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Amor Proibido – Capítulo VIII – Preparações

3626 palavras | 9 |4.56
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Prometo que o próximo vai surpreender, todas as preparações já estão prontas. Deixe seu comentário, eu me importo com isso.

Ao sair do carro apenas com minha carteira, meu celular e o endereço que tinha recebido eu não sabia o que esperar, ando até a próxima rua procurando a numeração fornecida, quando chego na rua do endereço vejo que era uma rua sem saída pequena que passava no máximo um carro por vez. Na entrada da rua tinha um arco aéreo com adornos, que mostrava que aquele lugar na verdade era uma antiga vila da era imperial da cidade.

Dentro dessa rua havia alguns prédios, quatro ou cinco de cada lado e uns três que fechavam a vila, que eram lindos sobrados ainda conservados com o tempo. Entro nessa pequena viela a procura do meu incerto destino, e então chego a um preservado sobrado com a numeração indicada. Um prédio antigo de três andares, com janelas grandes, pintado na cor amarelo claro com detalhes em branco.

Vou até a sua entrada onde aperto a campainha. Assim que faço isso uma jovem mulher abre a grande porta que dava entrada aquele lugar. Ela apenas olha para mim e me convida a entrar, eu aviso que tinha recebido um recado do meu pai para ir até ali, mas que não sabia do que se tratava. Enquanto mantemos uma curta conversa ela me leva até a recepção, assim que chegamos ela pergunta meu nome completo e eu imediatamente respondo.

– Bom dia senhorita Petrova, estávamos a sua espera. Logo a sua acompanhante vira buscá-la.
– Eu ainda não tenho ideia do que estou fazendo aqui, como disse antes, foi meu pai que me mandou vir até aqui.
– Não precisa se preocupar. O senhor Petrov já resolveu tudo conosco.

Fico ali uns cinco minutos. Uma moça aparece perguntando por mim, cabelos pretos, olhos claros, um corpo em forma, ela era uma mulher muito bonita que aparentava ter seus 28 anos, estava vestida com um uniforme composto de uma túnica preta de botões e uma calça de poliéster na mesma cor. A cumprimento e ela me avisa que será a minha acompanhante do dia.

Subimos as escadas até o segundo andar e vamos a um corredor com alguns quartos, ela me guia até o quarto de número 09. Assim que entramos ela tranca a porta que passamos, o quarto era um SPAR, o chão de madeira antiga com paredes brancas dava uma sensação de calma e tranquilidade que combinava com os cheiros de perfume e incenso no ar. Dentro do quarto só havia uma maca de massagem, que mais parecia uma cama, e no cantinho um ofurô cercado por divisórias com cortinas brancas, uma das paredes tinha um grande armário com muitas gavetas e portas, e ao lado do armário um pequeno cômodo que provavelmente devia ser um banheiro.

O armário e a porta do cômodo ficavam separados do resto do ambiente por uma cortina de cetim branca. Fico ainda mais surpresa, por que meu pai tinha me mandado ali? Aquilo era algum tipo de presente? Ou era um pedido de desculpas pelo o que tinha acontecido entre nós? A mulher que tinha se apresentando como minha acompanhante então começa a falar comigo.

– Bom dia senhora Petrova, meu nome é Isabela, eu vou fazer o máximo possível para cuidar e satisfazer a senhora.
– Desculpa. Eu ainda não sei o que estou fazendo aqui, talvez deva ser melhor eu ligar para o meu pai e perguntar sobre tudo isso.
– Não precisa se incomodar. Esse lugar é mega discreto, muitos homens vêm aqui para se satisfazer ou mandam suas parceiras para que nós possamos cuidar delas.
– Não, você não entendeu. Eu não sou parceira dele.
– Está tudo bem. Eu vou cuidar da senhora, a sua discrição e intimidade é minha prioridade. Muitas meninas que eu fui acompanhante eram novas em relação ao seu parceiro e muitas eram amantes. A senhora não precisa se envergonhar.

Com isso eu apenas não consigo falar mais nada. Isabela realmente pensava que eu era namorada, amante ou alguma outra coisa do meu pai, e pensava que eu o chamava de pai para tentar disfarçar essa suposta traição. Como meu pai mantinha seu nome de solteiro e eu tinha a variação russa no sufixo do sobrenome dele, era natural qualquer pessoa pensar isso. Eu ainda estava começando a entender aquele lugar, aparentemente era uma casa de prazer, que também tinha serviços de spa e cuidados com o corpo.

Eu só não conseguia entender o porquê meu pai tinha me mandado ali, eu estava tão intrigada e instigada em suas intenções, porém eu só queria sair correndo daquele lugar. Mas como era uma ordem do meu pai que eu fosse naquele prédio, eu preferi obedecer, desde o dia do incidente que aconteceu entre nós dois eu não conseguia contrariar nada que ele falasse ou pedisse.

Acabo aceitando sem mais questionamentos ser cuidada por Isabela. Eu estava decidida, eu não questionaria nada que ela me pedisse ou mandasse fazer, pois se era vontade do meu pai eu estar naquele quarto eu deveria obedecer. Então a primeira coisa que Isabela me pede é para eu tirar a roupa toda, aquilo seria difícil pra mim. Eu não estava acostumada a ficar de calcinha e sutiã na frente de ninguém, a única pessoa que me via assim era minha mãe, mas como eu estava determinada comecei a tirar minha roupa.

Assim que terminei Isabela olha para mim e me pede minha calcinha e sutiã também. Fico super envergonhada, ficar só de calcinha e sutiã na frente de alguém já era superdifícil, imagina ficar pelada. Eu nunca ficava completamente nua na frente de ninguém, as únicas pessoas que tinham me visto desse jeito era minha mãe, quando eu era criança, e minha ginecologista. Fico toda avermelhada de vergonha e começo a pensar no meu pai, e somente por pensar nisso eu acabo cedendo e tirando tudo.

Eu devia estar ficando louca, eu tinha certeza disso. Por que só de pensar no meu pai eu tinha desistido de tudo? Por que só de pensar nele eu estava disposta a fazer qualquer coisa? Eu não sabia a resposta para essas perguntas. Isabela pega todas as minhas roupas e coloca em um cesto, então vem até mim e prende meu cabelo em um rabo-de-cavalo e começa a analisar todo o meu corpo nu com seus olhos, eu fico de cabeça baixa enquanto isso com muita vergonha.

– A senhora não vai precisar de muita coisa, seu corpo é bastante delicado e bem cuidado. A senhora deve estar cheia de vergonha, é perceptível pelo seu rosto.
– Eu não estou muito acostumada com tudo isso.
– Não precisa se preocupar. Eu vou cuidar bem da senhora até o fim do dia, só tente confiar em mim.
– Tudo bem.
– Como todos os pelos do corpo da senhora são bem loirinhos eu não vou precisar te dar um banho de lua, então vou só passar um creme esfoliante e hidratante no seu corpo.

Ela vai até o armário e pega esse creme que tinha cheiro de rosas, eu continuo ali, em pé, completamente nua apenas esperando. Ela volta e começa a passar o creme nos meus braços, nas minhas pernas, coxas, costas, nuca, pescoço, barriga e quando passa nos meus seios todo o meu corpo se arrepia. Ela percebe, mas apenas continua seu trabalho como se nada tivesse acontecido, fico feliz por sua atitute discreta, ela volta para minhas costas e finalmente passa no meu bumbum, eu quase morro de vergonha com aquela situação.

Isabela finalmente me entrega um roupão de algodão na cor branca, com o qual eu imediatamente me visto, e me leva até a maca me pedindo para subir nela, ela faz alguns ajustes, me coloca sentada, põem um travesseiro nas minhas costas, um no meu pescoço e me pede para esticar as pernas. Eu fico praticamente deitada, tendo apenas uma pequena elevação em minhas costas, os travesseiros e a maca eram muito confortáveis e a sensação do creme no meu corpo era ótima.

– Vou fazer uma limpeza de pele no seu rosto e trazer algo para a senhora almoçar, tudo bem?
– Tudo sim.

Ela pega dois cremes e passa no meu rosto, o primeiro um esfoliante que parecia ter pequenas pedrinhas que ajudavam a limpar, após limpar o primeiro, passa o segundo que tinha uma sensação refrescante e relaxante. Quando termina com os cremes coloca em mim uma máscara facial de limpeza e hidratação e vai até o armário, onde tinha um telefone, ela liga para a recepção e pede para entregarem a minha refeição. Alguns minutos depois batem na porta, ela abre, pega o carrinho de comida que tinha sido deixado sozinho em frente a porta e tranca novamente a entrada.

Ela vai até o armário e pega uma mesa de madeira e uma cadeira dobráveis, prepara tudo e serve minha refeição, era um delicioso conchilione de quatro queijos com molho vermelho. Me levanto com sua permissão e vou até a mesa onde me sento e começo a comer, apenas nesse momento percebo a quão faminta eu estava, pergunto que horas eram e Isabela me informa que eram 13:30. Meu Deus, o tempo tinha passado mais rápido do que eu imaginava.

Quando término de comer, ela retira e limpa tudo aquilo. Me leva novamente a maca e me coloca na mesma posição, ela tira a máscara facial que tinha colocado em mim e vai até o armário onde pega material para fazer minhas sobrancelhas. Sabe, eu não conhecia Isabela a nem mesmo 24h, nem mesmo sabia se esse era seu nome verdadeiro, mas eu estranhamente me sentia confortável com sua presença, logo que termina de fazer minhas sobrancelhas ela me pergunta se eu estava bem, e eu inusitadamente pergunto a ela a seguinte frase.

– Desculpa a pergunta. Isabela, você pode me explicar realmente que tipo de lugar é esse?

Ela me olha surpresa, desde que eu cheguei ali eu falei muito pouco com ela, eu só concordava ou perguntava coisas bobas. Então ela me responde.

– Aqui é uma casa de prazer. Eu e as meninas que trabalham aqui comigo recebemos para cuidar das pessoas, as vezes nos pagam apenas para conversar, outras para algo mais íntimo como sexo. Mas também fazemos esse tipo de serviço que é arrumar meninas e mulheres para uma “ocasião” especial.
– Desculpa a pergunta, eu não queria me intrometer.
– Tudo bem. É bem mais comum do que parece, muitos homens casados trazem suas amantes aqui para dar um dia especial a elas, por isso disse que a senhora não precisa se preocupar.
– Eu não sou…
– Tudo bem. A senhora não precisa dizer nada, a maioria das meninas que vem aqui são mais novas que você. Você deve ter seus 16 ou 17 anos, a maioria tem 15. Mas como nossos registros são de papel sempre colocamos 18 anos ou idades mais velhas para as clientes.
– Eu não sabia disso.
– Muitos homens procuram sugar baby. Eu já vi tanto isso que pra mim já se tornou normal.

Agora eu sabia exatamente que lugar era aquele, perguntar tudo aquilo só tinha feito eu ficar ainda mais sem graça. Eu era igual aquelas meninas que ficavam com homens mais velhos? Provavelmente a resposta, já que eu estava fazendo aquilo pelo meu pai, deveria ser sim. Isabela pede para mim me levantar, assim que levanto ela ajusta a maca a deixando reta e me pede para tirar o roupão e me deitar.

Tiro o roupão voltando a ficar completamente nua e me deito na maca. Isabela vai até o armário e pega alguns materiais de depilação a cera, normalmente quem me depilava com cera era minha ginecologista, mas eu estava ali. Mesmo com vergonha eu estava começando a confiar em Isabela, ela esquenta a cera e depila minhas axilas, não me sinto tão desconfortável. Porém, depois disso, ela me pede para ficar na posição de frango assado, fico muito envergonhada, obedeço e só consigo olhar para o teto de tanta timidez que eu sentia.

Ela esquenta a cera e passa na minha virilha e começa a me depilar, mesmo me depilando a cada 30 dias com cera eu não conseguia me acostumar com aquela dor. Mas era algo que eu conhecia, no entanto Isabela começa a passar a cera bem na minha entradinha, minha ginecologista me depilava, contudo ela fazia apenas os entornos e em casa eu tirava o que sobrava com a gilete, e quando Isabela puxa a cera sinto como se minha alma estivesse saindo do corpo.

Vocês podem achar engraçado eu não ligo, mas depilação feminina dói muito. Penso que acabou, todavia Isabela parecia estar determinada a tirar cada fio de cabelo que existia em mim, ela suspende meu bumbum e começa a passar cera nos entornos do meu outro buraquinho, eu estava muito tímida e com vergonha, mas começo a sentir vontade de xingar ela de todos os nomes possíveis. Quando aquela tortura chamada depilação acaba, eu nunca tinha visto minhas partes íntimas tão lisinhas.

Isabela tentava se manter séria, ainda assim apenas de olhar para seu rosto era possível ver que ela estava louca pra rir dos meus choramingos e gritinhos de dor. Ela guarda todos os itens de depilação e pega alguns óleos e uma caixinha de madeira, ela apaga todas a luzes do quarto, acende algumas velas aromáticas e pede para me deitar de bruços, quando fico na posição, ela pega uma toalha e coloca no meu bumbum para tampar minhas partes íntimas.

Ela abre a caixinha de madeira, dentro era revestida de ferro fundido e tinha algumas brasas de carvão ainda um pouco quentes, ela vai até o armário e pega uma coleção de pedras de massagem e aos poucos vai colocando as pedras na caixinha de madeira com o carvão. Ela começa a massagear todo o meu corpo com o óleo que tinha pego anteriormente, o óleo era quente e incrivelmente agradável.

Após alguns minutos de massagem, ela abre novamente a caixinha e começa a pegar as pedras e a coloca-las em minhas costas, fico com medo daquilo me queimar, mas a temperatura era o suficiente apenas para trazer uma sensação total de relaxamentos aos meus músculos e corpo. Ela por fim pega um massageador de madeira em formato circular e começa a pressionar qualquer tensão possivelmente existente. Quando começo a quase pegar no sono ela volta a falar comigo.

– Olha, sei que eu não deveria me meter na vida da senhora. Mas cuidando de você e observando o seu corpo é perceptível que a senhora não tem muita experiência sexual e parece bem frágil.

Não sei o que responder, apenas me mantenho em silêncio com os olhos fechados.

– A sua pepekinha ainda parece bem fechadinha. Então me deixe te dar alguns conselhos.

Continuo ouvindo atentamente tudo o que Isabela estava falando.

– Eu não sei o que você tem com esse homem que te mandou aqui hoje, mas tente não se apegar. A maioria dos homens só vai querer ter essa relação de posse e controle sobre a sua vida, e se a senhora permitir, ele vai controlar cada passo que você der. Você parece ser uma boa menina, então cuidado com isso. Trabalhar nesse ramo de vida que eu escolhi me mostrou algumas coisas horríveis..

Eu sabia que era totalmente inapropriado o que ela estava me dizendo, porém também sabia que aquilo tudo era verdade. Muitas amigas minhas tinham relacionamentos super abusivos, seus namorados batiam nelas e proibiam que fizessem muitas coisas. Apesar disso, eu já estava totalmente sobre controle do meu pai, encarar tudo o que estava acontecendo naquele dia, coisas que eu nunca faria, era só mais uma prova disso. Mesmo assim, eu não conseguia imaginar, de forma alguma, meu pai abusando de mim.

Quando aconteceu aquele incidente, naquela noite, onde meu pai acabou me estuprando e roubando minha virgindade, ele não sabia que era eu, eu precisava acreditar nisso. Meu pai mesmo que fosse um homem sério nunca seria abusivo propositalmente comigo. Enquanto penso nessas coisas, Isabela termina de massagear minhas costas e me pede para virar de frente, me viro e fico ali olhando para o teto novamente, ao mesmo tempo que ela massageia o resto do meu corpo, e sem perceber acabo caindo no sono.

Isabela me acorda, eu não sabia quanto tempo tinha passado. Eu estava coberta por um cobertor, mas ainda estava deitada na maca. Isabela pede para eu me levantar, eu ainda estava meio perdida com o tempo, pergunto que horas eram e ela me fala que eram 18h. Ainda meio tonta não consigo acreditar em como o tempo tinha passado rápido, me levanto e ela me guia até o ofurô que eu tinha no canto do quarto.

Havia um banho terapêutico, de sais e espuma, preparado para mim, a água parecia estar quentinha já que saia alguma fumaça. Ela me coloca dentro daquela pequena banheira sentada em posição fetal, me da um travesseiro e eu encosto a cabeça quase adormecendo novamente. Antes de dormir, apenas vejo Isabela pegar minhas mãos e começar a fazer minhas unhas.

Alguns minutos depois acabo despertando sozinha, ela estava terminando minha mão esquerda, quando percebe que acordei apenas da um sorriso e continua seu trabalho. Quando termina de fazer minhas unhas ela me pede para sair do banho, me levanto e Isabela começa a me enxugar com uma toalha, e assim que termina me entrega um roupão bem parecido com o que tinha me dado no início daquele dia.

Ela me leva até a mesma mesinha que eu tinha almoçado, dessa vez a mesa estava posta com um chá de erva-doce e um mil-folhas light. Começo a comer e Isabela coloca um banquinho no meu lado pegando meus pés para começar a fazer minhas unhas. Quando término de comer, ela se levanta e me leva até a maca, ela ajusta a maca e a deixa bem parecida com uma espreguiçadeira de piscina, assim que me deito ela volta a fazer minhas unhas do pé.

Uma hora depois ela termina. Ela recolhe todas as coisas e as guarda, vai até o armário e pega os equipamentos necessários para fazer o meu cabelo, antes de sair do ofurô ela tinha lavado meu cabelo, então ela apenas seca e começa a escovar o meu cabelo. Meus cabelos naturalmente eram muito lisos, e por isso não foi necessário muito trabalho para faze-los.

Assim que termina ali, ela guarda tudo. Vai até o armário e pega uma mala de maquiagens, eu aviso que não gostava muito de maquiagem, e Isabela fala que só faria uma bem basiquinha, o que me faz concordar. Ela passa em mim uma base simples, um duo de sombras leves, uma mais clara e outra mais escura, a cor mais escura em minhas pálpebras e a mais clara perto das sobrancelhas, passa um iluminador e finaliza com um rímel um pouquinho mais grosso.
Por algum motivo essa foi a primeira vez que eu gostei de ser maquiada. Isabela apenas termina de corrigir algumas microimperfeições em minhas sobrancelhas, e me entrega um espelho para que eu pudesse me ver. Era uma maquiagem simples, mas que deixava meus olhos muito mais expressivos, me olhar no espelho maquiada e de cabelos feitos trouxe à tona uma verdade irrevogável, eu estava me preparando para encontrar o meu pai.

Eu pensei que acabaria por ali, achei que não houvesse mais nenhum procedimento que pudesse ser realizado em mim. Mas aquele lugar me surpreendeu mais uma vez, Isabela vai até o armário e ao abrir umas das portas trás um lindo vestido, acompanhado de um salto alto e uma lingerie super sexy. Meu corpo gela, meu pai tinha escolhido até mesmo o que eu deveria usar? Até que ponto ele iria com aquilo tudo?

Pergunto para Isabela sobre aquelas roupas, se tinha sido o meu “acompanhante” que tinha as deixado ali. Isabela me explica que os serviços de vestimenta tinham sido pagos, mas todas as roupas eram fornecidas e escolhidas pela própria casa onde estávamos. Me explica que eles apenas pegavam as numerações das roupas e preparavam tudo um dia ou dois antes do cliente chegar.

Fico um pouco mais aliviada, isso significava que meu pai não estava me preparando para algum tipo de sacrifício sexual para ele. Que ele tinha pago tudo, mas que a escolha das roupas não foi ele que fez, no entanto, por algum motivo eu também fico triste. Será que o motivo da minha tristeza era porque inconscientemente eu queria ser preparada para ser totalmente entregue a ele?

Enquanto penso nisso, Isabela me ajuda a me vestir. Nesse momento eram 20H30.

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9 Comentários

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  • Responder gab

    to gostando demais, espero ansiosamente a continuação

  • Responder BigBlack

    O jeito que você conta é incrível, não pare. Seus contos são os melhores, mesmola não tendo muito sexo, adoro o jeito detalado que você conta eles.

  • Responder Ze

    Escreva um livro!

    • IIIIIIIIII

      Gostaria kkkk. Mas livros com esse conteúdo não são bem vistos.

  • Responder Ana Karoline

    Continua maravilhoso como sempre

    • IIIIIIIIII

      Obrigadinho. <3

    • Paulo

      Porra tu escreve 7 capítulos, só em um capítulo teu pai de fodeu é ainda foi a força, uma bosta esse conto

    • IIIIIIIIII

      Desculpa. Eu prefiro focar em uma história bem construída do que apenas em sexo. Mas caso continue acompanhando, agora que todos os elementos essências foram preenchidos começa a diversão.

  • Responder Jujuba

    Gostos desse tipo de contos e meio sensual e sensível parabéns continua