A viagem – Quinto ato

06-09-18 Por 0 ★ 4.83

Continuação dos contos de Pedro e Rita. Leiam os quatro anteriores…

Aquela semana chegou. No final dela seria a viagem que havíamos planejado há tempos. Raíssa insistia em convidar a Duda, que mantinha contato com ela através das redes sociais. No início, preocupado com toda aquela história, mantinha rígido controle sobre as conversas. Nunca peguei nada de anormal. E relaxei. Na reta final, decidimos conversarmos com Paula e Ricardo e pedir para deixar a Duda ir conosco. Rita ligou para Paula, sem grilos ou paranóias, sem prejulgamentos, e fez o pedido:
– Paula, tudo bem? É Rita, mãe da Raíssa. Lembra de mim?
– Oi minha linda! Imagina que eu fosse esquecer de você e de sua família linda! Como estão as coisas? A família está bem? Aquela boneca da Raíssa, tá tudo bem?
– Estão todos ótimos! E todos aí, estão bem? Ricardo e Benito?
– Aqui tá tudo muito tranquilo…
– Que bom! Estou ligando para fazer um pedido…
– Já até sei… é essa viagem que a Duda não para de falar…
– Rs…ela também te incomoda com isso?
– Nossa, e como… não para de pedir pra ligar pra você deixar ela ir…
– Rs…ih, menina, então está igualzinho aqui!! Rs!! Mas eu liguei pra te pedir exatamente isso…elas só conversam por celular, queria ver se vocês deixam ela ir com a gente…
– Ai Rita, num vai dar trabalho?
– Imagina, elas se deram tão bem naquele dia, e nunca mais conseguiram brincar juntas outra vez!! Não tem problema nenhum. Temos uma casinha em Cidreira. Vamos eu, o Pedro e as duas. Meu mais velho vai pra casa da tia!
– Hmmm, que gostoso! Se não tivesse compromisso, acho que me auto convidaria…
– Seria um enorme prazer recebê-los!
– Aí, mas desta vez não vai dar! Uma outra vez, quem sabe. Mas a Duda, não vai perturbar?
– Claro que não! Se pra vocês não tiver problema!!
– Problema nenhum! Só tem que ficar de olho nesse furacãozinho!!
– E aí junta com a outra!!
– Verdade! Precisa que leve alguma coisa?
– O normal…roupa de cama temos lá! É uma muda de roupa e bikini!
– Tá bom Rita…vou avisá-la quando chegar da escola.
– Tá bom! Obrigada pela confiança! Saíremos na sexta à noite! Passamos para buscá-la às 19:00, pode ser?
– Combinado! Obrigada pelo convite. Pode brigar, por de castigo se desobedecer. E põe ela pra te ajudar nas tarefas…aqui em casa funciona assim. Só vou te pedir uma coisa. Ela adora dormir na cama com a gente. Diz ainda ter medo de fantasma. Só cuide pra ela não te dar trabalho à noite.
– Claro! Fique tranquila. Ponho as duas pra dormir no meio da gente!
– Isso seria perfeito! Proteção maior não há!!
– Então nos falamos…
– Até mais, um beijo!
– Outro… tchau!!
Rita me contou isso de uma maneira tranquila. Eu que logo maldei. Não queria voltar aquela novela toda, por isso fingi tranquilidade também. Confesso que dentro de mim nem tudo era integridade. Um conflito interno se instalara aqui. Não queria pensar na possibilidade do meu tesão responder pelos meus atos e tomar as decisões que implicariam riscos para mim e para as pessoas ao meu redor. Mas deixei a onda levar o barco. Na sexta, saí mais cedo do trabalho e segui para buscar Raíssa na escola. Rodrigo já estava desde quinta feira na casa de minha irmã em Torres.
Raíssa era ansiedade pura. Logo após pegá-la na escola, recebi uma mensagem de Rita pedindo para aproveitar e buscar a Duda na casa dela. Seria a primeira vez que iria confrontar Ricardo e Paula. Segui direto para a casa deles e lá chegando fui extremamente bem recebido, como da primeira vez. Lembro de ter dito uma vez o quanto Ricardo era cativante. E assim foi. Ricardo me pareceu prudente com os conselhos passados à Duda, e em nenhum momento ocorreu algum tipo de insinuação. Paula entregou sua mochila e todas as recomendações que uma mãe zelosa pudesse fazer. Tudo corria bem…até a despedida. Dessa vez, Paula, me abraçou e quase que sussurrando em meu ouvido, disse:
– Ela adora dormir agarradinha com o pai! Você será o pai dela esse final de semana!! Aproveite!!
O comentário me pegou de surpresa! O máximo que consegui foi esboçar um sorriso! Na ida pra casa, minha cabeça estava a mil!
‘Preciso contar isso a Rita’, pensei.
Quando cheguei em casa, Rita arrumava as últimas peças na mala. Observei de longe a reação de Rita junto à Duda. Tudo me parecia normal. Mais uma vez optei deixar as coisas seguirem o rumo naturalmente. Enquanto as crianças se arrumavam no quarto de Raíssa, chamei Rita e fiz menção sobre o comentário de Paula. Rita, às vezes, me surpreendia com suas atitudes. Quando eu não estava pensando com a cabeça de baixo, chegava a ficar assustado com ela:
– Hmmm, então iremos nos divertir mesmo!! Não vejo a hora de chegar a noite!!
– Você é muito doida mesmo, nem sei o que dizer!
– Deixa comigo, Pedro! Você não vai se arrepender!
Óbvio que o homem é diferente em muitos aspectos que a mulher. Mas quando a mulher quer ser safada, ela supera e muito o homem. A rola logo subiu, o tesão logo se instaurou e difícil foi pensar em outra coisa a não ser o que poderia acontecer neste final de semana!!
Enfim, seguimos viagem. Cidreira sempre foi o meu refúgio. Cidade pacata do litoral riograndense, era pra lá que eu fugia ( e fudia!! rs) quando as coisas precisavam se acalmar. Pé na estrada, pretendia fazer em uma hora e meia, se a RS-040 assim permitisse. Em meio a farra das crianças, Rita me pediu para pararmos num posto, próximo a Capão da Porteira. Na minha cabeça imunda, qualquer atitude ou movimento de Rita já me fazia achar que alguma putaria desenfreada pudesse acontecer. Confesso que pensei em procurar ajuda. E o pior ( ou melhor!), é quando a suspeita torna-se verdade. Pela cara safada de Rita, algo havia acontecido naquele banheiro:
– Acho que nosso fim de semana começou bem!! sussurrou Rita em meu ouvido!
– Aí minha caralha, o que que foi dessa vez??
– A putinha da Duda está sem calcinha!!
– Como assim??
– Depois te conto direito!!
Pra Rita tratar aquela menina de putinha, é que o negócio já tinha tomado uma proporção acima do controlável. Ao mesmo tempo que achava aquilo excitante demais, também achava perigoso demais. E ainda tinha Raíssa, que dentro de mim era pura ingenuidade ainda. Estava fudido e mal pago. Mas com um puta tesão!!
No último trecho a bagunça no banco de trás havia cessado e o silêncio reinou por alguns instantes. As duas dormiam abraçadas e Rita insistiu para que eu olhasse pra trás. Com cautela e perícia, diminuí a uma velocidade segura e sem nenhum carro próximo olhei pra trás. Duda usava um vestido florido, mas que devido a forma como havia se deitado, sua bucetinha estava toda exposta. Difícil foi ter que voltar a olhar pra frente. Se não bastasse, Rita abaixou meu zíper, botou minha rola pra fora e começou a me punhetar. Incrível como Rita também buscava prazer nessa insanidade. Ao entrar na cidade me recompus, louco de vontade de chegar em casa pra ficar em total segurança. Com cuidado para não acordá-las, entrei na garagem, fechando rapidamente o portão eletrônico, me desvencilhando do cinto e liberando a rola outra vez!
Enquanto a luz interna do carro iluminava o breu da garagem, pude admirar melhor aquela cena. A racha inchada da buceta de Duda aparecia por conta do vestido ter embolado na parte de cima do seu corpo. Raíssa, por sua vez, estava com um shortinho agarrado, com a polpa da bunda virada pra nós. Devido a projeção do seu corpo, sua bunda parecia maior do que realmente era. O pacote formado na parte de baixo, insinuava também a racha de sua buceta. Tentei não cobiçar o corpo de minha filha, mas não tinha como separá-las naquele momento. Cobiçar uma ou outra não diminuiria meu pecado. Enquanto travava a batalha com minha consciência e massageava a rola, punhetando e apertando levemente a cabeça, um desejo enorme tomou conta de mim:
– Que mal há em tocar essa buceta?
Rita, que poderia e deveria ser meu contraponto, abaixara a calça, enfiando a mão na buceta e desceu pra mamar a minha rola. Quando senti sua boca quente iniciando a gulosa, trabalhando até a garganta e depois subindo, deixando completamente babada, percebi que, naquele momento, havia perdido a batalha com minha consciência. Se havia em nós resquício de idoneidade e integridade, esse acabara de escorrer pelo ralo.
Não consegui conter o gemido. Para não acordá-las, abafei o junto ao meu ombro. Deixei Rita se divertindo em minha jeba e voltei aos detalhes daquelas princesas. Lembro de ter abaixado um pouco o banco para me posicionar melhor. Antes de tocar, quis cheirar aquela buceta, como se aquilo fosse menos pior que tocar. Um certo malabarismo começou a ocorrer naquele carro. Enquanto procurava a melhor posição, Rita não largava por nada minha rola. Eis que me encontro de frente aquela buceta juvenil. O cheiro era inebriante. Um misto de xixi e talco, como descrito pela Raíssa na última aventura delas. Quis lamber, mas me contive. Tentei olhar o cuzinho, mas não tive visão suficiente. Olhei pro lado e vi Raíssa com a bunda de ladinho.
– Talvez, se colocar o shorts de lado, tenha visão do cuzinho dela, pensei.
Quantas vezes na vida havia dado banho em Raíssa, naturalmente, sem nenhum tipo de malícia. Mas desta vez o tesão me consumia.
Devido ao shorts apertado de Raíssa, não seria fácil da forma como pensei. Tocá-la poria tudo a perder.
Se tocar Raíssa não era uma boa ideia, lamber Duda então, nem se fala. Se havia em mim um resquício de dignidade, esse acabara de se manifestar. Tentei me recompor, tirando Rita da minha rola:
– Vamos lá pra dentro!
De boca cheia, Rita me olhou, decepcionada, mas saiu da mamada que a dominava. Se recompôs, limpou a boca e me perguntou:
– Tá tudo bem?
– Que loucura isso!! disse, limpando o suor da testa, e guardando a rola babada na calça! – A gente não tem juízo!!
– Assim que é bom!! disse Rita, sorrindo!
– Chegamos? perguntou Raíssa, se espreguiçando.
– Chegamos querida!
– Duda, acorda, a gente chegou!!
Duda se ajeitou e aquela visão deslumbrante se foi. Pegamos as tralhas e entramos em casa.

(continua…)

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