Short Stories

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– Claudia….
– Que pai…..
– Veja se sua mãe já dobrou a esquina….
– Tá
Vi o vulto da minha filha de 10 anos passando correndo, descalça em direção à porta, depois ao portão.
Pouco tempo depois:
-Já pai, vi ela entrando no ônibus.
– Tranca a porta com o trinco e feche as cortinhas
– Sempre correndo, ouvi o barulho do trinco e o som da janela de correr e da cortina se fechando
Eu deitado, ainda sonolento pois trabalhava à noite, vi ela entrar faceira e se atirar na cama.
Veio me abraçou e começou a beijar meu rosto. Eu mesmo sabendo que estava com um bafo de carniça, virei o rosto e enfiei a língua na sua boca.
Acostumada não se importou com o cheiro. Correspondia, enrolando a lingua na minha. Tinha metido com minha mulher à noite e dormi sem tomar banho. Tirei o pinto semi ereto para fora do shorts e senti o cheiro ocre que ele exalava. Falei:
-Vai olhando para o cacete.
Ela obediente, deslocou o corpo e pegou o pênis na mão. Descobriu a cabeça. Começou com a outra mão retirar o sebo branco que se formara na base da glande. Delicadamente interrompi sua faxina e conduzi sua boca para meu pau. Ela abriu entrando toda a cabeça.
— Passa a língua ( pedi ) Com a cabeça do pau toda na boca, procurava fazer o que pedi no pouco espaçõ que sobrava para a língua.
Senti meu pau endurecer. A cada segundo, ele ficava maior e mais duro, penetrando um pouco mais naquela boquinha apertada.
Dado momento, ela engasgou pois o cacete chegou a tocar sua garganta. Afastou a cabeça e iniciou uma ânsia de vômito. Esperei alguns segundos até que se recuperasse. Ela já estava acostumada. Acontecia às vezes. Conduzi novamente sua boca até a cabeça do meu pau que latejava. Ela encaixou na boca e começou um movimento de vai e vem. Ao mesmo tempo, treinada, massageava minhas bolas com suas mãozinhas.
Não demorou, gozei. Ela já acostumada, não afastou a cabeça, continuou chupando e acumulando tudo na boca.
Terminado, pedi:
– Abre a boca.
Ela fez obediente. Uma mistura de porra e saliva escorreu pelo seu canto da boca e lábios.
Rapidamente, colei minha boca à dela. Nossas línguas se enrolaram naquele caldo incestuoso e indecente. Fiz ela beber a maior parte.
Com as bocas saciadas, voltamos a nos beijar de maneira longa, por muito tempo.
Adormecemos assim, abraçados.

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