Como Tudo Começou! – 2Dto Capítulo 13

2º Dto

NOTA:
Aconselho a lerem desde o primeiro capítulo, para compreenderem tudo.

Na primeira parte de Como Tudo começou, contei o principio da nossa 2ª oportunidade de vida, que, para nós tem sido maravilhosa e surpreendente, mas, algumas vezes com altos e baixos inesperados.

Para provar isso, a minha esposa (vou meter nomes fictícios, porque foi o concordado com as pessoas envolvidas, para relatar estas histórias), Paula (mas eu costumo-lhe chamar Maria), sempre disse, em 10 anos de casamento que não tinha fantasias sexuais e nem se via nesse tipo de pensamentos.
Agora, tudo está diferente. Fantasias realizadas, sustos por actos irresponsáveis e amigos em quem se podem confiar e chamar AMIGOS ou mais do que isso…

Antes de tudo, venho apresentar as pessoas que entram neste conto.

Eu – Paulo
Tenho 1.80, 80kg, corpo normal, nem gordo, nem magro, cabelo preto, olhos castanhos, sou cómico, divertido e responsável e adoro sexo.
Defeitos, não gosto que me mintam, retiro a confiança total depositada na pessoa que mentiu-me e sou um pouco brusco, só às vezes.

Amigo/colega do trabalho – Nuno
1.65, 55kg, magro, cabelo castanho curto, olhos castanhos.
Tímido e calado. Só fala pa’ caralho quando já está com os copos (e às vezes até demais), conhecedor de Ideologia da Vida.

Em futuros contos, entrarão mais pessoas e nesse momento, os apresentarei.
Todas as histórias que eu contarei são verídicas e com o aprovamento dos integrantes, menos aqueles que não são importantes na história em si.

Esta história, teve a ajuda do Nuno. (Quase nenhuma, pois ele só dizia para não por aquilo que tinha acontecido.)

Continuando…

Aquela vacaria debaixo da ponte passou. No domingo, cada um estava na sua casa e a repousar.
Refilei com a Maria, pelo aquilo que fez, puta do caralho. Não estava habituado aquelas cenas.
Sinceramente, não tinha gostado, que depois de uma noite em beleza e dá-me um presente envenenado, sem perguntar se o queria ou não.

– (Paulo) Paula, não estou contente com o que fizeste, desculpa lá, mas não gostei da tua atitude.
– (Paula) Cavalo dado, não se olha o dente…
– (Paulo) Mas qual cavalo, qual caralho? Despejas-te uma litrosa de leite na minha goela.
– (Paula) Leitinho do meu amante macho, não gostas-te?
– (Paulo) Tou fodido contigo…Mas ainda fazes esse tipo de pergunta? Tens uma lata do caralho.
– (Paula) Tás armado em macho, é isso? Vais dizer que não gostas-te? Foi a tua prendinha de anos e a compensação pelo o que fizeste com a Marta na casa da Sónia.
A coitada da rapariga andou com aquilo na cara a noite toda.

Fodasse, caralho, eu naquela altura, não podia dizer que foi o caralho do Nuno que se esporrou na cara da prima da Sónia. (Elas já sabem a verdade nesta altura do campeonato.)
Este caralho, fodeu-me bem e ainda engoli-lhe os leites. Tinha que amansar, porque nervoso como estava, ainda saía a verdade e lá ele ia ao castigo outra vez.
Não era capaz de lhe fazer isso, os amigos servem para estas merdas. Se eu tinha que engolir aquilo para o safar, então era isso que eu iria fazer.
Mas, aquele caralho ia-me pagar e bem…

Amansei a égua, não queria chatice, queria cona e se continuava com a merda da conversa, só ficava com a barriginha cheia de ontem do que ela me fez e os tomates cheios.
Não valia a pena insistir e tentei dar-lhe a volta.

– (Paulo) Ok, vou ser sincero (os sacrifícios que um homem tem de fazer, mentir à minha esposa), eu gostei…
– (Paula) Eu sabia. Vou contar à Sónia que ela pode fazer o mesmo.
– (Paulo) Fodasse, calma lá a patareca. Gostei, mas chega. Tão depressa não quero nada disso.
Qualquer dia aquele caralho fica a saber que eu gostei e depois só quer é despejar os leites dele na minha fuça. Ficamos por aqui que é melhor.
– (Paula) Para quem é tão mente aberta como és, tu és muito esquisito. Ok, fica entre nós, mas a partir de agora, quando eu fizer-te uma chupetinha, quero que proves os teus leitinhos na minha boquinha e sem esquisitices.

Nuno, vais-me pagar esta MERDA MUITO BEM….

Para adiantar, domingo é dia da casa dos broches, eu sinceramente, não papo daquilo nem um pouco, mas ela adora aquela merda, e no intervalo grande, tinha direito a um brochezinho.
Aquilo é tão pontual que até dava para acertar o relógio, parecia um puto na escola à espera do toque da campainha para a brincadeira.
Naquele dia, adormeci ou fiz de conta que estava a dormir… eheh, esperto que eu sou, não tive direito a brochezinho, mas pelo menos não levei cálcio nos dentes.
Dia seguinte, chego ao bules. O Nuno estava a chegar.

– (Nuno) Bichona, temos que falar.
– (Paulo) Ái, pois temos. Temos que falar e muito.
– (Nuno) Nós fomos fodidos…
– (Paulo) Fodidos, não sei, mas fodido à tua conta eu fui.
– (Nuno) Ô Yoda, eu estou a falar a sério.
– (Paulo) Pois e eu devo estar a brincar, ô caralho.
– (Nuno) Fomos agarrados, porra.
– (Paulo) Porra levei eu, pela a goela abaixo e à tua conta.
– (Nuno) Não estás a perceber…
– (Paulo) Ah, não estou a perceber? Vens-te na cara da tua prima, a Maria vem com uma boca cheia de leite teu e despeja-me na minha e tu dizes que eu não estou a perceber?
Fodasse, pá, eu bebi leite teu, caralho. Isso é como se mamasse-te na picha. Fazes merda e eu fodo-me.
– (Nuno) Ela fez isso?
– (Paulo) Ela fez isso…tão inocente que ele é. Ái, tás ta rir. Tás ta rir, meu cabrão e eu não estou achar graça nenhuma.
– (Nuno) Pera aí, calma. Não sabia nada disso, mas o que eu tenho para te dizer não é nada disso, é muito pior.
– (Paulo) Pior do que isto? Só uma piça no cu, pá.
– (Nuno) O meu vizinho do 2º Dto, apanhou-te a ti e à minha esposa, quando estavam naquela marmelada toda cá fora.
– (Paulo) O quê? Repete lá isso? Qual vizinho? A gorda tem um marido?
– (Nuno) O do Dto, estúpido, aquele que é GNR.
– (Paulo) Ô caralho, GNR? Mas, espera aí? Apanhou-nos como? Só vi lá um gajo a vir-se em cima das mamas da tua esposa?
– (Nuno) Um gajo o quê?
– (Paulo) A Sónia não te disse nada?
– (Nuno) Ela não me contou nada. Além de serem apanhados ainda existe mais alguma coisa para saber?
– (Paulo) Não, não, esquece lá isso. Mas, como é que o teu vizinho apanhou-nos?
– (Nuno) O carro ao lado, era ele.
– (Paulo) Aquele carro branco?
– (Nuno) Sim.
– (Paulo) Fodasse e agora? Ele disse-te alguma coisa? Será que gravou a cena e vai por na net? E caralho, que cena, se essa merda salta para a net. Aquilo foi do caralho.
– (Nuno) Não, ele não me falou nada disso.
– (Paulo) Mas já falas-te com ele?
– (Nuno) Sim. Na missa de ontem. Ele estava a falar com os meus pais…
– (Paulo) Ô caralho, os teus pais. Estamos fodidos.Granda problema.
– (Nuno) Não, o problema é que eles conhecem os meus pais, pá. Eles vão à missa connosco e dão-se muito bem com os meus pais. Tu estás a ver bem a cena, se este caralho se descose com a porcaria que vocês fizeram?
Os meus velhotes morrem de coração em saber que eu e a Sónia, andamos a fazer estas coisas.
Epa, eles não podem saber, nunca na vida.
– (Paulo) Fala com os teus vizinhos.
– (Nuno) Ao princípio, eu até os estava a evitar, mas ele se dirigiu a mim, na porta da igreja.
– (Paulo) Pediu-te a bênção?
– (Nuno) Não, disse que queria abençoar-nos aos dois…
– (Paulo) Aos dois? Fodasse, ái o caralho, o que quer isso dizer.
– (Nuno) Ele só disse que queria que eu e o meu colega de trabalho que estava a martelar a Sónia, fossem um dia a combinar, lá a casa dele. Ele queria propor-nos uma coisa.
– (Paulo) Opa, eu não papo mariquisses. Quero que tu te fodas, mas paneleirices é que não, já me chegas tu.
– (Nuno) Não sei o que é, ele não disse. Eu vou telefonar para ele a combinar o dia, eu tenho que desenrascar-me desta merda.
– (Paulo) E as nossas mulheres? Vamos dizer isto a elas?
– (Nuno) NÃO. A Sónia não pode saber de nada disso. Já viste que se ela sabe, até fica doente.
– (Paulo) Epa, então telefona lá para ele e fazemos chantagem com ele. Se calhar quer alguma coisa feita no computador ou ainda vai nos tirar umas fotos de nós nus.
Que se foda, seja lá o que for, nós dizemos, sim senhor, mas, nunca divulgará nada aos teus pais.
– (Nuno) Então, está combinado. Eu telefono-lhe já e digo a ele quando é que vai querer que vamos lá.

E foi o que aconteceu. O Nuno, lá telefonou para o vizinho. Blábláblá e ficou combinado para 2ª-feira da semana que vem, irmos lá a casa dele.
Foram uns dias que parecia anos. Eu e o Nuno, murchos e calados. Se ele não conseguia a levantar o nabo, nem com dedos no cu. A mim, nem com a super-cola isto ficava em pé.
Estava nervoso, não sabia o que aquele chantagista queria de nós. Especialmente de mim, fodasse, nem me conhece de lado nenhum.
As nossas mulheres, acharam estranho, mas não comentaram.

2ª-feira, dia D. (Quase parecido com 2º Dto)

– (Paulo) Fodasse, pá, estou nervoso.
– (Nuno) És tu e eu, nem consegui dormir.
– (Paulo) Se este gajo vier com cenas de pedir dinheiro, acho que lhe dou um tarião.
– (Nuno) Não sei se dás e ele não precisa de dinheiro. Isso tem ele aos montes. Ele vive aqui, porque é mais perto do trabalho da esposa.
Algumas vezes, costumam ir para a quinta deles, lá para Torres Vedras.
– (Paulo) Se não é dinheiro é paneleirice, de certeza. Se for, eu fico por trás da fila e encostado à parede.
– (Nuno) E eu fico no meio, não?
– (Paulo) Aonde tu ficas eu não sei e nem quero saber, Mas, também já estás a ficar habituado a mamar em piças e as agarrar, não te vai fazer diferença.
– (Nuno) Até parece que tu agora não andas a engolir leitinho de macho.
– (Paulo) Tu…tu…fodeste-me bem nessa merda, pá.
– (Nuno) Vou tocar à campainha.

A porta, abriu-se ao 2º toque.
Um homem, musculado, já nos seus 50 e tal anos. Educado e apresentou-se, mas, eu nem quis saber do nome.
Estava a olhar para ele, assustado, preto e careca. Com um cabedal de meter medo.

Vizinho do 2º Dto – (Sei o nome, mas, naquela altura eu não quis saber do nome dele.)
1.90, 100 kg, musculado, careca, olhos castanhos.
Educado e sociável. Super católico.
O resto eu não posso contar, pois era spoillers.

Convidou-nos a entrar, deu-nos uns bebidas de entradas, Martini, Mos**tel e vinho do Porto.
Este caralho está a querer embebedar-nos para nos vir à peida, só pode.
Três martinis fresquinhos e conversa para caralho.
Chamou-nos para nos adormecer e depois vem nos à bilha. Tá fodido, que eu só gosto de dormir é à noite. (A Maria está a dizer que também gosto de dormir as sestas à tarde. É verdade, mas naquele dia, era só à noite.)

Levou-nos à sala. No meio da mesma em cima de uma mesa, uns papéis e umas máscaras.

– (Paulo) O Carnaval já começou? – Balbuciei baixinho.
– (Vizinho) Já explico depois de lerem os papéis.

Acordo de não divulgação. Ca raio? Quer nos comer o vasilhame e deve estar a pensar que vínhamos aí para fora comentar que fomos comidos no rabo? Este gajo deve estar doido.
Não publicação de fotos, vídeos e por aí a fora.

– (Paulo) Ô amigo, não estou a perceber. Isto é para quê?
– (Vizinho) Simples. Tudo o que irá acontecer naquele quarto, não será divulgado de maneira alguma.
Leia com atenção e assine por favor.
– (Paulo) E o que vai acontecer naquele quarto? Eu sou um bocado curioso.
– (Vizinho) Só posso divulgar depois de assinar o acordo.
– (Nuno) E o que acontecer, seja lá o que for, poderemos contar às nossas esposas? Nós não temos segredos com elas.
– (Vizinho) Sim. Desde que elas, não divulguem nada, porque aí vai ser um incumprimento do acordo de confidencialidade.
E vocês não vão querer isso, não queiram foder um advogado.

Fodasse, mas é GNR ou advogado?
Caralho, tantos papéis e merdas para escrever, primeiro outorgante, nº de BI e NIF, só não pede a conta bancária.
Que se foda, assinemos isto, para acabar de vez, pelo o que eu percebo, não é para dar nada, só o meu cuzinho, mas depois, eu tento fugir com o anel. Aqui não diz que eu não possa fugir.

– (Vizinho) Muito bem. Eu assino aqui por baixo e cada um de nós fica com uma cópia devidamente assinada.
Precisam de alguma coisa, para relaxar. Bebida ou outro produto?
– (Paulo) Para relaxar? Não, não precisamos de nada, siga. Vamos acabar com isto de uma vez por todas.
– (Vizinho) Muito bem, assim seja.
Estas máscaras é para serem usadas sempre. Só as retirarão, caso eu dê a ordem.
Vocês, só fazem aquilo que eu mandar. Ninguém tem iniciativas próprias. Não podem falar, sem eu ordenar.
Eu ficarei a filmar e a fotografar e direi o que irão fazer.

Fodasse, eu sabia, uma paneleiragem a dois. Eu e o Nuno. Tou fodido com esta merda toda.

Começou-se a despir junto a nós. Afinal, parece que é uma paneleiragem a três.
E que grande caralho este gajo tem. Aonde nós nos fomos meter. Eu estremeci todo. (O Nuno está aqui a dizer quando viu aquilo a sair para fora, que ia desmaiando. (É mentira, este gajo gosta de piças e está a aqui a fazer drama.))
Ao abrir-nos a porta, olhando para o Nuno e com ele parecendo que estava a rezar um terço, lá entrámos.

CARALHO, que visão divina. (E não estou a falar da pichota do vizinho do Nuno.)
Um quarto de casal normal, bem iluminado com a luz natural e uma bruta febra (febra o caralho, aquilo é uma costeleta de novilho (Bife do Lombo, diz o Nuno)) em cima da cama, com uma máscara na cara, tapando os olhos.
Parecia uma máscara à Batman, deixando só a boquinha de fora.
Uma coleira vermelhinha apertada ao pescoço.
Loira, amarelado meio acastanhado.
Com uma lingerie preta em duas faixas em forma de V, arrendadas, com umas cordinhas a juntar as duas faixas.
Que mamas esta puta tinha. Tão tesinhas e grandes, punha as da Sónia e as da Maria a um canto (As duas juntas, não chegam aos calcanhares dela).
Saiu-nos o Euromilhões, pensei eu. Pensava que ia ao cu ao Nuno com o vizinho dele e afinal…
O vizinho do Nuno, obrigou-nos a por as máscaras. Dava para ver, mas mal, os buracos dos olhos eram pequenos.
Começou a falar.

– (Vizinho) Meus senhores, apresento-vos a minha esposa Alexandra.

Fodasse, só o nome já dá tesão. Quando o Nuno tinha dito da outra vez que a vizinha do 2º Dto era um avião, nunca pensei que fosse um jacto particular.

– (Vizinho) Não falarão para ela em circunstância alguma. Não gemerão. Só se eu pedir.

Este caralho deve ser parente do Amílcar. Com um cavalo destes, quero que eu esteja calado?

– (Vizinho) Só farão o que eu disser, quando eu disser. Nunca, com sexo desprotegido. Têm aqui um monte de camisas dentro desta travessa, todo o tipo, formas e sabores.
Tem aqui vibradores, dildos, plugs anais, chicotes, penas, lubrificantes e retardadores e outros utensílios que poderão usar,.
Para limpeza pessoal, uns toalhetes húmidos e perfumados.

Agarrei num, que parecia uma massaroca de milho e acenei para ele, pois não podia falar.

– (Vizinho) Se assim eu o desejar, eu informarei.
Eu ficarei aqui a fotografar e a filmar e caso queira participar, eu juntarei-me ao convívio.
Como podem ver, tenho câmaras em tripés a filmar e a apanhar o quarto todo.
Quando acabar, darei uma cópia a cada um sem edições.
Estão de acordo?
– (Alexandra) Sim, chega de conversa, quero sentir essas piças duras e grossas.

Bem, não falou em grandes, pelo menos isso, porque as nossas fazendo comparação à do marido dela, que miséria.
Ela tinha uma voz rouca, mas sexy. Deveria ser fumadora ou senão era das piças que lhe passavam pela a garganta. Já estava a pensar em coisas, quando vejo o Nuno com o pau em riste e a começar a beijar-lhe as tetas.
Caralho, não estás nada envergonhado. Muita punheta deves ter tu batido a pensar nesta puta.
Quando olhei para o vizinho dele, é que percebi que foi ele que tinha dado a ordem e eu cego que estava com a beleza da esposa dele, nem ouvi nada.

– (Vizinho) Tu, P., mama-lhe na coninha dela.

P.? Porque raio ele não diz o meu nome? Será que ele dirigiu-se ao Nuno como N.?
Mamar na coninha? Então, mas isto é assim? Eu não conheço esta cona de lado nenhum, nunca fomos apresentados antes. Sei lá se tem a cona avariada e se apanho herpes genitais na boca.
Também não vou por uma camisa na língua, fodasse, mesmo com sabores, isso é coisa que não me passa pela a tola. Pastilhas elásticas na boca só da gorila.
Mamar na cona o caralho, faço uma festinhas no grelo com os dedos e faço de conta que estou lá de língua.

Bem, fiz o que ele mandou (pensando ele). Pondo-me de joelhos, abrindo-lhe as perninhas, lá comecei a fazer de conta que lambia aquela coninha que, meus amigos, estava tão bem cheirosa que só apetecia mesmo era comer.
(As nossas esposas não sabiam desta parte e não estão a gostar do que eu estou a escrever, mas eu gosto de ser sincero nos relatos, por isso, aguentem. Elas sabem que é verdade…)
Cheirosa e melada, era como ela estava. Escorria. A coninha da Alexandra estava excitadíssima.
Mal eu encostei os meus dedos molhados ao clítoris dela, a vaca gemeu.

O Nuno, a chupar aqueles peitões lindos e com a ponta rosadinha. Lambendo aqueles bicos e os chupando.
A Alexandra, agarrando na cabeça dele, como se quisesse com mais agressividade.
Percebi isso, pois ela agarrou na teta que o Nuno estava a mamar, com um aperto forte, quase espremendo.
Esta gaja não queria amor e carinho, queria era ser fodida que nem uma cadela com o cio e à bruta.
Até nesta merda este gajo tem uma sorte do caralho. O que eu daria para trocar com ele e mamar naqueles leitões, logo eu, que sou homem de mamas grandes e só tenho tido amostras. (Excluindo a minha tia Fatinha, naquela altura do campeonato.)
Mas se o tótó não dizia nada, nós então, nada fazíamos.
Parecíamos duas marionetas na mão daquele parvalhão.
Um cavalão destes casada com este otário. Fodasse, à gajos com uma sorte do caralho ou senão era só pela a gaita (e estou a falar é do dinheiro.)
Ainda estou para saber o que esta branquinha viu neste preto?

O tótó só tirava fotografias e ia batendo punheta a ele próprio.
Menos mal, pelo menos, não era aquilo que nós tínhamos na cabeça a pensar a semana inteira, porque se fosse, coitadinho de nós, não sentávamos o cuzinho nem daqui a um ano.
Enquanto ele bater a punheta a ele próprio e nós continuarmos a comer esta putéfia, este dia de balda ao trabalho já valeu a pena.

Eu caguei no assunto do que ele dizia ou não dizia.
Estava muito lento, as ordens dele e ao fazer de conta que lambia a coninha à esposa dele, enfiei-lhe dois dedinhos como faço às nossas meninas. Quero que ele se foda.
O cabrão de merda, reparou e nem disse nada.
Eu sabia, este gajo é só conversa. Fala fala, mas depois deixa ir tudo.
Mas quem é que sabe afinal o que esta puta quer? Eu ou ele?
Nem é preciso resposta, porque com a acção dela de começar a masturbar aquele grelinho, dizia tudo.
Ela adorou…

Profissional que eu sou com os dedos, continuei o meu trabalhinho, quando sinto o malho do tótó a bater-me nas costas. (Malho é pouco, aquilo era um barrote.)
Olhei para cima, assustado. Isto para primeiro encontro estava muito acelerado.
Então nem um jantarinho ou um cineminha primeiro, para nos conhecermos melhor? É logo a encostar o tronco na espinha?
Olho para cima, vejo aquele a****l a fotografar-me e a flashar-me directamente nos olhos.

– (Paulo) Fodasse, olha essa merda, pá.

Caralho, já estava a fazer merda.
Ao dizer aquilo, caí para trás, à rasca dos olhos e esfregando-os.
O gajo não piou e ouvia o barulho da máquina fotografar e via o flash a brilhar.
Encostado à parede, com a visão turva e embaciada, no meio da névoa, vejo o Nuno com a piça na boca da Alexandra, enquanto ele agarrava naquela cabeçinha amarela.
Estava com a mão no ar, acenando para mim, parecia que estava a aprender a voar.
Ca raio estava ele a fazer. (Ele diz que estava a dizer para eu levantar-me.)

– (Paulo) Epa, isto assim para mim não dá. Fazer sexo mudo, parece um filme do Charlie Chaplin.
A partir de agora quem manda sou eu, fodasse. Querem, muito bem, não querem, vão pô caralho e safem-se sozinhos.
– (Alexandra) Sim, sim. Manda, nós gostamos….
– (Vizinho) Ô amorzinho, de certeza que queres isso?
– (Alexandra) Sim e cala-te. Contigo ainda adormecemos todos. Tu até gostas de ser mandado.

Música para os meus ouvidos. Fodasse. Até o Nuno ficou mais contente.

– (Nuno) Mama sua puta, mama.
– (Alexandra) Quero mais na minha boquinha.
– (Paulo) Adoro quando dizem isso. Toma lá mais uma, sua puta de merda.
– (Alexandra) Isso chamem-me nomes.

Eu tou a ver que isto de religiosos é tudo a mesma coisa. Um gajo pensa que é uma coisa e afinal é tudo putas à rasca para dar a boca e a cona.
O vizinho não parava de bater ao bicho e juntou-se à festa.
Agarrou num consolo e começou-o a lamber .
Olhando para ele, deve ter ficado encavacado e disfarçou e começou a espetar o dildo, na coninha da esposa dele.
Aquela merda era gira, tinha colhões e tudo. Grande e grosso, mas a imitar um branco.
Agarrou num plug vermelho e besuntou na coninha da Alexandra e toca a espetar naquele cuzinho.

Caralho, é uma gaja de comer no cuzinho.
Eu vou comer mais um cuzinho, que grande dia o de hoje. Nunca pensei que isto fosse ser tão bom.
Eu, com o meu irmão, o gajo com quem partilhamos as esposas, estou neste momento com ele a comer a vizinha dele e o preto nem pia.
Acho que vou perdoar este caralho por aquilo que me fez com a prima Marta. (Vou o caralho é que vou.)

Ao mesmo tempo que o vizinho espeta o plug no anel dela, tira o dildo e agarra um monstro nem sei de quantos centímetros, maior e mais grosso que a piça dele.
Opa, aquilo eu não tinha visto. Tem cabeças de pénis em cada extremidade. E está a besuntar as duas "cabeçinhas" com um tipo de óleo de um frasco preto.
Enquanto a Alexandra mamava nas nossas piças, alternando com a punheta, eu desconfiado, olhava para o marido dela.

Ele enfia uma das partes da mangueira na cona da esposa e a outra no cu dele.
Fodasse, olha-me este paneleiro. Enfiou quase metade no cu dele e que bem que entrou.
Só tinha visto isto ao vivo com o Ivo e agora mais um igual a ele, com os mesmos gostos.
Pondo a perna esquerda em cima da cama e a direita no chão, começa a foder a Alexandra com aquilo no cu.
Aquilo era grande e grosso e ela estava a adorar.

O vizinho chamou o Nuno e ao dirigir-se a ele em cima da cama, abocanha o pénis ao meu amigo, mamando como uma putinha.
Já vi que isto é doença que se pega neste prédio.
Ainda bem que eu não vivo aqui.
Um GNR preto bem aviado e bichona do caralho, com uma mulher destas e gosta é de mamar em pichotas ao mesmo tempo que leva uma naquele cu.
Eu imagino como ele deve receber as multas…

A Alexandra com a língua de fora, sem ver o que se estava a passar, por causa da venda, enfiei o meu malho naquela boquinha gulosa.

– (Paulo) Que mulherão. Carninha de primeira qualidade, que estamos a comer, ô Nuno. (E com esta deixa, depois das meninas terem visto isto no vídeo, fodemos-nos tão bem, que mais tarde, numa outra história vocês vão compreender o que eu estou a dizer.)

Eu não gosto nada de estar com galochas, pois nós com a Sónia e a Maria, não temos nada dessas cenas entre nós.
Isto faz mesmo confusão e não me agrada nada.
Mas ela punha tudo dentro daquela bocarra.
Que puta tão jeitosa e boa.

O Nuno, era um homem de sorte, ia comendo um brochezinho do vizinho o que não é nada mau, no meu pensar.
Sempre ouvi dizer, que um homem, mama melhor que uma mulher.
Eu na minha experiência, o Nuno, mama tão bem como a mulher dele e a minha Maria.
Ele agora é que podia dizer alguma coisa, pois estava a ter essa experiência com o vizinho dele.
E esse cabrão não parava de subir e descer naquela merda, que para mim, não tinha jeito nenhum.
Entretanto, o Nuno, começa a olhar para mim com uma carinha de coitadinho…

– (Paulo) Nem vale a pena olhares para mim a fazeres esses olhinhos, quero é que tu te fodas.
– (Nuno) Nem te disse nada….
– (Paulo) Nem precisas de dizer, eu já te conheço. E tu também pareces que estás a gostar, essa merda nem abaixa.
– (Nuno) Mas eu quero sentir a boquinha dela.
– (Paulo) Está ocupada. Vai sentido a boquinha do pretinho dela, que também é bom.

Mudei a posição e sentei-me em cima da cara da Alexandra, olhando na direcção dos dois paneleirões à minha frente.
Fazendo o "saquinho de chá" naquela boquinha e como ela mamava nos meus tomatinhos. Que língua e boquinha.
Ela alternava entre as minhas bolas e o meu anelzinho. Lamberem o rabo a um homem é muito bom, sentindo aquele língua rija e macia ao mesmo tempo, tentando invadir o inviolável, é uma sensação do outro mundo.
O vizinho andando para cima e baixo como se num elevador estivesse, começa a forçar a piça do Nuno na boquinha dele, querendo engolir tudo e a cravar os dedos no rabo do Nuno.
O Nuno, a tentar sair daquele aperto musculoso, acabou-se por foder. O vizinho dele, enfia-lhe um dedo naquele buraquinho.

– (Nuno) Troca, troca.
– (Paulo) Troco nada. Deixa-te estar que estás bem.
– (Nuno) Aqui também vais gostar…
– (Paulo) Pensa nos velhos…
– (Nuno) A culpa é mais tua do que minha.
– (Paulo) Epa, pára de chorar pelo o leite derramado. (Que foi em cima da esposa dele, eheh.)

Bem, como quem mandava era eu, tinha que por um ponto final naquela merda toda.
Mandei aquelas duas putas, o marido e a esposa, pararem e porem-se de cuzinho para o ar.
Obedientes e muito rápido (ele mais rápido do que ela), lá puseram o cuzinho em sentido.
Que rico cu que ela tem. É uma imagem que fica gravado na nossa memória. (E que as nossas meninas não gostaram muito, quando descobriram.)
Com o Nuno a por-se a jeito a empurrar-me para o lado.

– (Paulo) Fodasse, calma, caralho.
– (Nuno) Epa, deixa ser eu o primeiro.
– (Paulo) Deves estar com uma sorte do caralho. Então eu passo por um sofrimento do caralho e agora querias isto primeiro que eu?
– (Vizinho) Dá para os dois. Não discutem, espetem logo.

Mas ca raio? Mas, este caralho quer dizer o quê com isto?
Espetem logo no cuzinho da esposa ou no dele?
Agarrei num preserva e lambuzei mais a coninha da Alexandra com a minha saliva na minha mão.
Ameacei a entrada dela com a cabeçinha.

– (Alexandra) Pára de brincar. Quero com força.

Fodasse, está um gajo a querer ser meiguinho e esta vaca do caralho quer mesmo à bruta.
Espetei-lhe com força.
Ela berrou a bom berrar. Ainda bem que a Sónia não estava em casa, senão iria ser bonito, ela a ouvir a vizinha dela a berrar desta maneira a ser fodida por mim.
A Alexandra, manda os braços para trás, juntando as mãos e eu agarrei-as com força.
Com a minha mão esquerda a agarrar -lhe os pulsos e a minha mão direita a agarrar-lhe aquele cabelinho, parecia que estava a montar uma égua a galope num prado.
O Nuno estava a olhar a bater ao bicho e o negrinho a olhar para a esposa e a abanar o cuzinho.

– (Alexandra) Bate-me.
– (Paulo) Bato? Queres umas palmadas, sua puta?
– (Alexandra) Sim, bate-me com força, porque o meu cornudo é manso, não tem força nas mãos.
– (Vizinho) Ai, amorzinho, adoro quando me chamas isso.
– (Alexandra) Estás a gostar, não estás, meu corninho manso. Estás a gostar de ver a tua putinha branquinha loira a ser fodida por estes dois, não estás.
– (Vizinho) Sim, amorzinho. Estou adorar.
– (Alexandra) E o que eles estão a fazer a esse cuzinho? Estás a gostar?
– (Vizinho) Neste momento, não estão a fazer nada.

Fodasse, estava tão entretido nela, que nem tinha reparado que o gajo também queria e o Nuno, nada.

– (Paulo) Vamos já tratar disso. Alexia, não te preocupes com isso.
O cuzinho do teu marido corninho, vai ter festa da rija e grossa.
– (Alexandra) Adoro que me chamem Alexia. O meu cornudinho gosta muito de sentir piças naquele cuzinho.
Não tenham pena dele.

O Nuno, deve ser lerdo.
Fodasse, eu não posso comer a cona à mulher do vizinho, dar conversa e ainda comer o cuzinho ao preto. Mas sou obrigado a fazer tudo?
Este caralho é lerdo e surdo. Pois não parava de olhar para mim e a Alexandra.
Dei um palmadão no cu do vizinho, com a minha mão direita.
Aquele cabrão gostou, pediu mais.
Dei-lhe mais.

– (Paulo) Fodasse, Nuno, faz alguma coisa, caralho.
– (Nuno) O quê? O que queres que eu faça?
– (Paulo) Ô estúpido, imagina que esse cuzinho é o das nossas esposas.
– (Nuno) Eu ainda só comi o da tua. O da Sónia só tu é que comes-te.
– (Alexandra) Nuno e Sónia? Do 3ª andar? O Nuno que comeu a vizinha do lado?
– (Vizinho) Sim, amorzinho.
– (Alexandra) Ái, não acredito. Anda cá Nuno. Já que comes-te a do Esq., agora vais comer a do Dto.
Ainda por cima, vocês trocam de casal. Aos anos que falamos nisso.
Esta é a nossa primeira vez.
Espeta Nuno, espeta na putinha da tua vizinha do 2º Dto. Compara as duas vizinhas e vê qual é a melhor puta.

Ora o caralho, mais à minha grande bocarra. Porque razão eu fui chamar ele de Nuno.
Fodasse e agora, caralho?
Este caralho a comer aquela coninha linda e eu a olhar para o cu do vizinho.
Que se foda. Cu é cu e o resto que se foda, mesmo que seja preto.
O vizinho, vai sair daqui muito contente.

Enquanto o Nuno comia a Alexandra à canzana, imitando o que eu estava a fazer.
Eu comecei a agarrar em lubrificante, óleo ou lá o que era aquela merda, do frasco preto com uma gaja nua e comecei a besuntar o cuzinho do vizinho.
Ele gemia, ele gostava daquilo.
Um cu sem penugem. Parecia um courato.
Espetei-lhe o dedo sem dó, sem meiguice. Entrou com uma pinta do caralho.
Espeto-lhe dois com muita facilidade.
O vizinho de cócoras em cima da cama ao lado da esposa que estava a ser encavada pelo o Nuno, um mulherão e aquele paneleiro a punhetar-se a ele próprio enquanto eu espetava uns dedos no cu.

– (Vizinho) Mais, quero os dedos todos.

Todos? Bem, depois do monstro que esteve naquela peida ainda à pouco, dois dedos no cu não é nada.
O Nuno a foder a Alexandra naquela coninha e a empurrar o plug anal dela.
E eu a por os dedos no cu do marido dela.
Como é que isto ainda à pouco estava tão bem e agora, ficou péssimo?
Besuntei a minha mão mais um pouco e lá comecei a enfiar a mão toda.

– (Vizinho) Isso, fode essa peida preta. Fode-me o cuzinho, como ele gosta, enfia tudo.
– (Alexandra) Enfia-lhe a mão toda, que ele gosta. Já está habituado a levar com a minha.

Ao dizer isso, não me fiz rogado, enfiei-lhe a mão toda.
Eu, tinha a mão dentro de um cu. De um cu de um homem, preto ainda por cima. Caralho, à doidos para tudo.
A mim um dedinho chega e às vezes custa e este caralho quer uma mão inteira até ao pulso.
Com o entra e sai lentamente, pois eu estava com medo de o aleijar, ele pede mais rápido.
Eu estava assustado. Estava com medo que ainda viesse alguma coisa atrás, tipo castanho.
Comecei a acelerar o movimento.
Aquele paneleirão a punhetar-se a ele próprio e começa a vir-se na cama.
Urrando e a estremecer todo.
Tirei a mão do cu dele.

– (Paulo) Estás bem?
– (Vizinho) Sim, sim, estou… foi tão bom, nunca pensei que a mão de um homem, fosse melhor do que uma mulher.
Mais grossa, sentia tudo dentro de mim. Foi como se estivesse no céu.
– (Alexandra) O meu maridinho além de cornudo manso é uma putinha que adora levar no cuzinho, não é amor.

Eu, com esta conversa, não percebi o que ela quis dizer, mas, iria ficar a saber depois.
O Nuno, já não estava a comer a coninha à Alexandra, mas sim o cuzinho a ela.
Este caralho nem avisa, eu também quero comer aquele cuzinho. Só o cu do marido, não me chega.
Tirei-lhe as algemas, ela endireita-se ao por os braços dela em cima da cama.
Eu vou para a frente e sento-me em cima da almofada e agarro-lhe naqueles cabelos loiros acastanhados e aponto aquela boquinha ao meu piço.
Começo a rir-me para o Nuno, enquanto ele comia aquele cuzinho e ela a fazer-me uma brochada.
O corno preto começou a lamber os leites dele em cima da cama.

Depois de ter limpo a merda que tinha feito, senta-se ao meu lado e começa a brincar-me com os meus tomatinhos de uma forma carinhosa.
Beijando o meu peito e descendo em direcção ao meu pau, começa a lamber juntamente com a esposa dele.

– (Paulo) Nuno, isto está a fazer lembrar-me alguma coisa.
Não leves o prédio à bruxa que não é preciso. Já vi aonde a tua esposa teve as ideias.

Duas linguinhas a lamberem-me o talo, molhando o bem.
Ao ver aquelas duas línguas, de um homem preto e de uma mulher branca a brincarem na cabecinha do meu pau, é uma imagem muito bonita, mesmo com o preservativo posto.
Quanto mais línguas melhor, é o que eu penso.
A Alexandra saiu da posição que estava andando para a frente de gatas.
O Nuno a punhetar-se a ela próprio e o corno a mamar-me na piça.
Depois do que o Nuno fez-me em casa dele, aquele assunto para mim, cada vez estava menos estranho. Estava a começar a expandir os meus horizontes a alargar o meu liberalismo e a deixar de parte certos incómodos que antes via como nojice.

A Alexandra, tira-me a galocha que eu tinha e mete-me uma com com vilosidades, cor de rosa, parecia que tinha picos.
Agarrando na cabeça do marido, obriga ele a lamber o meu pénis com aquilo vestido.

– (Alexandra) Mama, meu corninho lindo.

Caralho, como é que ela sabe que era o marido? Podia ser o Nuno. Só se foi por causa do cabelo. O marido dela não tem cabelo, é careca.
E aquele preto cabrão a chupar-me novamente a minha piça. Estava a começar a gostar daquela boquinha gulosa.
Ela o desvia, dando-lhe uma chapada na face.

– (Alexandra) Sái meu cabrão de merda.
Quero-te aumentar esses corninhos nessa linda cara que tu tens.
Sempre quiseste isto, em ver a tua esposa linda e branquinha a ser comida por dois estranhos, mesmo um sendo o nosso vizinho.
Não me importo e agora e a partir de hoje, nós os dois vamos ser as putinhas deles.
– (Vizinho) Sim, amorzinho. A partir de hoje e para sempre vamos ser as putinhas deles os dois.

Para sempre o caralho. Fodasse e depois era eu e o Nuno com aquela merda de plástico e cadeado nos piços à vossa conta, não.
Comem hoje e depois vê-se o futuro.

A Alexandra, deita-se em cima de mim enfiando o meu pau naquela coninha linda.
O Nuno, mete outra galocha e empurrando ela para a frente, para cima de mim, cospe-lhe no cuzinho.
Com óleos ali, ele mete cuspo, enfim… um gajo safa-se com aquilo que tem à mão.
Eu sentindo aquelas mamas lindas e rijas no meu peito, é que sinto que à ali qualquer coisa que não está bem naquelas tetas.
Tirando as minhas mãos das coxas dela, agarrei aquelas tetas e sinto que são mamas falsas, com silicone.

Fodasse, meus amigos, eu falando por mim, eu não gosto de mamas falsas. Eu sou homem de mulher ao natural é que é bom, não gosto de plásticas.
Adoro a minha esposa, não tem nada de pvc dentro dela. Adoro a Sónia, pois mais natural que ela, não à. Biquinhos tesos e alguma penungem na parte de baixo.
Silicone ou próteses, só se for objectos sexuais. Interiormente no corpo, não gosto.

Desiludido, mas sem o demonstrar, com aqueles peitões nas minhas mãos, vejo aquela mula a aproximar a cabeçinha dela junto à minha.
O marido dela, atrás e a ajudar o Nuno ao que ele ia fazer.
Agarrando o malho ao Nuno e a tentar a apontar naquele cuzinho guloso.

– (Nuno) Não preciso de ajuda.
– (Vizinho) Mas eu gosto de ajudar.
– (Paulo) Ô Nuno, deixa-te lá de merdas e deixa-o ajudar-te. Ele a mim já ajudou também e estás entre vizinhos, pá.

O preto, cospe no buraco anal da esposa, chupa o malho ao Nuno e a Alexandra, subindo e descendo devagar no meu pau, parecendo a Maria.
Comecei a pensar na minha esposa, o que ela iria me fazer quando eu lhe contasse o que está a acontecer.
Será que ela ia compreender a situação?
Será que a Sónia iria compreender a razão do sacrifício?
Será que, por causa desta traição conjunta, o que nós tínhamos, iria acabar.
Uma das regras estava a ser violada neste momento e senão contássemos, outra regra iria ser violada.
Quanto mais escondêssemos para nos safarmos, mais nós nos enterrávamos em mentiras.
Ao pensar nisso, senti uma mordidela no pescoço.

– (Paulo) Então, caralho? Tás doida, puta?
– (Alexandra) Com mais força, Nuno.

Com o músculo dorido, vejo o Nuno por detrás da Alexandra.
Ao mesmo tempo sinto o piço do Nuno, a roçar no meu dentro da vizinha dele.
E o corninho a punhetar-se junto à cabeça dela.
Mal ela se levanta, abocanha o barrote ao marido.
Aquela movimentação toda e ela a haviar-nos aos três com uma pinta do caralho.
Se eles diziam que era a primeira vez a mim não me parecia. Mas, já tinha sido enganado nos meus palpites de primeira vista.
Aquela putinha linda, gemia, gritava e muitas vezes, sufocava no pau gigante do paneleiro do marido dela.
Um preto destes, com um pau enorme e abichanado. Deus dá nozes a quem não tem dentes e é verdade.

– (Alexandra) Agora quero sentir a piça do Paulo no meu cuzinho.

Ah, adoro a vizinha do Nuno. Esta puta loira quer sentir o meu malho naquele buraquinho que não é nada apertado.
Virou-se de costas para mim e ainda bem, pois tenho que pensar que desculpa eu ia dar à Maria de ter uns dentes marcados na clavícula e não queria mais marcas.
Espetou o meu nabo naquele cuzinho entrando à primeira.
Que cu tão aberto, tão bom. Como eu já tenho dito, um cuzinho apertadinho é muito bom, mas um cu alargado e já bem arrombado, é uma maravilha.
Deitando-se de costas no meu peito o Nuno vem para cima dela espetando-lhe o piço naquela coninha.
O marido pôs em cima da barriga dela e começou a bater uma espanholada naquelas mamas falsas com aquela verga enorme.

Aquilo estava uma parte de fora, uma parte no meio e outra parte na boca dela.
O Nuno, como um cão esfomeado, começa a cavalgar aquela mula, sem dar-lhe descanso.
Eu, com medo da piça do preto, estava escondido atrás dela, antes que ele se enganasse na boca.
Ela nem se mexia em cima de mim, só com o meu piço lá dentro daquele cuzinho arrombado.
Quietinha, gemia. Chamando nomes ao marido, começa a dar-lhe um ultimato.

– (Alexandra) Ai, amor. Estou adorar. Eu quero mais, quero todos os dias. Só os brinquedos para mim já não dá.
Eu quero sentir sempre estas piças dentro de mim.
Nem que os vás buscar a casa e os leves todos os dias.
Eu quero sentir os leites deles todos os dias na minha boquinha.
Eu quero que eles se venham na minha coninha ou no meu cuzinho e depois, quando tu saíres do teu serviço,vens limpar-me todinha, quando eu chamar-te.
Eu estou a adorar sentir-me uma mulher a sério no meio de vocês os três, sendo possuída nestes buraquinhos todos.

O corninho, começa a vir-se na carinha da esposa, como se estivesse a abrir um pacote de leite em cima dela.
Devia ter gostado da conversa da esposa, só pode.
O Nuno, não parava de bombar, parecia que tinha tomado viagra.
O pretinho manso, saindo de cima do avião, pôs-se a lamber a cara da esposa, chupando e lambendo os leites dele.
Já era a segunda vez que ele se vinha e fazia aquilo.
A minha Maria, deveria gostar dele. Ela tem a mesma tara que ele, dar os leites a beber a um gajo…
Ao pensar na minha Maria, comecei quase a vir-me.
A foder no cu outra gaja e o que faz-me quase vir é a imagem da minha esposa.

– (Paulo) Não sei se aguento muito mais.
– (Nuno) E eu também.
– (Vizinho) Na cara dessa putinha, que eu a seguir quero lamber tudo. Quero limpa-la todinha.

O Nuno saí de cima dela e ela ao levantar-se, mete-se de joelhos em cima da cama.
Eu levanto-me e pondo-me ao lado do Nuno com o pau em riste apontando naquela boquinha gulosa.
O marido da Alexandra, mete-se atrás dela, com a cabeça ao lado dela e de língua para fora.

– (Vizinho) Que se foda a venda. Eu quero que vejas os nossos machos a virem-se em cima de nós os dois.

Ao fazer isso, o Nuno começa a vir-se naquela cara.
Eu, quando vejo o corno manso a tirar a venda e a ver a cara da esposa dele, começo a vir-me para cima dos dois exclamando…

– (Paulo) Xana?

A Alexandra, com muito custo, a querer abrir os olhos, tentando perceber porque razão eu a tinha chamado Xana, assustada, disse:

– (Alexandra) Paulo? És tu o Paulo?
– (Vizinho) Conheces ele?
– (Nuno) Conheces ela?
– (Paulo) Se conheço ela? Eu tou fodido, eu tou fodido….
– (Alexandra) Com tantos homens, tinhas que trazer logo este?
– (Vizinho) Mas vocês conhecem-se?
– (Nuno) Não estou a perceber nada.
– (Paulo) Ô caralho, ela é a minha cabeleira e da Paula também e isso não é o pior.
– (Nuno) Tua e da Paula? E ainda à pior?
– (Alexandra) Ai meu Deus, não acredito que isto está a acontecer. Eu conheço a Paula. Sou amiga dela desde o 10º ano da escola…

Olhando para aquelas duas jarras, uma branca e outra preta, com leites nossos a escorrerem pela a tromba abaixo, pensando que, para nos safar-mos de uma chantagem, piorámos a situação.
E muito…

CONTINUA….

Esqueci-me da Xana. (E foi ela que me lembrou, quando leram isto.)

Vizinha – Alexandra (Xana, para os amigos (Dor de cabeça, para mim e o Nuno…))
1.70, 63kg corpo atlético, cabelo louro-acastanhado, olhos castanhos, seios grandes (de plástico), uma cona cheirosa e um rabinho de comer e chorar por mais. Sociável, muito social. Fala demais…
Muito católica.
Defeito (pelo menos para mim), Sportinguista ferrenha. Adorou encornar o marido e quer voltar a repetir (isso não é defeito, disse ela depois.).
Fala demais….