Estuprando minha filha
Essa é uma história fictícia!!!!!!!!
Personagens:
Pai (60 anos)
Filha (17 anos)
A chuva caia forte na rua enquanto ela corria pra casa. A moça tinha que chegar em casa logo para colocar o celular pra carregar, já que não pode começar a chover que a energia elétrica acaba na cidade.
Assim que chegou em casa, a mulher foi recebida apenas por um silêncio diferente dos latidos que ela estava habituada.
—Mãe! Cadê o Thor? Já tá dormindo? — gritou ainda na porta, enquanto fechava o guarda chuva e tirava os sapatos e casaco.
—Sua mãe não tá em casa. Faltaram algumas pessoas no hospital e pediram pra ela ir mais cedo, vai fazer plantão de 24h. —O seu pai gritou de dentro de casa, na cozinha.
A mulher entrou correndo depois de abandonar as coisas na entrada, indo em direção à cozinha.
—Oi, papito —falou animada enquanto dava um abraço no homem mais velho, que retribuiu com gosto, apertando o corpo da adolescente contra o seu enquanto dava um beijo no pescoço dela de forma carinhosa. —Faz muito tempo que ela saiu?
—Não. Literalmente acabou de sair, não deve fazer nem 10 minutos.
—Vamos ser só nós dois hoje então, papai.
—Sim, meu amor.
—Paizinho, vou subir pra tomar um banho, você pode fazer o meu chá?
—Não vai jantar?
—Não, comi com as meninas no fim da aula.
—Ok então, princesa, pode ir tomar banho que o papai prepara o seu chá.
A moça agradeceu seu pai e subiu as escadas para seu quarto, pensando em um bom banho quente.
O homem ficou observando a bunda de sua filha enquanto ela subia, já imaginando as coisas que faria com ela durante a noite.
Quando sua filha já estava fora de vista, o homem tirou do bolso a sacolinha com o remédio de dormir, colocando no achocolatado que daria pra filha.
Assim que ele terminou de mexer a droga, a energia elétrica caiu, mergulhando a casa no escuro já rotineiro de dias de chuva.
"Melhor ainda" pensou o homem, que apertou por cima da calça o seu pau que já dava indícios.
—Pai, a gente tem vela? Meu celular está descarregado— a adolescente gritou.
—Tem não, bebê, mas meu celular ainda tem 2% de carga, posso ir até aí com a lanterna.
—Por favor, tenho que terminar de me vestir.
—To subindo, filha.
O homem pegou seu celular, o Nescau e começou a subir as escadas em direção ao quarto de sua filha. Ele sentia o coração batendo alto nos seus ouvidos, com medo e espectativa do que viria a acontecer, além do tesão que já estava nublando sua mente.
Quando ele chegou, abriu a porta do quarto aos poucos e caminhou com cuidado até o banheiro, onde ele encontrou sua filha totalmente pelada.
—Não olha muito, papai, só me guia até meu guarda-roupa.
—Não tô olhando, meu amor.
Assim que ela achou suas roupas, voltou correndo para o banheiro se vestir fora da vista de seu pai.
—Filha, vou deixar seu Nescau em cima da mesa viu.
—Nescau? Achei que ia fazer chá — Ela disse, saindo do banheiro já vestida.
—Não pude esquentar água sem luz
—Ah, é verdade. Mas obrigada, paizinho, Nescau tá ótimo.
A garota bebeu o copo de achocolatado em goles largos, finalizando em poucos minutos.
—Leva pra mim, pai? Vou me deitar logo.
—Levo sim meu amor, já está com sono?
—Não tanto, mas vou me deitar já que tô sem nada pra fazer.
—Ok, meu amor, durma bem.
O homem saiu do quarto, fechando a porta atrás de si, e se dirigiu em direção à cozinha.
"Vou esperar 20 minutinhos, é o tempo que o cara disse que fazia efeito" Pensou o homem.
A ocasião não poderia ser mais perfeita. Sua mulher ficaria 24h fora de casa bem no dia que um temporal caía na cidade.
—Vou estuprar tanto aquela putinha que meu pau vai ficar assado. —Ele disse pra si mesmo, massageando o pênis por cima da calça em espectativa.
Passando 20 minutos de quando a jovem tinha tomado o remédio, o homem subiu lentamente as escadas de volta para o quarto dela, abrindo a porta aos poucos.
—Bebe? Já está dormindo? —Ele perguntou, que foi respondido apenas com silêncio.
Ele então entrou no quarto e balançou de leve sua filha, que não acordou. Ele então a sacodiu ainda mais intensamente, que também não a fez acordar.
O homem, então, se sentiu confiante o suficiente para começar o que ele planejou por tanto tempo.
Sem perder mais tempo, ele subiu na cama de sua filha, prensando o seu corpo por cima do dela, sentindo sua pele macia, seus peitos fartos e sua respiração tranquila.
Ele a beijou com intensidade com uma intensidade que ela não correspondeu, o que deu ainda mais tesão no homem. Ele então desceu sua boca até o pescoço da adolescente, lambendo toda a extensão do seu pescoço e colo.
Ele estava ficando louco de tesão e sequer tinha passado para o prato principal ainda.
O homem finalmente chegou em seus seios, macios, firmes e joviais. Ele levantou a blusa da jovem e apertou com força os seus peitos, sem nenhum medo de machucar. Ele apertou, puxou, mordeu e se deliciou com os seios da, chupando como se ele fosse uma criança faminta.
Ao se cansar de brincar com seus seios, o homem tirou o shots e calcinha da garota, tirando um tempo pra apreciar sua buceta, passando o dedo por dentre as dobras. Ele então sacou no bolso da calça um lubrificante e passou abundantemente no sexo de sua filha. Ele iria estupra-la, mas não queria que ela se machucasse.
Ele, então voltou para cima da jovem enquanto tirava sua própria roupa, finalmente liberando o seu pau que já estava doendo de tão duro. Ele então pincelou levemente seu pênis na entrada da sua filha, tremendo de espectativa pelo que estava por vir, e finalmente enfiou aos poucos o seu membro na entrada quente da jovem.
Foi uma sensação indescritível, principalmente sabendo que sua filhinha estava inconsciente e não poderia o parar nem se quisesse.
Ele então começou a bombar rápido na buceta da adolescente. Ele já estava excitado há tanto tempo que sequer fez questão que o sexo se prolongasse, atingindo seu ápice em poucos segundos.
O orgasmo veio com força e ele abraçou forte sua filha desacordada, gozando dentro de sua bucetinha juvenil, enquanto gemia alto.
Assim que terminou e se sentiu satisfeito, o homem saiu de dentro da sua filha pra se deitar na cama, ao lado dela.
—Não se preocupe, meu amor, ainda vou te estuprar muito antes de você acordar.—Ele disse no ouvido dela, dando um beijo no seu rosto.
Ele então olhou para a porta do quarto e viu Thor, o cachorro da família.
—Psiu, vem cá garoto.
O cachorro entrou feliz dentro do quarto, cheirando o ambiente enquanto se aproximava da cama.
O homem então teve uma ideia e puxou o corpo de sua filha mais pra ponta da cama e abriu suas pernas, deixando a buceta da jovem de fácil acesso.
—Vem garoto, lambe aqui. —Ele disse enquanto guiava o focinho do cão em direção à vagina de sua filha. O cachorro cheirou onde foi direcionado antes de começar a lamber com intensidade.
O homem olhava aquilo maravilhado, nem em seus sonhos mais perversos ele tinha imaginado uma cena tão maravilhosa.
Ele logo percebeu que o pau do cachorro já começava a se mostrar, rosa e impressionante levando em conta que Thor era um cachorro de grande porte. O homem começou a masturbar o cachorro ao mesmo tempo que a si mesmo, já ansioso para o que estava por vir.
O cachorro começou a tentar meter, mas só alcançando o vento
—Pera, Thor, você vai gostar ainda mais disso, deixa eu te ajudar.
O homem então puxou sua filha ainda mais pra ponta da cama e guiou o quadril do cachorro no meio das pernas de sua filha.
Quando ele finalmente acertou o buraco, Thor começou a meter de maneira descontrola, numa velocidade que nenhum humano seria capaz de conseguir.
O homem se afastou para apreciar a vista de sua filha sendo estuprada por um vira lata gigantesco, enquanto de masturbava para a bela visão.
Depois de alguns segundos metendo incontrolavelmente, o cachorro parou, o que fez o homem se aproximar para olhar.
Ele então viu uma grande bola na saída da buceta de sua filha.
—Você engatou nela, Thor? —O homem não podia acreditar que todos os seus sonhos estavam se tornando realidade em uma só noite.
A visão foi demais para ele aguentar, então o homem se aproximou novamente da cama, se masturbando mais um pouco até gozar no rosto de sua filha, enquanto via seu cachorrinho preso na buceta dela.
—Nós vamos nos divertir tanto nessas 24h, Thor.—Ele disse para o cachorro, enquanto passava as últimas horas de porra no rosto inconsciente da jovem.
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