Memórias e Delírios – V

Os eventos que vou narrar continuam sendo tratados pela maioria como tabu. Portanto!… Sugiro que não prossiga, caso sinta-se desconfortável com “tabus”.
Leia:
Memórias e Delírios – I
Memórias e Delírios – II
Memórias e Delírios – III
Memórias e Delírios – IV
Continuando…
Noooosssaa!!! O que era aquilo??? Foi incrível!!! Jamais tinha sentido algo tão intenso!!! Tive dois orgasmos seguidos, quase simultâneos. Ofegante, com o coração acelerado e ainda sentindo os últimos espasmos, eu me rendi àquela moleza gostosa do pós-prazer. Vovô ainda beijava e mordiscava minhas coxas.
Pensei em Julinho e em todas as vezes que dei pra ele. Claro que gozei com o garotinho várias vezes, mas nunca como o que acabara de acontecer! Então, um pensamento veio à minha mente. Eu não tinha sido penetrada, ao menos por um pau. Vovô me fez gozar como nunca, usando apenas os dedos e a língua.
Voltei à realidade quando vovô me pegou nos braços como se eu não tivesse peso. Meu corpinho parecia pequenino colado em seu peito largo. Lembrei o que ele havia falado: “que ainda nem começou e tinha a noite inteira”. Fiquei com certo receio do que estava pra acontecer e senti um calafrio ao subir a escada.
Afinal, eu ainda era uma menininha. Meus seios pareciam moranguinhos e os pelos na bucetinha, não passavam de uma penugem rala. Brincar com o pauzinho de Julinho foi fácil, mas aquele volume que enterrou a calcinha no meu bumbum era algo bem maior. Senti medo e ao mesmo tempo curiosidade e desejo.
A casa em que morávamos era grande e antiga, um bonito sobrado em estilo colonial. O andar superior era pouco usado. A saúde de minha avó não combinava mais com as escadas; então, quase tudo fora mudado pra baixo. Em cima, ficava meu quarto, uma sala íntima, um escritório do vovô e quartos vagos.
Vovô atravessou a sala, passou por seu escritório, por meu quarto e seguiu até o último quarto no final do corredor. Entrou, trancou a porta e me deitou sobre a cama de casal. Parou ao lado da cama e sorriu me vendo ali peladinha e indefesa à sua disposição. Ele então tirou os sapatos e começou a se despir.
Enquanto o olhava tirando a roupa, minha cabeça girava. E se eu disser que não quero? Será que ele para? Estou sózinha, trancada no quarto e vestida só com as meias; é claro que estou à sua mercê. Vovô é muito forte e mesmo que eu grite ninguém vai me ouvir. O vizinho mais próximo fica a uns 600 metros.
Quando dei por mim, vovô já estava só de cueca e com a barraca armada. Ele agarrou meus tornozelos e me puxou até a borda da cama, me fazendo sentar. Então, tirou sua cueca, deixando aquela coisa enorme a centímetros de meu rosto. Me assustei ao ver o tamanho e grossura da “ferramenta” do vovô.
Claro, eu sabia que o pintinho de Julinho era menor que de um adulto. Eu já tinha visto em revistinhas e até ao vivo quando um maluco mostrou o pau pras meninas na escola. Mas nunca assim tão de perto. Não conseguia parar de olhar praquilo. Grande, grosso, com o cabeção redondo pulsando na minha cara.
Vovô agarrou meus cabelos, esfregou aquele cabeção na minha boquinha e ordenou:
– Chupa putinha! Mama um cacete de verdade.
– Vai, abre a boca e engole meu pau, vadiazinha.
– Quero encher essa boquinha de leite quentinho.
Abri a boca e ele enfiou quase todo aquele pauzão, me fazendo lacrimejar e engasgar. Segurando meus cabelos, ele fodeu minha boquinha como se ela fosse uma bucetinha. Vovô parecia um tarado e socava até o fundo da garganta. Eu babei muito e tive ânsia. Depois de umas estocadas, ele me deixou respirar.
Cai de costas na cama, babando e meio sem fôlego. Lágrimas escorriam de meus olhos e minha boquinha sentia os efeitos daquele cacetão. Vovô agarrou meu quadril e como se fosse uma boneca, me virou de bruços. Naquela posição com as pernas pra fora da cama e um travesseiro sob a barriga, estava disponível.
Ele arreganhou minha bundinha e meteu sua língua no meu cuzinho e bucetinha. Seus dedos invadiam meus buraquinhos, em movimentos que me enlouqueciam. Não pude conter os gemidos quando ele sugou meu grelinho. Apesar do medo de ser arrombada por seu pintão, quase implorei pra que ele metesse logo.
Mas vovô não tinha pressa e saboreava cada pequena safadeza. Com seus dedos e boca ele me fez gozar novamente. Eu fiquei ali, entregue e submissa, enquanto ele apanhava o tubo de lubrificante e lambuzava meu rabinho. Senti um dedo penetrar meu cuzinho e depois dois, me alargando pra receber aquele pauzão.
A posição que fiquei dava total acesso ao meu cuzinho e bucetinha. E meu vovô safado sabia o que fazer. Como um mágico, com uma mão ele me distraia e relaxava, dedando minha bucetinha, e com a outra lubrificava e dilatava meu cuzinho. Enquanto me dava prazer na xoxotinha, abusava do rabinho sem eu reclamar.
O prazer que sentia, desviaram minha atenção. E quando dei por mim, vovô já enfiava aquele pauzão no meu cuzinho. Tentei me mexer, mas vovô segurou meu quadril com uma mão e empurrou minhas costas com a outra, me deixando ainda mais empinada. Aí então, ele começou a socar aquele cacetão todo em mim.
CONTINUA…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 1 votos)
Loading...