Luana minha maninha
Nas ferias, aconteceu comi o cuzinho de Luana.
As férias daquele ano foram diferentes. Eu e a Luana, minha irmã, passamos duas semanas no sítio da vovó Celina, lá no meio do nada, pertinho da serra.
A casa era antiga, cercada por um quintalzão onde as galinhas ciscavam soltam e um pé de jabuticaba fazia sombra na varanda.
Não tinha asfalto, não tinha sinal de celular direito — o tempo parecia andar mais devagar, e o silêncio era tão grande que dava pra ouvir o vento nas laranjeiras. A Luana adorava ajudar a vovó na horta, enquanto eu ficava na foice cortando o mato que nascia junto ao muro.
No começo foi estranho ficar sem internet, mas a falta de tecnologia acabou aproximando a gente. A gente conversava pra caramba — na rede da varanda ou no quarto dela, com a janela aberta e a brisa entrando — sobre a vida, os sonhos, e até sobre besteira, rindo de coisas que só a gente entendia.
Luana sempre teve uma curiosidade danada pra saber se eu namorava. Toda hora puxava o assunto, mas eu sempre respondia que não, que tava de boa. Até que um dia, depois do almoço, sentados na varanda enquanto a vovó tirava um cochilo, ela insistiu de novo, com um tom mais sério: "Qual é irmão, conta aí... você nunca aparece com ninguém. Você não gosta de mulher, ou é só cismado?"
Eu ri, falei que gostava sim, mas que não tinha achado a certa ainda. Aí ela quis saber qual tinha sido a melhor ficante, e acabei contando sobre a Lila.
Ela queria saber os detalhes, os pormenores, no começo eu hesitei, porque, né, é minha irmã, mas a curiosidade dela era tanta que acabei cedendo. Fiquei sentado na rede, balançando devagar, e comecei a contar. Falei que depois de uns amassos, ela sentou na cama abrindo as pernas e se tocando, e que eu me ajoelhei no chão e comecei a chupar a buceta dela, sentindo o gosto doce e salgado na minha língua, ouvindo os gemidos dela enquanto eu lambia devagar, circulando o grelinho até ela gozar na minha boca.
Depois Lila me puxou e deitei na cama, agarrou meu pau e começou a me chupar com vontade, passando a língua na cabeça, engolindo fundo, me deixando babado e duro igual pedra. Aí eu não aguentei mais, virei ela de frente e penetrei sua buceta apertada e molhada com tudo, sentindo ela se contrair ao redor do meu pau enquanto eu socava sem pressa, curtindo cada gemido que ela soltava. Contei como ela pedia mais, como o corpo tremia.
Luana ouviu tudo com os olhos arregalados, sem desviar o olhar, a boca entreaberta, a respiração um pouco mais acelerada. Quando terminei, ela ficou em silêncio por um instante, depois soltou um "Caralho, irmão..." com a voz baixa e um sorriso safado rosto.
E eu soube, ali, que talvez tivesse contado demais ou Luana estava pedindo ?
"Nossa, mano, parece que você gostou?" Eu respondi que sim, mas que foi só uma noite, cada um seguiu seu caminho.
Aí ela me olhou com aquele jeitinho dela, a cabeça inclinada, os olhos brilhando, e soltou um "Precisa repetir, maninho..." com uma voz baixa e cheia de segundas intenções. Depois ficou em silêncio, balançando a perna, me encarando como quem esperava que eu tomasse uma atitude. Eu não sabia se ela tava falando sério ou só provocando — mas aquele olhar, aquele sorriso malicioso, ficou martelando na minha cabeça pelo resto da tarde.
Será que ela queria mesmo e aquela duvida não saía da minha cabeça.
No outro dia, depois do jantar, enquanto a vovó assistia o seriado dela na TV com o volume baixinho, a Luana apareceu na sala vestindo uma saia bem curta — daquelas que mal cobriam a coxa.
Eu estranhei na hora, porque ali no sítio, com o frio da noite e o mato, não fazia o menor sentido ela se arrumar daquele jeito.
Mas antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa, ela veio com aquele sorriso meio misterioso e pediu pra gente dar uma volta lá fora, ver as estrelas.
Eu aceitei, mesmo sem entender direito, e a gente saiu pela porta dos fundos, Luana segurou na minha mão e a gente foi caminhando devagar até o fundo do quintal. A gente se encostou no muro de pedra, sentindo o fresco da noite na pele, e ficou ali em silêncio por uns momentos, olhando as estrelas.
Foi aí que ela virou o rosto pra mim, com aquele olhar meio travesso, e soltou baixinho: "Que noite perfeita pra namorar, hein, maninho?" Eu fiquei sem reação na hora, sem saber se ela tava brincando ou se era sério, e o coração acelerou feito um louco, enquanto a brisa da noite bagunçava o cabelo dela e o cheiro do perfume subia no ar gelado.
Voltámos e Luana insistiu para eu ir no quarto dela, vóvó ressonava no sofá, ainda sem entender bem o que ela queria a segui, ela fechou a porta de quarto e sem mais falou com a voz cheia de malícia:
— Estou sem calcinha — disse ela, com a voz baixa e os olhos brilhando de safadeza.
Abri os olhos de espanto, sem acreditar no que acabara de ouvir. Ela riu, e virou o corpo, levantando o quadril para que eu visse. A saia justa subiu um pouco, e ali estava: o bumbum branquinho, redondo e firme, com a marca clara do biquíni ainda desenhada na pele morena, um contraste que me fez prender a respiração.
Não resisti. Estendi a mão e acariciei sua pele macia, deslizando os dedos lentamente por aquela curva perfeita, sentindo o calor que irradiava dela. Toquei a marca do biquíni com a ponta dos dedos, traçando o contorno, e depois apertei suavemente sua nádega, sentindo-a contrair sob minha mão.
Luana suspirou, inclinando a cabeça para trás, os olhos semicerrados, e mordeu o lábio inferior enquanto eu repetia o movimento, agora com mais vontade, minha mão escorregando para o meio de suas coxas, tateando a pele quente e úmida.
— Gostou do que viu? — provocou ela, a voz cheia de um arrepio que percorreu todo o meu corpo.
— Mais do que imagina — respondi, com a voz grossa, sentindo o sangue ferver.
— Gosta da minha xaninha? — perguntou ela, com a voz macia e cheia de malícia, enquanto mantinha os dedos deslizando lentamente sobre os lábios úmidos, sem pressa, como quem saboreia cada segundo.
— Quer chupar? — perguntou ela, a voz macia como um sussurro de mel, enquanto mantinha os dedos afastando delicadamente os lábios gordinhos da buceta.
Minha boca secou ainda mais, e eu senti um calor subir pelo peito, descendo direto para a virilha. Não precisei responder com palavras.
A deitei na cama, levantei sua saia , meu rosto se aproximou lentamente, sentindo o calor que emanava da pele dela, meus olhos viajavam por cada detalhe: os lábios carnudos e inchados o grelinho pequeno já aparecendo, o brilho da umidade escorrendo até a entrada.
— Assim... devagar... — sussurrou ela, enquanto eu passava a ponta da língua, tímida no começo, pelo meio da fenda quente. Um arrepio percorreu seu corpo, e suas mãos encontraram meus cabelos, prendendo-se neles.
Comecei a chupar com calma, lambendo de baixo para cima, sentindo o gosto da sua excitação se espalhar pela minha língua. Luana gemia baixinho, os dedos se enroscando nos meus fios, puxando-me contra ela como quem pede mais. Eu mergulhava a língua fundo, provando cada centímetro, e depois voltava ao clitóris, pequeno e duro, e o sugava com vontade, fazendo círculos em volta dele enquanto ouvia os gemidos dela se tornarem mais agudos, mais descontrolados.
— Assim... assim maninho — soluçava ela, com a voz trêmula, os quadris se movendo contra minha boca num ritmo que pedia mais pressão. — Não para... não para que eu vou gozar...
Arqueou o corpo num arco perfeito que expunha ainda mais sua buceta molhada contra minha boca. Seus dedos se enroscaram com força nos meus cabelos, puxando-me contra ela como se eu fosse sua única âncora naquele turbilhão de sensações. O quadril começou a tremer, um tremor tímido, depois um balanço frenético e descontrolado, cavalgando minha língua como se eu fosse o pau que ela tanto desejava.
— Não para... não para... — gemia ela, a voz partida em sussurros roucos, quase um choro de prazer.
Senti sua buceta começar a pulsar contra minha língua — contrações rápidas e fortes, como pequenas ondas que se sucediam sem pausa.
O clitóris, antes pequeno e duro, parecia inchar ainda mais sob a pressão da minha boca, e o gosto dela se intensificou, mais quente, mais salgado, mais doce. Ela prendeu a respiração por um instante, os olhos arregalados e vidrados no teto do quarto, a boca aberta num "O" mudo, como se o som tivesse ficado preso na garganta.
Então veio o grito. Um grito abafado e longo, seu corpo se contorceu inteiro, as coxas apertando minha cabeça com força, os dedos cravados no meu couro cabeludo, enquanto uma onda de calor escorria da sua buceta para minha língua, molhando meu queixo, minha boca, tudo.
— Aí... aí, maninho, que delícia... — soluçou, com a voz trêmula e os olhos cheios de lágrimas de prazer.
O orgasmo não acabava. Cada contração era seguida por outra, mais forte, mais funda, como se o corpo dela tivesse decidido se entregar por inteiro. Seus quadris ainda se moviam, agora num ritmo mais lento, como quem não quer que a sensação termine. A xaninha continuava a pulsar quentinha contra minha língua, e eu sentia cada espasmo como se fosse meu, o som dos seus gemidos se tornando suspiros baixinhos, cansaço e satisfação misturados.
Finalmente, seus dedos se soltaram dos meus cabelos, e seu corpo caiu mole no banco, ofegante, o peito subindo e descendo num ritmo acelerado. Um sorriso preguiçoso se espalhou por seus lábios, e ela passou a mão suada pela testa, os olhos ainda semiabertos, perdidos num brilho de quem acabara de viajar para outro mundo.
Tão bom maninho… suspirou ela.
Quer minha xaninha ?
A olhei o tesão estava me matando. Você é virgem maninha ?
Sim mas dou para si. Respondeu ela abrindo as pernas.
Foi então que lhe pedi o cuzinho.
Luana ergueu a cabeça lentamente, os olhos ainda marejados de prazer, e me encarou com um misto de surpresa e excitação.
— Meu cuzinho? — A voz baixa e trêmula, como se estivesse provando a palavra. — Você quer me comer por trás?
— Quero Ela mordeu o lábio inferior, pensativa, e depois deu um riso baixo e nervoso, mas seus olhos brilhavam com um fogo que não era de medo — era de entrega.
— Nunca fiz isso antes.
Sei por isso eu quero, disse me deitando já junto dela.
A puxei para perto, colando seu corpo nu ao meu, sentindo o calor da sua pele, o coração acelerado batendo contra o meu. Meus lábios encontraram os seus num beijo profundo, molhado, enquanto minha mão descia por sua barriga e encontrava o caminho até sua bunda, apertando-a com vontade.
— Vai doer? — perguntou, afastando o rosto por um instante, com os olhos grandes e inocentes, quase infantis.
— Vai, mas só no começo — respondi sincero, passando a mão em seu rosto. — Mas você vai sentir tanto prazer depois... que vai esquecer a dor. Vou devagar, vou te preparar. Só confia em mim.
A visão era de tirar o fôlego: a curva perfeita da sua bunda branquinha, a marquinha do biquíni ainda visível, e no centro, o cuzinho pequeno e rosado, fechadinho como um botão de rosa esperando para ser desabrochado.
Fiquei ali por alguns segundos, apenas admirando, sentindo o coração acelerar e o pau pulsar, latejando contra a cueca. Com as mãos trêmulas de desejo, finalmente me despi puxei o short, deixando-o cair na cama.
Meu pau saltou livre, duro e vermelho, a cabeça brilhando com uma gota de pré-gozo que já escorria lentamente, como se anunciasse o que estava por vir.
Aproximei-me dela por trás, sentindo o calor que emanava do seu corpo, e curvei-me sobre suas costas, encostando meu peito em sua pele macia. Meus lábios encontraram a curva do seu pescoço, beijando devagar, sentindo o gosto salgado do suor que se formara com o tesão acumulado. Desci beijos pela sua coluna, sentindo-a arrepiar a cada toque, até chegar à curva da sua bunda, onde parei.
— Maninha que cuzinho tão lindo — sussurrei, quase contra sua pele, enquanto minhas mãos apertavam suas nádegas, separando-as suavemente para revelar a entrada rosada.
Ela estremeceu ao ouvir minha voz e soltou um gemido baixo, me encostei nela, coloquei o pau na entrada do seu cuzinho virgem e tentei penetrar, mas ela fugiu na primeira tentativa.
Relaxa maninha, disse a puxando para mim
Ela gemeu e começou choramingando quando a cabeça do pau entrou, parei por instantes, sentindo seu corpo tremer.
— Relaxa, vai ficar bom — sussurrei, com a voz rouca. — Só relaxa o cuzinho...
— Tá me abrindo toda... tá doendo muito.
Soluçava, mas agora sem querer fugir.
Segurei sua cintura e fui empurrando devagar, ela soluçava as estocadas arrancavam gritos abafados, mas eu não parei.
Passei minha mão por sua barriga segurei firme, sentindo o cú dela se abrir mais a cada movimento, as estocadas ficando mais fluidas, mais ritmadas.
Escutei sua voz baixinha, quase um sussurro: "Tá doendo... tá doendo..." — a frase saía entrecortada, misturada a soluços que faziam seu corpo tremer sob o meu. Mas mesmo com a dor estampada na voz, empinou o rabinho como se seu corpo pedisse para ser preenchido, desafiando a própria resistência.
— Eu sei, maninha... eu sei que dói — respondi, com a voz rouca e macia ao mesmo tempo, inclinando-me sobre suas costas para depositar um beijo na nuca suada. — Mas você tá tão apertada... tão gostosa... deixa eu entrar devagar...
Continuei pressionando, sentindo a cabeça do meu pau abrir caminho, vencendo a resistência do cuzinho se contraía ao meu redor. A cada milímetro que avançava, soltava um gemido, misturado de choro mas suas mãos, em vez de me afastar, agarravam-se à minha que segurava sua barriga.
— Tá entrando... tá entrando tudo... — murmurou, com a voz partida, sentindo meu pau avançar lentamente até que minhas coxas encontrassem sua bunda. Meu pau estava inteiro dentro dela, e a sensação era indescritível: o calor intenso, a pressão apertada e pulsante, o corpo dela se ajustando ao meu tamanho como se tivesse sido feito para me receber.
Parei por alguns segundos, deixando-a se acostumar com a plenitude. Senti seu cuzinho se contrair e relaxar em ondas, e ouvi sua respiração gradualmente se acalmar, os soluços se transformando em suspiros profundos.
— Aguenta? — perguntei, com a voz grossa.
— Sim.— respondeu, com um fio de voz, virando o rosto para trás e me olhando com olhos marejados, mas cheios de desejo.
Comecei a me mover lentamente, puxando o pau quase até a saída e empurrando de volta com cuidado, sentindo-a se abrir a cada estocada e os gemidos se tornavam mais altos, mais frequentes, à medida que seu corpo se acostumava ao ritmo.
— Assim... assim tá bom... — sussurrava ela, os olhos fechados.
Acelerei gradualmente, aumentando a profundidade e a força das estocadas, sentindo o cuzinho dela se soltar, ficar mais macio, mais receptivo. A cada socada, arqueava as costas e soltava gritinhos abafados.
Minha mão puxava ela contra mim a cada estocada, o som molhado da penetração preenchia o quarto com os gemidos.
Eu sentia o aperto do seu cuzinho em meu pau, me deixava mais louco a cada segundo.
— Tô perto... tô quase gozando... — grunhi, com a voz ofegante, sentindo o prazer subir pela espinha.
— Goza dentro... goza na minha bundinha... — pediu ela, com a voz rouca e trêmula, o corpo já tremendo em espasmos.
Acelerei ainda mais as estocadas, socando fundo e rápido, sentindo a resistência ceder por completo, o cuzinho dela se abrindo e fechando em volta do meu pau como uma boca gulosa
— Vou gozar! Vou gozar! — sussurei em seu ouvido, sentindo o orgasmo chegar como uma onda avassaladora.
Enterrei meu pau até o fundo, o mais fundo que consegui, e senti cada contração do meu corpo liberar jorros grossos e quentes de porra dentro do seu cuzinho apertado. A sensação foi elétrica — meu pau pulsava enquanto eu gozava, e a cada jato, Luana gemia mais alto, sentindo o líquido quente preencher seu interior, escorrer por dentro dela como uma lava doce que preenchia cada espaço vazio. Seu corpo tremia inteiro sob o meu, as contrações do seu cuzinho apertando meu pau num ritmo que parecia querer sugar cada gota, prolongando meu prazer até o limite.
Quando as últimas espasmos do orgasmo se dissiparam, meu corpo relaxou sobre o dela, ofegante, o peito colado às suas costas suadas. Senti os batimentos cardíacos dela acelerados contra mim, sua respiração irregular, os dedos ainda crispados na minha mão.
Fiquei ali por um longo instante, sentindo meu pau começar a amolecer lentamente dentro dela, ainda envolvido pelo calor macio do seu cuzinho.
Com cuidado, comecei a sair de dentro dela, vagarosamente, sentindo cada centímetro do meu pau se desprender daquele aperto quente. Luana soltou um gemido baixo ao sentir o vazio que ficou, e eu vi um fio de porra escorrer lentamente pela entrada do seu cuzinho, descendo pela coxa num rastro brilhante e branco.
Então a virei com suavidade, segurando seu rosto entre minhas mãos. Seus olhos estavam vermelhos, inchados de tanto chorar — mas não era um choro de tristeza, e sim de entrega, de intensidade, de ter sentido cada milímetro daquele momento como se fosse o primeiro e o último ao mesmo tempo. As lágrimas ainda brilhavam em seus cílios, e um filete escorria pela sua bochecha, mas seus lábios estavam curvados num sorriso pequeno, cansado e cheio de amor.
Inclinei meu rosto e beijei suas lágrimas uma a uma, sentindo o gosto salgado na minha língua. Beijei suas têmporas, suas bochechas, a ponta do seu nariz, até chegar aos seus lábios, onde depositei um beijo longo, macio, cheio de carinho.
Gostou?
Luana se aninhou contra meu peito, ficou ali, quietinha, respirando fundo, sentindo o calor do meu corpo abraçar o dela.
Dois dedos tocaram minha pele enquanto ela sussurrava, com a voz baixinha, quase um sopro contra meu peito:
— Doeu muito... mas gostei.
As palavras saíram lentas, como se ela as escolhesse uma a uma, com cuidado, sabendo o peso que carregavam. Senti um nó apertar minha garganta ao ouvir aquela confissão tão simples e tão genuína. Abracei-a com mais força, apertando seu corpo contra o meu, sentindo seu cheiro — uma mistura de perfume, suor e desejo — invadir meus sentidos.
— Você merece todo o prazer do mundo maninha.
Ela ergueu o rosto lentamente, os olhos ainda vermelhos e brilhantes, os cílios úmidos, e me olhou com uma vulnerabilidade que me desarmou por completo.
— Você me quer maninho? — Perguntou, com a voz embargada.
— Quero maninha. — sussurrei contra sua pele..
Ela ergueu o rosto outra vez, os olhos agora mais secos, o sorriso se abrindo devagar, como uma flor que desabrocha depois da chuva.
— Então... você me ama? — perguntou, agora com os olhos a brilhar
— Te amo — respondi, a beijando e abracei-a com força, sentindo a maciez do seu corpo contra o meu. Por alguns longos minutos, ficamos ali, em silêncio, apenas curtindo a presença um do outro, a respiração sincronizada, o coração desacelerando aos poucos.
Depois a levei no banheiro, passei meu braço em volta da sua cintura e a guiei pelo corredor até o banheiro, acendi a luz suave e a ajudei a sentar no vaso, agachando-me na frente dela. Seus olhos estavam baços, e um sorriso fraco se formou em seus lábios.
— Tô uma bagunça, né? — murmurou, com a voz cansada.
— Tá linda — respondi, sincero, passando a mão em seu rosto. — Linda e cansada. Deixa eu cuidar de você.
Peguei uma toalha macia, molhei com água morna e comecei a passar devagar pelo seu rosto, limpando os vestígios de lágrimas e suor. Ela fechou os olhos e inclinou a cabeça, entregando-se àquele cuidado silencioso. Desci com a toalha pelo pescoço, pelos ombros, sentindo a pele quente e sensível. Quando cheguei em suas pernas, ela estremeceu, mas não disse nada — apenas abriu os olhos e me olhou com uma gratidão que não precisava de palavras.
— Vira um pouco — pedi, com a voz macia, e ela obedeceu, levantando o quadril com esforço. Limpei suavemente a região entre suas coxas, onde a pele estava irritada e vermelha, e vi , o cuzinho ainda levemente aberto e rosado, a pele toda sensível. Passei a toalha com cuidado, sem pressa, e ela soltou um suspiro de alívio ao sentir o frescor da água morna.
— Esta ardendo — disse ela, com a voz trêmula.
— Eu sei — respondi.
Terminei a limpeza, se apoiou em mim enquanto caminhávamos até o quarto, o corredor escuro iluminado apenas pela luz fraca do banheiro.
Luana deitou-se com um gemido de cansaço, o corpo afundando no colchão como se cada músculo pedisse trégua. Ajeitei os travesseiros atrás da cabeça dela, cobri-a com o lençol fino e sentei-me na borda da cama, observando-a.
Ela virou o rosto para mim, os olhos já pesados de sono, e estendeu a mão para tocar a minha.
— Você me ama de verdade? — perguntou, com a voz pequena, quase infantil.
— Sim maninha te amo de verdade..
Sorriu, um sorriso preguiçoso e cheio de paz, e apertou meus dedos com carinho. Seus olhos se fecharam lentamente, e sua respiração foi se tornando mais profunda, mais calma. Fiquei ali, sentado na borda da cama, vendo seu peito subir e descer no ritmo do sono, o rosto relaxado, os lábios entreabertos num meio sorriso.
Passei alguns minutos apenas observando-a, sentindo uma onda de carinho que ia muito além do desejo.
Vovó continuava dormindo no sofá, o ronco suave preenchendo o ambiente, a manta xadrez subindo e descendo no ritmo da respiração tranquila. A televisão ainda murmurando baixinho, com aquela luz azulada dançando nas paredes. Peguei o controle, desliguei o aparelho e me curvei sobre ela, tocando seu ombro com delicadeza.
— Vovó... é tarde... — chamei baixinho, quase um sussurro.
Ela mexeu os lábios, franziu a testa e abriu os olhos devagar, piscando algumas vezes até se focar em mim. Um sorriso sonolento se espalhou por seu rosto enrugado, e ela esticou os braços num bocejo comprido.
— Ai, meu filho... já é tarde assim? — perguntou, com a voz rouca de sono, olhando para o relógio na parede. — E a Luana? Já dorme? Nem vi ela passar...
— Já foi, vovó — respondi, com um sorriso calmo. — Deitou mais cedo.
— Ah, que bom... menina tão boazinha... — murmurou, sentando-se com esforço.
Ajeitou a manta, deu um beijo no meu rosto e foi se arrastando em direção ao quarto, arrastando os chinelos no chão.
— Vou dormir, filho. Não fica muito tempo na janela, que o sereno faz mal — disse, já na porta, com um olhar carinhoso e desconfiado.
— Só mais um minutinho, vovó. Boa noite.
— Boa noite, meu neto. Que Deus te abençoe.
Ouvi o rangido da porta do quarto se fechando e o silêncio tomou conta da casa. Fiquei ali, parado no meio da sala, sentindo o peso da noite nos ombros.
Tirei um cigarro do bolso, acendi com um clique do isqueiro, e dei a primeira tragada longa, olhei para o céu estrelado, a imagem de Luana chorando baixinho e gemendo enquanto eu socava em seu cuzinho, ainda pulsava dentro de mim.
Soltei a fumaça lentamente, vendo-a se dissipar no ar noturno, e sorri sozinho. Aquela noite tinha sido mais do que eu esperava. Muito mais.
Fiquei ali por alguns minutos, o cigarro queimando entre os dedos, a brisa fria bagunçando meu cabelo, e o silêncio da noite me envolvendo como um abraço.
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Comentários (1)
Mike: um bom cuzinho é luxo.
Responder↴ • uid:grkqent0a