No rabinho da priminha

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Olá pessoal, como prometido essa é a continuação da minha história com Nayara(Fictício) , recomendo pra quem não leu, ler o meu primeiro conto chamado "Primeira vez com a priminha".
Bem como disse da primeira vez, meu nome é Pedro(Fictício), tenho 36 anos, sou casado e tenho uma enteada de 14 anos. Os fatos que passo a narrar ocorreram no ano de 1998 em um loteamento em que morava, na cidade de Jaboatão dos Guararapes em Pernambuco. Na época eu tinha 15 anos e Nayara 10, ela era baixinha com pernas grossas, cintura fina, bunda arrebitada, redonda e bem durinha , seios pequenos em desenvolvimento, alem de ter uma boquinha carnuda propícia a um belo boquete.
Bem vamos aos fatos.
Ja fazia um mês que eu tinha tirado o cabaço de Nayara, e nesse meio tempo, tranzavamos quase todo dia, ela aprendia rápido e sempre queria mais; porém faltava algo que ainda não havia conceguido, comer o cuzinho delicioso dela.
Ela me deixava enfiar os dedos, chupar e brincar com seu cuzinho, mais quando eu falava em enfiar minha rola, ela fugia como o diabo da cruz. Ela vivia dizendo:
-No cuzinho não primo, teu pau é grosso e eu ainda não tou preparada pra tomar no cu porque dói. Eu dizia:
-Eu faço com geitinho prima. Insistia de toda forma, mais ela tava irredutível.
O tempo foi passando até que em uma noite enquanto faziamos um 69, eu enfiei a língua fundo no cuzinho dela, eu percebi que ela suspirou fundo, então eu desci a lingua e começei a chupar o clitóris dela e enfiei o dodo indicador lambuzado no cuspe em seu cuzinho. Ela gemeu mais continuou firme me chupando, depois decidi arriscar, tirei o dedo e enfiei o indicador e o médio na bucetinha dela, brinquei um pouquinho e quando tava bem lambuzado tirei e fui forçando a entrada do cuzinho dela que foi perdendo a resistência, percebi que ela parou de chupar e ficou só segurando em meu pau enquanto forçava a bundinha contra meus dedos forçando a entrada, quando eles passaram ela gemeu e eu voltei a cair de boca no grelo dela encanto fazia movimentos de vai e vem no cuzinho dela. A posição que eu estava era desconfortável, mais eu tinha que convece-la a me dar o cu ou iria endoidar. Quando me dou conta ela se treme toda e abafando o gemido ela goza na minha boca, sinto o cuzinho dela mordendo meus dedos e ela apertando o meu pau na mão que quase me machuca. Ela cai satisfeita em cima de mim. Nessa noite eu deixei ela dormir, nem quis gozar, tinha um plano pro dia seguinte comer o cu dela.
Minha mãe era evangélica e as vezes pra fazer media com ela eu e Nayara iamos a igreja. Naquela noite haveria um culto de jovens e era ai que morava meu plano.
Minha mãe falou que eu e Nayara deveriamos ir pra representar a familia no culto e fomos, eu com calça social e aquelas camisas de botão e manga comprida e Nayara com uma saia preta até abaixo do joelho e uma camisa daquela que escondem tudo. Na metade pro fim do culto eu falo no ouvido de Nayara:
-Tu quer sair daqui, meu pau ta duro querendo te comer? E ela sorrindo diz:
-Tou com a calcinha toda molhada lembrando de ontem. Resumindo, eu ia comer o cu dela.
Sério gente, eu não entendi nada que o Pastor falava até ali. Peguei Nayara pela mão e fui puxando ela pra fora da igreja, o obreiro que tava na porta perguntou porque estavamos indo embora e eu dei a desculpa que Nayara estava com umq dor de barriga que não estava aguentando.
Como morava em loteamento, o caminho da igreja pra minha casa era com pouca iluminação, e muitos terrenos baldios, mais tinha um em especial que ficava na esquina entre a rua que levava pra minha casa e a rua que dava na igreja. Esse terreno era todo murado mais tinha um enorme buraco no muro que alguns maloqueiros tinham feito pra poder entrar e fumar maconha, torci pra não ter nenhum lá. Entrei com ela e fomos pra esquina do muro, peguei um papelão que tava por la e forrei no chão e ai tivemos que ser rápidos. Levantei o vestido dela e tirei a calcinha mostrando aquela bucetinha toda peladinha e inchada. Deitei ela no papelão e abri as pernas dela deixando ela de frango assado, me ajoelhei e cai de boca. Ela não tava mentindo quando disse que tava molhada, ela escorria tanto fluído que ia pro rabo dela, enfiei a lingua na buceta dela e decia até o rabinho, subia de novo e me concentrei no clitóris enquanto começava a lacear o cuzinho dela com o dedo indicador e depois com o médio também, como no outro dia ela gemeu quando meus dedos entraram, mais desta vez ela não segurou o gemido, gemeu alto dizendo:
– Ai primo que deliciaaaaa. Continuei enfiando e chupando, mais meu pau tava doendo na calça. Parei e disse:
– Nayara, chupa meu pau e deixa ele todo babado que hoje seu cuzinho não escapa. Ela sorriu e mais que depressa, tirou meu pau duro como pedra e caiu de boca com uma fome que nunca tinha visto. Chupava e babava que escorria da boca dela. Quando vi que tava na hora, mandei ela parar e ficar de 4, ela ficou mais eu queria uma cena mais erótica pra esse momento, então fiz ela encostar o rosto no papelão e com as duas mãos pra trás abrir a bundinha pra mim. Dei mais uma chupada no cu dela quando ele piscou pra mim e deixei ele bem molhado de cuspe. Encostei a cabeça da rola e com uma mão eu empurrava e a outra puxava cintura dela pra mim. A cabeça foi forçando a entrada, e quando passou ela deu um grito, mais ao invés dela reclamar ela fez foi jogar mais o corpo dela pra trás enpurrando minha rola mais pra dentro. Quando entrou tudo eu senti como aquele cuzinho era quente e apertado, fiquei parado pra ela acostumar, mais ela começou a rebolar gemendo e falando:
-Vai priminho come o cuzinho da tua putinha, me rasga toda, doi um pouco mais eu tou quase gozando. El botou uma mão na buceta e começou a se masturbar e eu começei a bombar com força e mais rápido, ela gemia e gritava e quando eu senti o cu dela mordendo minha rola, os músculos tremendo e ela gritando que ia gozar eu não aguentei e gozei dentro do cu dela, gozei tanto que chega escorreu pelas pernas dela.
Esperei o meu pau sair de dentro dela e disse:
– temos que correr, mainha daqui a pouco vem atrás da gente. Ela sorriu suada e falou:
-vou nem por a calcinha, só que de madrugada quero de novo.
Fomos pra casa e a partir dai tivemos muitas aventuras.
Se gostaram e quiserem que eu conte como eu e um amigo deficiente comemos ela e fizemos sua primeira DP, comentem.
Pesso desculpas se ficou longo mais precisava contar os detalhes.
Moças que quiserem converçar sobre, me escrevam
chacal2832@outlook.com ou no Chacal2832 no telegran.
Um abraço.

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