Juliana novinha e o padastro negão – parte 1

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Oi, meu nome é Juliana, e vou contar pra vocês sobre algumas coisas que aconteceram comigo no ano passado e que mudaram minha vida. Essa é a primeira parte da minha história.
Eu tinha 14 anos mas ninguém acreditava. Tenho o corpo muito desenvolvido apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mas eu me acho meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro, mas uso luzes loiras, meu cabelo é liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são bem carnudos. Mas como eu dizia, meu corpo é muito desenvolvido pra minha idade. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande também (por isso me sinto meio gorda as vezes, rs). Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai. Como ela é funcionária pública do Governo Federal, ela pediu transferência para o Rio de Janeiro e mudamos eu e ela pra cá. Eu amei a cidade até porque moramos perto das praias famosas e eu posso surfar em São Conrado.
Achava estranho mas todos os homens ficavam babando por mim e ouvia as cantadas mais absurdas. Afinal, eu tinha só 14 anos, e todos caiam em cima de mim como se eu fosse uma mulher já.
Além do mais, tirando uns amassos bem inocentes com meus crushes, eu era virgem mesmo de tudo.
Bem, eu me sentia meio indignada, mas no fundo eu até gostava de ser vista como um mulherão, mesmo tendo só 14 aninhos, rs, com todos aqueles homens adultos e até velhos, sarados ou barrigudos, queimados de praia ou com cara de aposentados, que ficavam me cobiçando enquanto eu inocentemente fazia meus exercícios na academia ou pegava onda na minha prancha. Dava até para perceber os volumes armados nas calças de alguns deles, e eu pensava “que tarados doentes e pervertidos”, mas me dava um calorzinho bom por todo meu corpo, rs.
Bom, minha mãe que tem 36 anos e também é uma loura gaúcha muito bonita, ficou meio baladeira quando chegou no Rio, rs, e passados uns dois meses arrumou um namorado. O Sr. Rogério, um senhor negro de mais de dois metros de altura que mais parecia um armário duplex. Ele é 10 anos mais velho que minha mãe, com 46 anos de idade. Ele é empresário e ex-policial e tem uma firma de segurança, segundo o que minha mãe disse.
O Roge, como ele gosta de ser chamado, era sempre muito atencioso com minha mãe e comigo, e parece que tem muito dinheiro, porque sempre aparecia para pegar minha mãe com diferentes carros importados de alto luxo.
Eu até gostava deles saírem muito, porque podia ficar sozinha em casa e podia conversar no Snapchat com meus amigos do sul a noite toda.
O pessoal da minha escola, da praia e da academia aqui no Rio, parecia meio bobão e não tinham assuntos. A gente no Sul, desde piá, gosta de conversar sobre várias coisas, como livros, teatro, filmes, cultura, política, viagens, e o pessoal do Rio era muito bitolado e sem assunto, conversando só sobre futebol, memes do Face, e outras besteiras, então eu não tinha facilidade de fazer amigos. Ainda mais porque todos me consideravam uma deusa de bonita (coisa que eu não acho, rs), e o pessoal mais nerd e inteligente da escola ficava com medo de falar comigo e se intimidavam todos se eu puxava assunto.
Daí eu ficava mais sozinha mesmo, tirando umas colegas que moravam perto de mim e vinham de metrô comigo da escola pra casa.
O Roge (eu não conseguia chamar ele de Roge, por uma questão de respeito chamava de Seu Rogério), apesar do seu jeito extrovertido de carioca, paparicava mesmo minha mãe e a mim, e nos enchia de mimos e presentes, além de ser muito atencioso comigo, sempre me tratando com carinho e preocupação, e sendo muito gentil. Ele nos levava pra jantar, no shopping, pra praia, pra Buzios, Angra e Cabo Frio, e até em um feriado em Miami, com tudo pago, ele levou a gente. Ele e minha mãe ficaram em Miami Beach e me colocaram em uma excursão para Orlando para o Disney World e Epcot Center, e eu me esbaldei nos brinquedos e tirei muitas fotos pro meu Instagram.
Não sei se foi toda a pressão dos homens cariocas enloquecidos pelo meu corpo de “gostosona” gaúcha, ou a pressão das minhas colegas, mas acabei ficando com um garoto da minha escola, o André.
Ele tinha 16 anos e morava na Barra, então vinha no metrô com a gente por mais que ele descesse depois. Um dia minhas amigas deram ideia da gente descer no shopping Rio Sul e convidaram o André. Fomos conversando e acabamos ficando. O André parecia se sentir o rei dos machos por estar “namorando” comigo, a “deusa” gaúcha, rs. Ele também era o preferido das meninas do colégio, especialmente das minhas amigas, então era legal ficar com ele, uma coisa de que eramos o “casal perfeito”, rs, então minha popularidade entre as meninas da escola subiu para o nível máximo. Eu até gostava dele, já que ele era loirinho de olhos verdes e meio fortinho, mas no começo era só ficar por ficar mesmo. Mais pela questão da popularidade entre as meninas da escola, e porque eu estava sozinha no Rio e sentia falta dos meus amigos no Sul.
Nós trocavamos uns amassos em umas áreas mais remotas da escola onde eu estudo que tem umas partes coladas na floresta da Tijuca e umas trilhas lá pra cima. Acho que por causa de toda a pressão sexual que as cantadas incessantes dos cariocas colocavam em mim, pela primeira vez, eu comecei a sentir outras sensações com meu ficante, diferentes das que eu tinha sentido antes.
Havia algo estranho com meu corpo, eu ficava quente, sentia uma dorzinha dentro da minha xotinha que ficava estranhamente quente e úmida, e os meus mamilos grandes ficavam muito duros e doloridos também, mesmo quando o André não abria a minha blusa e tirava meus peitões do sutien para chupar eles, o que ele sempre tentava fazer quando estavamos sozinhos.
Um dia, tinhamos laboratório de química depois do recreio da manhã até a hora do almoço, então, como não tinha chamada no laboratório, eu e o André poderiamos dar uma sumida longa.
Subimos por uma das trilhas até umas pedras que formavam uma espécie de banquinho, onde tinha uma cachoerinha caindo, e começamos um amasso ali, um lugar meio escondido onde não passava ninguém, a não ser que viesse da escola.
O André me empurrou contra o vão das pedras e começou a me beijar meio sem jeito, mas com força, eu chupava os seus lábios meio sem graça e o abracei de volta, sentindo suas mãos apertarem a minha cintura e descerem para minha bunda e subirem para os meus peitos. Ele mexia a língua dentro da minha boca sem parar e aquilo me deixava com uma sensação esquisita, que começava a me esquentar por dentro.
Ele pressionava seu corpo contra o meu, e colocava suas pernas no meio das minhas, levantando minha saia do uniforme até quase a cintura. Ele me beijava a boca, o pescoço e a orelha, e dizia no meu ouvido: “Ju, tu é muito gostosa, ai, te amo Ju, você é muito deliciosa, linda e cheirosa.”
Eu ofegava muito, e meus biquinhos do peito estavam ficando muito duros. Eu sentia eles doendo, assim como um calor em todo o corpo, e uma dor estranha nos meus peitos, e dentro da minha barriga, como aquela dor que você sente quando vai descer de montanha russa. Eu também sentia uma dorzinha estranha no meu grelinho e no meu cuzinho, que parecia estar latejando, e sentia minha xoxotinha muito quente e molhada.
De repente, senti em meu umbigo um volume quente e duro, imediatamente tentei me afastar um pouco, mas o safadinho do André não deu espaço e voltou a me beijar, e me empurrar contra a pedra, fazendo eu montar no colo dele de frente pra ele. Ele sugava meus lábios carnudos, meu pescoço e minha orelha, de um jeito que estava me deixando louca e encostava aquele volume duro na minha barriguinha sarada.
Ele também movia sua mão da minha bundona para frente da minha calcinha e tentava afastar o elástico para passar a mão na minha bucetinha. Em outro movimento, ele se afastou um pouco e botou a minha mão sobre sua calça, exatamente em cima do volume duro. Eu afastei meu braço, e parei de beijar ele dizendo: “Ah, André, para, não quero isso”. Ele, mais experiente que eu, beijou meu pescoço e minha orelhinha com carinho, e disse: “Ah, meu amor, minha gaúcha linda, pega nele, por favor. Tá doendo muito por sua causa”, e tornou a colocar minha mãozinha sobre o volume duro de sua calça, nesse hora eu suspirei, senti sua língua deslizando sobre meus ombros, meu pescoço, minha orelhinha, e apertei forte o volume sentindo seu pauzinho (hoje eu sei, devia ter uns 13 cm, rs) adolescente duro, quente e latejando embaixo da minha mão. Deslizei minha mão até mais em baixo, com suavidade, e tornei a apertar seu pauzinho duro embaixo de suas calças, indo e vindo com minha mãozinha e esfolando inocentemente todo seu comprimento com a palma da minha mãozinha quente.
André gemeu e chupou minha orelha mais forte, e, enquanto com uma das mãos apertava meu peito já fora do sutien, com a outra, que até então alisava minha bunda, minha calcinha e bucetinha, ele abriu o ziper da sua calça e arriou sua cueca, fazendo saltar o seu membro juvenil duro de uns 13 cm de comprimento (hoje eu consigo medir, rs), e grossinho pra idade, mas fininho para um adulto (uns 3,5 cm de diametro, mais ou menos).
A cabeçinha rosada de seu pau, estava inchada e pulsante, e ele implorava para eu botar minha mão e punhetar seu pau, enquanto voltava a alisar minha bucetinha.
Ele insistia me beijando na boca, no pescoço, no rosto, na orelha, e dizendo: “ah vai pega nele, Ju! Pega por favor, ele tá muito duro e quente por sua causa!” Eu dizia: “Não, Dé, por favor, eu nunca fiz isso!” mas queria muito pegar e sentir o pau do André na minha mão, ao mesmo tempo que ele descia os dedos por dentro da minha calcinha de rendinha e passava eles por cima da minha xotinha com poucos pelinhos, chegando no meu grelinho que estava ficando cada vez mais durinho e doia muito.
Estavamos assim ofegantes, agarrados e com uniformes bagunçados, quando eu ouvi uma tosse rouca meio distante atrás de nós. Me desvencilei do André, arrumando minha blusa e saia rapidamente, e vi meio distante, atrás das árvores, um vulto olhando para nós. Era o Seu Jairo, um negão bem velho, faxineiro e jardineiro da escola, que estava olhando diretamente pra nós.
Fiquei morrendo de vergonha, e afastei o André de mim, e desci a trilha correndo, arrumando minha saia e blusa, enquanto voltava para escola, deixando o André lá sozinho.
De noite fiquei pensando no que tinha acontecido, tocava minha xoxotinha virgem, e brincava com meu grelinho bem durinho, além de afastar os meus lábios vaginais que estavam inchadinhos, úmidos e quentes, e colocar primeiro um, depois dois dedinhos dentro da entrada da minha grutinha apertadinha e virgem, pensando na piroca dura do André nas minha mãos, e também no Seu Jairo olhando a gente de longe e vendo nossa safadeza toda. Adormeci, e sonhei naquela noite com o primeiro cacete que havia visto na vida, o do André, mas também, no meio do sonho eu sonhei que o Seu Jairo aparecia e que ele tinha um cacete enorme, todo cheio de veias, preto e duro, parecendo um dos galhos das árvores da floresta atrás da escola. No sonho, eu montei naquele “galho” do Seu Jairo e o galho parecia um touro mecânico, me jogando pra cima e pra baixo. Acordei toda molhada, como se tivesse mijado na calcinha e tive que me levantar pra trocar de roupa e limpar o lençol que tinha ficado todo respingado de sei lá o que, já que não tinha cheiro de urina.
No dia seguinte eu e minha mãe iamos com o Seu Rogério para a casa dele em Angra e passear no iate dele que ficava ancorado lá, para aproveitarmos o feriadão de 5 dias, e eu me esforcei para voltar a dormir porque queria estar descansada para aproveitar a viagem.
Acabei afastando minha calcinha e alisando minha xotinha mais um pouco, brincando com meu grelinho, pensando no André e no Seu Jairo, até que senti um choque gostoso vindo da minha bucetinha pela minha barriguinha até meus peitinhos e uma sensação gostosa de relaxamento, e cai em um sono profundo logo em seguida.

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