como: Gostosinha, safadinha, canalha, custozinha, enfim… No entanto, eu nunca podia imaginar, que, o que ele suscitava nas suas expressões tinham conotação sexual. Eu tinha plena convicção que era apenas um jeito carinhoso não ortodoxo de Maurilio se referir à filha, “coisas de pai babão”. Na verdade, eu nunca imaginei absolutamente nada entre Maurilio e a filha, ou entre Maurilio e Agatha, ou entre qualquer criança que seja… Nunca sexualizei a presença de Agatha quando eu estava fodendo com qualquer pessoa, no entanto, Maurilio era diferente. Confesso que as provocações de Maurilio envolvendo Agatha me excitaram de mais, fiquei muito molhada com a ideia, no entanto, associe como uma fantasia momentânea, algo para nos tirar da rotina, e reatarmos, já que por sua vez, tínhamos brigado há quatro dias.

Porem, quando vi Maurilio violando a própria filha, eu fiquei indignada, assustada, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de me masturbar assistindo, era uma sensação inédita, uma mistura de medo, ansiedade, surpresa, e um indescritível tesão delicioso que tomou conta de mim por inteira. Era impressionante como Melissa parecia gostar daquilo, a garotinha rebolava, se mexia, interagia, fazia carinha de safada… Aquela cena proibida, criminosa, absurda e incestuosa me deixou ensandecida de prazer. Quando Maurilio provocou-me questionando se eu já tinha imaginado Agatha chupando um pau ou uma boceta, ao invés de me indignar e, afirmar com veemência: “Não, claro que não, porque Isso é um absurdo!” Eu pensei no meu irmão fazendo a mesma coisa com Agatha, e imaginei as expressões do rostinho dela reagindo aos estímulos sexuais do pai! Afinal de contas, o pai dela (meu irmão) me oferecia para Anderson quando eu tinha a mesma idade (entre seis e sete anos), para ele poder brincar com Aline. Eu era novinha, tenho certeza que eu não gozava, provavelmente, nem conseguia ficar molhadinha, porem, uma coisa eu garanto: Eu amava! Lembro-me que Anderson passava shampoo na minha boceta e no meu cu para escorregar mais gostoso. A sensação da rola quente roçando na minha rachinha é inesquecível!

Em uma ocasião eu e Anderson estávamos fazendo putaria no sofá da minha casa, eu estava de vestido, sem calcinha, em cima de Anderson, esfregando minha bocetinha sapeca no caralho dele, quando ouvimos minha mãe abrindo o portão, nós levamos um susto… Anderson saiu correndo, e foi pro quarto do meu irmão avisa-lo que minha mãe tinha chegado, pois meu irmão e Aline também estavam fazendo safadeza. No chão da sala estava o shampoo que Anderson passava pra “lubrificar” nossa sacanagem, quando ele correu, derrubou a embalagem derrubando um pouco de shampoo no chão. Quando minha mãe passou com as compras, ela escorregou, quase caiu e deixou uma caixa de leite estourar ao cair no chão. Eu apanhei na frente de Anderson e Aline por ter deixado o shampoo no chão da sala. Fiquei morrendo de medo da minha mãe ver que eu estava sem calcinha enquanto ela me dava umas chineladas. Se ela soubesse que aos sete anos eu estava rebolando gostosinha no caralho de Anderson e, usava o Shampoo para lubrificar minha sem-vergonhice, minha mãe teria me matado! Eu não tenho certeza, mas acho que Anderson comeu meu cuzinho nessa época, pois me lembro dele tentar forçar o pau no meu cu e na minha boceta e eu reclamar de dor, tentar sair, e ele dizia que não faria mais daquele jeito.

Ao ver a filhinha de Maurilio, toda serelepe, se divertindo com a rola do pai, foi nostálgico para mim. Relembrei de quando eu era pequena e me esbaldava com Anderson, Aline e meu irmão. A primeira experiência lesbica que eu tive na vida, foi com Aline. Anderson e meu irmão nos incentivavam a explorar o corpo uma da outra. Lembro-me que Aline me pedia pra chupar o peito dela.

Eu era a caçulinha, eles se divertiam comigo muito mais do que eu me divertia com eles. Não me lembro da sensação, mas tenho certeza que aconteceu, pois tenho as cenas muito bem guardadas na memoria. A primeira experiência sexual que eu tive, foi com meu irmão, ele acha que eu me esqueci, mas… Ele me colocava pra mamar o pau dele desde que eu tinha cinco ou seis anos…

Foi quando Anderson se mudou para nosso bairro, e ele me substituiu por Aline, no entanto, me oferecia para o amigo. Talvez meu irmão também abusasse de Agatha se convivesse com diariamente com ela, pois, se ele fez aquelas delicias comigo, nada o impediria de fazer com Agatha também. Sendo assim, se eu entregasse Agatha para Maurilio satisfazer suas vontades insanas eu estaria apenas seguindo a ordem natural das coisas: Meu irmão me fazia chupar o pau dele, esfregava o caralho na minha bocetinha infantil, me deixava cheia de porra. Depois, passou a me oferecer para Anderson que intensificou os abusos só para meu irmão poder fazer patifaria com Aline, e eu adorava nossa brincadeirinha suja. Assim como Melissa (Filha de Maurilio) adorava fazer o pai gozar. Ou seja: Talvez, essa fosse à hora de eu oferecer Agatha para Maurilio, e deixa-lo fazer com ela, tudo que meu irmão fazia comigo. Entretanto, os meus interesses que seriam defendidos dessa vez. Mas nesse turbilhão de ideias profanas e incendiárias, eu precisava apurar minhas conclusões, para isso, eu precisei amadurecer a ideia entendendo melhor como as coisas começaram a acontecer entre Maurilio e sua filha, Melissa.

Continua…

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1 comentário

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  • Responder Ronaldo mineirinho

    Este está sendo o melhor dos seus contos, excelente continue com a sequência porque o tesão está a mil.