Irmão dominador

Meu nome é Dayane, tenho 19 anos, 1,60 de altura, olhos verdes, longos cabelos pretos. Sou bem magrinha, seios pequenos e uma bunda pequena, porem bem arredondada. Mesmo tendo olhos verdes, eu nunca chamava a atenção dos garotos na escola, era difícil competir com as patricinhas e seus corpos cheios de curvas. Eu até escutei boatos de que eu era apenas um rostinho bonito. Perde minha virgindade com 18 anos. Com um garoto da minha sala, em nosso primeiro encontro ele me fez engoli seus 13 centímetros de vara, no segundo ele tirou minha virgindade, depois de um tempo tive meu primeiro anal com ele mesmo. Ficamos juntos por uns três meses até ele me trocar pela minha melhor amiga.

Moro com meus pais e meu irmão mais velho Daniel, mas todo mundo o chama de Dan. Ele é 4 anos mais velho que eu, tem os olhos verdes como os meus, cabelo liso e um corpo médio, um pouco sarado. Eu o achava um gato, mesmo ele sendo meu irmão tinha um imenso desejo por ele.

Uma vez no meio da noite, levantei para beber água e a porta do quarto dele estava um pouquinho aberta, a luz estava acesa e fiquei curiosa, fui até lá devagar e olhei pela greta da porta, ele estava pelado batendo uma, seu brinquedo era enorme devia ter uns 22 centímetros, quando vi fiquei apaixonada, o único que tinha visto ao vivo, era muito inferior. Meus pais estavam dormindo e eu fiquei ali parada olhando ele batendo, comecei a brincar com meu clitóris, eu estava muito excitada, assim que meu irmão gozou eu também gozei junta, em seguida voltei para meu quarto, tinha perdido até a sede. Eu já tinha um interesse no meu irmão, depois de ver isso meu tesão só aumentou.

Eu esperei até chegar em uma semana, que meus pais estavam viajando e eu estaria sozinha com ele. Ele estava na sala assistindo TV, cheguei e sentei ao seu lado.

– Qual a sua opinião sobre relações incestuosas Dan? – Perguntei a ele.

Se ele fosse esperto já iria sacar logo de cara.

– Acho que é de boas, não tenho nada contra. – Respondeu ele, me olhando meio confuso.

Para mim aquela resposta, foi um ponta pé inicial enorme. Se ele não tinha nada contra, eu poderia dá uma investida.

– Então se eu te chamar para transar agora, você iria? – Perguntei de cara.

– O que? Não, claro que não – Falou ele rindo.

– Mas você não disse, que não tem nada contra?

– Sim falei, mas eu não vou fuder com minha irmã. – Respondeu ele desviando o olhar para tv.

– Porque não? – Perguntei.

Ele começou a olhar em volta, como se estivesse procurando uma resposta.

– Por que eu não tenho interesse em você. – Respondeu ele, levantando e indo para cozinha.

Se ele não estava interessado, eu iria desperta um interesse nele. No dia seguinte, coloquei um short curto até metade de minha bunda, uma camiseta com decote chamativo e me olhei no espelho, estava ridícula, eu não tinha corpo para aquelas roupas. Exceto minha bundinha, ela ficou até chamativa. Passei horas andando pela casa com aquela roupa, sentando de pernas apertas, andava de quatro no sofá na frente do meu irmão. A tarde do dia sentei para assiste TV com Dan.

– Olha Dayane, se sua intensão foi me excitar, você fracassou. – Falou ele levantando e indo para cozinha.

Quando ele levantou, percebe um volume maior em sua causa, ele tinha se excitado e saiu para disfarçar. Quando vi aquilo comecei a molhar minha calcinha, eu já estava perto do meu objetivo. Eu fui para meu quarto e bolei meu plano final.

Esperei até meu irmão ir tomar banho, entrei em seu quarto e tirei toda minha roupa, fiquei em pé esperando ele sair do banho. Quando ele chegou parou e ficou me olhando, no mesmo instante cresceu um volume enorme na toalha enrolada em sua cintura.

– Olha só, você disse que eu não te excitava. – Provoquei ele apontando para o alto volume.

Ele desamarrou a toalha que caiu no chão, revelando seu imenso e maravilhoso pênis de 22 centímetro que estava até latejando de tesão. Ele deu um sorriso malicioso e veio caminhando até mim, me olhou nos olhos, passou a mão atrás da minha cabeça e segurou firme em meu capelo, aquilo me deixou mais excitada, ele me puxou para o lado e me jogou de quatro na cama.

– É isso que você quer, não é maninha. – Falou ele, com uma mão na cintura e a outra no pau.

Eu nem responde e ele colocou a cabeça em minha buceta que estava toda molhadinha, meu corpo se tomou de felicidade, comecei a gemer de prazer, era incrível parecia que alguém estava enfiando uma tora em mim. Ele enfio todo aquele caralho em mim e começou o movimento de entra e sai, ele estava indo devagar e já estava louca de prazer quase gozando.

– Aguenta tudo, sua vadia. – Falou ele, socando e apertando minha bunda.

Eu estava suando como uma chaleira. Ele pegou meu cabelo e puxou para traz, e deu uma estocada forte.

– Ta sentindo Dayane? Ta sentindo? Esse é o pau do seu irmão, te penetrando. – Disse ele, enquanto dava mais estocadas, e eu gemia.

– Cala a boca e só mete. – Gritei gemendo.

Ele puxou com mais força meu cabelo e parou, deixando todo aquele caralho dentro de mim.

– Não me mande calar a boca, você queria meu pau, agora você tem. Só quero ver essa sua boca aberta para gemer. – Falou ele, colocando seu dedo no meu cu, enquanto eu gemia feito sua putinha.

Ficamos nesse ritmo por 3 minutos, depois ele parou e me virou, deitei na cama e abri as pernas para ele, ele se aproximou colou a cabeça para dentro de mim, pegou minhas pernas e as jogou por cima de seus ombros, segurou em minha cintura.

– Agora eu vou fuder você para valer. – Sussurrou ele para mim.

Ele começou a me comer mais violentamente, socava com força e muito rápido. A cama tremia e rangia, eu gemia feito uma puta de filme pornô, agarrava firme os lençóis. Eu nunca tinha imaginado que meu irmão era dominador assim.

– Que cara é essa maninha, não esta aguentando a pressão? – Falou ele, deslisando suas mãos pelas minhas coxas até chegar na cintura.

Não consegui nem responder só gemia

Meu irmão já estava quase perdendo o folego, quando sente meus batimentos aumentarem e uma explosão de prazer tomar meu corpo, minhas pernas começaram a tremer involuntariamente, eu já nem gemia, gritava de tanto prazer, meu irmão tirou o pau da minha buceta e gozou em cima da minha barriga, enquanto eu estava quase virando os olhos com o prazer. Em uns 13 segundos voltei ao normal, tinha acabado de ter meu primeiro orgasmo e foi com meu irmão.

– Esse foi meu primeiro orgasmo. – Falei olhando para Dan.

– Você é uma puta. – Falou ele pingando de suor.

– E você é um tarado. Falei.

– É e esse tarado fez você tremer nas bases. – Falou ele pegando a toalha no chão e saindo.

Eu estava toda suada, minha pele estava rosa, passei a mão na minha buceta para ver o estrago, o rombo era grande, dava para mim colocar uns quatro dedos e sobrava espaço. Eu literalmente fui arrombada pelo meu irmão.

Ficamos o resto do dia assistindo filmes, já era quase meia-noite, eu levantei do sofá e fui escovar os dentes para ir dormi, meu irmão logo entrou e parou atrás de mim, me olhando através do espelho. Ele abaixou a calça e seu pau estava duro como pedra, fiquei até espantada eu estava acabada e ele pronto para outra.

– Preciso fazer uma coisa, que eu desejo muito. – Falou ele me olhando pelo espelho na minha frente.

– Eu ainda estou com as pernas bambas. – Falei.

– Vai ser rápido.

Ele pegou e abaixou minha calça, já estava sem calcinha. Ele me inclinou para frente com a mão, colocou a cabeça na porta do meu cu e socou tudo de uma só vez, não sei se gritei de dor ou prazer, ele começou a dar fortes estocadas a cada 3 segundos, eram tão fortes que a cada uma eu batia a cara no espelho do banheiro. Seu pau era muito grosso, já nem sentia tanto prazer, mas meu cuzinho estava ardendo como pimenta. Na decima estocada ele parou e tirou o caralho de dentro de mim, senti a porra escorrendo do meu cu, pelas pernas.

– Valeu, essa sensação de arrombado o cu da minha irmã é muito boa. – Falou ele limpando a porra do pau na minha bunda.

Ele me deu um tapa na bunda e saiu do banheiro.

– De nada. – Responde meio confusa.

Fique um momento pensado no que tinha acabado de acontecer. Estava em pé no banheiro com a calça abaixada, o cu cheio de porra e o espelho do banheiro, manchado com meu rosto e espuma de pasta de dente.

No dia seguinte minha avó veio nos fazer companhia, e ver como agente estava. Eu e Dan estávamos sentados no sofá assistindo TV, como sempre, enquanto vó, fazia o almoço. Nós conversávamos sobre ontem.

– Valeu Dan, eu estou muito satisfeita e feliz agora. – Falei para ele.

– Eu estou feliz também, mas não estou satisfeito. – Falou ele.

– Por que você não está satisfeito? Perguntei.

– Faltou uma coisa.

– O que?

Ele abriu o zíper e tiro seu mastro para fora.

– Você é louco, a vó está ali na cozinha, guarda isso.

Ele pegou minha cabeça e puxou para baixo, colocou o caralho dentro da minha boca. Aquilo quase não cabia direito em minha boca e estava super duro, fui chupando tudo e fazendo movimentos com mão para cima e para baixo.

– Isso chupa tudo maninha. – Sussurrou ele.

– E a vó? – Perguntei engasgada com o pau na boca.

– A gente não deve, falar de boca cheia Dayane. – Falou ele, empurrando fundo até minha garganta.

Fiquei chupando por uns 2 minutos, confiando que ela estava de olho na vó. Em um instante ele segurou minha cabeça, com o pau todo dentro, sentia a cabeça dele na minha garganta, levantei minha cabeça num engasgo e senti minha boca enchendo de porra.

– É melhor você não deixar cair nem uma gota no sofá. – Falou ele.

Ouvi passos da minha avó, ele guardou seu pênis rápido e eu engoli aquilo tudo, meus olhos encheram de água.

– Agora eu estou satisfeito. – Falou ele, rindo.

– Idiota. – Falei batendo no ombro dele.

Depois dessa semana voltamos a nossa vida normal e felizes. Tinha conseguido fuder com meu irmão e nossa relação continuava boa.

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