#Corno #Traições

Tudo o que eu não via

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Descobri que o maior perigo do meu casamento nunca esteve diante de mim, mas naquilo que jamais consegui enxergar, até ser obrigado a enfrentar uma verdade.

Sou um homem, maduro, com cinquenta e dois anos e sempre acreditei que amar era cuidar, trabalhar, sustentar a casa, garantir que minha família nunca passasse por dificuldades. Não sou um homem de grandes conquistas financeiras, mas jamais deixei faltar nada à minha esposa ou aos meus filhos.

Vanessa e eu estamos casados há quinze anos. Ela continua linda aos quarenta, chamando a atenção por onde passa. Hoje vejo isso, mas, ocupado demais com o trabalho e os problemas dos últimos anos, deixei de notar que fazia tempo que ela não recebia de mim o olhar que tanto despertava nos outros.

Achei que estávamos apenas vivendo uma fase difícil, como tantos casais. Demorei para perceber que, enquanto eu lutava para preservar a nossa vida, ela começava a questionar se ainda era feliz dentro dela.

Mesmo assim, nunca passou pela minha cabeça que estivéssemos correndo algum risco de verdade. Achei que bastava atravessar aquela fase difícil para reencontrarmos a vida que sempre tivemos. Até o dia em que um telefonema inesperado me fez perceber o quanto eu desconhecia o que estava acontecendo dentro da minha própria casa.

Era Paulão, um amigo de infância com quem cresci e dividi boa parte da vida até que, já adultos, nossos caminhos naturalmente se separaram. Fiquei muito feliz em ouvir sua voz depois de tantos anos e marcamos um almoço para colocar a conversa em dia.

Quando nos encontramos, imaginei que passaríamos horas lembrando do passado. Mas, depois de alguns minutos, percebi que havia algo errado. Paulão estava inquieto e demorou para entrar no assunto que realmente o levara até ali.

Ele me contou que havia conhecido uma mulher por acaso em um shopping. A amizade surgiu naturalmente, vieram as conversas, as mensagens e os cafés de sábado. Disse que só algum tempo depois descobriu, através das redes sociais, que aquela mulher era Vanessa, minha esposa. Confessou que pensou em simplesmente desaparecer da vida dela, mas não conseguiu fazer isso sem antes falar comigo. Explicou que nossa amizade e tudo o que vivemos juntos pesavam demais para agir de outra forma.

Paulão disse que já tinha vivido situações parecidas e que, pela forma como Vanessa vinha derrubando as próprias barreiras, acreditava que ela estava muito próxima de dar um passo do qual talvez não voltasse atrás. Não afirmava isso por presunção, mas pela experiência de vida.

O que mais o preocupava era pensar que, se simplesmente rompesse aquele vínculo, Vanessa poderia procurar outra pessoa, alguém sem qualquer escrúpulo, que apenas se aproveitasse da fragilidade que ele enxergava nela. Ele não queria ser o homem que destruiria meu casamento, mas também não conseguiria conviver com a ideia de permanecer em silêncio enquanto tudo caminhava para um desfecho que, segundo ele, ainda podia ser evitado.

Ouvi tudo sem interrompê-lo. Não senti raiva naquele momento. Apenas uma estranha sensação de incredulidade. Minha razão tentava organizar aquelas informações, enquanto outra parte de mim simplesmente se recusava a acreditar que a mulher com quem estou casado há quinze anos pudesse estar vivendo tudo aquilo sem que eu tivesse percebido.

Passei o final de semana inteiro tentando organizar o que havia ouvido de Paulão. Não foi simples separar emoção de lógica. Em algum momento, percebi que qualquer decisão tomada naquele estado seria precipitada demais para algo que poderia destruir tudo o que construímos ou me obrigar a aceitar uma verdade que ainda não compreendia.

Na segunda-feira, liguei para ele. Disse que havia pensado muito, mas que ainda não tinha chegado a uma conclusão. Pedi mais tempo. Por enquanto, tudo deveria permanecer como estava, sem mudanças, sem interferências e sem qualquer tipo de incentivo. Eu precisava observar com calma antes de decidir o que fazer com o que estava acontecendo.

Paulão não gostou, mas aceitou.

No sábado seguinte, segundo ele me contou depois, eles estavam em mais um café no shopping quando Vanessa mencionou, de forma natural, que tinha curiosidade em conhecer melhor a vida dele fora daquele ambiente. Disse que já haviam passado muitas horas ali, entre conversas e encontros, e que seria interessante ver como ele vivia no dia a dia, em um contexto mais comum.

Segundo ele, não foi um pedido direto. Foi dito quase como uma extensão da conversa, sem pressão, sem insistência imediata.

Paulão disse que hesitou, pois não era algo que ele costumava aceitar com facilidade. Mas ela voltou ao assunto de forma leve, como se fosse apenas uma continuação lógica do que já existia entre eles. No fim, ele acabou concordando que poderia ser algo simples, apenas uma forma diferente de conversarem.

Ela sugeriu então que se encontrassem no próximo sábado na casa dele.

Quando o café terminou, Paulão me ligou. Disse o que havia acontecido de forma objetiva, sem dramatizar. Apenas informou o que Vanessa havia sugerido e que aquilo já não parecia mais apenas a mesma dinâmica de encontros no shopping.

Foi nesse momento que percebi que eu não podia mais adiar a decisão.

Se aquilo estava realmente evoluindo da forma como ele descrevia, eu precisava ver com meus próprios olhos o que estava acontecendo quando eu não estava lá, porque não confiava mais nem na minha interpretação do que me era contado.

Naquela mesma noite, tomei uma decisão difícil. Eu compraria câmeras discretas, aquelas que são disfarçadas em objetos e pediria a Paulão que as colocasse na casa dele, em pontos estratégicos, inclusive no quarto e permitissem registrar os encontros sem interferência. Não era sobre provocar nada nem direcionar qualquer situação. Era apenas sobre observar o que já estava acontecendo, sem depender de versões ou interpretações.

Quando expliquei isso a ele, percebi novamente sua resistência. Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Eu conhecia aquele silêncio. Não era indecisão simples, era desconforto.

Disse que não gostava da ideia. Que aquilo poderia levar a um ponto que nenhum de nós queria ver, mas também admitiu que, diante do que estava acontecendo, já não parecia mais possível ignorar o rumo que a relação deles vinha tomando.

Insisti que não se tratava de interferir. Se eu estivesse errado, tudo terminaria ali. Se eu estivesse certo, ao menos eu teria clareza suficiente para decidir o que fazer com a minha vida.

Depois de um longo silêncio, ele disse que faria. Mas deixou claro que não se sentia confortável e que não queria participar de nada que pudesse machucar ninguém de forma irreversível. Eu entendi. Eu também não queria isso. Mas naquele momento, não havia mais espaço para conforto. Apenas para respostas.

Na sexta-feira à tarde, véspera do encontro, meu telefone tocou mais uma vez. Era Paulão.

Pela voz, percebi que ele estava inquieto. Disse que havia pensado muito durante a semana e que não conseguia se livrar da sensação de estar fazendo alguma coisa errada. Tinha medo de carregar uma culpa que talvez o acompanhasse pelo resto da vida. Confessou que ainda acreditava que Vanessa estava cada vez mais próxima de ultrapassar um limite e que não sabia se conseguiria conviver com isso, principalmente sabendo que eu assistiria a tudo depois.

Esperei que ele terminasse de falar e expliquei que, na minha visão, ele não tem culpa alguma e nem está provocando nada. Aliás, disse a ele, nem eu quero que provoque, mas também não quero que impeça o que quer que aconteça por minha causa. Só peço que continue agindo exatamente como agiu até agora.

Do outro lado da linha, ele permaneceu em silêncio e eu expliquei que se ele mudasse seu comportamento por minha causa, nunca vou saber o que realmente estaria acontecendo com Vanessa. Eu preciso entender a situação como ela é, não como alguém tentou fazer com que ela fosse. Se isso estiver realmente acontecendo, preciso saber com certeza antes de destruir meu casamento ou tentar salvá-lo.

Antes de desligar a ligação ele me diz:

- Espero que você esteja certo, Marcelo.

Eu também esperava. Talvez mais do que qualquer outra pessoa. Na minha mente não acreditava que Vanessa chegaria a ter algo mais íntimo, pela timidez dela. Acreditava que se a coisa esquentasse, ela pularia fora.

O sábado finalmente chegou. Como fazia quase toda semana, Vanessa me disse que iria ao shopping. Comentou, com a naturalidade de sempre, que talvez voltasse um pouco mais tarde. Respondi da mesma forma de sempre. Se havia alguma diferença entre aquele sábado e todos os outros, ela certamente não percebeu.

Confesso que meu coração pesava de um jeito que nunca havia sentido. Passei boa parte do dia tentando ocupar a cabeça, mas a ansiedade tornava qualquer tentativa inútil.

No dia anterior havia combinado com Paulão para que ele não me ligasse, acontecesse o que acontecesse. Eu não queria acompanhar nada em tempo real. Precisava que as coisas seguissem seu curso natural, sem a menor possibilidade de uma ligação minha, um impulso ou qualquer interferência motivada pelo desespero daquele momento.

No domingo, eu buscaria os cartões de memória e, pela primeira vez, veria com meus próprios olhos aquilo que até então existia apenas na minha imaginação e no relato de outra pessoa. Era, ao mesmo tempo, a decisão mais racional e a mais difícil que já tomei em toda a minha vida.

Quando ela chegou em casa tive que manter as aparências, pois ainda não sabia o que havia acontecido. Seu semblante estava estranho, mas ela parecia feliz.

O domingo chegou e passei na casa de Paulão no fim da tarde. Quando ele abriu a porta, bastou um olhar para perceber que havia alguma coisa diferente. Nenhum de nós encontrou palavras. Ele apenas estendeu os cartões na minha direção. Eu os peguei, agradeci com um gesto quase imperceptível e fui embora. O silêncio entre nós dizia muito mais do que qualquer conversa poderia dizer.

Esperei todos dormirem, peguei o notebook, o fone e fui para o banheiro. Ali, ninguém me interromperia e comecei a assistir às gravações.

O primeiro arquivo mostrava Vanessa sendo recepcionada por Paulão. Sentaram-se no sofá da sala e começaram a conversar. Durante vários minutos, não havia nada que justificasse o aperto que eu sentia no peito. Falavam sobre assuntos do cotidiano.

Em determinado momento, Paulão perguntou se ela aceitava uma taça de vinho branco e a resposta foi sim. Ele voltou da cozinha com duas taças e a conversa continuou como se estivessem em qualquer uma das tardes que haviam passado juntos no shopping.

As taças foram sendo reabastecidas sem pressa. Eu não via exagero em nenhum dos dois. Apenas percebia Vanessa cada vez mais à vontade, sorrindo com facilidade e parecendo completamente confortável naquela casa.

Foi então que notei uma mudança em Paulão. Ele já não sorria com a mesma espontaneidade. Estava mais quieto, como se carregasse um peso que Vanessa desconhecia e ela percebeu dizendo:

- Você está estranho hoje.

Ele demorou alguns segundos e respondeu que estava pensando demais.

Vanessa continuou olhando para ele. Houve um breve silêncio. Então ela diminuiu a distância entre os dois e lhe deu um beijo rápido nos lábios. Paulão não retribuiu de imediato. Apenas a olhou e disse:

- Vanessa... você tem certeza do que está fazendo?

Ela não respondeu. Continuou olhando para ele por alguns segundos e voltou a se aproximar. Dessa vez, o beijo já não tinha a hesitação do primeiro. Era intenso, carregado de desejo contido, como se todas as barreiras que haviam resistido durante aqueles meses deixassem de fazer sentido naquele instante.

Enquanto permaneciam abraçados, vi Vanessa reduzir ainda mais a distância entre os dois, num gesto de intimidade que não deixava dúvidas de que aquela aproximação havia deixado de ser apenas curiosidade, pois sua mão alisava a perna de Paulão.

Depois do segundo beijo, Paulão afastou o rosto apenas o suficiente para voltar a olhar nos olhos dela dizendo isso:

- Vanessa... antes que isso vá além, preciso te dizer uma coisa. Não quero que você espere de mim um relacionamento ou qualquer promessa de futuro.

- Fica tranquilo. – Respondeu ela - Não foi por isso que eu vim aqui. Eu também não estou pensando no futuro. Quero viver o agora.

A gravação registrou alguns segundos de silêncio. Revendo aquelas imagens, tive a impressão de que aquele foi o último instante em que qualquer um dos dois ainda poderia ter recuado, mas não recuaram.

Como eles saíram de cena, resolvi ver o conteúdo no outro cartão de memória que estava localizado no quarto para seguir a sequência. Eu já previa o que iria ver e mesmo não querendo, tinha que fazê-lo.

Vanessa começou retirando a camiseta de Paulão, beijando seu peito peludo e foi descendo até a cintura, ajoelhando-se, abaixando bermuda e a cueca dele, deixando sua rola exposta que começou a ser beijada.

Sinceramente, não é fácil ver isso. É legal quando você não tem envolvimento com a cena, mas quando se trata da sua mulher é muito difícil de acreditar que ela faria algo assim. Mas a imagem era clara e ela estava com a rola dele na boca, chupando.

Aliás, pela cara dela, estava gostando de fazer aquilo. Aquela chupeta molhada, babada, lábios esfregando na cabecinha, rola até quase na garganta fazendo engasgar, chupada no saco, lambida em toda extensão, enfim tudo aquilo que um homem gosta.

Até que ela cansou, se levantou e foi tirando a roupa. Paulão apenas olhava e até é engraçado dizer isso, mas quando minha mulher ficou nua, vendo-a pelada, me deu tesão afinal ela é gostosa, embora durante as nossas relações eu deixei de perceber isso.

Fiquei de pau duro na hora, mas ao mesmo tempo, via Paulão também pelado, colocando camisinha e o pior, ia comer minha mulher. Confesso que torci para que o pau dele amolecesse, pensando em nossa amizade, mas isso, infelizmente, não ocorreu. Acho que nesse momento ele ligou o foda-se.

Foram para a cama e novamente ela tomou a iniciativa. Paulão estava deitado de costas e ela foi se sentar em cima dele. Ajeitou o pau dele e foi sentando. Aquilo foi entrando na buceta dela e pelo jeito devia estar molhada porque ela desceu escorregando rapidamente.

Assim que encaixou, começou a rebolar em cima do Paulão. Imagino o tesão que aquele filho da puta estava sentindo, mas eu não podia reclamar, porque dei autorização para aquilo. Ela subia e descia, gemendo, curtindo o que estava fazendo.

Confesso que teve um momento que tive vontade de parar de assistir. Já tinha visto o suficiente, mas a curiosidade continuou, queria ver até onde ela iria, e ainda bem que fiz isso.

Meteram por um tempo até que ela mesma diz que vai ficar de quatro e se posiciona. Paulão a pega e os gemidos ficam mais intensos. Eu sei que ela gosta desta posição e ele socava com força. É difícil você escutar tua mulher dizendo para outro cara:

- Vai Paulo.... Me fode.... Me come como se eu fosse uma cadelinha.... Isso.... Vai... Mete....

Todos estes anos, comigo, sempre foi muda, apenas gemia. Isso, para mim foi mais uma surpresa e fiquei na dúvida se era minha mulher mesmo. É duro, mas fiquei pensando, caralho, porque eu não despertei esse lado dela. Onde errei? Estava na cara que estava adorando aquilo.

Ele a fodia com força, segurando seus peitos, ora mantendo-a presa pela cintura, pelo cabelo. Foderam durante um tempo até que Paulão diz:

- Caralho.... Eu não estou aguentando mais.... Eu vou gozar.... Vou gozar....

Não se se isso disparou algo dentro dela, talvez no lado psicológico porque ela respondeu:

- Goza Paulo.... Goza dentro de mim.... Não pára.... Ai.... Que delícia... Aiiiiiiii. Vou gozar também.... Aiiii.... Aiiiiiiiii.

Acredito que ela tenha gozado primeiro porque Paulão continuou a socar dentro da buceta dela sem dó, até que parou e se desengataram. Deitados, curtindo o pós foda, ficaram em silêncio, por um tempo, até que ela começou a rir e falou:

- Nossa.... Fazia tempo que não sentia algo assim. Tão intenso. Tão gostoso.

Comentou que se sentia uma fêmea tarada nas mãos dele e que isso a deixava com muito tesão. Percebi que anos comendo minha mulher, nunca a deixei tomar a iniciativa, nunca a fodi de uma maneira mais selvagem, sempre fui carinhoso, perguntava se estava doendo, se estava bom daquele jeito, mas nunca dei voz ativa a ela.

Certamente, acredito que este tenha sido um dos prováveis motivos dela querer fazer algo fora do casamento, mas isso não aliviava em nada para mim. Até aquele momento eu já sabia que deveria me separar.

Eles continuaram conversando, até Paulão, acho que tentando me ajudar, comentou que ela deveria ter falado comigo, que gostava de ser tratada com mais firmeza e não com doçura, principalmente na cama. Ela respondeu que não tinha coragem e não sabia explicar o motivo.

Partiram para um segundo tempo, a pedido da minha mulher que ficou de frango assado. Paulão a pegou e foi brincando de esfregar o pinto na buceta dela, até que meteu forte, fazendo-a gemer.

- Ai Paulo.... Que tesão.... Mete.... É gostoso ver teu pinto entrando e saindo....

Ele apalpava os seios dela, que passou a gemer e ficaram metendo durante uns minutos, até que começou a manipular seu clitóris. Isso acendeu ainda mais aquela foda, levando-a a gozar novamente.

Ele continuava a meter e ela pediu para parar, porque estava cansada. Assim que parou, vendo que ele não havia gozado, retirou a camisinha do seu pau e começou a chupar e punhetar. Não demorou muito e Paulão também gozou pela segunda vez.

Mais uma vez, deitaram-se e ficaram conversando e mais uma surpresa quando, em resumo, ela diz que me amava, que não devia ter feito o que fez, mas que o desejo foi tão forte que foi impossível conter. Uma das frases dela foi:

- Não sei como isso começou, mas terminou aqui.

Depois do final da conversa, dava para ver eles se vestindo e saindo do quarto. Voltei para o outro cartão de memória e ela, já na sala, deu um beijo no rosto dele, dizendo:

- Foi ótimo. Uma tremenda aventura, mas por favor, não me procure mais. Quero voltar para a minha vida, meu marido e minha família.

Só quem passa por uma experiência semelhante sabe o turbilhão de coisas que vem a nossa mente: Separar imediatamente, chama-la de puta, fazer um escândalo, etc... Porém, ao mesmo tempo, existe um sentimento de compaixão, de amor por tantos anos, pelas palavras que ela mesmo disse, é muito complicado.

A semana inteira fiquei pensando no assunto, procurando uma desculpa para nos separarmos, pois estava muito propenso a isso. No final de semana seguinte, para a minha surpresa, ela me procurou para irmos para a cama. Pensei, pelo menos vou comer a última vez essa puta.

A mulher estava louca de tesão e aproveitamos que era férias e meus filhos estavam na casa da minha sogra. Eu meio que fiquei em choque porque, já na cama, ela estava tomando a iniciativa, como fez com o Paulão. Parecia outra mulher e foi a melhor foda da minha vida, com direito a três gozadas na mesma noite.

E aí minha cabeça entrou em parafuso. Tinha uma mulher gostosa, agora fogosa, que me ama, porém foi capaz de me trair. Separar ou não separar eis a questão.

Decidi manter o casamento, afinal com uns seis ou sete anos atrás, eu tive uma amante e, na ocasião, quase me separei. Minha mulher nunca soube dessa minha aventura.

Pensei em contar a ela que sabia do que havia acontecido, que Paulão era meu amigo de infância, que sabia que ela tinha me traído e até falar que anos atrás eu é quem havia traído primeiro, mas resolvi deixar isso para trás. Remexer no passado poderia causar mágoas a nós dois.

Paulão me ligou uns quinze dias depois e contei a ele o ocorrido. Ele me pediu desculpas pelo ocorrido, mas eu disse a ele que havia autorizado e que isso ficaria entre nós. Caso ela o procurasse novamente, combinamos de ele me avisar. É chato saber que teu amigo comeu a sua mulher, mas fazer o quê?

Resolvi contar minha história porque podem haver casais que tenham passado por isso. Hoje, estamos vivendo um clima de parceria e até com mais liberdade, mas como ela é mais jovem do que eu, temo que ela, por alguma razão vá procurar outro homem.

Comentários (6)

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  • Marcelo: 11 adoro contos proibidos então mais gostoso ainda

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  • Marcelo: 9 vc gosta de fodas proibidas

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  • Marcelo: 54 adoro uma foda proibida

    Responder↴ • uid:1edcnkvehz8d
  • Marcelo: 48 está so

    Responder↴ • uid:1edcnkvehz8d
  • Marcelo: 50 está com tesao

    Responder↴ • uid:1edcnkvehz8d
  • Marcelo: 50 Alguma mulher com tesao

    Responder↴ • uid:1edcnkvehz8d