Fogo e gasolina: minha mulher foi minha mãe por um dia

Autor

Tudo começou em uma das nossas frequentes noitadas. Entre boa conversa, provocações, bebida e outras coisinhas mais, acabamos ficando um tanto inspirados ao ponto de fazermos algumas coisas nada convencionais…
No início da minha adolescência, a minha sexualidade resolveu dar as caras. A partir da daí, comecei a observar as mulheres de um modo diferente, o que, até então, não significava nada para mim, como contornos do corpo, seios, bunda, passou a chamar muito a minha atenção.
Qualquer foto ou mulher com que convivesse, tornava-se fonte de inspiração para as minhas punhetas. Na época, minha mãe era uma mulher de meia idade que bem chamativa devido ao seu corpo saliente. Estava muito conservada inclusive para a idade dela. Pois é, como éramos muito próximos e tínhamos um bom relacionamento, acabei também não escapando de seus encantos. Passei a olhá-la não mais com olhos inocentes e suas carícias passaram a me excitar. Beijos, abraços e cafunés passaram a ser muito esperados por mim, pois o toque e o cheiro da minha mãe me davam calafrios, arrepios, sentia o meu corpo meio que ferver.
Eu não entendia bem por que ela me causava tantas sensações, era bem novo, um menino ainda. Com tempo, fui perdendo o controle daquele inocente desejo. Comecei a roubar suas calcinhas para sentir o cheirinho impregnado nela. Espera ela sair do banho e corria para o banheiro, porque, se passasse muito tempo, o odor perdia a sua essência. Além disso, às vezes, conseguia encontrá-la molhadinha, mas não era de xixi, tinha um cheiro diferente e era muito gostoso. Não sabia o que era aquilo, mas era tão bom sentir a mistura do leve cheirinho de xixi com aquele causado pela viscosidade que saía da vagina dela.
Imediatamente, meu pau ficava duro feito pedra. Aos poucos, também passei a lamber aquele líquido deixado por ela. Era tudo muito gostoso, mas exitante mesmo era o medo de ser descoberto. Minha mãe era muito rigorosa, o castigo seria inevitável e imediato. Aquela mistura de medo, cheiros e sabores era demais para mim. Nesse período, passei a me masturbar enquanto cheirava e, inclusive, lambia as calcinhas da minha mãe. Gozava rapidinho devido ao alto grau de excitação.
Não consegui parar por aí, sempre que possível, tentava vê-la nua enquanto tomava banho ou trocava de roupa. Além disso, enquanto dormia, procurava observá-la mais de perto, porque ela sempre estava com pouca roupa. Imaginem só a situação, eu ficava louco e me acabava na punheta.
Nesse período, para agravar ainda mais a minha situação, ela tinha um namorado. Quando ele vinha nos visitar, durante à noite, ouvia gemidos vindos do quarto dela. Eu ficava enlouquecido com aquilo, enquanto ela se divertia, eu quase morria de tanto tesão. Tentava a todo custo espirar o que estava acontecendo, porém o que conseguia ver não era muito nítido, já que o ambiente era pouco iluminado e o campo de visão era bem pequeno, uma pequena fresta. Aquele era um homem de sorte, pensava enquanto me imaginava ocupar o seu lugar.
Minha mãe era uma mulher muito além de seu período, tinha a mente aberta e conversa muito comigo sobre sexo. Muito do que sei, hoje já na vida adulta, aprendi com ela, pois sempre me orientou a como satisfazer plenamente uma mulher na cama. No entanto, manter comigo um relacionamento que fosse mais do que maternal, era algo impensável para ela.
Na verdade, nem sei dizer se ela sabia das minhas fantasias, se sabia, jamais deixou transparecer. Certa vez, ela chegou a me pegar em flagrante batendo uma, mas não sei se viu que estava com uma de suas calcinhas, porque o meu quarto estava bem escuro.
O tempo passou, todavia, sempre que leio ou assisto algo correlacionado aos relacionamentos mais intensos entre mães e filhos, aquelas doces lembranças da adolescência vêm à tona. Embora nunca tenha concretizado nada efetivamente, divirto-me muito ao recordar das minhas primeiras empreitadas sexuais. Não faz diferença alguma para mim não ter vivido essa experiência, o que é prazeroso olhar para trás e ver como somos ingênuos e espertos ao mesmo tempo na infância e adolescência.
Como minha mulher é a minha maior confidente, sempre que faz alguma pergunta sobre o meu passado, não minto ou omito nada, porque sinto como se estivesse a traindo. Safadinha como é, deu um jeito de aprontar mais uma vez. Conhecendo bem todas as minhas fantasias, sugeriu que fantasiássemos algo um tanto inusitado: assumir outros papéis que não o de marido e mulher. Propositalmente, deixou que, nessa brincadeira em particular, eu escolhesse a cena.
Vale destacar, primeiramente, o acordo que fizemos: atuar em qualquer papel ou vivenciar qualquer situação, desde que seja consensual. Acima de tudo isso, a brincadeira só pode acontecer se nos imaginamos naquela situação, sem, em hipótese alguma, pensar em outras pessoas, eu tenho de viver o que desejo com ela, e ela comigo, sem a inserção de terceiros.
Logo, pensei nas antigas fantasias da adolescência e dei a minha sugestão. Confesso que tive medo de que ela apelasse, porque é um assunto um tanto controverso. Maravilhosa como é, achou a ideia fantástica, amou, principalmente, poder se ver como minha iniciante.
Tudo foi acontecendo de maneira muito natural, começamos a nos imaginar como uma mãe e o seu filho na adolescência. Fomos assistir a um filme, como qualquer mãe e filho fariam. Para a surpresa de nós dois, havia cenas um tanto ardentes, o que nos deixou um pouco constrangidos. Ela, logo, ficou rubra e senti, sua temperatura aumentar. Inevitavelmente, não pude conter o tesão, tentei disfarçar o volume que se fazia no meu short. Coloquei um almofada por cima, mas percebi que ela sacou.
Para tentar quebrar o clima, disse que era normal aquilo ocorrer e que não era preciso ficar envergonhado ou esconder minha ereção. Falou, ainda, que, para ela que já havia tantas vezes cuidado do meu brinquedinho, era algo natural.
Cansados de ficar sentados, com o corpo já dolorido, bobo nem nada, sugeri que deitássemos no sofá e, como sou mais alto, pedi que ela ficasse na minha frente. É claro que as minhas intensões eram as melhores, queria, enfim, poder sentir aquela bunda redondinha encostando no meu pau. Poderia fazer isso discretamente, porque ele estava meia vida naquele momento.
Aos poucos, fui me mexendo de modo a me encaixar nela. Ela se esquivou um pouco, dizendo “menino, tome cuidado, está perto demais”. Nossa, a fala dela fez com que o meu pau ficasse enorme, porque foi excitante demais imaginar que ela havia percebido a minha intenção. Pensei na hora se ela toparia ou se me mataria caso eu fizesse a proposta com a qual tanto havia sonhado.
Foi quanto tomei coragem e comecei a tocar em seu corpo enquanto me encaixa complemente por trás dela. Ela ficou um pouco assustada com a minha reação, mas percebi que não foi tão incisiva ao pedir para parar, porque o seu corpo ardia feito fogo, suas tentativas de se afastar eram muito sutis e falava de uma forma meia embriagada, como se estivesse com muito tesão.
Ao perceber que ela desejava aquilo tanto quanto eu, nem pensei duas vezes, comecei a acariciar a bocetinha por cima da roupa, a tocar seus seios. Enquanto eu explorava cada parte do seu corpo, ela dizia que deveríamos parar, pois era errado. Nossa, aquilo foi me deixando mais louco de tesão, porque, quanto mais ela jogava comigo, mais alucinado eu ficava.
Totalmente fora de mim, levantei a saia que ela estava usando, coloquei sua calcinha de lado e comecei a cheirar aquela bocetinha que tanto havia desejado. Logo, percebi que havia caído de boca nela e que ela estava completamente encharcada. Senti um tesão enorme, porque, embora ela ficasse sussurrando para pararmos, para não irmos além, o corpo dela sugeria o contrário, pedia para ser completamente possuído.
Eu, que já não aguentava mais segurar o tesão, enfiei o meu pau naquela bocetinha toda melada. Então, para a minha surpresa, ela se rendeu e disse para que eu aproveitasse o máximo que pudesse, pois outra oportunidade eu não teria. Enquanto transávamos intensamente, ela começou a me provocar, falando muita sacanagem.
Primeiramente, disse que já havia percebido que eu roubava as suas calcinhas e me perguntou por quê. Fiquei doido com a pergunta, mas respondi sinceramente que as cheirava para me masturbar, sonhando com um dia poder penetrá-la de verdade. Em seguida, ela disse que era uma honra ser motivos da punhetas do seu filhinho, afinal, já não era tão jovem.
Ao ver que eu ficava cada vez mais louco de tesão, ela não parou por aí, tirou completamente a calcinha e começou cheirar e a lamber, dizendo que me entendia perfeitamente, pois o gosto e o cheiro eram muito bons. A safada foi me conduzindo durante a transa, sempre dizendo “se fizer como a mamãe está ensinando, conseguirá ter a garota que desejar, porque as deixará enlouquecidas”.
Assim, passamos horas, ela sempre dizendo para eu fazer tudo o que tinha vontade, para aproveitar mesmo a situação. Às vezes, elogiava o meu desempenho, dizia que eu tinha aprendido certinho. Além disso, quando eu conseguia surpreendê-la ao fazer algo que ela não havia ensinado, questiona “nossa, com quem o meu filhinho aprendeu a fazer isso?”.
Como o meu pau estava imenso, porque o prazer que aquela situação me proporcionava era sem igual, ela falava o quanto sentia orgulho de ter feito um pau tão bonito, grande e robusto. Ela ficava cada vez mais molhada e, quando percebia que ia gozar, balbucia “Vou gozar no pau do meu filhinho, para o meu filhinho!”. Já não suportando de tanto tesão, avisei que iria gozar na minha mamãe, que suplicou para que eu desse o meu leitinho todinho para ela, afinal, após ter me alimentado por tanto tempo, era a vez dela de ter a fome saciada. Ao ouvir tamanha sacanagem, tive orgasmos múltiplos, gozei tanto que achei que fosse morrer, que meu coração fosse sair pela boca. Foi maravilhoso poder viver, com minha mulher, aquela situação com a qual todo adolescente já sonhou, sonha ou um dia sonhará.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,75 de 4 votos)
Loading...