Dando o cu e bebendo esporra no primeiro encontro

Olá, meu nome é Lauro, moro no Rio de Janeiro e eu sou um homem de 50 anos, branco, casado, tenho 1,90m, 90kg, corpo normal sem ser sarado, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, com pelos nas pernas, bunda e tórax. Também sou o autor dos contos CHUPEI PIRU E DEI O CU NA RUA, COMERAM O MEU CU NO SEQUESTRO RELÂMPAGO, QUATRO RECRUTAS COMERAM MEU CU, GOZARAM DENTRO DO MEU CU NO CARNAVAL NA MINHA JUVENTUDE, ME OFERECERAM CARONA E COMERAM O MEU CU, CHUPANDO PIRU E DANDO O CU PARA O DESCONHECIDO DENTRO DO CINEMA, CHUPEI O PIRU E DEI O CU PARA O PORTUGUÊS e DEI O CU PRO MULATO NA FESTA DA FAVELA, desta página. Sou um homem discreto, fora do meio gay, casado com mulher, mas curto muito ser passivo para homens exclusivamente ativos, de preferência maduros (ideal dos 50 anos em diante), casados, discretos, saudáveis e confiáveis. Mesmo buscando pessoas com essas simples características, confesso que tenho encontrado menos pessoas do que eu desejo. Por incrível que possa parecer, encontrar alguém que reúna essas características não tem sido fácil. O que tem de homem por aí que se diz ativo, mas que gosta de chupar um piru ou ser penetrado não está no gibi. Fora aqueles que não aparentam nem um pouco ser confiáveis. Por conta disso tenho saído muito pouco com homens, apesar do desejo de sair com mais frequência. Ainda assim tenho preferido ficar sem me relacionar com homens que não estejam de acordo com o que eu busco, do que sair com qualquer um que se apresente com um pau duro, contrariando o que uma pessoa me disse uma vez numa sala de bate-papo:
– Enquanto você não encontra a pessoa certa, vai saindo com a errada mesmo!
Nem preciso dizer que com tal pessoa eu não saí mesmo. Para gente assim, em geral sem compromisso com ninguém, é muito fácil ficar se arriscando, mas para alguém casado como eu, a segurança é fundamental. Por isso DOU preferência a casados. Em geral são bem mais responsáveis. Bem, feito essas observações iniciais, passo agora a narrar os fatos que aconteceram comigo numa bela tarde de junho de 2014. Era o dia da minha folga semanal e, como sempre faço, entrei numa sala de bate-papo de um site bem conhecido, que tem salas para o público GLS por cidades. Depois de teclar por algumas horas com algumas pessoas, sem êxito, enfim conheci alguém legal, com tudo a ver com as coisas que busco. Vou chamá-lo aqui pelo nome de Carlos, apesar de não ser este o seu nome. Eu estava quase trocando de sala quando ele entrou na sala e me chamou para conversar. Começamos o papo trocando as informações básicas que é comum serem trocadas no início de uma conversa, tipo: de onde tecla, como é fisicamente, o que está procurando, etc. Apesar de morarmos em bairros diferentes e distantes, trabalhávamos no mesmo bairro, ou seja, o centro da cidade. Depois de conversarmos um pouco mais na sala partimos para o Skype. Lá ficamos por mais de 1 hora conversando e, além de trocarmos telefone (celular), ainda abri a câmera para que ele pudesse ver o meu bundão ao vivo, que ele gostou muito, segundo as suas palavras. Depois da cam ele me pediu para falar comigo ao celular e ligou para mim. Falamos por algum tempo e voltamos para o Skype. Além de Carlos possuir as características que eu busco (e eu possuir as características que ele busca), ele tinha um diferencial que poucos parceiros que encontrei tinham: Um local para encontros. Apesar de ser casado, sua família residia numa outra cidade distante do estado. Ele trabalhava de segunda a sexta no Rio e ia para casa nos fins de semana. Durante a semana ele ficava num pequeno apartamento alugado. Com essa facilidade para encontros e com tudo o que tínhamos conversado, resolvemos marcar um dia para nos encontrar. Esse dia foi na minha folga da próxima semana, que caiu numa quinta-feira. Como ele tinha flexibilidade de horário no seu emprego, não teve dificuldade para sair do trabalho e se encontrar comigo. Marcamos então o encontro para às 12 hs daquele dia, em um barzinho no centro da cidade. Vestindo camisa polo listrada, calça jeans e sapato preto, fui ao encontro de Carlos cheio de expectativa de dar o cu para ele (adoro dar o cu no primeiro encontro). Na hora exata marcada estávamos no barzinho no centro. Na época Carlos tinha 62 anos, era branco, tinha 1,75m, 88kg, estava um pouco acima do peso e com aquela barriguinha de shop, seus cabelos e olhos eram castanhos e ele era um pouco calvo também. Ficamos um pouco no barzinho conversando e bebendo. Depois de alguns minutos fomos pegar o metrô para irmos ao seu apto. Chegamos lá em pouco mais de 20 minutos e assim que entramos no apartamento fomos direto para o banheiro tomarmos uma ducha. Como já tínhamos conversado tudo o que tínhamos para conversar, não era o caso ficar adiando o momento principal, ou melhor, princiPAU. Lá dentro do box, nus, ensaboei a mão direita e fui direto no seu membro para dar um trato nele. Enquanto ensaboava e alisava a pica de Carlos ela foi ficando dura, do jeito que eu gosto. O pau de Carlos era bem bonito, grosso, media uns 17 x 6 cm, com a cabeça bem grande, toda descoberta e desproporcional ao resto do pênis. Ele, por sua vez, com a mão também ensaboada, me colocou de lado e foi com ela toda no meu rego, dando maior atenção ao meu cu, onde ficava passando a mão ensaboada e enfiando o dedo médio. Depois de algumas dedadas eu fiquei de costas para ele, dobrei um pouco os joelhos para ficar com a bunda na altura do seu pau e me insinuei para ele, de modo que ele entendeu rapidinho que era para ficar brincando com a cabeça do seu pau na minha portinha. Sem me penetrar, Carlos encostou a cabeçona descamisada na entrada do meu cu e eu, bem safado, fiquei rebolando devagar meu bundão na sua rola.
– Você gosta, nê viado safado? – Perguntou ele, cheio de tesão.
– Adoro! – Respondi.
Depois um tempo assim tiramos o sabonete do corpo, Carlos me fez ajoelhar debaixo do chuveiro e, se posicionando em pé na minha frente, colocou o piru duro na minha cara. Para quem sabe ler um pingo é letra, por isso, sem qualquer cerimônia, caí de boca na piroca dele e abocanhei a cabeçona.
– Isso, Lauro, chupa meu pau, chupa. Isso, viado, assim. Aaaaahh! – Gemeu ele, quando comecei a percorrer a extensão daquela rola com meus lábios, com satisfação.
Já sabendo como ele gosta de ser chupado (por conta de nossas conversas anteriores), recuei até ficar encostado na parede. Carlos então segurou a minha cabeça e ficou, literalmente, fudendo a minha boca, enquanto eu me limitava apenas a ficar olhando para seus olhos, do jeito que ele gosta (eu sempre procuro fazer as coisas que o parceiro gosta, para poder dar muito prazer a ele). Algum tempo depois eu inverti a posição, colocando ele de costas para a parede e, agachado na sua frente, passei a mamar a sua rola. Nessa posição Carlos se limitava a gemer de prazer. Ficamos assim por mais algum tempo até que ele me pediu para parar, pois estava quase gozando e não queria correr o risco de gozar na minha boca, já que eu tinha dito para ele que não costumava deixar que gozassem na minha boca no primeiro encontro. Não sei porque, mas naquele dia, naquele lugar, com aquele homem, eu resolvi violar as minhas próprias regras e não só continuei a chupar, mas passei a chupar ainda com mais vontade. Carlos então ficou num misto de tesão e preocupação e voltou a me avisar:
– Lauro, para que eu estou quase gozando. Não vou conseguir segurar.
Como resposta à sua preocupação eu, além de continuar o boquete, passei a punhetar também o seu pau na minha boca. Carlos então entendeu o que eu queria e, aliviado, gozou, jogando todo o seu leite grosso na minha boca de chupar piru. Enquanto ele gozava eu mantinha os meus lábios em volta da cabeçona do seu pau ao mesmo tempo que punhetava o restante da rola. Depois que Carlos gozou tudo eu, ainda agachado, mostrei a minha boca aberta para ele ver todo o seu produto dentro dela.
– Delícia de boquete. Vai beber ou vai jogar fora? – Perguntou.
Como resposta eu fechei a boca, engoli toda a sua porra e voltei a mostrar a minha boca aberta, dessa vez vazia.
– Caralho, que viado safado você é. Muito puta mesmo! – Falou ele, sorrindo.
Depois disso eu lavei o pau dele, nós nos secamos e fomos para o quarto. Lá chegando vi, com muita alegria, que, apesar de morar só aqui no Rio, Carlos dormia numa cama de casal. Mesmo com o dia claro, o quarto estava um pouco escuro, por conta da cortina que estava fechada. Fomos direto para cama onde ficamos conversando trivialidades enquanto eu alisava seu pau. Depois de algum tempo a piroca de Carlos ficou durona novamente e eu caí de boca nela outra vez. Para isso eu fiquei do lado direito de Carlos, de 4 sobre a cama. Ele, aproveitando que meu burrão estava bem arrebitado, foi com sua mão direita em direção a ele e enfiou o dedo médio no meu cu. Foi como ter recebido uma descarga elétrica e eu passei a chupar com mais vontade ainda (adoro uma dedada no cu quando estou pagando boquete). Depois de um tempo assim Carlos pediu que eu me posicionasse em cima dele com meu cu na sua boca, do jeito que ele me falou antes que gostava. Comecei então a rebolar e a esfregar o meu cu em sua boca. Quando percebi que meu cu já estava bem lubrificado, estiquei o braço e peguei a camisinha que estava sobre a cômoda. Sem tirar o cu da boca de Carlos abri o invólucro, tirei a camisinha e a coloquei no pau dele. Chupei um pouco pra lubrificar mais a camisinha e depois, bem safado, fui devagar, arrastando a minha bunda pelo corpo de Carlos até chegar com meu cu na ponta de sua vara. Lá chegando, olhei para trás, pra ele, e, sorrindo, comecei a rebolar naquela piroca, enquanto forçava minha bunda para baixo a fim de engolir com meu cu aquela rola dura. Logo logo ela já estava toda alojada dentro de mim, para satisfação minha e de Carlos. Passei então a, inicialmente, rebolar com a pica toda dentro do meu cu e, depois, a subir e a descer por toda a extensão daquela vara. No início devagar e depois com mais vontade. Cheio de tesão, Carlos começou a meter no meu cu de baixo para cima, enquanto eu cavalgava sua rola de cima para baixo. Depois de muito vai-e-vem e muito entra-e-sai ele quis mudar de posição. Rapidamente Carlos me colocou de 4 na beirinha da cama e forçou meus quadris para baixo, para que eu ficasse mais ao nível de sua piroca. Assim de 4 com minhas pernas abertas, meu bundão bem arrebitado e os cotovelos no colchão, esperei Carlos salivar a sua rola para enfiá-la no meu cu. Posicionado de pé atrás de mim ele levou a pica até a entrada do meu anel de couro, me segurou forte pela cintura e enfiou tudo de uma vez. Após a penetração ele, ainda me segurando pela cintura, começou a foder o meu cu. Seu pau entrava e saia de dentro de mim de uma forma lenta e cadenciada, que me dava muito prazer. Ele era o maestro da foda e eu me limitava a seguir o seu ritmo. Um tempo depois ele começou a socar forte piroca pra dentro do meu cu, enquanto dizia:
– Ah, Lauro, que cu gostoso você tem. Delícia, Aaaaaahhh!
– Fode, fode meu cu, fode. Isso, fode gostoso. Fode mais, vai. Comeu meu cu, come! – Gemia e respondia eu.
Daí para frente foi só pirocada. Ele enfiava toda sua rola em mim e depois retirava até quase escapulir para for a do meu cu. Carlos me fodia de forma ritmada, num vai-e-vem que só parava de vez em quando, quando ele enfiava todo o pau e me fazia rebolar na sua piroca (adoro rebolar meu cu numa pica). Depois de algum tempo bombando assim em mim, Carlos me mandou deitar na cama e, sem tirar a pica, deitou-se em cima de mim, posicionando-se entre as minhas pernas, bem no centro de minhas nádegas. Em cima de mim, nessa posição, ele passou seus braços por debaixo do meu, segurando-me pelos ombros, e voltou a estocar forte de novo. Preso debaixo dele eu me limitei a aceitar passivamente sua invasão (permitida) dentro de mim. Ficamos um bom tempo assim até que ele resolver mudar de posição novamente. Dessa vez ele me fez ficar de barriga para cima, me colocando na posição do frango assado. Com a pica no meu cu, Carlos me fez colocar as pernas em seus ombros e deitou sobre mim. Daí para frente foi mais uma seção de pirocada. Ao contrário da primeira gozada, em que ele estava com gozo acumulado devido à expectativa gerada por nossas conversas, dessa vez ele estava demorando bastante para gozar, o que estava fazendo com que meu cu, que estava há muito tempo sem pica, começasse a arder. Ainda assim me limitei a sorrir e pedir pica:
– Vai Carlos, fode, fode meu cu, fode. Isso, fode mais, fode. Assim, come meu cu, come!
Depois de várias estocadas Carlos anunciou que queria gozar. Rapidamente retirou o pau do meu cu, tirou a camisinha, me fez deitar sobre mais um travesseiro, de forma a elevar um pouco mais a minha cabeça, posicionou-se montado sobre meu tórax, ajoelhado, colocou a piroca na minha boca e ficou metendo nela até gozar. Ouvindo seus urros de prazer, novamente senti sua esporra grossa enchendo a minha boca. Carlos gozava muito. Depois de ser acabar na minha boca, ele começou a bater e a esfregar com a rola na minha cara, enquanto dizia:
– Caralho, viado, que gozada gostosa. Que delícia. Aaaaaaaah!
Eu me limitava a sorrir. Após isso fomos tomar banho. No box, antes de ligar o chuveiro, Carlos me fez ficar de joelhos e, colocando o piru na frente do meu rosto, me deu um banho de mijo. Sorrindo, deixei ele mijar tudo na minha cara e no meu corpo e só depois tomamos banho para eu poder ir embora. Como era a nossa primeira vez e ele ainda precisava retornar ao trabalho, estava de bom tamanho. Depois desse dia Carlos me comeu mais 6 vezes, gozou todas as vezes dentro da minha boca e eu bebi toda a esporra dele. Ficamos assim até que em setembro daquele ano ele foi trabalhar na cidade onde a família reside e perdemos de vez o contato. Pena. Hoje estou procurando alguém para suprir a falta dele e, se você gostou da história, tem o perfil que eu procuro e acredita que eu tenho o perfil que você procura, entre em contato comigo (meu Skype/e-mail é: lauro_cpdc@outlook.com). Quem sabe a gente se encontra e, com sigilo e segurança, faça algo assim tão gostoso como as coisas que foram narradas nesta história. Se você tiver alguma fantasia e gostaria de realizá-la, me diga também. Gosto muito de realizar fantasias dos meus parceiros, se não for algo absurdo, é claro. Um abraço a todos. Lauro.