Irmã amante

Meu nome é Beto, quando tinha 13 anos aprendi a bater punheta, fazia quase todos os dias. Tenho uma irmã de nome Andréia com 4 anos mais nova, gostava de brincar de luta com ela. Os anos foram passando e nós crescendo. Quando eu tinha 16 anos, notava ela me espionando no banheiro quando batia punheta. Disfarçadamente me virava pra ela e seguia até gozar pra ela ver. Mas quando saia do banheiro, fingia que esta tudo na mais completa naturalidade. Quando já tinha 17 anos e ela 13, fui brincar com ela e com nossos agarrões, um de seus peitos saiu para fora. Como tive que soltar ela, seu peito ficou a minha disposição. Fiquei encantado com a visão daquele peitinho durinho, ela demorou para recoloca-lo no lugar e percebeu meus olhos fixo nele, deu um sorrisinho e tive que deixa-la na cama e ir para o banheiro para bater uma punheta para ela não perceber minha excitação. Antes de gozar, ela bate na porta me chamando para seguir nossa lutinha. Peço para ela esperar um pouco até gozar e poder sair. Reiniciamos a luta e ela rindo me diz que sabia o que eu fui fazer no banheiro, tento enrolar ela, e novamente ela me surpreende dizendo que tinha ido bater punheta por ter visto seu seio. Soltei ela e fiquei furioso, para ela parar de mentir. Ela fez uma proposta pra mim, deixava eu ver seu peito, se eu deixasse ela ver eu batendo punheta. Disse que não, e que não ia mais brincar com ela. Ela tira um peito pra fora e pergunta se tenho certeza que não queria ver, não contente tirou os dois pra eu ver. Meu pau subiu na hora e ela viu que eu tinha gostado. Levei ela para o banheiro e bati olhando para seus peitos. Pensei que ela estava satisfeita, no outro dia ela me chama pra brincar só de calcinha, agora fui, eu que excitado agarrei ela por trás, fingindo sem querer segurei um peitinho na mão, com o pau duro, não foi difícil ela perceber meu pau na sua bunda. Sem eu perceber, de tanto prazer que estava sentindo em segurar seu peito, sua mão pegou no meu pau por cima do calção, baixo o calção e peço para ela pegar nele, estava muito gostoso sentir sua mão no meu pau. Levei ela para o banheiro e mandei ela bater punheta pra mim. O sorriso dela foi de agradecimento por eu deixar ela fazer pra mim. Meio sem jeito, ela foi me punhetando, gozei muito gostoso com ela. Voltamos para a cama e seguimos brincando, esta por cima dela e não resisti ao seus peitos e beijei um, depois o outro. Ela pediu para eu beijar mais, fui além, mamei muito neles, ela vibrava com minha chupada neles. Meu pau endureceu de novo, e de propósito fiquei cutucando sua bucetinha por cima da calcinha, pedi para ela deixar eu ver sua bucetinha, fazendo-se de difícil, ela foi cedendo, brinquei um pouco com seus lábios vaginais e voltei aos seus peitos. Estava chupando eles quando meu pau encostou na sua bucetinha meu tesão fugiu do controle e fui colocando pra dentro dela, senti uma resistência, mas segui enfiando. Ela batia e arranhava minhas costas até perder as forças com seu gozo, segui com mais algumas estocadas até gozar também. Sai de cima dela e percebi um sangramento saindo de dentro dela. Nós dois assustados com o sangue, fomos para o banheiro para nos lavar. Paramos de brincar por duas semanas, de medo do sangue voltar a sair. Até que um dia pedi para ela bater outra punheta pra mim. Ficamos só na punheta. Quando voltamos a lutar de novo, tirei a calcinha dela e meti nela, como não saiu sangue, seguimos metendo até nos satisfazermos. Ela aprendeu a usar pílula e ai aproveitamos por 4 anos seguidos. Devido eu estar empregado e ela fazendo cursinho para entrar na faculdade, fomos parando aos poucos. Hoje ficamos com nosso segredo pra nós, mas foi muito bom aprendermos juntos.

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