#Assédio #Sado #Teen

Presenciei um estupro quando era adolescente, isso mudou minha vida, me tornei um lixo (Part 2)

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Carlos_Oprofessor

Sou Carlos e hoje tenho 44 anos, porém aos 25 anos quando comecei a dar aulas no ensino fundamental, não resisti, todas as gordinhas me lembravam Isadora.

Nessa época já estava noivo, então tinha que me cuidar, mas minha noiva nem imaginava o cretino e mostro que ela iria se casar.
A primeira vítima foi a Júlia, ela estava na sétima série. Mãe drogada, não tinha pai, criada apenas pela avó. Meu alvo perfeito. Já estávamos em outubro, perto do fim do ano, comecei a criar provas personalizadas para cada aluno na sala dela. Apenas para sabotar a prova dela.
Isso deu muito trabalho, 41 provas diferentes, e fazendo uma por uma. A dela era impossível de tirar mais que 1,5 ou 2 no máximo, já que nessa época era por bimestre e a média para passar era 6. Ela era estudiosa, mas não iria passar. Aquela baixinha peituda, de bunda grande que, lembrava muito a Isadora, estava muito próximo de receber o mesmo tratamento que a Isadora recebeu, já estava tudo planejado.
Quando comecei a entregar as provas, a dela era a última, peguei entreguei para ela e fui entregando uma a uma para os alunos, aí então disse que a primeira coisa era colocar o nome e sobrenome bem em cima da prova. Eu dei o motivo de estar fazendo isso por motivos que na ultima prova havia visto mais de um colando do coleguinha, que dessa forma seria impossível colar.
Começaram a fazer a prova e já de cara percebi que ela estava tensa, concentrada, quando bateu para o intervalo do recreio que era o último período, só restava ela e mais dois alunos a entregar a prova, então solicitei que a entregassem, ela se aproximou da minha mesa com uma carinha de choro e disse:
- Bah profe, que prova difícil!
Então eu a disse:
- Capaz Julinha! Tu vai tirar de letra!
Em casa à noite corrigindo as provas, foi como imaginei, das 80 questões, ela só havia acertado 21, mesmo assim achei que ela foi bem de mais, havia conseguido uma nota 2,62. Mas como ela era uma aluna que sempre tirava 7,2/7,8 nas provas, com certeza ela iria ficar chocada, já que a média para passar era 6,0.
Passou-se dois dias, na sexta-feira os últimos dois períodos da sala dela eram comigo, optei por deixar parta entregar as provas quase no final da batida. Fui chamando um por um e disse que poderiam pegar a prova e irem para casa.
Júlia foi a última que chamei, quando entreguei a prova pra ela, o baque dela foi grande com a nota. Quase chorando me disse:
- Nossa professor! Eu fui muito mal!
Então disse para ela se acalmar, pois semana que vem faço uma outra prova e que ela só precisava de um 7,2 para passar e isso era nada para ela.
Então disse para ela:
- Vou te dar um conselho, nem comenta nada com sua mãe em casa, pois ela pode ficar muito chateada, semana que vem tu fazes a recuperação e passa!
Então ela quase chorando disse que era a avó dela que cuidava dela e que morava só com a avó, se ela visse a prova iria ficar muito chateada e brigar com ela.

Eu disse a ela para não contar nada, semana que vem tu atinges a meta que precisa e sua avó não vai brigar contigo. Então sugeri a ela deixar a prova comigo, pois iria ver no que ela havia falhado, e ela aceitou.
Mas meu plano estava perfeito, sabia que na próxima prova ela iria ir pior ainda e seria um passo para a ameaçar de reprovação. Então no final de semana trabalhei para fazer uma prova bem difícil a ela, para ela ficar mais apavorada e conseguir concluir meu plano.
Meu plano era a deixar apavorada e oferecer ajuda, aulas particulares em minha casa, eu sabia que isso não teria erro.
Chegou a terça-feira e então apliquei a prova de recuperação, também personalizada para quem não atingiu a nota mínima de 6,0. Eram uns 14 alunos se não me engano. Liberei os demais alunos para ir para o pátio da escola para não atrapalhar os coleguinhas.
Há todo o momento eu via a cara de apavorada dela, quase chorando, tentando se concentrar, mas sem sucesso. A cada coleguinha que ia entregando a prova para ela, isso era mais tenso para ela. Teve uma hora que me deu até pena, mas junto com a pena vinha a tesão de ver seu rostinho com medo. Eu ficava admirando suas coxas grossas por baixo da classe, seus peitos gigantes para a sua idade. Isso me deixava com muito tesão, aquela novinha, seria toda minha em breve. Meu pau pulsava na cueca, não sou muito pauzudo, 16 cm, mas bem grosso. O suficiente para arrombar toda aquela que seria minha vadiazinha em breve, toda minha.
Ela então entregou a prova e foi para a rua, de cara já vi que das 50 questões, se ela tivesse acertado 10 era muito. Meu rosto de satisfação foi memorável.
No dia seguinte tínhamos aula novamente, nas como não era as vésperas do recreio ou da saída, optei apenas para dar o resultado na sexta, já que eram as duas ultimas aulas e poderia ficar sozinha com ela e a oferecer ajuda. Cinquenta por cento do meu plano já tinha dado muito certo, Julia seria a primeira das 14 meninas que fiz isso.

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