Comprando fiado acabei arrombado

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Sou filho único e não conheci meu pai. Minha mãe era empregada doméstica e dormia no emprego, SÓ indo pra casa nos fins de semana.
Quem tomava conta de mim era minha avó materna. Morávamos numa pequena casa , na periferia e quase todos os dias,depois q eu chegava do colegio,minha avó pedia pra eu ir até ao armazém do seu Nestor comprar no caderno, alguma mistura pro almoço . Eu, então com 7 anos, lourinho, bonito e experto ia correndo, sabendo q seu Nestor ,muito carinhoso comigo, ia me colocar no colo em frente ao baleiro e deixar eu pegar balas.
Claro q tudo aquilo tinha um preço, o velho safado; ficava de pau duro roçando na minha bundinha e com a mão dentro do meu short ficava bolinando meu cuzinho com o dedo, ao mesmo tempo me beijava o rosto e pescoço, recomendando q não contasse a ninguém sobre aquela nossa brincadeira.
Claro q nunca contei, pois além de não querer perder toda aquela guloseima , eu tbm gostava de sentir seu pau duro pulsando no meu reguinho e seu dedo salivado dentro do meu cuzinho.
Sempre q havia algum freguês no armazém, eu esperava impaciente q fosse embora, só então ele me mandava entrar, sentava no banquinho e eu me aninhava em seu colo.
Cada vez o velho ficava mais ousado, passou a me mostrar seu pau duro, me fazia pegar, punhetar e sentar em cima até melar minha bunda toda de gosma.
Não demorou, ele passou a me fazer chupar seu pau babado. No início eu sentia nojo, mas sempre q ele enchia minha boca de gala, me recompensava com um refri, chocolate e biscoito.
Teve um dia q chuvia muito, eu vinha do Colégio e entrei no armazém pra me proteger da chuva. A rua estava deserta e seu Nestor me levou pro depósito nos fundos onde me fez debruçar sobre dois sacos de cebola, arriou minha bermuda e caiu de língua no meu cuzinho.
Achei delicioso aquele linguao enorme,quente e áspero dentro do meu buraquinho, depois ele empurrou um, dois dedos. Senti o cu arder e abri as pernas pra facilitar, então seu Nestor cuspiu na pica pincelou na portinha do meu cu,e resfolegando murmurou no meu ouvido:
"Abre bem o cuzinho"
Mesmo sem saber direito, porquê, empinei a bundinha e abri a bunda com as mãos. Senti meu cuzinho sendo dilacerado, minhas preguinhas se rompendo com a penetração da cabeça.
"Aiii tio…hummm…tira , tá doendo"
O velho tarado parecia fora de si. Sem ligar pra minhas súplicas,ele fungava na minha nuca, roçando a barba no meu pescoço e me apertando com força, resmungava coisas desconexas,como:
"Iisssss…dlc de cuzin apertado…guenta mais um pouco, mozinho…já vou gozar"
Todo seu peso estava sobre meu corpinho, meu cu ardia muito, enquanto ele socava sem dó,mas a dor dilacerante havia passado. Mesmo choramingando guentei firme, o velho safado se satisfazer no meu cuzinho, afinal eu sabia q depois seria bem recompensado.
Não demorou e seu Nestor urrou se contorcendo todo.
"Toma leite no cu safadinho…Tô gozannddoooo!!!
Seu sacão estalava na minha bunda e logo ele pareceu desfalecer sobre mim. Logo seu pau escapulir de dentro do meu cu e aos peidos sai correndo pro banheiro; onde fiquei por longos minutos expelindo uma gosma Branca e sangue.
Mas tarde, enquanto a chuva ainda caia forte, seu Nestor,carinhosamente passou pomada na minha rosquinha recém arrombada e me preparou um belo lanche. Enquanto eu me fartava ele me acariciava , sempre me lembrando pra manter nosso segredo.
Depois de três dias, meu cuzinho já sarado,começou a coçar .
Cada vez q ia até ao armazem; o motivo principal não era mais as guloseimas,mas sim, a pica do coroa e gostoso q me viciou a chupar e tomar no cuzinho.
Até meus 10 anos,seu Nestor foi meu único macho, até q adoeceu,vendeu o armazém e foi morar com a filha.
Fiquei na saudade por pouco tempo, mas logo conheci o Ari,um 40tão negro q vivia de biscates no bairro, mas essa é outro historia, q contarei em outra oportunidade.
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