[Hipnose] A nova escrava do Mestre

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NOTA: todos os nomes desse conto são fictícios, para proteger a identidade dos envolvidos.

Olá a todos, meu nome é Júlia e sou escrava do Mestre. No conto anterior, contei como eu e minha filha Cíntia nos tornamos escravas do Mestre e também que o Mestre queria ter mais escravas. Vários leitores entraram em contato, homens e mulheres, interesados em se tornar escravos. Uma delas interessou o Mestre: um leitor, que chamarei de Fernando, disse que eu sonho era fazer sexo anal com sua esposa, mas ela se negava a liberar o cuzinho. Logo, ele pediu ajuda para o Mestre, para que ele a hipnotizasse e ele pudesse comê-la por trás.

O Mestre nunca fez anal conosco, pois segundo ele não é qualquer bunda que aguentaria seu enorme pau. Segundo ele, ele tem dó da minha e Cíntia, pequena daquele jeito, ele ia acabar rasgando. Quanto a Fernando e sua esposa, que chamaremos de Diana, conversamos primeiro por e-mail e depois pelo whatsapp. Segundo ele, ele tentou por duas vezes fazer anal, mas a esposa não gostou. Ele mandou fotos para vermos, e uma delas deixou o Mestre animado: uma foto tirada na praia, provavelmente de surpresa, mostrava Diana de costas. Era uma negra muito bonita, de pele mais escura que a do Mestre, de cabelos encaracolados e corpo bem desenhado. Na foto, sua bunda parecia ser enorme, bem maior que a minha. Já Fernando era branco, magro e sem pelos no corpo, sem músculos definidos e aparentemente mais baixo que Diana.

Marcamos um dia para ele vir à nossa casa. Nesse dia, o Mestre disse que deveria me preparar, pois eu teria uma função especial naquela visita. O Mestre me mandou ajoelhar e chupa-lo. Obviamente eu obedeci, chupando o enorme pau do Mestre rápido e fundo como ele gosta. Num ceto momento o Mestre ordenou:

– Tira da boca e aponta pros seus peitos. Quando eu gozar, esfregue a porra neles e deixe secar, depois tome um banho.

– Sim, mestre. – Tirei da boca e apontei pros meus peitos, fazendo como o Mestre ordenou. Esfreguei a porra, e senti a pele de meus seios absorvendo aquele líquido, um pouco mais ralo do que o normal. Absorveu como uma esponja, sobrou muito pouco pra eu tirar no banho.

Como Fernando disse que Diana já sabia de nossa condição, quando a campainha tocou os recebemos como sempre estamos em casa: nuas e sem esconder nossa condição de escravas hipnotizadas. Ao nos ver, Fernando ficou excitado e Diana, admirada.

– Nossa! Nunca imaginei que esse lance de escravas hipnotizadas fosse assim! Vocês ficam assim direto?

– Sim, Diana. – disse Cíntia – Estamos sempre à disposição do Mestre. Por isso, escravas nunca usam roupas dentro de casa, a não ser que estejamos com pessoas desconhecidas.

– Vocês transam com ele, as duas? A mãe e a filha?

– Não há mais diferença entre nós. Ambas somos escravas do Mestre.

– Venham comigo – eu disse – o Mestre nos aguarda no quarto.

Eu fui escada acima e eles me seguiam. Cíntia disse depois que eles estranharam nosso jeito de andar, com os braços à frente. Ao chegarmos ao quarto, o Mestre vestia um roupão, com seu pau dando uma leve levantada no tecido. De braços cruzados, ele disse:

– Sejam bem-vindos. Fernando, você sabe que para que eu ajude vocês, eu terei que transar com sua esposa. Quanto a isso, estamos de acordo, certo?

– Certo, Paulo. – respondeu Fernando – Mas e quanto às suas escravas?

– Elas podem te entreter enquanto isso. Ou você quer assistir?

– Bem… – ele olhou para Diana. Ela mantinha os olhos no volume que o pau do Mestre fazia no roupão.

– Amor, eu vou ter que dar pra ele? – disse ela – Será que eu aguento? Você não disse que ele era tudo isso!

– Eu disse que ele ia resolver nossos problemas sexuais. Esse é o preço a pagar. Quer desistir?

– Não, não é isso… Vamos em frente!

– Não tenha medo, Diana. – disse o Mestre – Eu não vou morder nem machucar. Prometo!

– Certo, então. Pode ir com elas, querido, eu deixo!

– Escravas, sirvam o Fernando. Diana, venha aqui!

Com essa fala do Mestre, Fernando avançou e começou a chupar meus peitos. Parecia um bebê com fome, chupou tanto que senti um pouco de líquido sair do bico. Enquanto ele chupava, Cíntia tirava suas roupas e com ele nu, se pôs a chupa-lo. Enquanto isso, vi o Mestre tirar seu roupão e mostrar-se para Diana. Automaticamente ela ficou paralisada, e entendi que ela iria cair em transe exatamente como nós. Ouvi o Mestre mandando-a tirar a roupa e se ajoelhar, e em seguida colocando o pau em sua boca. Ao começar, ela revirou os olhos exatamente como eu fiz quando o Mestre me escravizou. Diana estava dominada.

O corpo de Diana era ainda mais bonito ao vivo. Seus seios eram menores que os meus, mas a bunda era quase o dobro. Sua pele negra chegava a brilhar, e seus cabelos cacheados, montados num “Black Power”, balançavam levemente enquanto ela chupava o enorme pau do Mestre, assim como seus braços estendidos ao lado do corpo. Enquanto isso, Fernando continuava a me mamar e Cíntia continuava a mamar seu pau, que eu ainda não tinha visto. Depois de alguns minutos de chupação, o Mestre mandou Diana parar e se levantar.

– Preciso de um pouco de privacidade pra terminar o “treinamento” da Diana. Divirtam-se enquanto isso. Venha, Diana.

– Sim, Mestre – Diana seguiu o Mestre. Ela falava e andava como nós, já era totalmente do Mestre. Ela o seguiu até o antigo quarto de Cíntia (após nossa escravidão dormíamos todos juntos), ele fechou a porta e não mais podíamos ver o que faziam.

Fernando parecia viciado em meus seios. Um dado momento, ele mandou Cíntia ficar de quatro. Enquanto ela se posicionava, pude ver seu pau. Era muito menor que o do Mestre, mas parecia ser grosso. Logo ele meteu na xana da Cíntia, deu algumas bombadas e depois tirou, esfregando no cuzinho dela.

– Me dá esse cuzinho, escravinha! Hoje vou matar minha vontade de comer cu!

– Sim, Fernando. O Mestre mandou fazer o que você quiser.

– Júlia, ajoelha aqui do meu lado enquanto eu enrabo sua filha.

– Sim, Fernando, como quiser.

Respondi e ajoelhei. Ele tentou e com um pouco de dificuldade conseguiu meter no cuzinho virgem de Cíntia. Ela gemia e se contorcia, parecia estar bom. Enquanto ele bombava no cu de Cíntia, voltou a chupar meus seios e começou a dedilhar minha buceta. Eu, excitada após tanta chupação de seios, comecei a gemer. Ele metia o mais fundo que podia na bunda de Cíntia e seu dedo entrava e saía de minha xana, enquanto sua boca sugava ainda mais do líquido que saía de meus seios, revezando os dois quando o líquido rareava. Cíntia começou a berrar, gozando pelo cu. Fernando entendia de como fazer uma mulher gozar!

Uma hora meus seios pararam de lactar. Ele pediu para trocarmos de lugar, era minha vez de levar vara na bunda (palavras dele). Fiquei de quatro e logo senti ele metendo na minha xana. Como seu pau era muito menor que o do Mestre, era como se ele estivesse me masturbando novamente. Ele lubrificou bem o pau com meus líquidos e começou a tentar o cuzinho. Meu rabo não era mais virgem, meu falecido marido havia ido ali algumas vezes, mas fazia décadas que eu não dava a bunda. E o pau de Fernando era um pouco grosso, com isso, mesmo excitada e lubrificada, senti um pouco de dor. Ele fazia o mesmo que fez comigo com minha filha, chupando seus peitinhos e dedilhando sua xana. Em breve minha filha estava gozando de novo, e ouvindo seus gemidos comecei a gozar também. Fernando, porém, não gozou, e continuou metendo.

Depois disso. O Mestre e Diana entraram no quarto. O pau do Mestre, meio mole, indicava que ele havia gozado bastante em Diana. Dava pra ver algumas manchas brancas de gozo num dos seios dela.

– Tudo pronto, Fernando! – disse o Mestre – Ela agora será tão obediente a você quanto as minhas escravas são pra mim. Ela só não vai te chamar de Mestre, pois isso só eu sou.

Abandonando nós duas, Fernando se levantou e disse a Diana:

– De quatro agora, eu vou te enrabar finalmente!

– Sim, querido. Eu obedeço.

Diana se pôs de quatro e empinou aquela bunda. Parecia ainda mais linda aberta daquele jeito. Esfomeado, Fernando se ajoelhou atrás dela e meteu na bunda direto. Diana gemia, e Fernando metia rápido, feito um desesperado. Aquilo reacendeu o Mestre, e ele nos chamou para uma última chupada. Chupei um pouco, depois ele pediu para Cíntia assumir meu lugar. Fiquei assistindo quando os dois chegaram quase juntos ao orgasmo, o Mestre enchendo a boca de Cíntia de porra e Fernando gozando na bunda de sua esposa, aos berros.

Após aquilo, revezamos os chuveiros da casa para nos limparmos. Fernando e Diana, seguindo-o obediente, se vestiram. Fernando entregou ao Mestre um maço de dinheiro, agradecendo pelo que lhe fizemos, e os dois foram embora. Dias depois, a campainha tocou. Olhei pela câmera do porteiro eletrônico e vi que era Diana, dessa vez sozinha. Abri a porta e ela, sem falar nada, entrou, tirou toda a roupa, pendurou num cabideiro que eu e Cíntia usamos para isso e foi para o centro de nossa sala, andando como nós, braços para a frente. Ainda estava em transe. Depois disso, o Mestre desceu e nos encontrou.

– Diga, escrava Diana, a quem você pertence.

– Eu pertenço ao Mestre.

– Conte como foi até hoje, para eu saber se meu plano deu certo.

– Sim, Mestre. Após chegarmos em casa, Fernando me comeu de novo. Por dois dias, eu o servi e ele comeu meu cu quantas vezes quis. Depois disso, o líquido que ele chupou dos peitos da escrava Júlia fez efeito, e ele passou a não mais querer sexo. Eu disse a ele que iria abandoná-lo para ficar com o Mestre e ele disse que aceitava. Quando eu estava saindo de casa, ele parecia não lembrar mais de mim.

– Perfeito – disse o Mestre – Seus seios fizeram um ótimo trabalho, Júlia.

– Mestre? Como assim?

– Eu te dei um pouco de meu poder aquele dia. Bastava que ele engolisse o líquido que seus seios absorveram e ele logo iria primeiro rejeitar qualquer forma de sexo, depois esquecer que teve uma esposa. E eu disse a Diana que, depois disso acontecer, ela seria minha escrava assim como vocês. Agora eu tenho três escravas! Venha, Cíntia!

Cíntia estava na cozinha lavando a louça. Abandonou a pia e veio para a sala. Nós nos perfilamos, em posição de sentido, com Diana entre eu e Cíntia.

– Digam para mim, o que vocês são e a quem vocês pertencem!

Em uníssono, respondemos:

– Somos escravas, e pertencemos ao Mestre!

E foi assim que a mulata Diana se juntou a uma morena (Cíntia) e a uma loira (eu) como escravas do Mestre, agora dono de três mulheres para servi-lo e satisfazer seus desejos. E ele ainda quer mais! Se você se interessou, faça como a Diana, venha ser você também escrava do Mestre! Garanto que vai gostar, assim como amamos servi-lo!

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