#Incesto

Comi minha prima depois do baile

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Bibico

Depois do baile o tesão foi maior, não resistimos.

A noite do baile ainda vibrava no meu sangue, mas a única coisa que eu conseguia pensar era nela. A tensão entre a gente tinha sido insuportável a festa inteira; cada olhar, cada toque "acidental" era como um fósforo riscado em um barril de pólvora. Assim que a porta da casa dela se fechou, o silêncio durou apenas um segundo. A gente se atirou um contra o outro com uma fome que beirava o desespero.

Ela estava hipnotizante. Aquela pele mulata brilhando sob a luz fraca, a altura imponente que me deixava louco, e aquele vestido que marcava cada centímetro dos seios médios e firmes, mas que mal conseguia conter a curva generosa da bunda grande dela. Eu não conseguia tirar as mãos daquele corpo.

Sem dizer uma palavra, ela se ajoelhou diante de mim com um olhar predatório. Com as mãos quentes e decididas, ela abriu meu zíper, libertando meu pau que já pulsava, duro como pedra. Quando ela envolveu a cabeça do meu membro com os lábios úmidos e começou a sugar com força, o choque de prazer foi tão violento que eu senti minhas pernas fraquejarem. A técnica dela era perfeita; a língua trabalhava a glande enquanto ela descia o máximo que podia, criando um vácuo que sugava toda a minha sanidade. A sensação era tão avassaladora, tão intensa, que eu soltei um gemido rouco, quase um choro de puro êxtase, sentindo cada nervo do meu corpo disparar.

Incapaz de aguentar apenas aquilo, eu a puxei para cima. Nosso beijo foi faminto, as línguas se combatendo enquanto eu deslizava as mãos por aquelas curvas magníficas. Eu a joguei na cama, arrancando as roupas dela com pressa para revelar a perfeição daquela pele morena.

A primeira posição foi clássica: eu por cima, sentindo o calor do corpo dela contra o meu. Quando penetrei, senti a pressão deliciosa daqueles músculos apertados acolhendo meu pau por completo. Cada estocada profunda fazia os seios dela balançarem ritmicamente, e o som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Mas eu queria mais, queria vê-la de outro ângulo.

Eu a virei de costas e a forcei a ficar de quatro. Ali, a visão era devastadora: a coluna arqueada e aquela bunda grande e redonda empinada, convidando para o ataque. Eu a agarrei pelos quadris, cravando os dedos na carne firme, e deslizei meu pau bem no centro daquela fenda úmida. Assim que entrei com uma estocada bruta, ela soltou um grito agudo.

E então, ela começou a rebolar. Com um movimento circular e hipnótico, ela movia os quadris, apertando meu membro com cada contração, sugando-me para dentro dela enquanto empurrava a bunda contra mim em um ritmo frenético. O som era obsceno: o estalo da minha pele batendo contra a bunda generosa dela, misturado aos gemidos roucos.

— “Isso... fode a minha bunda, primo! Me preenche toda!” — ela gritava, a voz embargada de luxúria.

Eu acelerei o ritmo, transformando as estocadas em golpes violentos, sentindo que tocava o fundo dela. Para finalizar, eu a sentei no meu colo, de frente para mim, permitindo que ela cavalgasse com vontade, os seios subindo e descendo, os olhos semicerrados de prazer. O atrito era insuportável de tão bom.

A tensão subiu ao limite e eu senti o orgasmo vindo como uma onda incontrolável. No último segundo, eu a puxei com força pelos ombros e tirei o pau de dentro dela no momento exato da explosão. Com a respiração ofegante, eu gozei. Jatos grossos e quentes de sêmen dispararam com força, cobrindo a pele mulata daquela bunda imensa. O leite branco escorria pelas curvas dela, sujando a pele morena e brilhante, criando um contraste erótico e visceral.

Eu continuei pulsando, despejando todo o meu gozo sobre ela, enquanto ela ainda rebolava levemente, sentindo o calor do meu sêmen escorrer por suas nádegas. Ficamos ali, exaustos e suados, entregues ao pecado proibido daquela noite.


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