Amor e sexo em familia – Sexo no sofá

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Olá a todos, sou xxx18 e estou mais uma vez aqui para trazer a continuação da serie Amor e sexo em família. Gostaria de agradecer a todos pelo feedback que venho recebendo, e fazer um pedido, que deixem comentários do que estão achando dos contos, pois quanto mais comentários, mais incentivado eu fico a continuar. Agora vamos dar continuidade.

Continuando…

Já passara do meio dia quando chegamos a casa de praia, fomos recebidos por nossa tia Elena que estava no portão, que foi nos abraçando e dizendo:
– Que final de ano legal vamos ter, a família toda reunida.
Minha mãe pergunta sorrindo:
– Todos já chegaram?
– Sim, o Roberto chegou tem umas 2 horas. A Vitoria e eu chegamos ontem a noite. Só faltava vocês. Vamos entrando logo.
Vitoria era a minha tia mais nova, a preferia minha e da Alice. Ela tinha 31 anos, era bem mais nova que os outros e também era bem extrovertida e jovial, por isso se dava bem com os sobrinhos. Era solteira e sem filhos, dizia que não queria se amarrar por enquanto. Roberto era o meu único tio homem e o mais velho, tinha 44 anos, e tinha 4 filhos, Marcos de 14 anos, Gabriel de 9, Thais de 17 e Larissa de 12.
Ao entrarmos na casa já fomos logo cumprimentando nossa tia Vitoria:
– Oi tia, que saudades.
Então ela me abraça e diz:
– Nossa Ale, como você cresceu, ta tão bonito. Parece ontem que você era um pirralho magrelo. Agora ta um homem, ta gato. Deve estar dando trabalho para sua mãe.
Ai ela viu minha irmã, ambas se adoravam:
– Essa dai com certeza ta dando trabalho a mãe. Meu deus quanto tempo que não te vejo garota, você esta linda, ta com um corpão. Deve ter garotos todos os dias fazendo serenata na janela de vocês.
– Tia os garotos não fazem mais isso.
– Desculpa, eu que to velha.
Ai Alice a abraça bem forte e diz:
– Que nada tia, ta linda, não vai envelhecer nunca.
– Deus te ouça menina.
E então ambas gargalharam. Depois cumprimentamos todos os primos que estavam na sala. Enquanto Alice e minha mãe foram se alojar em seus quartos fui ao quintal onde meu tio Roberto e Fernando, marido da tia Elena, estavam começando a fazer churrasco. Eu então fui cumprimenta-los:
– Oi tio, tudo bom?
– Como vai Alexandre, ta crescido rapaz, deve ta pegando varias na escola né?
– Uma ou outra né tio. Muitas dão problema.
Ele gargalhou e concordou, depois ofereci ajuda:
– Vocês tão precisando de ajuda?
Ai Fernando diz:
– Pega a bandeja de carne que ta la na cozinha em cima da pia.
– Ta bom já volto.
Depois de pegar a carne, e ajuda-los um pouco fui ver onde dormiria. Fui até o quarto onde eu e meus dois primos dormiriam. A casa tinha 5 quartos, um para meu tio Roberto e a mulher Marta, um para Elena e o marido Fernando, um para minha mãe e a tia Vitoria, um para os garotos e outro para as garotas.
Quando passei pelo corredor encontrei Alice, e eu digo:
– Vai ficar difícil para agente.
– Calma Ale, é so uns dias.
– Ta bom amor, se você tiver feliz eu também estou.
Ela vem e me beija depois diz baixinho:
– Não vou te deixar na mão amor, só tenta se controlar. Talvez agente não consiga um lugar para transar mas eu não vou te largar. Calma.
Então ela volta a me beijar e quase que nossa mãe nos flagra, sorte que percebi alguém vindo a tempo.
– Em filhos, a noite eu vou sair com seus tios, só sua tia Vitoria vai ficar com vocês. Vai ter um forró e sua tia não gosta. Vocês vão ficar bem?
Ali pergunta reclamando:
– Por que não podemos ir?
– Por vários motivos: Tem os seus primos pequenos que não podem ir e eles vão ficar tristes se vocês todos forem.
– Isso so foi um motivo.
Minha mãe responde dando esporro:
– E por que sou sua mãe e disse que vocês vão ficar, ainda mais você mocinha, so tem 13 anos, já esta crescida mais nem tanto.
Depois tentando consolar ela abraça Alice e diz mais calma:
– Desculpa filha, eu sei que você já crescidinha e queria ir, mais vai ser um encontro de adultos, vocês não iam gostar. Eu prometo que outro dia agente vai.
– Ta bom mãe. Agente vai ficar bem.
Depois disso nos e todos os primos fomos a praia que ficava a uns 80-100 metros por uma trilha que saia do nosso quintal e descia um leve morrinho e chegava a areia. Chegamos la, fomos estendendo algumas toalhas na areia, então Alice tirou o short e a regata e minha prima mais velha Thais disse:
– Nossa Alice, que cinturinha, que vergonha to tão gorda, preciso fazer dieta.
Minha prima não era gorda, so não tinha a barriguinha de Alice, ela era mais cheinha, quadril largo, uma bunda grande com um pouquinho de celulite, e peitos um pouco maiores que os de Alice. E também ela não era tão bonita de rosto quanto Alice, tinha olhos escuros, e cabelo mais claro e curto que os da minha irmã. Minha irmã responde:
– Que gorda que nada, você esta gostosa isso sim.
– To cheia de celulite isso sim. Voce passa algum creme? Ta com a pele perfeita, a bunda lisinha.
– Passo creme toda noite, depois eu te dou o nome.
Na verdade muitas vezes eu é que passava nela.
Minha outra prima Larissa estava bem sem graça, pois tendo quase a mesma idade de Alice era bem mais magrinha, os peitos eram bem pequenos em comparação aos de Alice que apesar de não serem grandes demais, em seu corpo eram bem fartos até, enxiam mais que minha mão. A bunda de Larissa também não era grande e nem tão redondinha, mais até que seu rosto era bonito, mais bonito que o da irmã, era mais parecida com Ali, só que os olhos não eram grandes como os de Alice e seu cabelo também era maia claro. Ela e o irmão que era um tanto gordinho foram acompanhar nossa priminha de 6 anos até a agua, enquanto Alice e Thais conversavam a uns 3-4 metros deitadas na areia, elas não cochichavam muito, mais falavam em um tom maia baixo me ignorando da conversa. De repente eu escuto risos e Thais perguntando:
– E você Ali, já transou?
Escuto Ali dando um risinho mais não escuto muito bem sua resposta, parecia estar enrolando. Thais então diz algo que não escuto, so depois de um tempo percebo que esta falando de um namorado:
– A o cara era um idiota, se achava o máximo, so queria ser chupado, e nem chupava direito também, não gostava da coisa sabe. Larguei aquele imbecil mês passado.
Elas ficam conversando por um bom tempo até que eu e Alice resolvemos ir dar uma volta mais distante perto de umas pedras que ficavam a uns 100 metros maia longe. Quando saímos de vista já fomos nos beijando. Alice estava bem empolgada, até passava a mão no meu pau por cima do calção, enquanto eu agarrava sua bunda com força. Eu beijava seu pescoço, que eu adorava, e sei que ela se excitava bastante quando beijava seu corpo. Então ela diz ofegante:
– Calma amor, pode chegar alguém aqui, algum vizinho de praia.
– A Alice, não vai vim ninguém não.
– Chega Alexandre, eu também to com vontade mas não vamos correr o risco.
Fomos de volta para casa logo depois, já estava escurecendo. Quando chegamos, minha mãe e tios já estavam saindo. Então minha tia Vitoria encomendou pizza para todos nos. Comemos e fomos assistir filme na sala, um de terror. Apagamos as luzes, e todos estavam deitados, a maioria com roupas de dormir já. Tinha 2 sofás, um estava com minhas 2 primas mais novas, minha tia e os outros estavam deitados no chão com um monte de cobertas, e eu e Ali estávamos no sofá mais atrás dividindo uma coberta. Alice estava com uma camisa minha que eu emprestei e de shortinho de pijama, e eu estava deitado atrás dela sem camisa e com um calção de dormir.
Durante o filme a criançada se assustava eventualmente com o som da tv que estava alto. Até Alice que era um pouco medrosa se assustava as vezes. Eu confesso que nem estava prestando muita atenção no filme, estava mais era curtindo Alice. Eu passava a mão por seu corpo, fazia carinho nela, em seu cabelo. Ela tinha acabado de tomar banho, estava cheirosa, e eu adorava cheirar seu pescoço e cabelos, aquele perfume de garota. Eu estava encoxando ela mas não estava de pau duro, apenas sentia seu corpo, estávamos bem coladinhos. Até que teve uma cena de sexo no filme, não era grande coisa, mas me fez lembrar de sexo, e eu comecei a lembrar da gente transando.
Fazia dias que eu não gozava, então fui ficando excitado rapidamente e Alice percebeu. Aos poucos fui aumentando minhas caricias enquanto meu pau estava no meio de sua bunda, roçando em sua boceta. Alice começou a ficar excitada, pois sua respiração aumentou, então fui enfiando minha mão por baixo de sua camisa, ela estava sem sutiã oque facilitou eu acariciar seus seios. Eu adorava aquilo, seus peitos eram macios, e seus mamilos estavam durinhos na palma da minha mão. Ela começou a rebolar no meu pau, enquanto eu dava beijinhos em sua nuca fazendo ela se arrepiar toda. Meu pau estava uma tora de duro enfiado na sua bunda, e ela apertava sua bunda com força e rebolava, e ofegava. Até que uma hora ela coloca o braço para trás e enfia em meu calção agarrando meu pau. Ela apenas segurava e as vezes dava uma leve punhetada. Eu vou e retribuo o carinho, e enfio a mão pela frente em sua boceta, ela estava sem calcinha oque facilitou. Nossa como ela estava molhada, poucas vezes ela ficara assim, estava melada, era espeço. Isso só fez aumentar minha excitação, meu pau já estava latejando na mão de Alice, chegava a doer a cabeça de tão duro que estava.
Ficamos assim por uns 2 minutos até que Alice tira a mão do meu calção, não entendi o porque. Depois de alguns segundos ela por baixo da coberta abaixa um pouco o shortinho até a metade da coxa e me da um toque com a mão no quadril, eu entendi o recado. Tirei meu pau para fora e fui enfiando devagarinho em sua boceta que estava encharcada. Meu pau deslizou fácil até o fundo e la segurei. Nossa que sensação deliciosa, sua boceta estava quente e meu pau pulsava, estava mais grosso que o costume. Devagarinho eu ia me movimentando, era quase impossível alguém perceber devido a coberta, ainda mais que estávamos no fundo e todos estavam de costas para nos. Alice ofegava, e eu também, suspirava na nuca dela, minha respiração a arrepiava, eu sentia sua pele enquanto acariciava sua barriga e peitos. Alice estava com a mão direita no meio das pernas se masturbando com meu pau dentro dela. Eu quase não metia, era muito devagar, Alice ajudava um pouco rebolando.
Os movimentos de sua siririca aumentavam, enquanto eu me movia agora um pouco mais rápido também. Alice deixou escapar um gemidinho, eu rapidamente tampei sua boca com a mão e sussurrei em seu ouvido:
– Pode morder minha mão, mais não geme por favor.
A garota obedeceu, cravou os dentes na minha mão, doeu um pouco, maia o tesão era maior, muito maior. Toda aquela situação era muito excitante, estávamos fodendo na sala com todos presentes.
Fui aumentando a velocidade, já estava em um ritmo constante e Alice ofegava, mordendo minha mão de prazer. Ela estava muito excitada, muito lubrificada, meu pau deslizava com facilidade. Que delicia é foder uma bocetinha daquelas, apertada, quente e extremamente molhada. Aquilo estava muito bom, a cada enfiada que eu dava, o prazer aumentava e Alice se contorcia. Eu sussurro em seu ouvido:
– Meu deus Alice, como eu te amo. Te amo muito meu amor.
Sei que ela diria o mesmo se eu não estivesse tampando sua boca. Alguns segundo depois Ali solta uns gemidinhos abafados por minha mão e ela morde minha mão com mais força me deixando louco de tesão, meu pau explodia de duro dentro dela. Até que ela se contorce e se arrepia toda, e sua boceta aperta meu pau, e fica ainda mais molhada. Sei que ela gozou, seu gozo chegou a escorrer um pouco por meu pau. Eu já não aguentava mais segurar e anunciei:
– Vou gozar amor.
Eu já não estava com a mão em sua boca e ela sussurra aproveitando o barulho alto da tv:
– Goza dentro mesmo.
Eu empurro com força até o fundo enquanto ela empurra a bunda para trás e com a mão puxa meu quadril para ela. Meu pau ganha vida dentro dela, aqueles famosos espasmamos do orgasmo vem e meu pau pulsa e se remexe dentro da boceta dela. Então eu ejaculo, vários jatos de porra grossa vão direto para seu útero, inundando sua boceta. Eu com a mão em sua barriga, apertava seu corpo contra o meu enquanto suspirava forte em sua nuca. O orgasmo me cansou, foi muito intenso, a dias que eu não gozava. Fico assim por mais de um minuto e vou deixando meu pau amolecer dentro dela, depois tiro devagar e ajeito minha cueca. Alice faz o mesmo, puxa seu shortinho para cima. Ela se vira de barriga para cima, e me olha sorrindo, seu sorriso dizia: Fizemos travessuras. Eu olho para os outros na sala e vejo se ninguém esta olhando, então dou um beijo rápido, uma rápida chupada de língua e lábios, e então ela diz baixinho:
– Te amo.
E eu sorrio e digo também:
– Eu também te amo.
Depois de alguns segundo Alice anuncia:
– Gente vou fazer pipoca.
E todos comemoram. Quando Ali se levantou minha tia perguntou:
– Nossa menina, você ta vermelha.
Minha irmã sem graça responde:
– Me assusto fácil com filme de terror, deve ser isso.
Nem desconfiavam que ela tinha acabado de gozar no meu pau. Então minha tia diz:
– Trás refrigerante também.
Depois disso tudo comemos pipoca e assistimos o filme, eu e ela estávamos felizes. Durante todo o resto do filme, meu saco estava aliviado e vazio, e Alice estava com a boceta cheia com minha porra, e ninguém desconfiava de nada.
Quando o filme acabou, os mais novos dormiram e os maia velhos ficaram vendo tv, todos iam dormir ali mesmo. Minha irmã então diz a minha tia:
– Vou tomar outro banho, esta quente.
Não estava tão quente assim, mais ela realmente estava toda suada devido ao sexo, e imagino que estava toda melada de porra e queria se lavar. Thais então diz:
– Que menina fogosa essa. Por que não fica sem coberta se estava quente?
– Só deu calor agora.
Eu então anuncio:
– Vou tomar um banho também, não tomei hoje mais cedo.
Minha tia diz:
– Ta bom, quando voltarem tragam cerveja.
Eu e Alice corremos e fomos para o ultimo banheiro juntos, nos despimos e entramos no chuveiro juntos. Eu digo enquanto a abraço:
– Gostou de ser fodida em silencio?
Ela ri e mexe a cabeça em afirmação depois diz:
– Nossa eu estava com muito tesão, estava precisando disso.
– Eu percebi, sua boceta estava melada.
– Pois é. Ficou maia melada ainda depois, você me encheu toda. Tava muitos dias sem gozar?
– Sim.
– Por que você não bateu uma? Não dizem que dói quando vocês não gozam por muito tempo? Depois você ia acordar todo melado de manha e eu ia ter que lavar escondido.
– É que eu não gosto de fazer sozinho. Guardo para você.
Ela me abraça e diz:
– Desculpa amor, é que não tivemos muito tempo esses dias. Desculpa.
Ela pega na minha mão e olha a marca de mordida.
– Doeu?
– Não foi nada. O tesão era maior.
Ela me olha com carinha de safada e ri, então nos beijamos e eu passeio com minhas mãos por seu corpo. Meu pau logo estava de pé cutucando suas coxas, então ela diz:
– Meu deus garoto que fogo você ta hoje.
– É que você é muito gostosa, já te disse isso?
Ela ri e diz:
– Todo dia.
Eu a encosto na parede e lambo seus mamilos enquanto ela punheta meu pau. Então eu agacho e faço ela colocar uma perna sobre meu ombro e então chupo sua boceta e ela geme. Minha língua fodia ela, eu já estava sabendo mais, sabia oque dava prazer a ela. Ela apertava meus cabelos molhados. Ela gemia cada vez mais, graças ao chuveiro o som era abafado. Então ela diz me puxando para cima e se virando de costas:
– A vai, me fode logo, vai com força que não temos muito tempo, vão desconfiar.
Ela chamou para a foda e eu não podia negar. Enfiei meu pau que entro fácil devido a lubrificação e a agua. Começo a bombar com certa velocidade enquanto a aperto contra a parede. Ela geme bastante e então eu soco com força e velocidade até que percebo que estou machucando ela contra a parede, ela diz:
– Ai calma amor, ta me machucando, eu sei que disse para ir com força mais espera.
– Desculpa Ali.
Ela afasta um pouco a bunda da parede empinando mais ficando mais fácil para mim. Ai eu volto a meter com força, o som do meu corpo batendo em sua bunda era alto. Ela gemia bastante:
– Isso amor soca forte aah, aah, vai fode, fode aah.
Mais alguns segundo ela geme alto e goza, eu acompanho, tiro meu pau e gozo em sua bunda e costas. Logo eu lavo a porra e nos lavamos um ao outro nos acariciando e dizendo:
– Eu te amo.
Terminamos o banho rápido, não chegou a durar 20 minutos ao todo, ninguém desconfiaria. Saímos e voltamos para a sala, levando a cerveja para nossa tia. Ela diz:
– Olha as crianças já estão dormindo, eu vou deixar vocês tomarem uma também, mas só uma, e não contem ao seus pais.
Alice e Thais dizem:
– Valeu tia, te amamos muito.
Larissa foi a única a recusar, então eu, Alice, Thais e Marcos bebemos uma latinha cada. Ficamos batendo papo até tarde, depois garramos todos no sono. Mas antes de dormir eu e Ali dizemos um para o outro:
– Te amo meu amor, durma bem.
Eu e Alice dormimos no mesmo sofá onde transamos algumas horas antes, juntinhos e abraçados.
Continua…

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