Memórias e Delírios – II

Os eventos que vou narrar continuam sendo tratados pela maioria como tabu. Portanto!… Sugiro que não prossiga, caso sinta-se desconfortável com “tabus”.
Leia: Memórias e Delírios – I
Continuando…
As tardes de “brincadeiras” com Julinho, já aconteciam há algum tempo. O garotinho parecia viciado e batia o ponto todo dia (claro, eu também). Afinal, era no meu ratinho de laboratório que “testava” minhas safadezas. Foi fácil fazer o garotinho ficar de boca fechada, ameacei que nunca mais me teria (vale o trocadilho) se contasse pra alguém.
Aquele pauzinho pequeno não dava muito prazer, mas também nenhum desconforto; assim, deixava Julinho comer todos os meus buraquinhos. Adorava dar meu cuzinho. Uma penetração mais difícil e a posição de cadelinha sendo controlada me excitavam. Dedava minha bucetinha e era sodomizada, quando gozei como nunca havia gozado.
Foi como ligar um botão. Entendi na hora, que eu adorava e que queria ser dominada. Mesmo com o contrôle sobre Julinho (que fazia o que eu mandava), era a primeira vez que eu tinha prazer de verdade. Claro que senti prazer outras vezes e foram sensações deliciosas, as mesmas que tinha ao me masturbar, mas essa foi muito melhor!
Nas tardes seguintes, insinuei, induzi e até mostrei como fazer. Mas o garoto era meio lento (coitadinho), e não saía como eu imaginava. Gozei algumas vezes (eu gozo fácil), mas os orgasmos mais intensos aconteciam quando me imaginava sendo dominada e possuída por um homem de verdade; uma vontade que crescia em mim.
Numa tarde, como de costume, terminei meus deveres e sai pra “brincar” com Julinho. O safadinho já me esperava perto do velho galpão! Sempre dava uma olhada em volta, antes de arrastar meu garotinho pra dentro (literalmente, do galpão e de mim). Não sei ao certo por que, mas naquele dia não fiz isso.
O galpão era um depósito de tralhas. Móveis, quadros, baús e caixas cheirando a mofo. Minha avó tinha a mania de guardar coisas velhas! Quando comecei de safadezas com Julinho, roubei uma cópia da chave do cadeado e preparei um cantinho. Era arriscado ficar atrás da garagem, da pedra do riacho ou nas moitas da chácara.
Meu cantinho continuava lá, preparado e intacto. Era um local bem oculto que mesmo se alguém entrasse, não conseguiria nos ver. Isso não me preocupava muito, às poucas vezes que vi alguém entrar ali, era pra jogar algo lá dentro e sair em seguida. Tive uma sensação estranha, mas que foi rapidamente superada por meu tesão.
Tranquei a porta, como sempre fazia. Assim, se chegasse alguém, faria barulho e daria tempo da gente se esconder (o que era fácil naquela bagunça). Ajeitava um pano sobre algumas almofadas quando vi Julinho já peladinho. Puxei o garotinho e abocanhei seu pauzinho gostoso; que não era grande, mas era durinho, quente e pulsante.
Sem deixar de mamar, me livrei da saia e calcinha e meti meus dedos na bucetinha que já estava babando. Meu cuzinho piscava, ansioso por ser penetrado. Mais uma vez, me deixava levar pelo desejo. Fiquei na posição de cadelinha e com o rosto apoiado numa almofada, empinei a bundinha, me oferecendo pra ser enrabada.
Julinho entendeu o recado e tentava comer meu cuzinho. Com a mão livre, arreganhei minha bundinha e senti seu pauzinho entrando. Enquanto o garoto metia desajeitado, fechei os olhos, e me imaginei indefesa naquele galpão abandonado, sendo dominada e abusada por um dos tarados que mexiam comigo na volta da escola.
Minha imaginação voava, assim como os dedos na minha bucetinha. Meu corpo tremia e o prazer crescia a cada instante. Sentia meu orgasmo chegar e sabia que seria intenso. Julinho parou! Achei que seu pauzinho tivesse saído e que logo ele enfiaria novamente. Continuei me dedando, mas não senti o garoto. Abri os olhos e vi Julinho assustado, de olhos arregalados e com cara de choro.
Foi só então que vi os sapatos do homem que estava em pé, atrás de mim!!!…
CONTINUA…

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