Quenga do meu irmão desde pequena

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Olá pessoal eu me chamo Larissa, tenho 18 anos e tenho um irmão que é oito anos mais velho que e do primeiro homem que minha mãe teve antes de casar com meu pai, ele é alto, corpo meio forte, moreno quase negro devido o pai dele ser um baita de um negão como diz minha mãe e ele puxou ao seu pai, eu já sou branca, igual minha mãe e do cabelo claro como meu pai, tenho um corpinho normal, mas aos 12 anos desenvolvi quadril de mulher e uma bunda enorme, com as coxas grossas e canelas torneadas como a minha mãe, mas sou pequena, meço 1.50 cm.
A tara do meu irmão em mim começou por causa desta bunda que tenho, meu irmão e eu moramos em uma casa de dois andares com meus pais, tínhamos um quarto que sempre dividimos, e nos trocávamos sem nenhum problema um na frente do outro, mas um dia quando chegava do colégio estava tirando a roupa para trocá-la, quando estava sem calcinha olhei para o espelho do armário onde estava me trocando, vi meu irmão segurando seu pinto por cima do short e olhando para minha bunda, dizendo:
– Maninha você tem uma rabeta enorme.
Inocentemente sorri e continuei me trocando, mas minha curiosidade me fez perguntar:
– O que você tá fazendo no seu pinto.
– Nada, nada Larissa – respondeu meu irmão.
Logo foi para o banheiro, mas todas as vezes que eu chegava do colégio junto com ele, ele começou a ficar mais no quarto justamente na hora que eu tirava a roupa, principalmente a saia do colégio e a calcinha, nessa hora ele fazia aquilo, segurando no pinto, logo depois corria para o banheiro, vendo ele fazer sempre isso achei estranho, imaginei que sempre dava vontade nele de fazer xixi e tinha que ir correndo, mas minha curiosidade me fez ir à porta do banheiro e ver no buraco da fechadura, quando olhei vi meu irmão sentado na privada, sem roupa, segurando seu pinto, mas seu pinto estava de um jeito que eu nunca tinha visto, por que era normal trocarmos de roupa na frente um do outro e do jeito que seu pinto estava nunca tinha visto, estava maior do que o normal, grande mesmo, a cabeça roxa bem inchada e o corpo cheio de veias saltadas, achei muito curioso aquilo, todos os dias era assim, depois que via minha bunda ele corria para o banheiro, e eu atrás para olhar no buraco da fechadura o que ele fazia, e fazia sempre a mesma coisa com o pinto.
Percebendo isso notei que ele ficava assim com o pinto daquele jeito sempre depois que olhava minha bunda nua, um dia sai mais cedo do colégio, cheguei em casa, tirei minha calcinha e deitei e cochilei, só com uma blusinha virada de bunda pra cima e adormeci, minha mãe não estava em casa, tinha ido visitar o avô paterno do meu irmão, não sei por que, foi quando meu irmão chegou e viu como eu estava dormindo, chegou perto de mim e disse baixinho:
– Puta que pariu, Larissa que bunda enorme você tem – falava isso e apertava o pinto.
A porta do armário que tem um espelho estava aberta e pude ver quando ele pôs o pinto pra fora e fazia aquilo que fazia no banheiro, logo seu pinto estava duro e cheio de veias, eu com os olhos um pouquinho abertos vi pelo espelho, quando ele começou a alisar minha bunda e passava o dedo no meu rego e media com a mão dizendo.
– Ela é enorme, olha só. Minha nossa!
Acho que ele não resistiu e encostou a cabeçona quente do pinto dele na minha bunda e começou a esfregar nela, apertava, pressionava a cabeça no meu rego e isso me dava um arrepio, mas do jeito que deitei fiquei, com a mão formando um c perto do meu rosto coberto por meus cabelos e nisso que ele colocou o seu pinto na minha mão, que ao deslizar senti a cabeça quente, tocar minha boca, eu não estava excitada, mas aquilo tudo era muito curioso para mim naquela época e queria desvendar o mistério do meu irmão.
Foi quando, ele escutou barulho lá em baixo, era mamãe chegando da rua, ele se assustou, e ao afastar seu pinto da minha boca, uma liga parecendo cuspe ficou ligando aquele buraquinho da cabeça do pinto dele, aos meus lábios, ai ele botou seu pinto pra dentro e antes de sair deu um beijo na minha bunda, dizendo:
– Tchau bundão.
Eu fingi que estava acordando e lambi meus lábios sentindo um gosto meio salgado e o vi saindo do quarto, ele nem desconfiava que eu tinha visto tudo o que ele fez comigo.
Os meses se passaram e ele achando que eu não sabia, mas sabia e já olhava mais para o pinto do meu irmão, num sábado papai e mamãe tiveram que viajar para pagar o caseiro do sitio da família e só voltariam a noite, eu andava de bicicleta que tinha ganhado de aniversário de 13 anos, mas caí em uma manobra, meu irmão na janela estava olhando e saiu ao meu socorro, pegou a bicicleta e me colocou no sofá, eu chorava, mas ele me acalmou dizendo que não era nada, mas estava sentindo dor nas costas, pediu então que me deitasse no sofá para examinar, eu estava de macacãozinho e camiseta, tirou a alça do macacão e tirou todo ele só me deixando de camiseta, calcinha e meia, realmente tinha ficado roxo.
– É… Ficou um pouco roxo, mas não é nada, nada como uma massagem para passar – disse meu irmão e pediu que deitasse no tapete no chão de barriga para baixo.
Sentou em cima das minhas pernas e começou a massagear minhas costas, mas em um certo momento disse:
– A dor pode se alastrar é melhor massagear mais embaixo também e abaixou minha calcinha até a coxa deixando minha bunda de fora e continuou a massagem, só que ele massageava e ia com o seu dedão no meu cu e descia pelo rasgo da bunda abrindo as bandas mostrando meu cuzinho pra ele, ia às costas e descia fazendo isso, subia e descia vindo pelo rasgo abrindo e parava com ela aberta, eu tão pura, estava achando que aquilo era normal, mas pensei que ele deveria estar com o seu pinto daquele jeito por estar vendo minha bunda, foi quando disse que iria dar um jeito na dor, vou colocar um remedinho que vai melhorar.
E abriu minha bunda daquele jeito que fazia, ouvi ele escarrando e senti uma coisa liquida cair bem no olhinho do meu cuzinho (era cuspe) ele encostou, imaginem vocês, aa cabeçona do seu pinto que já estava para fora do short no meu cuzinho e disse:
– Vou colocar um remedinho em você que vai melhorar suas costas, mas você não pode falar pra ninguém.
Forçou aquela cabeçorra no meu cu infantil e doeu muito, dei um grito aguda e falei:
– Aaaaaiiii…. Tá doendo, que você ta fazendo ai?
– Cala a boca é pra melhorar a suas costas.
Eu ali sendo enrabada pela primeira vez, sem saber o que estava acontecendo, achando que aquilo era mesmo para melhorar as minhas costas (santa inocência). Ele continuou, saiu de cima das minhas pernas, tirou seu pinto de dentro do meu cu, tirou minha calcinha toda, ficou de joelhos, eu ainda estava deitada de barriga para baixo, me pegou pela cintura, me colocando quase plantando bananeira.
– Ai. Eu vou cair.
– Não, não vai, cala a boca já disse – Disse meu irmão.
Colocou minhas pernas no seu ombro, eu de cabeça para baixo e colocou sua rola no meio do meu cu, não aguentei e disse:
– Pára, pára. Ta doendo.
Ele excitado com minha bunda na sua rola disse:
– Fica quieta, que ta entrando.
Eu ali de cabeça para baixo na mão do meu irmão que metia o caralho preto e grosso dele no meu cu, mas foi que notei o qquee elel ennfiiavva nnaa minha buunda eera o sseu pinto naquele estado, fiquei tão interessada em ver de tão perto que esqueci que estava ali de ponta cabeça com o meu irmão no meu cu, e nem percebi que ele tinha se levantado e tinha se apoiado com as costas na parede, estava inebriada só de estar ali vendo um negócio tão curioso, que para mim era novidade, primeira vez que estava vendo um pinto duro enfiado no meu rabo, meu irmão foi me colocando no sofá de quatro, abriu minha bunda e de novo cuspiu no olho do meu cu, e foi enfiando e dizendo:
– Agora você vai melhorar esta dor com este tratamento.
– Que bom, por que estava doendo muito – disse eu, achando que era mesmo um tratamento.
Ele ali indo e vindo bombeando apertando minha cintura afundando seu pinto no meu rabo até o talo e dizendo que já iria colocar um negócio bom dentro da minha bunda, logo me disse que iríamos lá para cima, mas pensei que eu iria normalmente subir as escadas, me enganei, ele me pegou pelas coxas com as duas mãos e me prensou em seu corpo, fazendo seu pinto me empalar completamente e me levantou, sem tirar o pinto de dentro da minha bunda ele começou a andar na direção da escada comigo pendurada somente segura pelas suas mãos e o seu pinto servia como trava para não me deixar cair, por que não sei se lembram, meu irmão é alto e eu pequena, com isso fiquei espetada no seu pinto enquanto ele andava pela casa e subia as escadas comigo sem eu nem mesmo colocar os pés no chão, lá em cima parou na porta do banheiro e disse:
– Vou colocar o remedinho em você e logo depois quero que vá tomar banho – Uns 3 minutos depois ele começou a urrar e sorrir e soltou uma coisa quente dentro de mim, ou melhor dentro do meu cu.
– Você tá colocando o remedinho? Perguntei bobamente.
– Tô aahhhrr. Ele respondeu gemendo
– Eu tô sentindo um meladinho quente no bumbum.
– É bom né, vai melhorar suas costas oohhrr.
Imaginem minha inocência, o que realmente meu irmão estava fazendo era comendo o meu cu e dando uma boa esporrada dentro da minha bunda, depois de um tempo é que fui saber que o que aa gente fazia não era nada de tratamento, mas nas primeiras vezes, acreditem, eu achava que era.
Todos os dias tinha tratamento na hora de dormir. Fiquei mais apegada a meu irmão, meus pais estavam gostando, pois gostavam que eu obedecesse meu irmão na hora que tinha que subir, meu irmão falava:
– Larissa tá na hora de dormir.
Eu acompanhava ele, até hoje eu obedeço meu irmão sem pestanejar, mal sabiam meus pais que meu irmão estava sendo severo com o horário de dormir, por outra coisa, dávamos boa noite e subíamos, meu irmão trancava a porta do quarto, e começava o tratamento com remedinho e tudo, me tirava a calcinha dava a tradicional cuspida no meu cu, pedia que eu abrisse bem minha bunda e depois bombava seu caralho no meu rabo até gozar pelo menos umas duas vezes por noite.
O tempo foi passando, meu irmão com o tratamento todas as noites, mas a muito não via o pinto dele, também pudera ele só ficava enfiado no meu rabo, resolvi arriscar e ir à cama que ele estava, eu sabia que ele dormia sem roupa, quando tirei suas cobertas lá estava o pinto do meu irmão, fiquei ali olhando, mas tomei um susto, meu irmão acordou, me pegou e me fez subir em cima dele ao contrário, depois com o tempo foi que fui saber que o que fez comigo foi um 69, tirou minha calcinha como um relâmpago e disse:
– Tá muito curiosa para conhecer ele não é Larissa, então pega nele.
Eu sem jeito nenhum não sabia nem como pegava, mas ele foi me mostrando, como fazer, abaixando e subindo a pele do seu pinto, foi aí que eu soube que isso era uma punheta, ele lá atrás que já estava acostumada, passando a língua no meu cu, depois de alguns minutos ele saiu com essa:
– Passa a língua nele.
– Como? – Perguntei a ele.
– Como se estivesse chupando um picolé.
Eu, na minha ingenuidade, fui fazendo por instinto, como se estivesse mesmo chupando um picolé, e passava a língua na ponta do pinto em toda sua extensão, colocava-o dentro da boca a pedido de meu irmão, como ele me dizia eu fazia, senti seu cacete grosso na boca, era salgado fiquei assim um bom tempo até que ele me disse que não estava aguentando e pediu que parasse de fazer aquilo justamente naquela hora que já estava gostando, mas o pedido teve fundamento, só depois de tirar a boca da ponta do pau e só fazia o vai e vem com a pele ele começou a soltar um leite da ponta, eu imaginava que ele estava fazendo xixi, mas perguntei.
– O que é isso.
– É o remedinho Larissa.
– Que legal!
Ele espirrava como chafariz, sujou toda a minha cara com o remedinho como falava, logo depois me pediu que saísse de sua cama e fosse pra minha, mas pedi que me mostrasse outro dia isso que aconteceu.
– Um dia te mostro de novo.
Demos boa noite e fomos dormir, ele deve ter dormido, porque eu não consegui dormir com aquela imagem na minha cabeça, uma semana depois ele me pega e me leva para o banheiro, mamãe estava lá embaixo na sala, me pediu que eu sentasse na privada e ele ficou encostado na parede na minha frente, ele abaixou as calcas e disse.
– Você não queria ver de novo o remedinho sair, então faz aquilo que ele sai aí da pontinha.
– Daquele jeito igual a picolé?
– Isso, mas não podemos desperdiçar o remedinho você pode beber Larissa.
Aí comecei a fazer aquilo com a língua e a boca, fazendo aquele sobe e desce com a pele do pinto (punheta) até que ele disse.
– O remedinho tá vindo, chupa forte a cabeça.
Então meu irmão espirrou dentro da minha boca aquele leite.
– Parece leite – disse a ele.
– É bom pra saúde pode beber faz bem.
Ele empurrava na minha boca, eu, como obedecia e acreditava em meu irmão, e acredito até hoje, bebi como se fosse leite condensado só que com a diferença de que é salgado. Diversas vezes fazia isso com meu irmão, cheguei a viciar. Até hoje sou tarada na porra do meu irmão.
O tempo, como todos sabem, não para e foram passando os meses e fui conversando com amigas e fui descobrindo o que meu irmão fazia comigo não era nada de tratamento, mas ja tinha me acostumado com aquilo, gostava, eram quase três anos fazendo sexo anal com ele e bebendo seu esperma todos os dias, não queria que ele parasse e um dia no quarto eu falei pra ele.
– Eu sei tudo que você faz comigo, é sexo, mas não fique preocupado, não falarei pra ninguém.
– Também não pode Larissa, jamais você pode falar isso pra ninguém – disse ele.
– Eu sei e eu gosto, nos abraçamos e lhe disse:
– Para mostrar que eu não quero que nada mude, faça o que sempre faz na minha bunda, eu adoro e sei que você também.
Tirei minha calcinha deitei na cama de bruços, levantei minha saia, mostrei minha bundona pra ele e disse:
– Vem me comer.
Ele veio e colocou seu pinto ou melhor seu caralho preto, como ele mesmo disse para chamar a partir daquele dia, pinto era coisa de criança, dentro do meu cu e no final soltou todo o “remedinho”, ou melhor encheu minha bunda branca de porra.
Meu aniversário chegou e ele esperou que meus pais fossem com uns amigos em um restaurante e me levou para o quarto, tirou toda a minha roupa e enfiou na minha bunda como de costume, pediu que chupasse, fez de tudo o que fazia comigo, me colocou em cima de uma cadeira em pé de costa para ele pediu que abrisse a bunda e começou a passar a língua no meu cu, mas aí ele começou a passar a língua mais em baixo achei aquilo demais, ele passava a língua no meio dos lábios da minha xoxotinha sem enfiar, aquilo era demais, me pegou pela cintura, me virou de cabeça para baixo como aquela primeira vez. Eu já estava acostumada aquela posição porque de vez em quando ele fazia comigo, ele passando a língua na xoxotinha e eu é claro já acostumada com o seu caralho na boca. Era um 69 em pé, eu estava totalmente inebriada com a novidade, ele passeava em todo o quarto comigo de cabeça para baixo, também pudera eu baixinha e ele alto era fácil, ele me pegava e me virava como uma boneca em suas mãos, uma hora encostava em uma parede, uma hora em outra sentava, a outra levantava, eu já estava sentindo uma coisa estranha uma coisa que dava vontade de gritar, ele me colocou na cama de barriga pra cima e começou a passar a língua em uma parte da xoxotinha que me deixou sem fôlego (depois me disse que ali era o grelo, onde a mulher sente mais prazer) aí perguntei a ele:
– Por que você não faz igual que você faz na bunda?
– Não, não pode você tem que guardar para a pessoa que você um dia vai casar, para ele ficar feliz que você é virgem.
Na hora disse que tinha entendido mas não tinha, hoje em dia é que entendi o que era se guardar para o marido que poderia se casar comigo, meu irmão ali com a língua no chamado grelo, eu não me aguentava e pedia para:
– Pare, pare por favor eu não aguento tô sentindo uma coisa estranha, não sei o que é, pare, pare, é uma coisa estranha que tá me dando vontade de gritar de desespero, eu vou gritar.
– Grita, grita Larissa este é o seu presente – disse ele.
– Eu vou gritar, eu vou gritar.
– Grite com força, grite Larissa. Esse foi o seu presente.
– O que foi isso, parecia que eu estava com santo?
– Você gozou Larissa, você gozou pela primeira vez na sua vida.
– Meu Deus que coisa louca parecia que eu ia morrer.
Me sentou na beirada da cama e pediu que segurasse seu saco acariciando e com a outra mão fizesse aquela punheta que ele gosta segundos depois ele fala que tá na hora do leite eu já mamava devidamente seu caralho ai ele solta toda sua porra na minha boca, mas a porra era tanta que não deu para engolir toda.
E assim foi até hoje sem levarmos para o lado de estarmos fazendo uma coisa errada, ele sempre me mandando fazer tudo, e outros lugares então nem se fala, não só em casa, na sala dele no setor de transportes da empresa do papai, com a mamãe em casa, na Kombi quando eu vou junto para fazer entregas em viagens, eu não tive nenhum namorado até hoje por que ele me proibiu, não quero ter ninguém, estou bem como eu estou, o meu cu já está moldado para o pau do meu irmão, tenho que encerrar agora por que meu irmão ta me chamando pra fuder.

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