Na infancia eu era abusada pelo meu primo mais velho

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Oi, eu sou Denise. Nunca contei o que vou narrar agora para ninguém e aproveitei esse espaço para desabafar esse segredo de vinte anos. Tinha apenas 10 anos, meu pai trabalhava de turno e a minha mãe tinha medo de dormir sozinha, meu pai então pediu a um sobrinho de 18 anos que dormisse no sofá da sala para proteger a nossa casa. Ele foi orar com a gente. Recordo-me que numa noite, estava dormindo e senti alguém passando a mão em meu corpo, começava pelas minhas pernas, na minha bundinha pequena e enfiava a mão, alisando a minha bucetinha, tão apertadinha. Nunca tinha experimentado essas carícias tão ousadas e gostosas. Me abri completamente, estava sonolenta, pensei que estava sonhando. Lembro que ele me tirou da cama para não acordar meus irmãos e me levou para o sofá da sala, abriu minha bucetinha e sussurrou no meu ouvido: fique quietinha, vamos brincar e jogar um joguinho bem gostoso, você vai gostar, garanto. Sentou-me no seu pau grande e duro e me balançava para cima e para baixo, eu era tão safadinha que nem reclamei da dor de perder o meu cabaço aos 10 anos, queria mais e mais, e ele bombava, bombava e eu sussurrava em seu ouvido: ai, ai, fode, fode, fode… Gozamos gostoso, ele me levou ao banheiro e me limpou para que minha mãe não desconfiasse. a partir daquela noite, passe a ser bolinada e fodida por ele quase todas as noites. Aos 12 anos, precisei ir ao médico em outra cidade, como não sabia andar sozinha, minha mãe pediu prá ele me levar, ele já dirigia e fomos no carro do meu pai. No meio da estrada entramos em um trecho deserto, na praia, e resolvemos trepar ali mesmo e gritar o que não podiamos por fuder somente em casa. Ele estava louco, tarado, chegando a ser agressivo, arrancou a minha roupa, me chupou todinha, depois meteu a pica em minha boca pra eu chupar ele tbm, de pau duro, ele veio prá cima de mim e fudemos, gemendo e gritando até gozar, eu não conseguia parar, queria mais, aos 12 anos já tinha coxas grossas e bunda areebitada. Ele me virou de quatro e enfiou a pica no meu cu, gritando: quero tirar o cabaço que ainda não tirei, o do seu cu, gritei de dor, chorei, gemi, mas ele não teve pena, me enrabou, eu fui aceitando, aceitando, gostando, gostando e gozzzzeiiiiii… Que delicia! Aquele macho fodedor era o meu dono definitivamente. Trepamos assim até os meus 15 anos, quando ele foi embora da minha casa.
Hoje eu sou casada, tenho 30 anos, uma marido maravilhoso e uma filha de 11 anos, que assim como eu, precisa de um macho fodedor pra inicia la.

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