Tudo começa em uma bela amizade!

Há 1 ano 4 ★ 0.00

A historia que vou contar para vocês hoje, é a historia da minha primeira experiência sexual com um homem. Meu nome é André, tenho 19 anos e o que hoje irei lhes contar aconteceu recentemente.
Tudo começou quando minha então atual namorada terminou comigo, e terminou sem dar maiores motivos; depois eu descobri que ela estava ficando com um amigo meu, não vou negar que fiquei chateado mas, resolvi seguir a vida e esquecer ela.
Comecei a sair com outras pessoas, conheci novas meninas, e dois meses após de eu solteiro, eu conheci Patrick, o conheci em uma festa, ele é amigo de alguns amigos meus, e nós dois logo nos tornamos bons amigos, temos inúmeras coisas em comum, gostamos de rock, nosso pensamento político é o mesmo, temos o mesmo time de futebol e por falar em futebol, nós dois começamos a frequentar jogos do nosso time juntos, impressionante como logo nós dois tornamos bons amigos.
E justamente após um jogo do nosso time, Patrick e eu fomos para um barzinho, começamos a beber e depois de algumas caipirinhas e cervejas, Patrick perguntou:
– André, posso fazer-te uma pergunta?
– Quantas você quiser! – Respondi eu a ele.
– Então, me diz uma coisa; você ja ficou com caras?
– Não! Nunca, por que essa pergunta?
– Por nada, curiosidade!
Eu estranhei aquela pergunta, mas pensei que se tratasse de uma pessoa que bebeu e resolveu fazer uma pergunta sem noção, então relevei. Continuamos bebendo e depois que já estávamos um pouco bêbados, ele chamou um Uber, a gente foi para a casa dele, ao chegar lá, ele falou:
– Vamos subir, a gente bebe um uisquezinho bom que eu tenho guardado!
Eu e ele subimos para o apartamento dele, bebemos o tal uísque que ele citou e então ficamos bem mais bêbados do que já estávamos, depois de quase tomarmos meia garrafa de uísque, Patrick perguntou:
– Cara, você disse lá do bar que nunca ficou com um homem, mas não tem curiosidade?
Eu me zanguei com aquela pergunta e disse:
– Na boa Patrick, por que você está me fazendo essas perguntas?
Ele olhou em meus olhos e respondeu:
– Cara; eu não sei se você sabe mas, fico com homens, gosto de ficar com homens. Te acho um bonito, por isso estou te perguntando.
Eu já estava suspeitando daquelas perguntas, mas, estranhei, pois já havia visto Patrick com mulheres, então disse:
– Olha cara, na boa; eu não sabia que você era gay, mas eu não sou…
– Mas André, eu não sou gay. Gosto de mulheres e de homens, quanto mais variedade, melhor.
Eu não estava gostando deste papo, então disse:
– Hum… Bom para você, mas eu gosto só de mulher; e ponto final!
– Ok, não vou te perturbar mais. Mas vou dizer só uma coisa. Como você pode dizer que só gosta de mulheres se, nunca ficou com homens?!
Depois disso Patrick não falou mais nada, a gente parou de beber, ele foi dormir no quarto dele e eu dormi no sofá da sala dele como já fizemos outras vezes, mas por fim eu nem consegui dormir, eu estava intensamente irritado com aquelas perguntas e insinuações de Patrick. Quando era 05:30 da manhã, o sol ainda estava para nascer, e eu logo me levantei e fui embora, não estava afim de ver Patrick, estava afim de evitar aquele papo.
Nos dias que se seguiram eu fiz de tudo para evitar o Patrick, e consegui… Nas festas que ele ia eu não ia, evitei trocar mensagens com ele, enfim, eu estava realmente chateado mas, não vou negar, eu estava pensando em uma coisa que ele falou: “Como você pode dizer que só gosta de mulheres se, nunca ficou com homens?!” aquela era uma boa pergunta, mas eu sabia que era hetero, mas mesmo assim, eu estava um pouco confuso, então procurei coisas na internet, debates, fóruns, blogs, eu não sabia porque aquilo tinha me abalado tanto, mas abalou, mas mesmo assim eu disse a mim mesmo “Sou hetero, gosto de xota, e ponto final ”.
Então nesses dias eu sai muito com amigos, peguei muitas garotas, ja nem lembrava da minha ex, mas, mesmo pegando várias mulheres e coisas do tipo, algo estava me faltando, melhor, alguém estava me faltando, e eu sabia quem era, era Patrick!
Eu estava com saudades dele, nada mais normal, em poucos meses ele se tornou um dos meus melhores amigos, como virar a cara assim para um amigo?! Mas além de sentir saudades de Patrick, eu estava sentido saudades dos abraços dele, da voz dele, das piadas dele. Então resolvi mandar uma msg para ele, a gente conversou e marcou de se encontrar em uma praça perto do apartamento dele.
Eu cheguei na praça e ele ainda não havia chegado, eu o esperei mas logo dez minutos depois ele apareceu. Eu o abracei, voltei a sentir o cheiro dele, como eu estava com saudades daquilo, então eu disse a ele:
– Saudades de você!
– Saudades? Por que assim quis.
– Eu sei, tenho estado em falta com você.
Ele então sorriu ironicamente e disse:
– Tem estado em falta comigo só porque fiz umas perguntas!
Eu nem sabia o que falar, abaixei minha cabeça e disse:
– Foi mal Patrick, espero que me desculpe!
– Claro que eu te desculpo André. Mas porra cara, a gente é amigo, se eu te acho bonito e sou afim de você, isso é o menos importante. Se tu é hetero e só sente atração por mulheres e tem certeza disso, era só dizer… Não precisava se afastar de mim, caralho. Eu gosto da tua amizade, acima de tudo, ou você acha o quê? Que um dia eu vou te agarrar a força e te obrigar a transar comigo?
Eu estava bem envergonhado, me sentia um idiota. Então eu disse:
– Foi mal amigo, isso não voltará a acontecer.
Eu e ele então ficamos de boa, começamos a conversar muito, e depois de muita conversa, eu resolvi a ser sincero com ele e disse:
– Patrick, posso te dizer uma coisa?
– Pode!
– Esses dias eu estava sentindo muitas saudades de você.
– Eu também!
– Não, eu estava com saudades mesmo. Sei lá, como se fossemos mais que amigos.
– Nossa, por essa não esperava!
Eu e ele conversamos outras coisas que não lembro, depois eu e ele fomos ate o prédio dele, eu ia deixar ele só na portaria mas ele insistiu para eu entrar e eu entrei. Fomos para o quatro dele, ele pegou aquela garrafa de uísque que deixamos pela metade, então bebemos tudo, falamos algumas bobagens, então sem eu perceber Patrick se aproximou de mim, quando vi, o rosto dele estava a mais ou menos 10 centímetros do meu, eu fiquei nervoso, ele parecia estar também mas, ele me beijou, e eu não ofereci resistência, o beijei e foi bom, o beijo dele era quentinho, molhadinho… Nós dois ficamos nos beijando por alguns segundos, depois deste beijo, eu me levantei e disse:
– Patrick, eu acho que vou embora.
Eu não queria ir embora, mas eu estava com medo, com vergonha. Mas Patrick pegou-me pela mão e disse:
– Vai por quê? Está tão gostoso. Fica…
– Patrick, eu já disse. Não sou gay.
Patrick então sorriu, colocou uma das mão em meu rosto e disse:
– André, esquece essa coisa de gay, homo, hetero… Pare de se estereotipar e de estereotipar o mundo. Você não precisa ser gay para transar comigo, para com isso, você só precisa querer, e eu estou vendo nos teus olhos inseguros que você quer.
Patrick me beijou novamente, eu pensei em resistir novamente. Mas decidi que isso seria inútil, eu queria aquilo, então me entreguei.

Patrick então voltou a me beijar, suas mãos passavam pelo meu corpo, aquilo era meio estranho para mim, mas eu estava gostando. Então ele tirou minha blusa, começou a beijar meu pescoço, meu peito, meu abdômen; então ele ficou de joelhos, abaixou minha calça e minha cueca, depois, começou a chupar meu pau, eu gostei muito, ele chupava melhor que a maioria das mulheres, ele sabia como me excitar, chupava meu pau, engolia ele todo ao mesmo tempo que brincava com minhas bolas, aquilo estava muito bom. Depois de me chupar, ele ficou de pé, me pegou pela mão, me levou até perto da cama, ele pegou uma camisinha na cômoda, colocou no meu pau com a boca, depois ele me beijou e sussurrou no meu ouvido “relaxa André, só faz o que você costuma fazer, sei que tu vai gostar” então ele me puxou pela mão para atrás dele, ele se debruçou sobre a cama de costas para mim, eu estava muito nervoso, mas olhando para a bundinha dele, para o cuzinho dele, eu sabia muito bem o que fazer. Então enfiei meu pau no cu dele, eu já havia comido algumas bundinhas de meninas mas logo na primeira bomba da eu percebi que com ele seria diferente, eu comecei a meter bem devagarinho, não queria fazer nada errado, não queria machuca-lo, mas Patrick se levantou e disse no meu ouvido:
– Mete com força porra, come me cu com gosto.
Eu então atendi o que ele pediu, comecei a meter bem mais forte, fui aumentando o ritmo com o passar do tempo. Meti com tanta força, e foi tanta a minha tensão que logo eu gozei, por sinal foi um orgasmo maravilhoso, eu não costumava gozar tão rápido, mas acho que o nervosismo me desestabilizou. Mas não acabou ali, eu estava mergulhado naquele êxtase, estava gostando, e queria sentir o pau dele em mim.
Depois que eu gozei, ele perguntou:
– E ai, quer continuar?
– Obvio!
Eu me ajoelhei, estava tomado pelo tesão e então comecei a chupar o pau dele, eu não sei o que estava acontecendo comigo, mas eu queria me divertir, enlouquecer. Comecei a chupar o pau dele, eu nem sabia como chupar, só fingi que estava chupando um picolé, e o pré gozo dele era bem gostoso, só serviu para me excitar mais ainda. Quando o pau dele estava pulsando muito na minha boca, Patrick disse:
– Vai deixar eu comer o teu cuzinho?
Eu estava com medo, mas queria viver aquilo, eu gostava de Patrick e queria dar meu cu para ele, então respondi:
– Sim, ele é teu!
Então eu me levantei, Patrick me colocou de quatro na cama, ele colocou uma camisinha no pau dele, mandou eu abrir minha bunda, eu fiz tudo o que ele mandou, então ele enfiou o pau no meu cu, no início doeu muito, tanto que eu gritei de dores, Patrick bombou bem devagar no inicio, mas com o tempo eu comecei a gostar, então pedi para ele meter mais forte, ele começou a meter com mais força, e começou a ficar muito bom, a pica dele arregaçando meu cu com força era muito bom, era uma ardência estranha porém, boa. Tão boa que meu pau ficou duro novamente com eu dando o cu para ele, então ele disse:
– Vem cavalgar na minha pica.
Ele então tirou o pau do meu cu, deitou-se na cama e eu me deitei de frente para ele, comecei a sentar no pau dele, eu cavalgava de forma rápida e o pau dele se atolava no meu cu, eu estava com tanto tesão que enquanto eu cavalgava, eu tocava uma punheta no meu pau, não demorou muito e eu gozei, por sinal, este segundo orgasmo foi melhor que o primeiro e como estava sem camisinha, minha porra espirrou pelo peitoral de Patrick, chegou até o rosto dele, a gente começou a rir deste acontecimento. Eu continuei cavalgando até que foi a vez de Patrick gozar. Ele então perguntou:
– Quer leitinho onde?
Eu estava tão safado que disse:
– Dá no meu rosto. Dá leitinho na minha cara!
Eu então sai de cima do pau dele, me ajoelhei na cama, Patrick ficou de pé, passou a mão nos meus cabelos, se masturbou e logo gozou na minha cara, encheu meu rosto de porra, uma porra bem quentinha. Eu lambi e suguei um pouco para provar, engoli… Depois disso eu e ele fomos para o banho, banho ede com muitos beijos, depois voltamos para a cama, conversamos um pouco e dormimos juntinhos.

Essa foi minha primeira experiência homossexual, hoje eu e Patrick ainda somos só amigos, mas de vez enquanto a gente vê uns filmes pornô gays juntos, masturbamos um o outro e depois fodemos, sempre tudo no sigilo.
Espero que tenham gostado!

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4 Comentários

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  1. Boy Litoral

    show, ja fodi varios amigos heteros, sou só Bi Ativo

  2. Feli

    Nossa maravilhoso quero ver vocês me comem junto

  3. Gostoso João

    Gostar do seu conto é pra poucos… Eu AMEI ❤️ Amei tanto que bati aquela punheta bem gostosa aqui. Eu sou Bissexual, gosto dos dois sexos, infelizmente eu ainda nunca tive nenhuma experiência sexual com homens; mais tenho muita vontade de ter. Li seu conto e praticamente me coloquei no seu lugar de comer o seu amigo Patrick e depois o mesmo me comer de volta. Seu conto foi particularmente um dos melhores que já li aqui, foi muito bem escrito, bem resumido, sem erros ortográficos. Amei mesmo, se tiver mais aventuras suas com Patrick conte para nós. Você completou 19 anos esse ano? Ou vai fazer 20 anos esse ano? E qual é a idade do Patrick? Parabéns mais uma vez pelo conto.

    • Klausz

      Concordo 100% com o João!