Minha historia de submissão
Julinha começa por ser amante e depressa se torna submissa
Passei a mão no rosto, meio sem jeito, e respondi com a voz ainda rouca de sono e de tanto gemer: "Tô com fome, sim, mas tô mais é com vergonha, viu? Ontem foi uma loucura..." Eles riram, e Luísa me puxou pra sentar na mesa, colocando um prato cheio de frutas, pão e café fresco na minha frente. "Vergonha, nada, menina!" — ela falou, rindo. Carlos se sentou do meu lado, a mão dele encontrou a minha por cima da mesa, e ele apertou de leve. "E se você quiser repetir, não tenha vergonha." Fiquei ali, olhando pra eles, o coração ainda acelerado, a boca com aquele gostinho amargo que me fazia lembrar de cada segundo da noite passada. Mordi o pão, tomei um gole de café, e senti uma timidez gostosa misturada com uma safadeza que não me deixava quieta.
Luísa se sentou do outro lado, os olhos fixos em mim, e perguntou com a voz macia: "Tá tudo bem, flor? Você parece meio longe..." Dei um sorriso, meio sem jeito, e comecei a brincar com a borda do prato, os olhos baixos, a boca se abrindo devagar. "Tô, tia... Tô pensando aqui..." — falei, a voz saindo baixinha, quase um sussurro. Carlos inclinou o corpo, a mão ainda na minha, e me incentivou com o olhar. "Pensando no quê, Julinha? Pode falar, a gente é tudo amigo aqui." Levantei os olhos, olhei pra um, olhei pro outro, e senti o calor subindo pro rosto. Mas a safadeza falou mais alto, e um sorriso malicioso se formou nos meus lábios.
"Tô pensando que... que eu quero mais, sim." — soltei, a voz saindo meio tímida mas cheia de vontade. "Meio sem jeito de falar isso, mas não adianta negar. Eu acordei pensando em vocês dois, no que a gente fez, e... e tô querendo de novo, tô querendo repetir." Luísa e Carlos trocaram um olhar rápido, e um sorriso gostoso se espalhou nos rostos deles. Ela levantou, deu a volta na mesa, e se inclinou, beijando meu cabelo. "Flor, você nem precisa pedir..." — ela sussurrou perto do meu ouvido. "A gente também tava pensando em você a manhã inteira."
Carlos largou a xícara de café, e a mão dele apertou a minha com mais força. "Mas olha, Julinha..." — ele falou, com um sorriso safado. "É sábado hoje. A gente tem o dia inteiro pela frente. Vamos fazer assim: passa o dia com a gente, relaxa, aproveita, e hoje à noite a gente vai pro nosso quarto. Os três. Dessa vez, na nossa cama, com direito a tudo que você quiser, sem pressa, sem limites." Luísa concordou, os olhos brilhando. "É, flor. Hoje é nosso dia. A gente vai te curtir inteira, do jeito que você merece. Mas com calma, com gosto, pra você lembrar de cada segundo." Mordi o lábio, o coração disparado, e senti o corpo já esquentar de ansiedade. "Eita, então vou ter que esperar até a noite? Vocês tão me matando de curiosidade, viu?" — falei, rindo, mas com a voz cheia de vontade. "Mas vou esperar, sim. Porque sei que vai valer a pena." Carlos apertou minha mão, e Luísa me beijou na testa. "Vai valer, flor. Pode ter certeza."
Passou o dia. A gente almoçou junto, viu TV, ficou na piscina, trocou olhares cheios de promessa. Cada toque, cada sorriso, cada palavra era uma provocação que me deixava mais molhada, mais louca de desejo. O Carlos passava a mão na minha cintura quando ninguém via, a Luísa roçava os dedos nas minhas costas enquanto passava por mim. O dia inteiro foi uma antecipação gostosa, um fogo que foi subindo devagar.
Quando a noite de sábado finalmente chegou, o coração já tava disparado. Tomei um banho caprichado, me arrumei com uma calcinha preta bem sexy e a camiseta mais leve que tinha. Passei um perfume, dei uma olhada no espelho, e respirei fundo. Eles me esperavam na sala. Luísa sorriu ao me ver já pronta, com a calcinha preta e a camiseta leve, o cabelo ainda úmido do banho. Carlos estava sentado no sofá, com aquele olhar quente que já me fazia tremer por dentro. "Vem, flor..." — Luísa disse, estendendo a mão.
Fui, sentei no meio deles, o corpo quente, a pele arrepiada de antecipação. Não deu nem tempo de pensar. As mãos deles já começaram a me acariciar, as quatro mãos deslizando pelo meu corpo, encontrando minha pele, minha cintura, minhas coxas. Carlos se inclinou e me beijou primeiro, a boca quente, a língua invadindo a minha, um beijo gostoso, cheio de vontade, enquanto Luísa beijava meu pescoço, descendo devagar, mordendo de leve, fazendo arrepios subirem pela minha espinha. A mão dele subiu pela minha coxa, enquanto a mão dela apertava meu peito por cima da camiseta. "Tira isso, flor..." — Luísa sussurrou contra minha pele.
Levantei os braços, e os dois me ajudaram a tirar a camiseta, deixando meus peitos à mostra, os biquinhos já duros de tesão. As bocas deles encontraram meus seios ao mesmo tempo, ele de um lado, ela do outro, chupando, lambendo, sugando com gosto, enquanto eu jogava a cabeça pra trás e gemia baixinho. Carlos desceu, a boca dele descendo pela minha barriga, beijando, lambendo, até chegar na minha calcinha preta. Ele puxou com os dentes, descendo devagar, enquanto Luísa continuava nos meus peitos, os dedos brincando com o biquinho que ficou livre. Quando a calcinha desceu, fiquei completamente nua entre eles. Carlos mergulhou a boca na minha buceta, a língua encontrando meu grelinho, sugando com vontade, enquanto eu arqueei as costas e soltei um gemido alto. "Ai, tio... Assim... Assim..." — gemi, os dedos enroscados no cabelo dele.
Luísa desceu também, a boca dela encontrando a minha, me beijando enquanto Carlos me chupava, a língua dele alternando entre lambidas e chupadas que me deixavam louca. Eu sentia o prazer subindo, crescendo, mas não queria gozar ainda. "Para, para..." — pedi, ofegante. "Eu quero sentir vocês dois também..." Luísa sorriu, e me guiou. Carlos se deitou no sofá, o pau já duro, entesado, escorrendo pré-gozo. Ajoelhei entre as pernas dele, enquanto Luísa ficava atrás de mim, a mão dela descendo pela minha bunda, os dedos encontrando minha buceta molhada. Inclinei-me, abri a boca, e comecei a chupar o pau de Carlos, a cabeça entrando fundo, a língua brincando na cabecinha, enquanto Luísa se deitou debaixo de mim, a boca dela encontrando minha buceta de baixo.
Foi uma loucura. Chupava o Carlos enquanto Luísa me chupava, a língua dela entrando em mim, sugando meu grelinho, me arrancando gemidos que se misturavam com os do Carlos. Cada chupada na buceta me fazia sugar mais forte o pau dele, e ele gemia alto, as mãos apertando meu cabelo. "Isso, meninas... Isso..." — ele gemia, a voz falhando. Luísa não parava, a língua dela alternava entre lambidas gostosas e chupadas que me faziam tremer inteira, enquanto eu continuava mamando o Carlos, sentindo ele pulsando na minha boca, o gosto salgado se espalhando. Chupei com gosto, a cabeça subindo e descendo, enquanto Luísa me levava ao limite lá embaixo. O corpo todo tremia, o prazer se espalhava, e eu sabia que não ia aguentar muito. "Tô quase, tia... Tô quase..." — gemi, a boca ainda no pau do Carlos.
Luísa acelerou, a língua mais rápida, mais firme, até que eu não aguentei. O orgasmo me pegou de jeito, o corpo todo convulsionando, os gemidos abafados pelo pau de Carlos, que continuava duro na minha boca, me fazendo chupar enquanto o prazer me sacudia inteira. Carlos gemeu alto, sentindo minha boca tremer, e puxou minha cabeça pra perto, gozando na minha boca, o leite quente escorrendo pela minha garganta. Engoli, sentindo o gosto, enquanto Luísa continuava me lambendo, me levando até a última onda de prazer.
Quando tudo acabou, caí mole, exausta, o corpo entre os dois, a respiração ofegante. Luísa subiu, me beijou, sentindo o gosto de Carlos na minha boca, e Carlos me puxou pra perto, os três se aninhando no sofá, suados, cansados, felizes.
Dali fomos para o quarto. Desta vez, fiquei no meio deles, o corpo quente, a pele ainda arrepiada dos carinhos na sala. Luísa me beijou devagar, a boca macia, a língua brincando com a minha, enquanto Carlos se posicionou atrás de mim. Senti o corpo dele quente nas minhas costas, e a mão dele desceu pela minha bunda, apertando, brincando com minha pele. Luísa se virou de lado, ficando de frente pra mim, e me puxou pra um beijo mais profundo enquanto a mão do Carlos deslizava entre minhas nádegas, os dedos encontrando meu cuzinho, brincando devagar com a entrada. Tremi toda, um arrepio forte subindo pela espinha, só de pensar naquele caralho grosso que eu vi ontem, aquele pau enorme que agora ia me preencher inteira. "Tio..." — soltei contra a boca da Luísa, a voz saindo trêmula. "Cê vai me comer todinha, né?" Ele riu baixinho, a voz grossa perto do meu ouvido, os dedos ainda brincando na minha entradinha, molhando com o tesão que escorria da minha buceta. "Vou, Julinha. Você quer, flor?"
Engoli seco, o coração disparado, a Luísa me beijando o pescoço, me acalmando, e respondi com a voz firme, mesmo tremendo: "Quero, tio. Me come. Quero sentir esse pau grosso me esticando todinha." Carlos posicionou a vara na entrada do meu cuzinho, a cabecinha pressionando, grossa, quente. Luísa segurou meu rosto, me beijou com vontade, e ele começou a entrar devagar. A dor veio forte, aguda, um ardor que me fez gemer alto, os olhos enchendo d'água. Senti meu cuzinho sendo esticado devagar, a grossura do pau dele abrindo caminho, preenchendo cada milímetro que nunca foi tocado assim. Chorei, mas não pedi pra parar. Luísa me beijou, passou a mão no meu cabelo, enquanto Carlos entrava mais, devagar, centímetro por centímetro, o pau grosso alargando meu cu, me fazendo sentir cada veia, cada centímetro daquela carne quente. "Isso, flor... Relaxa... Deixa entrar..." — ela sussurrou, me beijando os lábios, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto. "Ai, tio, é muito grande... Tô toda esticada..." — gemi, a voz misturando dor e prazer, as mãos apertando os ombros da Luísa. "Mas não para não... Continua..."
Carlos parou, deixou eu me acostumar, o pau enterrado até o fundo, pulsando dentro de mim, esticando meu cuzinho ao máximo. A dor era intensa, mas tinha um quê de gostoso, de proibido, de completo. Quando ele começou a se mexer devagar, o ardor se misturou com um prazer profundo, que me fez gemer de um jeito que eu nunca tinha gemido. "Vai, tio... Me fode... Me estica todinha..." — pedi, a voz chorosa mas cheia de desejo. Ele acelerou, o ritmo ficando mais forte, mais rápido, enquanto Luísa me beijava, a mão dela descendo entre minhas pernas, os dedos encontrando meu grelinho, brincando enquanto o pau de Carlos me preenchia por trás, cada estocada me lembrando o quão grosso ele era, o quanto meu cuzinho estava sendo esticado por aquele caralho.
Foi uma loucura. Dor e prazer se misturaram, e eu chorei, gemi, tremia, sentindo cada estocada funda, cada centímetro daquele pau me abrindo, me preenchendo inteira. Luísa me beijava, me acariciava, os dedos dela no meu grelinho me fazendo sentir ondas de prazer que se espalhavam junto com a sensação de estar sendo esticada. "Tô gozando, tio... Tô gozando..." — gritei, o corpo todo se contraindo, o orgasmo vindo forte, sacudindo meu corpo enquanto ele continuava me fodendo, o pau grosso deslizando no meu cuzinho apertado. Carlos acelerou, as estocadas mais fortes, até que ele gemeu alto, o corpo tenso, e eu senti o leite quente jorrando dentro de mim, preenchendo cada espaço, escorrendo pela minha pele. Ele caiu sobre mim, ofegante, e Luísa nos abraçou, os três se aninhando na cama, corpos suados, quentes, exaustos. Fiquei ali, deitada entre eles, a dor ainda latejando mas o prazer ainda vibrando, o cuzinho ainda pulsando, lembrando de cada centímetro daquele pau grosso que me esticou inteira.
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Comentários (1)
Mike: amei, conta mais.
Responder↴ • uid:grkqent0a