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Meu Pai Militar, fêmea dele e da Família toda, ele quis assim. – Parte 30

4874 palavras | 8 |5.00
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Ficamos deitadinhos, Junior me falando das coisas que ele via na Net, depois me disse, bundinha prá cima, ora de semear essa raba gostosa tua maninho, virei de bruços, a madrugada já ia adiantada quando Ele adentrou em mim para me adubar com seu esperma jovem que ia se encontrar com o do nosso Pai lá dentro de mim, entrou suave mas firme, não houve paradinhas, empurrou tudo até eu sentir seu saco em meu bumbum, eu alisava os braços dele, seus cabelos crespos e loiros, ele apertava minhas nádegas pro membro dele sentir minhas carnes lá dentro melhor me parecia, eu esqueci de todos meus Machos naquela hora, meu irmão era magro mas forte e musculoso, me completava por inteiro, sentir.suas carnes, nervos e músculos se satisfazendo todo em mim me mostrava quem eu era, sua caçulinha e fêmea, que tava ali somente para receber os conhecimentos do Mano mais velho e experiente, ele socava gemendo e eu já gritava, ai meu Júnior, Silvia Aurélia é toda sua, quero sofrer, quero te dar todo o prazer do mundo meu Macho
Era bom ser do meu Mano lindo, eu olhava prá ele saciado ao meu lado, pensava nas meninas lá do colégio que viviam atrás dele prá ganhar uns beijos enquanto eu ali tinha tudo dele, ele foi lá fora depois pegar um lanche pra nós, comemos, dormimos, acordamos e a farra continuou.
Eram umas 11.30 da manhã, eu tava mamando minha delícia, nosso Pai bateu na porta, bora prá casa, farra acabou e eu vou pro batalhão de tarde ainda, da cama Júnior gritou, já já saímos Pai, tou passando minhas últimas gotas de conhecimento pro caçulinha, eram as últimas gotas mesmo, o saco dele tava murcho de tanto leite me oferecido mas eu caprichei na última mamada, leitão pulou em minha boca docinho e delicioso.
Fomos prá casa, o pai de Raulzito, meu Nono Macho ia buscá-lo à tardinha, mamãe ficou alegre ao nos ver lógico depois de três dias, comidas deliciosas nos aguardavam, o Capitão comeu rapidamente, colocou o fardão e foi para o Quartel, fui até o portão vê-lo sair, juízo hen me disse, vá para nosso quarto e fique lá, Júnior faz companhia à Raulzito, obedeci lógico e não fiz nenhum sacrifício, tava morto de sono, em três dias tinha recebido os conhecimentos de 4 Machos, era muita experiência dentro de mim, deitei e antes de dormir fiquei pensando nele, o Sr Roman, aquela grande e grossa sabedoria havia me marcado fundo, bem fundo, ia adorar se um dia pudesse honrá-lo de novo em meio aquele contingente de filhos, netos, bisnetos e tataranetos lindos, o Sr Benito então, nem me fale,i lindo de viver aquele bisneto do Chefe da Tribo dos Dantas.
Dormi gostoso, Silvia Aurélia estava morta, não vi Tio Raul chegar nem quando foi embora, acordei com Papai me chamando enquanto tirava a farda e colocava um schortão, levanta criança, hora do jantar, depois vc dorme de novo, sei que teu fds foi puxado demais, satisfazer Dom Roman e depois um virgem e teu Mano foi uma árdua missão mas parabéns minha esposinha, à cumpriste com louvor, amanhã descansarás depois das aulas, vou deixar Tio Bóris na geladeira esta semana, Quarta teu Avô te pega após as aulas, aliás, Tio Ramon e Ruan chegam na Quarta, vão ficar no próprio AP deles em Copacabana mas darei um jeito de se quererem ser honrados, que seja na Chácara, é lá o lugar certo para vc honrar nossa Família, Elvis o Demônio chega na Sexta-feira 13 falou rindo, é bom, estará bem descansado para a missão do dia 25, tua anulação deve e tem que ser feita com precisão, zelo e muita calma.
Fomos prá cozinha, Júnior com a cara sem vergonha de sempre na mesa, tinha inhoque e carne assada, comi com gosto mas pensando no que ia acontecer logo após a Festa de Santa Sara, dia ia chegando, ia me dando medo do que ia me acontecer, Júnior vivia me amedrontando, me mostrou até um vídeo dum porquinho sendo capado e berrando, olha Maninho, tu vai gritar igualzinho ele em breve, aí, chega me dava calafrios pensar em mim nas mãos do meu Sétimo Macho, Sr Elvis e seu Sogro Dom Pablo, meu Sexto Macho tb.
Acabamos de jantar, o Capitão foi lá pra fora com Júnior, eu ajudei minha Mamãe na cozinha, depois tomei banho, minha mamãe foi deitar, fui lá fora dar boa noite ao meu Pai e Júnior, o Capitão estava tomando um whisky com Júnior, tá cedo ainda me disse, senta aqui com a gente, faça companhia prá seu Esposo e seu Irmão e Macho tb.
Sentei com eles, dois belos Srs ali comigo, um de 35 outro de 17, dois Machos que eu tinha obrigação de honrá-los sempre, somando a idade dos dois ainda faltavam dois anos prá chegar na idade do meu Quinto Macho, que eu iria honrar dois dias depois e tinha 54, o Desembargador meu lindo Avô, eram tudo um só, uma continuidade de Gerações que me semeavam com o mesmo Sêmen que tinha me feito um dia, corpos e idades diferentes mas todos vinham daquele sacão do meu Terceiro Macho, meu Bisavô, cabia à mim absorver toda experiência e conhecimentos que eles guardavam ali dentro de seus belos e potentes testículos.
Ficamos lá papeando, meu Pai falando da Festa de Santa Sara, que não haviam decidido onde seria ainda, se em casa, ou Petrópolis ou na propriedade de Dom Pablo, fosse onde fosse, após a Festa iria eu e os convidados de honra para a Chácara, minha castração seria feita lá, descansariamos até às cinco HS, as seis Dom Pablo faria o corte e o Sr Elvis a feitura dos pontos e cauterização, Tio Raul estaria junto mas só pra alguma emergência médica se por acaso algo desse errado, tou com medo Pai eu falei, fica tranquilo filho, é no fundo pro seu bem, vais ter uma calma e tranquila vida depois de anulado corretamente, até eu que não concordei com isso disse Júnior, agora tou gostando, vais ficar da hora maninho, todo lisinho na frente prá uso meu e do Pai.
Bem, vamos dormir falou meu Pai depois, Júnior, desliga o Cel e cama tb, tamos todos cansados, ah Pai, eu tô é em ponto de bala respondeu Júnior, meu aniversário ainda, podia liberar Silvinha prá dormir comigo hj, meu Pai fez um gesto de soco prá ele e fomos deitar.
Eu tava com a cabeça nos braços dele, o Capitão me disse, descanso agora prá nós meu caçula, de manhã te dou meus sais minerais e bora pro quartel, escolta vêm me pegar as sete hs, conheço Júnior, se te chamar pra Edícula depois do almoço, não vá, ele tem que saber quem é que manda aqui em casa, em vc e nele tb, tem os direitos dele mas só quando eu permitir que os tenha, dormi agarradinho nos braços do Pai, Esposo e Macho que eu adorava.
Me acordou cedo, já apertado pra esvaziar a bexiga do whisky da noite, meu delicioso sal mineral foi me ofertado na cama mesmo, o Capitão tinha me ensinado direitinho como absorver os líquidos de seu Lagartão deitadinho e sem desperdiçar sequer uma gota no lençol, o whisky deixava seu mijo doce, uma delícia mesmo, depois ele levantou, tomou banho, vestiu o corpão com a farda que deixava ele maior ainda, calcei suas botas e fui tomar banho e me arrumar prá escola.
Na cozinha onde fazíamos todas as refeições, sala de jantar só era usada quando tinhamos visitas, encontrei meu Pai já se servindo, vá acordar Júnior disse Ele, fui, Júnior prá variar tava num sono só, meu Segundo Macho tava largadão na cama, uma cueca lilás apertada guardava suas deliciosas jóias, chamei Ele, safado acordou e segurando minha mão a enfiou dentro da cueca, o Teiuzão endureceu na hora, de tarde será todo teu maninho disse ele, vai pensando respondi, ou por bem ou no soco será todo teu e gargalhou, sai do quarto, o safado demorou prá chegar na cozinha, parecia que fazia de propósito prá atazanar nosso Pai.
A escolta chegou, tava uma chuva fina, meu Pai colocou o sobretudo e saiu, fique aqui me disse, acaba se resfriando à toa, Júnior foi se arrumar prá escola, eu já tava de uniforme, fiquei conversando com Mamãe, depois de guarda chuva fomos pras aulas, Júnior tava todo feliz, sua fêmea ali ao lado e ia ver sua Silvinha depois de quatro dias pessoalmente pq na Net toda hora tavam conversando, eu ficava pensando, dali exatos 15 dias o casamento dele e de Raulzito seria definitivamente marcado, meu Segundo e Nono Machos seriam chefes de Família, nem imaginava como Júnior ia sair desse enrosco, desistir de casar ele não poderia, seria uma guerra na certa, os Soto Aguilar e os Gonzalez de Amoeda virariam inimigos com certeza.
Acabou as aulas, fiquei esperando Júnior no pátio mais de meia hora, era dia de honrar meu Tio Avô Bóris mas meu Pai decidiu que nesta semana não me entregaria à Ele, eu gostava do meu Quarto Macho, da força que ele me transmitia no sexo, corpo todo duro feito aço mas não senti saudades não, do Bisa sim que nesta semana tb não tinha honrado, aquela massa enorme dele em cima de mim e seu gigante transmissor de conhecimentos que ele com calma e firmeza enfiava todo em mim, me fazia falta, era bom sumir esmagado debaixo do peso dele.
Júnior finalmente apareceu, a chuvinha tinha cessado, fomos prá casa, eu ia ficar debaixo da saia de minha mãe a tarde inteira, mesmo Júnior se proclamando meu Esposo tb, quem mandava em mim era meu Capitão e eu não ia desobedecê-lo para satisfazer meu irmão.
Almoçamos, os amassos em Silvinha na escola tinham deixado Júnior eriçado, danado colou em mim até meu Pai chegar e eu sempre colado em Mamãe, se prepara safado disse Ele quando ela foi pro banho, amanhã tu é de nosso Avô mas na Quinta tu vai levar soco nesse estômago até se dobrar e aprender a me obedecer também, nem ele nem eu sabíamos mas Quinta feira eu estaria obedecendo nosso Tio Avô Sr Ramon e seu belíssimo primogênito Sr Ruan.
O Capitão voltou cedo do Batalhão, se enfiou no Office, depois me chamou para ir lá, Seu Tio e Primo já estavam instalados em Copa, ele tava no PC em chamada de vídeo com o Sr Ramon, sentei na cadeira ao lado dele, na tela meu Tio Avô estava vestido de bermudão e camiseta, o tinha visto criança ainda a última vez, devia ter uns dez anos, era do estilo de Tio Bóris, rosto sério, branco de pele, mais magro que os irmãos mas aos 50 anos se via que era um Homem forte e Viril, usava barba e bigode brancos já, conversou comigo uns instantes, me achou bem crescido já mas não fez menção nenhuma quanto a querer seus direitos, era sério o tempo todo, de repente, saindo do banho, só com uma toalha enrolada na cintura, seu Primogênito surgiu, era mais lindo ainda do que eu recordava, um corpo magro e muito forte de atleta num tom de pele moreno dourado, os belos olhos acinzentados naquele rosto belo e experiente, cumprimentou à mim e meu Pai me dizendo, rostinho de boa fêmea vc tem meu garoto, chegou a hora de honrar o maioral da Tribo, soltou a toalha, se fosse foto eu ia dizer que era uma montagem, mas não, ao vivo e a cores, um Lagartão Gigante e grosso descia pelas musculosas coxas e mesmo mole quase alcançando seus joelhos, tremi só de olhar mas ao mesmo tempo Silvia Aurélia ficou curiosa de como se sentiria com aquele belo espécime inteiro atolado dentro dela, ele percebeu meu espanto e riu mostrando seus belos dentes brancos, era um sorriso de Homem que se garante, que já tinha filhos mais velhos que eu e netinhos tb, o Sr Ruan tinha começado à trazer seus herdeiros ao mundo aos 15 anos, por isso tinha mais de uma dúzia de filhos já, o mais velho tinha 20 anos, Sr Ruan era o sonho de todo Macho Cigano, jovem ainda aos 35 anos igual meu Pai, cheio de descendentes já e rico, muito rico, a Família dominava o mercado de pedras preciosas em Teófilo Otoni e em breve como tinha comunicado ficando nú a minha frente, me mostrando o enorme conhecimento que tinha, ia ser meu Macho, eu só não sabia se seria o décimo ainda, ou o décimo primeiro, isso dependeria de seu Pai mas fiquei pasmo em saber que meu Bisavô não tinha o maior membro da Tribo, o do Sr Ruan devia ultrapassar e muito o dele, vá com calma quinta feira lhe falou meu Pai, minha Silvinha é corajosa mas tem seus limites, relaxe Primão respondeu ele sorrindo, tou acostumado a desbravar terras nunca antes alcançadas, nosso garoto vai sofrer mas depois me agradecer por ter a honra de receber meus conhecimentos bem lá no seu fundo, conduzo uma boa fêmea do inferno ao céu em segundos, meu Pai ordenou que eu me retirasse e a conversa dos três continuou, creio que acertando os detalhes finais, tomei bem um litro de suco, minha garganta estava seca do susto, fui prá cama e fiquei pensando em como seria ser a propriedade daquele Sr, de cabelos castanhos claros quase até seus fortes ombros, o corpo todo coberto de pelos encaracolados igual seus cabelos, e aquele Teiú Gigante lá no fundo de mim, me enchendo com suas experiências e conhecimentos, aquele Sêmen Sagrado que tantos rebentos trouxeram ao mundo me encharcando com sua força e poder, eu queria, ah como queria honrar o belíssimo Ruan Soto Aguilar, o maior membro de nossa Tribo até agora.
Dormi gostoso depois daquela visão do Paraíso, acordei quando meu Pai se deitou ao meu lado e dormi de novo, só de manhã abri os olhos quando o Capitão me acordou prá tomar meu chá de sais minerais natural, e tinha muito dentro daquele maravilhoso Pai, por uns dois minutos eu fui devidamente hidratado, ajoelhadinho aos pés dele.
Depois da escola, fiquei esperando meu Avô uns quinze minutos no portão, ele chegou esbaforido, tinha ficado preso no trânsito me disse, tava lindo como sempre, era meu Júnior amanhã aquele meu Quinto Macho e Sr.
Sentei no banco de trás, ele ia conversando me olhando pelo retrovisor, tava com uma camisa cenoura, botões de cima abertos, mostravam o belo peitoral que estaria sobre meu rosto em instantes, eu adorava sentir seu enorme Teiú me penetrando com calma e firmeza enquanto ele ia saboreando as nuances em meu rosto, a dor, o prazer de o estar honrando, eu admirando os olhos verdes idênticos aos de Júnior se revirando em cima de mim, revelando o prazer que seu jovem netinho lhe dava.
Ele pegou o caminho da Chácara dizendo que seu irmão Bóris estava lá nos aguardando, fiquei quieto mas sabia que meu Pai não ia gostar de ver seu Pai me dividindo com seu Tio sem o consentimento dele, ele percebeu meu desconforto e falou-me, relaxe netinho, me entendo com seu Pai depois, amanhã vc receberá os conhecimentos de meu irmão Ramon, vou querer que me diga qual dos três lhe deu mais alegria em honrar mas modéstia a parte, sei que vc gosta de me agasalhar no seu íntimo do primeiro ao último cm de meu Lagartão, eu ri, da Segunda Geração meu Vovô era o melhor, Tio Bóris era um Homão com H Maiúsculo mas eu recebia seus conhecimentos e força com medo, meu Avô em caso de muita dor sei que pararia em meio ao ato para me confortar e me acalmar mas Tio Bóris eu sabia que com dor por pior que fosse, ele seguiria em busca do seu merecido prazer, o desconforto de sua fêmea lhe dava mais tesão, meu Sétimo Macho, Sr Elvis, tinha à quem puxar.
Falei prá Ele que meu Tio Avô Sr Ramon não tinha mostrado sinais que fosse usufruir de seus direitos na câmera do PC na noite anterior, ao contrário do Sr Ruan que tinha se mostrado todo e ao mesmo tempo comunicando-me que ia ser meu Sr esta semana, ele riu falando, Ramon é assim mesmo meu netinho, não é de se mostrar antes da hora mas não se iluda, amanhã ele estará dentro de ti lhe mostrando que é tb um Macho Soto Aguilar de verdade, honre-o em tudo, ao contrário de mim que lhe convenço a me obedecer na palavra, ele em caso de rebeldia sua, lhe convencerá pela força, como Bóris ele tb sabe ser malvado com um inferior rebelde, sim Sr, respondi, com meu sobrinho Ruan vale o mesmo conselho, um belo e sorridente espécime Soto Aguilar ele, mas sabe usufruir dos direitos que possui sobre quem está debaixo dele.
Chegamos em Campo Grande, assim que entramos, meu Tio Avô Bóris veio ao nosso encontro só com uma sunga dourada, o Teiuzão duro atravessava ela até a lateral de sua bela coxa com seus pêlos avermelhados que eu já conhecia tão bem, cadê minha coleira disse-me assim que sai do carro, eu não sabia que o Senhor estaria aqui respondi, é verdade Bóris, meu netinho só soube que honraria a nós dois no trajeto pra cá.
Suba, ordenou o Desembargador, tome sua ducha e me espere em meus aposentos, antes de te passar à Bóris vc fará sua refeição, por agora meus quentes fluídos te alimentarão com certeza, subi, me aprontei e fiquei de uniforme da escola na cama esperando meu Avô, dele eu não tinha receio apesar do tamanho que tinha entre as pernas mas do Sr Bóris eu tinha, a dureza do Teiuzão em sua sunga tinha me mostrado que ele não tinha ficado nada feliz com minha ausência no único dia da semana em que eu pertencia à Ele por direito, estava mais excitado que nas semanas anteriores.
Meu Avô entrou no quarto só de sunga bordô, seus pêlos amarelados ficavam realçados saindo por cima dela, o Crocodilo duro pedia por liberdade, ele a tirou e se jogou na cama, a boca ávida se apossou da de seu netinho, o gigante Teiú se contorcia sobre meu corpo enquanto pela sua saliva abundante seus conhecimentos, experiência, força e poder começavam a entrar em mim, aquela barriguinha peluda me cobrindo, o mesmo rosto de Júnior amanhã em cima do meu, me relaxavam por inteiro, fechei os olhos e me entreguei ao Poder do Desembargador, depois de uma semana eu ia senti-lo por completo de novo, receber o mesmo esperma que tinha feito meu lindo e amado Pai, ele me olhou em seguida, não eram mais os olhos dum Avô que ali estava, eram os olhos dum caçador que ia devorar a presa jovem que lhe pertencia, tirou minha blusa, calça e cuequinha, enfiou o cabeção da coisa enorme em minha boca, eu sabia que era só para eu umedecê-la, os Soto Aguilar gostavam de tudo ao natural, nada de aditivos desnecessários, o desconforto inicial das fêmeas aumentavam o prazer da penetração deles, umedeci o Crocodilo o máximo que pude, ele levantou minhas pernas, com as mãos as segurando por baixo de meus joelhos, eu senti o poderoso encostando, me abrindo todo prá seu uso, ai Vovô eu gemi, ele com a firmeza e calma de sempre foi descendo seu forte quadril sobre mim, seu peso e calor começaram a me cobrir, o membro começou sua caminhada, não havia volta, ai Vovô eu gemia e ele urrando já de prazer ia me empurrando aquele pedaço gigante de nervos, carne e músculos, em instantes ele chegou lá onde só Ele, meu Bisavô e Elvis alcançavam, eu já sentia seu belo saco encostando em mim, as pontadas doloridas aumentavam dentro de mim, era hora de me resignar e me entregar ao meu destino, nenhum protesto era permitido mais, o Desembargador tinha chegado ao seu destino, nas profundezas de Silvia Aurélia agora era Ele quem mandava, soltou meus joelhos, não havia mais perigo algum de eu escapar de sua força e poder, ia receber seus conhecimentos e os milhões de espermatozóides que meu Quinto Macho tinha guardado em seus testiculos para seu netinho preferido, olhando nos meus olhos com aqueles belos olhos verdes esmeralda iguais aos de Júnior, ele começou a se extasiar com minha expressão de dor e resignação diante de seu poder enquanto socava sua preciosa jóia com firmeza e força dentro de mim, ai Vovô, como dói eu gemia, a dor ensina Silvinha, ensina seu lugar perante teu superior disse ele e continuava me esmurrando lá dentro com a força que seu Poderoso Crocodilo tinha, eu me entreguei à seu Poder mais uma vez, alisava seus ombros, seus belos cabelos enquanto meu Quinto Macho se contorcia de prazer com o menininho que tinha ido buscar na porta da escola, feito pelo saco do Capitão que ele havia feito 35 anos atrás, era o mesmo sangue dele que agora estava ali recarregando suas energias por mais uma semana, seu próprio sangue voltando pro lugar de onde havia saido e eu estava feliz em abastecer as baterias daquele belo Macho e Sr que estava sobre mim, me mostrando a superioridade que como Macho tinha sobre sua feminha de carnes tenras e macias que ali estava prá servi-lo, era toda dele até a hora que ele completamente saciado, me entregaria ao Sr seu Irmão, dois anos mais novo que Ele.
Meus gemidos agora eram de adoração e resignação perante sua força, ele entrava e saia quase todo de dentro de mim com fúria e ao mesmo tempo cautela, o Desembargador sabia dosar as coisas, degustar a caça viva sem assustá-la, como um coelhinho chacoalhando na boca de um grande leão, agora eu rebolava praquele belo Macho sobre mim, era a hora que Vovô mais gostava, quando percebia seu poder sobre sua fêmea que dali a exatos 14 dias estaria sendo anulada prá sempre e ficando melhor ainda para o prazer e deleite de toda a nossa grande Tribo.
Depois de vários minutos enfim ele relaxou ao mesmo tempo que urrando feito fera selvagem depositou seus espermatozóides dentro de mim, os olhos verdes reviravam, suas mãos apertavam fortemente meu corpo, eu admirando aquele poder ficava imaginando aquilo que meus Machos e Ele sentiam quando enfim gozavam dentro de suas fêmeas, nunca iria saber como era de verdade mas imaginava que devia ser um presente dos Céus àqueles maravilhosos Machos que me possuíam e me transmitiam pelo Sêmen, Saliva e Urina todos seus conhecimentos.
Ele desabou ao meu lado depois, o cheiro de sua testosterona invadia o quarto como sempre, alisou minha barriga dizendo, bom menino e bom netinho eu tenho, sempre mansinho, obediente, uma fêmea exemplar minha Silvia, espero que continue sempre assim, ou melhor ainda depois de anulado, se já tem as carninhas tenras agora que estás inteiro, que dirá depois de devidamente cortado, teu Bisavô me disse que muda da água pro vinho o sabor e maciez, é como saborear a vitela duma vaca novinha prenhe pela primeira vez, não vejo a hora da sentença ser finalizada, meu Pai é foda, sabe bater o martelo melhor que eu que sou um experiente Juiz, eu tou é com medo lhe disse, tarde demais Silvinha, no teu caso não há comutação de pena, escolheste teu destino disse Ele, vais carregá-lo nas costas vida afora como carrega os Soto Aguilar também.
Se levantou, de braços cruzados e nú ficou de pé, o Crocodilo inerte caindo em suas pernas, era a hora de me fornecer seus sais minerais, ajoelhe-se disse-me, olhando seu lindo rosto sorvi o sagrado líquido levemente salgado e ácido dele até a última gotinha, era a segunda vez que tomava meus sais naquele dia, a primeira foi os do filho dele, feito pelo Teiuzão que agora me nutria, depois seria os sais de Tio Bóris, o mijo dele era ruim de engolir, sempre muito quente, salgado e bem amargo, tudo em meu Tio Avô Bóris era mais intenso, até seus filhos deviam ser todos intensos, por enquanto só conhecia Elvis como Macho, os outros dois com o tempo obviamente eu conheceria também, assim que viessem ao RJ.
Fomos pro banho, Vovó não liga quando o Sr some assim lhe perguntei no banheiro, ela não tem que ligar prá nada meu netinho, tem vida de rainha, como esposa não tem mais utilidade, não gera mais filhos, tem é que me agradecer pela boa vida e bons filhos que lhe enfiei no ventre, se reclamar lhe esfolo a lomba com meu cinto, esposa não tem limite de idade prá ser corrigida não, fiquei calado, saímos do banho, ele deitou de barriga prá cima, era a hora de me nutrir com seu Sêmen carregado de espermatozóides e conhecimentos.
Comecei por seu belo sacão que já se mexiam pedindo minha boca e língua neles, era gostoso lamber e chupar Vovô, salgadinha as peles de seus testiculos, as bolas eram duras mas macias, lhe honrei como merecia, depois subi lambendo todo o Lagartão até a cabeçona, o cheiro daquele Macho era bom demais, ele era todo calmo comigo, me sentia confortável com suas jóias em meu rosto e boca, fiquei massageando suas bolas com a palma da mão enquanto chupava a linda cabeça e o que conseguia por dentro da boca, minha língua circulava o Teiuzão que tinha feito meu Pai e Tios por inteiro, num repente suas mãos apertaram minha cabeça prá baixo, ouvi seus urros, vi seu rosto se contorcendo de novo e senti os jatos de esperma me invadirem enquanto minha língua cuidava prá que nadinha do precioso leite do meu Avô e Macho fosse desperdiçado, engoli o néctar todinho, delicioso, como sua urina tb estava levemente salgadinho, o primeiro Macho do dia tinha me temperado e deixado seus conhecimentos gravados em mim, ele olhou no relógio, vestiu sua sunga dizendo, hora de honrar seu Tio Avô agora, deve tar impaciente prá colocar sua força dentro de ti e tirá-la em dobro de volta com a dor que sentirás no couro, vá pros aposentos dele, o espere de quatro em sua cama, ele gosta assim.
Fui prá cama do Sr Bóris, de quatro o fiquei esperando, não deu cinco minutos ele entrou, com a cabeça apoiada no colchão de sua bela cama, pelo vão de minhas pernas vi ele tirando o sungão dourado, seus 26 cm pularam prá cima rijos e ávidos para degustar seu menininho ali à sua espera, ter todo o prazer que seu Sobrinho Capitão tinha lhe negado um dia antes, sabia que mesmo tendo o Teiuzão menor que o do seu Irmão, nas mãos e membro do Pai do Sr Elvis, eu iria sofrer, meu Quarto Macho admirava, apreciava muito a resistência à dor que aquele obediente menino e que era sua fêmea tinha, iria sair daquele quarto muito mais forte do que tinha entrado, minhas dores aumentariam o grande Poder que já possuía, fiquei ali imóvel aguardando os comandos daquele belo Sr de dois metros de altura e um corpo esculpido pelos Deuses, nada naquela massa de carne e músculos estavam fora de lugar, ele sabia e se orgulhava por ser o Macho que era, era eu que tinha que lhe agradecer depois por ter a sorte de receber a honra de sentir tudo aquilo em minhas entranhas.

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8 Comentários

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  • Responder Sluttyboy ID:gsut7x49c

    Aurélius , você e o meu autor favorito no site , eu espero a semana toda só pra ler as aventuras de Silvinha (querendo ser como ela). Muito obrigado

    • Aurelius ID:19p2lvrzj

      Eu que agradeço Querido. Bjão. Postei um capítulo agora.

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Por favor nao pare de escrever, ele tem que virar nulo e ter uma semana no Cla dos Dantas

    • Aurelius ID:19p2lvrzj

      Terá sim. Abraços Querido

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Fantastico!!!! Cada conto fica melhor, vc consegue colocar o menino gay na masculinidade dos homens ciganos, fico morrendo de inveja desse moleque quero detalhes da capação dou apaixonado por Elvis

    • Aurelius ID:19p2lvrzj

      Obrigado Querido, Sr Elvis está chegando de Formiga – MG. Abraços. Boa Quarta.

  • Responder Olavo ID:6suh53i8rj

    Já deu cara, TNC, parte 30!

    • Aurelius ID:19p2lvrzj

      És obrigado a ler ? rs.