Os segredos dos mágicos 2

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No dia seguinte, após as aulas, esperei os amiguinhos ir à frente para casa e fui após, na esperança do Sr. Geraldão estar na porta da gráfica fazendo mágica. Ao passar, a portinha estava entre aberta e ele dentro e perto, quando me viu abriu mais e eu olhei ao redor e como não tinha ninguém por perto eu entrei e ele perguntou:
– Quer treinar hoje?
Como meu pai trabalhava e minha mãe ficava o dia todo na casa da minha vó devido estar muito doente, eu quando chegava em casa tinha que esquentar meu almoço, lavar louça e fazer as tarefas, não tinha horário para chegar e ninguém me vigiava, tenha a tarde toda e respondi:
– Podemos treinar sim.
Ele foi andando para o seu escritório após fechar a porta da oficina com chave, e eu fui seguindo no maior silencio. No escritório ele sentou no cadeirão e eu de pé espero ele me convidar para sentar no colo dele. Ele só afastou o cadeirão e olhou para mim e para o colo dele e fui feito um cordeirinho. Antes de sentar e ao me virar de costa para ele, ele pede para tirar a camiseta e sem pedir baixei minhas calças curtas junto com minha cuequinha e ao olhar para traz vi que ele já estava sem camisa e com as calças e cueca abaixada nos pés dele. Olhei aquele pinto que hoje estava caído e menor que ontem. Ele me puxou, abriu as pernas e me colocou sentado em uma perna dele de ladinho e não conseguia parar de olhar aquele pinto escuro. Ele puxou minha mãozinha na sua barriga fazendo lhe carinho e puxando aos poucos para baixo até encostar-se ao seu pinto que estava crescendo e a cabeça saindo para fora da pele dele e ficando cada vez mais roxa.
O silencio era ensurdecedor e apertei aquele tarugo de carne e senti muito duro e ao empurrar a minha mãozinha na cabeça daquela lança a senti quentinha e macia. Ele não perdeu tempo em soltar minha mão que não tirei e me abraçou carinhosamente e deu uma lambida dentro da minha orelha que me arrepiou todo. Enquanto me chupava a orelha ele passava as mãos no meu corpo e aquela pauzão dava pinotes na minha mão. Ele levou a mão até minha bundinha e me levantou colocando-me de bruços na mesa que hoje estava vazia, sem nenhum papel. Ele se agacha um pouco e beija minhas polpinhas e vai rápido ao meu cuzinho e inicia as lambidas e em seguida abre as polpas e tentar meter a língua dentro, estou me contorcendo de tesão no corpo e alegria de voltar a sentir a língua do seu Geraldão. A língua dele vai subindo pela minha coluna e quando chega na minha nuca, ele coloca o pintão dele no meu reguinho e ficava passando a lança em todo o reguinho até ir no meio das minhas pernas fazendo eu senti a quentura encostar no meu saquinho e depois subir, sempre dando um beijinho daquela cabeção no meu cuzinho. Ele põe a língua na minha orelha e pergunta:
– Tá gostando desse treinamento?
– Sim, estou sentindo um calor quando você se esfrega em mim.
– Gosta quando a ponta encosta no seu cuzinho?
– Sim, arrepia a minhas costas e minhas pernas tremem.
– Precisamos tirar essa sensibilidade para ser um bom mágico e não deixar as cartas caírem da sua mão.
Ele comentou que iria pegar as cartas e ao abrir a gaveta tinha também uma latinha prateada com uma etiqueta amarela mas não consegui ler pq mais um beijinho da ponta do pauzão dele no meu cuzinho me fez fechar os olhos e soltar um Uzzzzzzzzz forte. E falar:
– Esse seu arrepio está bem concentrado na portinha de traz e ele, o pinto, consegue tirar essa sensibilidade e ficou parado “beijando” forte, ou seja, bem encostado e com pressão para não sair de lá. Ele perguntou:
– Você falou para alguém que está treinando mágicas comigo?
– Não, é nosso segredo, não é?
– Sim, vamos manter esse segredo e vamos treinar fundo.
– Nesta latinha tem uma pomada que faz facilitar o beijo do meu pinto na sua bundinha e você vai perder essa sensibilidade.
Ele para a pressão com aquela lança e abre a latinha e tem uma pomada banca que passou no meu cuzinho e senti geladinho, o que me fez contrair a bundinha. O seu Geraldão pede:
– Abre a bundinha com as mãos, uma de cada lado, e tente fazer força como se fosse defecar. Eu abro e sinto-o com o dedo encostado e ao pedir “faz força para fora”, ele sente, e enfia o dedo todo, tento fugir e pede “calma que passa, relaxa”, mas estava muito estranho e ele tira aos poucos.
Perguntou: – Doeu muito?
– No começo sim e foi estranho sentir seu dedo dentro, me fez lembrar quando minha mãe colocava supositório.
Ele se fez curioso perguntou, enquanto me deitava de barriga para cima: “Vc gostava quando ela colocava o supositório?” e ele já tinha tirado toda minha roupa e a dele também.
– Repondi: – Era estranho como foi agora e sempre meu cuzinho ficava piscando com medo do supositório sair.
Ele comentou: – Eu senti o seu cu piscar bastante no meu dedo.
Enquanto nós conversávamos ele pegou um pano comprido e estreito e levantou minha perna direita e amarrou na minha canela, ficou batendo com o pinto no meu cuzinho, bem na hora que ia perguntar o que ele estava fazendo, ele amarrou a outra ponta do pano na minha outra canela, e passou este pano por traz da minha cabeça e senti que fiquei bem aberto e não tinha como mexer minhas pernas a não ser ficar abertas e para cima, muitos anos depois soube que se chama posição de frango assado. Ele pediu que eu levasse as duas mãos para acima da cabeça e ele segurou com uma mão dele as duas e com meus braços esticados para trás da cabeça. Comecei a ficar com medo e sem saber o que ele ia fazer. Com a mão livre ele pegou daquela pomada branca e passou no pintão dele e mais no meu cuzinho. Quando senti o calor da cabeça nas beiras do meu cu eu senti ele forçar para dentro e pediu:
– Faz força para fora
Eu fiz e veio uma fisgada forte como ferro quente me rasgando, olhei e vi os olhos do seu Geraldão brilhando e um sorriso mal na boca dele, tudo isso em fração de segundos que pareciam horas. Ele rapidamente tampa minha boca com a mão que ficou livre. Tentei soltar um berro que foi abafado, a segunda tentativa foi me mexer, mas como estava amarrado com aquele pano, a minha tentativa fez meu cuzinho ir para cima e na direção da lança dele, foi o golpe de misericórdia, e ele sorrindo forçou e entrou o resto me rasgando, eu sentia uma enorme dor, chorava de berrar e a mão dele impedia de sair som, não estava encontrando ar para respirar, e sinto-o soltar minha boca e me dar um tapa no rosto e gritar: “RELAXA”. Como com tantas dores fortes, eu soluçava e ele começou a chupar minha orelha. Começou a fazer um calafrio na minha coluna e aquela dor forte continuou como ardência e virando uma coceira forte que me fez piscar o cu. O seu Geraldão sentiu as mordidas no caralho dele, parou de me chupar a orelha e sorrindo, começou a me incentivar a morder mais forte e começou a movimentar para traz e para frente aquele caralhão: – Vai garotão morde forte.
Ele olhava o caralhão saindo e entrando, do meu excuzinho, e começou a passar os dedos no meu saco e no meu pintinho que estava duro como uma pedrinha e iniciou uma punhetinha, olhou novamente nos meus olhos e pediu: – Relaxa e goza com a punheta.
Ele não sabia que só saia uma aguinha quando eu me masturbava e, continuou me punhetando com uma mão e apertando de leve minhas bolinhas, foi dando uma sensação louca que misturava a coceira no cu, algo dentro de mim indo, voltando e pulsando, a pressão nas bolinhas e o movimento da punheta no meu pinto, fez um curto circuito geral, peguei minhas mãos segurei na tampa da mesa, com medo de cair, e senti algo muito forte no saco e subir e passar pelo pinto, ao olhar meu pinto começou a sair um leite branco que com o jato veio na minha cara e o resto caiu na minha barriga, eu feliz de ver sair pela primeira vez porra do meu pinto e o seu Geraldão ao sentir meu cu morder mais forte, empurrou o caralhão no fundo e senti pulsar e um calor enorme e ele gritando que estava gozando.
– To gozando dentro de voce, garoto delícia!!!!!
Ele soltou aquele pano das minhas pernas e foi tirando aquele caralhão e ao ver que ia vazar encostou o pano no meu cu e me levou no colo até o banheiro e me soltou dentro do box, de cortina plástica de peixes, e falou para relaxar para sair a porra dele. Ligou o chuveiro e me lavando a bunda vi descer agua com tons vermelhos que depois soube que era sangue das minhas preguinhas e marrom pq não consegui segurar o coco com a porra, tive nojo mas ele falou que era normal na primeira vez.
Ele me trouxe uma toalha e pediu para me vestir e ir para casa e manter o segredo dos mágicos. Andar era uma tortura e dor no cu e feliz por lembrar a porra saindo do meu pinto. Cheguei a casa com medo de alguém me ver andando com dificuldades e ao entrar no banheiro tirei minha roupa e com o espelho de moldura laranja que meu pai usava para fazer a barba, me agachei com o espelho no chão, e vi tudo vermelho e meu cu piscando, meu pinto ficou duro na hora e sentei na privada para bater outra punheta e novamente saiu porra branquinha, pensava que o seu Geraldão desentupiu algo para começar a sair o leite branquinho. Todo feliz tomei outro banho e a agua quente ao passar na bunda ardia gostoso.
Não via a hora de voltar da escola no dia seguinte e continuar o treino para ser um bom mágico.

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