Meu primeiro cuzinho, que saudades… (Parte 4)

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Depois que tirei o caralho de dentro do Serginho, eu estava leve, parecia que flutuava, nunca tinha gozado tanto, nem nas minhas punhetas mais quentes. Quando fui voltando ao normal, olhei para o rosto do meu moleque e vi que ele estava assustado e com cara de choro, foi ai que vi que no meu tesão desesperado, eu nem pensei que podia tê-lo machucado.
Ele começou a chorar, tinha toda razão de estar assustado, por outro lado, percebi que ele também tinha gozado no lençol embaixo dele. Não sabia o que dizer para acalma-lo e comecei a ficar com medo de ter estragado algo bom que estava começando. Falei para ele: me desculpe, eu forcei muito né? Ele: Você enfiou tudo e tá ardendo e meu peito ta doendo, você chupou muito e mordeu. Fiquei desesperado e disse para ele tomar um banho que iria melhorar e ensaboar bem o cuzinho o cuzinho dele e vestir uma roupa. Dei um beijo nele, completamente assustado com o que poderia acontecer dali em diante e, disse que iria embora mas para ele manter segredo. Depois daquele dia, fiquei um bom tempo sem vê-lo e evitava a todo custo encontrar com a mãe ou o irmão caçula dele, achava que ele poderia ter falado. E essa distância só me deixava mais louco para fode-lo de novo, e tinha que me contentar com as lembranças dele e gozar muito na cueca que tinha dele comigo.
Passaram-se umas duas semanas quando eu estava de costa e sinto uma mão no meu ombro, me perguntando: Oi Paulinho, tudo bem como você, o que aconteceu com meu filho Serginho? Eu fiquei congelado, sem reação, não sabia se corria, desmaiava, chorava, em completo desespero, foi quando ela falou: ele te fez alguma coisa, porque você não apareceu mais lá em casa para ficar com ele? Ele comentou comigo, que você não estava mais indo lá e estava evitando ele, tem algum problema? Nossa, senti um alívio tão grande que quase dei um beijo nela. Eu disse a ela que estava ajudando em casa esses dias e que estava sem tempo pois também tinha trabalho de escola. Ela disse: não some não, ele gosta de você e tem estado quieto demais. Falei para ela que assim que desse eu daria uma passada para vê-lo.
Os dias passaram e eu não criava coragem de ir vê-lo mesmo quando pensava nele e ficava com o pau estourando dentro da cueca e tinha que bater uma punheta para remediar. Um dia eu estava na cozinha quando me disseram em casa: o Serginho está te procurando ai fora, o que será que ele quer? Quase tive um troço e expliquei que a mãe dele tinha pedido para eu ajuda-lo em algumas lições quando eu pudesse e sai para vê-lo. Quando o vi lá fora, fui saindo e ele me acompanhando para o canto na entrada do porão da rua.
Ele disse: Você na foi mais lá em casa? Eu: é que achei que você não queria que eu fosse mais depois daquela última vez. Ele não falou nada sobre o que aconteceu e me disse: hoje não tenho aula e pedi para minha mãe para ir ao clube mas ela disse que sozinho não, só seu eu te chamasse para ir comigo, você vai? Eu: claro que vou, mas você vai fazer o que lá, na semana não tem nada lá. Ele: só quero passear mesmo. Tá bom, vou calçar meu kichute e vamos. Avisei minha mãe que tinha um trabalho de escola e iria sair mais que era na biblioteca próxima e eu não ia demorar. Chegando ao clube, como eu havia falado para ele, o clube estava deserto, somente algumas pessoas afastadas correndo ou alguns moleques jogando bola. Mas era legal porque tinha muitas árvores e bastante lugar para andar. Paramos um pouco e sentamos na grama afastado da vista dos outros, ele estava de calção e eu também. Procurei ficar na minha, mesmo não estando mais me aguentando e louco para pedir para ele fazer uma gulosa, como chamávamos, mas fiquei quieto esperando o que iria acontecer. Percebi que ele estava cada vez mais colado em mim, nossas pernas já estavam grudadas e vi pela expressão dele que ele só estava esperando eu fazer alguma coisa ou falar para ele fazer. Então ele colocou a mão no meu joelho e eu não aguentei, olhei para os lados para ver se não tinha ninguém olhando e coloquei a mão dele em cima do meu pau, o garoto já estava viciado assim como eu.
Ele começou apertar o meu pau e eu já desesperado para fode-lo de alguma maneira antes de acabar gozando no calção. Chamei-o para irmos atrás do banheiro da quadra de futebol pois lá o mato era alto e ninguém iria ver. Chegando lá, já tirei a rola para fora e ele nem perguntou nada para mim e começo a mamar e eu aproveite e cuspi saliva no meu dedo e enfiei dentro do calção dele acertando a entrada do cuzinho. Falei para ele que queria botar o termômetro nele de novo, mas ele já nem ligava para isso, estava totalmente dominado pelo tesão, assim como eu. Ele disse que ali não, pois iria doer sem manteiga, eu disse para ele que eu iria cuspir muito que não iria doer, e se doesse ele me avisasse que eu iria parar dessa vez. Meu moleque já estava de pau duro e pedi para ele colocar para fora e comecei a bater uma punheta também para ele. Levantei a camisa dele, e passei a língua nos bicos das tetinhas dele, e vi que ficaram duras e comecei a morder uma delas bem devagarzinho para não machucar ou assustar meu moleque. Pedi para ele ficar de quatro e baixar o calção que eu ria colocar a pomba nele bem devagarzinho enquanto batia uma punheta nele. Olha, quando vi aquele cuzinho se abrir, e agora faltando algumas pregas, confesso que não estava mais nem preocupado se iria ou não aparecer alguém, cuspi no cu dele e na minha pica e comecei a enfiar devagar, no começo o cu teve alguma resistência mas conforme fui colocando devagar, ele foi engolindo a rola e eu punhetando meu garoto.
Que sensação maravilhosa, como esquecer mesmo com tantos anos depois, parei de bater punheta nele e segurei nas ancas dele com as duas mãos e comecei acelerar os movimentos, que coisa mais deliciosa, inexplicável. Perguntei se ele queria que eu parasse mas ele disse que podia continuar e eu disse que ia encher o cu dele de leite, ele só respondeu: tá bom, eu deixo…
Enlouqueci quando ele disse isso e comecei a botar aquele cu rosa que havia me deixado apaixonado, quando não estava aguentando mais, falei: o leite quente ta vindo, você quer dentro do cu ou na sua boca? Ele disse que queria na boca, senão ia vazar na roupa e os outros iam perceber e ele iria ficar com vergonha. Atendi o pedido do meu moleque e quando não estava aguentando mais, mandei ele abrir a boca e gozei jatos e jatos de porra quente, tremendo e me contorcendo muito de tesão, estava com muita saudades daquele cu delicioso que me dava tanto prazer. Foi jato de porra nos olhos, cabelo, nariz, uma verdadeira lambança. Falei para ele engolir tudo para ficar forte e macho, e ele não deixou escapar uma gota sequer e quando olhei no chão, o capim estava gozado com a porra ralinha dele, ele tinha gozado sem tocar no pau, estávamos estarrecidos de tanto tesão.

Se gostarem continua.

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