#Estupro #Incesto #Teen

Minha prima tarada me estuprou e virou minha "namorada"

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luqui

Fui estuprado pela minha prima patricinha tarada e acabei me viciando no corpo dela.

Eu tinha só 17 anos na época. Bonito de rosto e corpo, não namorava por opção (gostava de ficar com várias garotas diferentes). Tinha um bom dote, cerca de 19cm, e chegava perto dos 1.80 de altura.
Tudo ocorreu por volta das 2h da madrugada. Eu voltava de uma festa, bêbado e cansado. Tava sem camisa, a noite estava fazendo 30 graus. Eu cheguei em casa e não vi minha mãe, destranquei o portão e entrei em casa. Na sala, estava minha prima assistindo filme depois de comer pizza e refrigerante. Eu não tinha muito intimidade com ela, mesmo assim ela puxou assunto.
— Oi Luqui (meu nome é Lucas, meu apelido é a abreviação de Luquinha). Sua mãe foi ver a vó junto com minha mãe. Vou passar a noite aqui. - Disse ela.
— Tá bom. Valeu por avisar. Boa noite. - Respondi.
— Ué, mas já vai dormir? Por que você tá sem camisa? Onde você estava? - Ela prolongou.
— Festa. Tô indo tomar banho. Falou. - Respondi seco, tava exausto, não queria papo.
— Não quer pizza? Come um pedaço Luqui, você deve estar com fome. - Disse ela.
— Não quero, obrigado. - Respondi e fui para o meu quarto.
Tirei minha roupa, deixei jogada no chão do meu quarto e fui tomar banho. O banheiro do meu quarto não tinha porta, tipo até tinha, mas era daquelas portas sanfonadas de PVC, eu tava tão bêbado e tão cansado que nem tinha percebido que não tinha trancado meu quarto. Bom, foi então que minha prima sem avisar entrou no meu quarto, foi até meu banheiro e abriu a porta. Eu tava de frente com a porta, pós festa depois de beber, beijar e pegar mina sem parar, tive que me desestressar. Bom, ela obviamente deu de cara comigo batendo uma, e sem hesitar, começou a tirar a roupa.
— Que isso Julia, tá ficando maluca? - Gritei.
— Sai do meu banheiro porra, você é minha prima, doente. - Continuei.
Ela, já pelada, grudou em mim.
— Vai Luqui, vamos aproveitar. Ninguém vai saber. - Disse ela.
Eu peguei ela pelo braço a força e fui arrastando ela para fora do meu quarto. Eu estava todo molhado, molhei meu banheiro e meu quarto inteiro.
— Me soltaaa, tá doendo. - Ela gritou.
— Sai do meu quarto estranha. - Empurrei ela pra fora e tranquei a porta.
Fiquei revoltado, nunca fui de gostar dessas ideias de incesto desde sempre. Jamais faria sexo com minha prima. Acho que o pico de adrenalina me deixou tonto, só deu tempo de voltar para o banheiro, me enxugar e eu deitei na cama, pelado mesmo. Acordei 1h da tarde, minha mãe deixou mensagem no meu celular, dizendo que ia passar lá e já ia voltar. A situação estava séria, nem liguei direito. Minha vó estava internada com câncer e precisava de visita frequente, já estava acostumado. Quando eu saí do meu quarto, dei de cara com a Julia.
— Oi Luqui, me desculpa por ontem. Ver você naquela situação me deixou doida. Me perdoa de verdade, finge que nada aconteceu, tá bom? - Disse ela.
— Doente. - Respondi seco.
Ela fez uma cara feia pra mim, como se estivesse com um ódio mortal de mim. Eu não liguei, aliás, ela realmente era uma doente.
A Julia tinha 18 anos na época, magrinha da bunda empinada, era uma patricinha daquelas que você pensa que é "intocável". Só de olhar pra cara dela já sentia nojo, ela era metida e fazia questão de deixar claro que era rica, sempre. Ela pegar ódio de mim era um favor. Bom, pelo menos era o que eu pensava.
Quando chegou a noite, me arrumei novamente pra ir em uma festa. 9 da noite eu estava de saída, deixei ela sozinha em casa. Voltei o mesmo horário e novamente dei de cara com a Julia na sala, dessa vez tomando açaí. Nem cumprimentei, só passei reto. Tomei meu banho e deitei pelado na cama para dormir. Liguei o ar-condicionado, um calor enorme, na época de calor em Pernambuco a noite pega fácil 30 graus, dormi tranquilo. De repente, acordei no susto. Uma sensação de algo molhado, aceso só tinha meu abajur que ficava do lado da minha cama. Quando eu olhei para baixo, a Julia estava mamando meu pau, como se estivesse se servindo um banquete. Fui tentar me mexer, meus dois braços estavam algemados na cabeceira da cama.
— Gostou Luqui? Peguei as algemas do meu pai em casa só pra te fazer essa surpresa. - Disse ela.
— Me solta Julia, por que você tá fazendo isso porra?
— Você vai aceitar tudo caladinho.
Foi então que ela pegou o celular e começou a nos gravar, gravou meu rosto, ela me mamando. Eu fiquei ali parado, xingar não ia adiantar, só comecei a aceitar a situação. Ela beijava minha boca, apertava meu saco, me dava tapa na cara, arranhava minha barriga com as unhas e eu só conseguia gemer. Quando ela começou a sentar em mim, comecei a embalar em um tesão enorme. De repente ela parou do nada, pegou um comprimido que estava do lado da minha cama, colocou na minha boca e pressionou minha mandíbula. Eu inconscientemente engoli, perguntei o que era, ela disse que era viagra, também do pai dela. Porra, ela já tinha me dominado por completo. Comecei a reparar no corpo dela e realmente era algo bonito, quanto mais olhava mais me dava tesão, quando eu vi ela já tinha marcado meu corpo inteiro, minha barriga tava inteira vermelha de marca de arranhão, ela tinha chupado meu pescoço, mordido minha boca. Por algum motivo, eu não gozava de jeito nenhum, acho que isso aumentou ainda mais meu tesão e alimentou ainda mais o desejo dela. Quando eu vi, ela já tinha me soltado da algema e a gente estávamos transando igual animais. Passamos a madrugada nisso, fomos terminar perto das 6h da manhã. Gozei dentro da buceta dela, dentro do cu, na boca, ela só aceitava como se não fosse nada. No fim tomamos um banho longo, nem eu nem ela tínhamos fôlego mais, dormimos juntos na cama e passamos a tarde em branco. Acordei com ela de boca no meu pau de novo, ele duro igual pedra, logo fomos pra segunda rodada. Passamos o resto da tarde fudendo, nem comemos nem nada, só sexo sem parar. Já tinha feito um bom estrago no cu dela, sentia até mais frouxo. O restante da semana que nossos pais ficaram fora, ficamos fudendo em casa. Gravamos tantos vídeos que dava pra fazer um Xvideos novo. Minha prima viciou em sentar no meu pau e eu, viciei em comer os buraquinhos dela. Se ela não tivesse me estuprado, eu jamais conheceria o prazer do interior de uma magrinha de 40kg e 1.55.
O fim de semana chegou, almoço em família, eu e ela sentados na mesma mesa e ninguém nem chegando perto de imaginar o que fizemos juntos. Desenvolvemos uma relação de quase namorados depois disso, e começamos a fuder constantemente por cerca de meio ano, até ela começar a namorar de verdade. Só escrevendo o conto que parei pra pensar: como ela tinha conseguido entrar no meu quarto? Perguntei pra ela e ela disse somente: "passei o dia todo procurando a chave do seu quarto só para sentar na sua pica gostosa" e respondeu tudo isso com o celular do namorado ainda. Sinto saudades daquela buceta, e se eu pudesse voltar no tempo, com certeza seria estuprado de novo por ela.

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