A última fronteira
Hoje tenho vinte e oito anos e vou contar como perdi a minha virgindade e descobri a delícia do sexo aos dezenove anos.
Fui criada em uma família muito rígida quando o assunto era sexo. Durante toda a adolescência, aprendi que uma moça direita não se tocava, controlava os próprios desejos e jamais passava dos beijos.
Isso, de certo ponto, sempre me incomodou porque eu não iria sair dando para todo mundo, mas gostaria de ter um pouco mais de moderação dos meus pais, porém foi assim que fui educada.
Aos dezenove anos, cheguei a faculdade longe de casa. Pela primeira vez, era dona dos meus horários, das minhas escolhas e, claro, das consequências delas.
Convivendo com outras meninas vejo que muitas já tinham experiências e eu até inventei algumas mentiras para não dizer que era virgem. Escutar os relatos só aumentavam a minha curiosidade. Também descobri que existia um vocabulário próprio, por exemplo, não era vagina e sim buceta, não era pinto e sim pau, rola, pica, enfim....
Os primeiros meses foram de aprendizado e recebi muitos elogios porque sou atraente, jovem, bonita, belo corpo, mas nunca fui agredida ou passei por algo violento. Tudo se resumiu a convites, a cantadas, algumas até engraçadas e reagi com bom humor.
E assim é a vida na Universidade que estudei. Muitos jovens, muitas formas de pensar, de agir e fui me adaptando. Logo um cara se aproximou chamando a minha a atenção, o Diogo.
Ele era bonito, discreto, falava pouco, não ficava dando em cima das meninas. Acho que o que me impressionou nele foi a segurança, não ficou querendo me impressionar, nunca invadiu meu espaço, sempre me olhou nos olhos, sincero e de certo modo, meio misterioso.
Até que veio uma festa e bebemos um pouco. Estávamos sozinhos e eu ainda estava naquela fase de apenas estar interessada nele e ele me diz:
- Vamos embora.... Vamos para um lugar mais reservado. Estou louco para te comer. Você é um tesão.
Estas palavras caíram sobre mim como um balde de água fria. Era o Diogo quem estava dizendo aquilo? O rapaz calado, educado, que nunca tentou chamar minha atenção? O mesmo que sempre respeitou meu espaço?
Sem palavras, resolvi ir embora, sozinha. Passei dias tentando entender e comecei a evita-lo. Nunca mais tocamos no assunto. Quando nos encontrávamos pelos corredores da faculdade, ele me cumprimentava com a mesma tranquilidade de antes. Se eu puxava conversa, conversava. Se eu ia embora, apenas dizia "até".
Aquilo me incomodava ainda mais.
Uma parte de mim queria que ele insistisse. Que dissesse que tinha falado aquilo por causa da bebida. Que explicasse, que se justificasse, que me convencesse de que eu havia entendido tudo errado. Mas ele não fez nada.
Foi então que comecei a me perguntar se o choque tinha sido provocado pelas palavras dele ou pela educação que eu havia recebido. Eu nunca tinha conhecido um homem que dissesse com tanta naturalidade que desejava fazer sexo com uma mulher. Para mim, um homem educado não falava daquele jeito. Ou talvez eu apenas tivesse aprendido isso.
Antes que encontrasse uma resposta, conheci e me apaixonei pelo Thiago. Foi algo, no início, avassalador. Thiago teve o mesmo tipo de educação que tive. Era gentil, respeitador e, de certa maneira, parecia um espelho de mim mesma. Com certeza seria o genro ideal para os meus pais.
Os meses passaram depressa. Thiago fazia bem para mim. Era gentil, atencioso, paciente. Nunca discutíamos por coisas importantes e, quando havia alguma diferença, sempre encontrávamos um jeito de nos entender. Eu me sentia segura ao lado dele. Talvez fosse justamente essa segurança que me fazia acreditar que havia encontrado a pessoa certa.
Ainda assim, algo começou a mudar dentro de mim.
No início, era apenas uma sensação vaga, difícil de explicar. Depois dos nossos encontros, eu voltava para casa feliz, mas com a impressão de que alguma parte de mim permanecia inquieta. Não era falta de carinho, nem de amor. Também não era impaciência. Era apenas a sensação de que sempre interrompíamos a história antes do último capítulo.
Quando os beijos se prolongavam e o silêncio dizia mais do que qualquer palavra, Thiago era sempre o primeiro a se afastar. Fazia isso com delicadeza, como se estivesse protegendo nós dois de um erro. Eu compreendia suas razões. Durante anos, elas também tinham sido as minhas.
Mas compreender já não era o mesmo que concordar.
Em uma dessas conversas, sem que houvesse exatamente um motivo, perguntei a Thiago como ele me veria se eu não fosse virgem. A pergunta saiu com mais naturalidade do que eu esperava, mas carregava uma curiosidade que vinha crescendo há algum tempo dentro de mim.
Ele me olhou por um instante, como se tentasse entender de onde aquilo vinha, e depois respondeu com tranquilidade. Disse que isso não mudaria nada. Que o que importava era quem eu era naquele momento, não o que eu tinha vivido antes.
A resposta foi simples, quase definitiva. Mas não atingiu o lugar dentro de mim que tinha feito a pergunta.
A universidade havia mudado muitas coisas em mim. Conviver com pessoas tão diferentes, ouvir histórias tão distantes da minha realidade e, principalmente, viver longe da vigilância dos meus pais fez surgir perguntas que nunca tive coragem de fazer.
Será que eu realmente acreditava em tudo aquilo que me foi ensinado? Ou apenas nunca havia conhecido outra maneira de viver?
Essas perguntas começaram a aparecer justamente quando eu menos esperava.
Numa tarde, saindo da biblioteca, encontrei Diogo por acaso. Ele continuava exatamente como eu lembrava. Cumprimentou-me com um sorriso discreto e perguntou como eu estava. Conversamos alguns minutos sobre as aulas, os professores e a correria do semestre. Em nenhum momento mencionou a festa, nem o afastamento entre nós.
Foi isso que mais me surpreendeu.
Eu havia imaginado que ele demonstraria mágoa, ironia ou tentaria retomar o assunto. Não fez nada disso. Parecia apenas feliz por me encontrar. Seguimos caminhos diferentes, mas passei o restante do dia pensando naquele encontro.
Dias depois, encontrei-o novamente na cantina. Conversamos um pouco mais. Percebi que continuava sendo o mesmo rapaz reservado, seguro de si e estranhamente sincero. Pela primeira vez, comecei a desconfiar de que talvez eu tivesse interpretado mal aquela noite.
A lembrança de suas palavras já não me causava indignação. Causava curiosidade. Eu queria entender como alguém podia falar sobre desejo com tanta naturalidade, sem parecer vulgar, sem parecer agressivo, sem demonstrar culpa.
Enquanto isso, eu continuava namorando Thiago e quanto mais eu gostava dele, mais estranho se tornava perceber que existia uma parte de mim que ele não conseguia alcançar. Não porque não quisesse, mas porque acreditava, de todo o coração, que ainda não era o momento.
Foi então que compreendi que minha inquietação não desapareceria sozinha. Eu precisava de respostas. E, por mais que tentasse evitar essa conclusão, havia apenas uma pessoa que parecia enxergar a questão por um ângulo completamente diferente do meu.
Naquela noite, peguei o celular várias vezes antes de criar coragem. Escrevi uma mensagem para Diogo convidando-o para tomar um café. Eu não sabia exatamente o que eu estava procurando, mas sabia que não poderia mais ignorar aquilo. Era um segunda-feira.
Ele respondeu de forma simples, dizendo onde poderíamos nos encontrar.
No meio da semana, nos vimos em um café perto da faculdade. Ele chegou no horário, como sempre, calmo, discreto, sem tentar preencher nada que não fosse necessário. Conversamos sobre coisas comuns no início, como se estivéssemos apenas retomando uma convivência interrompida pelo acaso.
Mas não estava. Havia algo suspenso entre nós desde aquela noite.
Em algum momento, a conversa perdeu força. Eu percebi que não havia mais como manter aquilo no nível seguro das palavras. Foi quando falei, sem muito preparo, que não queria continuar fingindo que aquilo era apenas um encontro casual.
Diogo não reagiu com surpresa. Apenas ouviu, em silêncio. Tomando uma coragem que eu julgava que não fosse capaz, abri o jogo dizendo que se fosse para acontecer algo entre nós, seria melhor estarmos longe dali. Longe da cidade.
Passados alguns segundos ele me disse num tom de voz calmo:
- Tudo bem. Tenho o local perfeito, um hotel numa cidade próxima, boa comida, boa piscina. Leva biquíni. Mas só te peço que confirme até sexta-feira. Tenho apenas uma pergunta: Isso é só uma aventura?
Respondi que sim com a cabeça e ele concordou. Claro que me senti mal, praticamente me oferecendo a um estranho, mas ao mesmo tempo, precisava de uma nova experiência e achava que valeria a pena. A ideia de desistir ainda passava pela minha cabeça.
Indecisa, eu disse a Thiago que talvez passasse o fim de semana fora, visitando meus pais. Não havia nada na frase além do necessário, mas, por dentro, aquilo era outra coisa: uma maneira de criar tempo, distância e silêncio para pensar.
Thiago aceitou como sempre aceitava minhas escolhas. Com confiança. E, pela primeira vez, essa confiança não me pareceu um abrigo.
Nos dias seguintes, pensei em desistir mais de uma vez. Em transformar tudo aquilo em um episódio sem continuidade, em voltar ao ritmo conhecido com Thiago e deixar Diogo apenas como um desvio que não precisaria ser seguido.
Mas quanto mais eu tentava encerrar a ideia, mais claro ficava que eu não estava tentando decidir entre dois homens. Eu estava tentando decidir se continuava vivendo apenas dentro dos limites que sempre me disseram serem os corretos.
Sexta-feira à tarde tomei minha decisão e comuniquei Diogo. Tudo certo, foi o que escrevi. O desejo e a curiosidade haviam vencido a batalha e tentei dormir, não pensando em mais nada.
Sábado pela manhã, vou para o local combinado. Ele já estava me esperando e partimos. Confesso que era uma sensação estranha. Não vou mentir: Tinha a vontade de dar, mas ao mesmo tempo, não era meu namorado.
Sereno, como sempre, Diogo tentou deixar o ambiente tranquilo. Chegamos e entramos no hotel. Pela primeira vez estava num ambiente, com um homem, e sabia o que iria acontecer. Estava nervosa.
Não sei se ele percebeu, mas me disse para colocar um biquíni e irmos aproveitar a piscina. Fui para o banheiro, me troquei, voltei e estava meio envergonhada. Não era com o meu corpo, era a situação. Estava excitada, mas não queria demonstrar.
Ficamos a manhã e boa parte da tarde na piscina, aproveitando a bebida e alguns petiscos. Estava mais solta, mas quando retornamos para o quarto fiquei apreensiva novamente. Diogo me disse para ficar à vontade que ele não faria nada se eu não quisesse, ou seja, a iniciativa teria que ser minha.
Acho que fiquei mais nervosa ainda, porque fiquei paralisada. Diogo olhou para mim dizendo calmamente:
- Você nunca fez, não é? Você é virgem....
Fiz um sim com a cabeça.
- Está bom.... – Continuou ele – Você tem certeza de que quer fazer?
- Sim. – Enfim a voz saiu como se eu me libertasse – Quero fazer tudo.... Quero uma experiência completa....
Estava disposta a tudo. Tinha a teoria, mas a minha prática era zero. Com calma, ele me abraçou e já pude sentir o pinto duro dele encostando em mim, por cima do biquíni. Sua boca começou a beijar meu pescoço, me fazendo contrair e me arrepiar.
Ele tentou me beijar, mas eu me senti estranha e levemente, desviei a minha boca. Ele percebeu e não tentou novamente. Me virou de costas com cuidado e me abraçou por trás. Suas mãos começaram a percorrer meu corpo e ele se concentrou no meu pescoço e na minha orelha, falando baixinho que eu era muito gostosa e que iria adorar o que ele iria fazer comigo.
Podia sentir o pinto duro dele roçando gostosamente na minha bunda. Uma de suas mãos veio me tocar, por cima da calcinha e eu, instintivamente, joguei o quadril para trás.
- Calma menina.... – Disse ele já com a mão enfiada dentro da minha calcinha.
Um toque gostoso, sem forçar nada, apenas o dedo passando por cima da minha buceta. Eu podia sentir que ela estava quente. Retirou a mão e começou a soltar meu sutiã que caiu ao chão.
Suas mãos me tocaram nos seios, apertando-os carinhosamente. Ele apalpava e beliscava levemente meus mamilos que estavam durinhos e apontando para cima. Logo, uma de suas mãos começou a tirar os laços da minha calcinha que também foi ao chão.
Ele me virou e ficamos frente a frente. Pela primeira vez eu estava nua na frente de um homem e louca para vê-lo pelado. Fui até ele e puxei sua sunga, liberando seu pinto que minha mão se tratou de se apossar. Tocar pela primeira vez é inesquecível. É duro e macio e ele me ensinou como gostava que o manipulasse.
Pelados, fomos para a cama. Ele começou a me chupar, desde a orelha, passando pelo pescoço, pelos meus seios, minha barriga, minhas virilhas, até chegar na vulva. Eu não estava aguentando mais de tanto tesão. Infelizmente acho que nem todas as mulheres tem a sorte de pegar um cara carinhoso e cuidadoso, principalmente quando é a primeira vez.
Diogo me chupou, sem pressa, sem forçar nada, apenas vendo as minhas reações, até que eu pedi para parar, não porque não estava gostando, mas queria retribuir o que estava recebendo de alguma forma. Estava emocionada.
Como não tinha experiência alguma em sexo oral, ele foi me orientando. Eu era meio reticente em colocar um pinto na boca, mas vi que era gostoso, salgadinho. Mamava, lambia toda a extensão, beijava o saco, fui aprendendo tudo e vendo o que dava mais prazer a ele.
Ele pediu para colocar o máximo que eu conseguia na boca, mas comecei a engasgar e a quase vomitar e não achei legal. Voltei a sugar a cabecinha e a colocar na boca somente aquilo que me deixava confortável. Assim eu gosto, pensei.
Até que foi a vez dele pedir para parar. Ele me abraçou e veio por cima de mim. Novamente sua boca veio até o meu pescoço, lambendo, beijando e mordendo carinhosamente. Podia sentir seu pinto roçando na minha buceta até que eu não aguentei e pedi:
- Me come.
Saiu naturalmente, sem culpa apenas demonstrando toda a vontade que estava sentindo naquele momento. Sabia, queria e não iria voltar atrás. Tinha chegado a hora.
Ele saiu de cima, colocou uma camisinha, me puxou para a beirada da cama, colocou uns travesseiros debaixo de mim, ficou em pé, abriu minhas pernas apoiando-as sobre seu peito, me deixando completamente exposta.
Lembro que estava ansiosa, com medo da dor e podia vê-lo esfregando a cabecinha do pinto na entradinha da minha buceta. Ele me dizia para relaxar, acho que dava para ver que eu estava tensa. Ele não teve pressa, ficou ali brincando e fui me soltando.
Até que uma parte entrou e senti uma suave pressão, um leve desconforto, seguido de um pequeno ardor. Ele parou e pude ver que apenas uma parte havia entrado. Parecia que ele estava esperando a minha reação. Ele ajeitou o corpo e enfiou mais um pouquinho e fui sentindo aquela sensação de preenchimento interno.
Aos poucos ele foi me penetrando até que vi que estava tudo dentro. Uma sensação gostosa me invadiu, me sentia mulher, plena e comecei a aproveitar o que o sexo nos oferece. Aos poucos ele foi fazendo os movimentos de tirar e colocar, com delicadeza e fui me acostumando com aquele intruso dentro de mim.
Não senti dor, como já escrevi apenas um leve ardor que logo passou. Até hoje lembro dele ficar me olhando, vendo minhas reações e foi aumentando, gradativamente, o ritmo e a velocidade, mas sem forçar demasiadamente.
Suas mãos massageavam levemente a minha vulva, apertando-a. Eu me sentia completamente à vontade e foi aí que meu corpo começou a reagir. Sabe aquela sensação que parece vir no início da coluna e vem subindo, comecei a me contrair, morder os lábios, a me arrepiar e tive o meu primeiro orgasmo.
Não imaginava que era tão bom. Claro que já havia tentado me tocando, mas nunca tive êxito, pois parava antes, movida pelo sentimento de culpa e de vergonha que minha educação havia me proporcionado.
Agora não, era êxtase total que durou alguns segundos fisicamente, porém mentalmente se prolongou. Uma sensação de paz invadiu meu ser. Nem vi Diogo tirar de dentro, quando voltei a mim, ele estava deitado ao meu lado, me olhando.
- Você gozou também? – Perguntei a ele.
- Não. – Respondeu. – Quis me focar no seu prazer já que é tua primeira vez. Mais tarde a gente continua se você tiver vontade.
Por um lado, fiquei feliz com a dedicação dele, mas por outro queria que ele gozasse, porque isso me dá tesão, mas naquele momento, estava cansada, tão relaxada que de vez em quando sentia minha vagina se contrair involuntariamente. Estava tão feliz que peguei no sono.
Recordo que quando acordei me senti um pouco estranha. Estava nua, com um homem também pelado, deitada na cama e havíamos feito sexo. Eu digo que a sensação era estranha porque não era desonra, nem timidez, nem arrependimento, mas resolvi não me concentrar nisso.
Já eram sete horas da noite e Diogo me disse para tomar um banho e descermos para jantar. Uma hora depois eu estava pronta, me sentindo poderosa, sedutora, mas queria ver Diogo gozar dentro de mim e isso me atiçava.
Jantamos, conversamos muito sobre amenidades, sobre planos para o futuro e pode parecer anormal para você que está lendo, mas em momento algum senti que iria me envolver emocionalmente com ele. Era apenas um amigo, que tinha me feito um favor e agora eu tinha que retribuir.
Voltamos ao quarto e desta vez cada um tirou a sua própria roupa. Já não sentia mais nenhum constrangimento em ficar nua. Claro que fomos para a cama e após um oral básico para cada um, ele disse que seria melhor eu montar, pois assim, poderia comandar a penetração.
Subi em cima dele, ajeitei o pinto na entradinha da minha buceta e fui sentando e controlando o quanto ia entrando. Ele brincava com meus seios. Quando estava tudo dentro, rebolei um pouco me ajeitando.
Aos poucos fui subindo e descendo, sem tirar tudo, sentindo cada centímetro. Minha vagina estava se adaptando, contraindo e expandindo. Já sem medo, fui aumentando a velocidade e percebi que era gostoso descer com força.
Já era ajudada pelas mãos dele na minha cintura que me forçavam ainda mais, até que percebi que ele estava se contraindo, respirando fundo, tentando aguentar, mas não conseguiu, gozou. Isso parece ter funcionado como um gatilho e me deu uma satisfação tão grande que tive um novo orgasmo.
Quando a sensação mais forte passou, caí em cima dele com a sensação que aquele momento não deveria terminar nunca. Bem devagar, fui desengatando dele que já estava com o pinto mole. Deitamos, lado a lado, ficamos nos olhando sem trocar uma única palavra, ele pegou no sono e também adormeci.
Na manhã seguinte, quando acordei, ele já havia pedido o café no quarto. Como já escrevi, estava me sentindo radiante, de bem com a vida e ele me quis de quatro, depois de umas brincadeiras na cama.
Gostei demais dessa posição e até hoje é a minha preferida, porque me faz sentir vulnerável, à mercê de um macho, que vai me comer, quer eu queira ou não. A penetração foi profunda, gostosa, com suas mãos ora manipulando meus seios, ora me segurando firme pela cintura como seu eu fosse fugir. Aliás, fugir talvez fosse a última coisa que eu pensaria em fazer.
Quando ele passou a manipular meu clitóris, minha buceta pegou fogo. Eu jogava meus quadris para trás e o pinto dele entrava gostoso. Não demorou muito e lá veio meu orgasmo, intenso, seguramente mais forte do que na noite anterior. Acredito que seja devido a eu estar mais solta.
Lembro que quando foi passando a sensação, minha vagina se contraia involuntariamente, amassando o pinto dele dentro de mim. Diogo continuava a me comer, mas eu não tinha mais forças, nem mesmo para sustentar a posição e pedi para ele parar.
Pedi desculpas, mas não estava aguentado mais. Precisava descansar um pouquinho, mas sabia que tinha deixado ele na mão e isso não era justo. Ficamos ali, talvez por uma meia hora e aí ele me fez um pedido.
- Deixa eu comer a tua bunda?
- Ai não.... – Respondi a ele – Vai doer. Dizem que dói.
- Eu vou com jeitinho – Disse ele – Se doer eu paro.
Mesmo com medo, confiando nele, deixei, mas literalmente “com o cú na mão”. Ele levantou-se, pegou lubrificante, um plug anal e voltou para a cama. Fiquei apavorada. Eu estava deitada com as costas na cama, ou seja, de frente para ele e de pernas abertas.
Ele passou lubrificante em um de seus dedos e veio me tocar. Embora seja estranho, um dedo não doía. Ficou ali, passando lubrificante e brincando. Logo já eram dois dedos e isto me incomodava um pouco.
E tome lubrificante, até que ele resolveu inserir o plug. Era gelado e senti que estava sendo alargada, mas não doía. Ele deixou dentro de mim, enquanto me chupava, talvez por uns dez minutos.
Eu até já tinha me acostumado quando, já com camisinha, retirou o plug e me colocou de ladinho. Com o pinto cheio de lubrificante encostou e colocou a cabecinha. Acho que dei um pulo, era diferente, quente.
Vagarosamente foi enfiando, me fazendo contrair, enquanto manipulava levemente meu clitóris e apertava a minha vulva. Acho que isso desviava a minha atenção enquanto me penetrava.
Já podia sentir seus pentelhos roçando na minha bunda juntamente com movimentos que ele fazia. Comecei a me contrair, não era dor, era incômodo. Ele me virou de bruços e veio por cima de mim.
Gostei da posição, sentir todo o peso dele me deixando quase imóvel e ele foi socando e começou a me dar vontade de ir no banheiro e pedi para ele parar. Sei que ele ficou frustrado, mas eu não estava aguentando.
Fomos para o banheiro e começamos a tomar um banho, juntos, no box. Estava com a bunda melada e ardendo, mas sabia que precisava compensá-lo de alguma maneira e me ajoelhei chupando seu pinto.
A água escorria nos nossos corpos e eu passei a mamar com bastante sucção. Queria fazê-lo gozar e não foi difícil. Logo tomei uns quatro ou cinco jatos de esperma no rosto e no canto da boca. Experimentei um pouquinho, é quente, pegajoso e tem um gosto não muito agradável, mas dá para engolir.
Assim, almoçamos e viemos embora. Vim feliz, pensando nas barreiras que havia superado. Mantive o namoro por mais uns dias, mas já tinha experimentado algo que eu queria mais vezes, então acabei por terminar o relacionamento, embora gostasse do Thiago.
A mulher dentro de mim queria viver intensamente. Fiquei com Diogo mais algumas vezes, mas só, para sexo. Quando ele começou a tentar levar um relacionamento à sério, usei a famosa frase que gostava dele como amigo e ele nunca mais insistiu.
Depois da faculdade, no início mantivemos contato pelas redes sociais, mas o tempo foi passando e praticamente não nos falamos. Sei que Thiago casou e tem um filho pequeno. Diogo também se casou mas não tem filhos. Quanto a mim, estou noiva e devo casar no final do ano.
Por incrível que pareça, tenho saudades do sexo com Diogo. Confidenciei isso a uma amiga e ela disse que iria providenciar para a minha despedida de solteira. Disse a ela que não, que isso são águas passadas, mas ela insiste....
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Comentários (2)
MenteAberta: Ótimo Malu, aproveita Malu deixa sua amiga organizar tudinho rsrs t Menteaberta_03
Responder↴ • uid:1drfztqbvg5rTaradobam: Delícia de conto pq o proibido e delicioso
Responder↴ • uid:1epi8u9j13w3