Eu e meu pai embriagamos meu tio no jogo do Brasil
Eu já transei com meu pai dentro do carro nos fundos da minha antiga escola, já interrompi uma reunião só pra satisfazer meu desejo por safadeza dentro do banheiro do restaurante. Já transamos na praia com um desconhecido, até fui usado como moeda de troca entre ele e seu amigo.
Nada disso me preparou para ouvir da sua boca bonita um dos fetiches mais sujos e gostosos que alguém poderia confessar.
Meu papel nessa história era um só: ser o mais pervertido possível.
Dos meus tios, Caetano é o preferido do meu pai. Irmão do meio, criativo da família. Acabou de completar 32 anos. Chegou lá em casa no domingo um pouco depois do almoço, ainda sobrava muito tempo até o jogo da seleção começar. A oferta do meu pai foi irrecusável: assistir juntos a partida enquanto jogava conversa fora. Cerveja, comidinha, sofá confortável, tudo por nossa conta.
Caetano parece ter se esforçado para não parecer com o meu pai, fisicamente falando. Primeiro que é mais alto, passa de 1,90. Cresceu menos parrudo, não deixa nenhuma barba no rosto, o queixo é perfeitamente marcado, diferente do rosto do meu pai que é cheio, bem masculino. Cabelo médio, sempre meio bagunçado e ondulado. O corpo do meu tio é alongado com ombros estreitos, peitoral sequinho, mas ainda assim definido, cintura afinada com entradas sensuais que hipnotizam quando a ocasião pede o torso a mostra.
Em todas as vezes que nos encontramos sempre fui recebido com um beijinho no cabelo e um sorrisão perfeito. Inclusive no último jogo onde meu pai usou uma aposta como desculpa para encher meu rabo de porra.
Chegou reclamando da camisa polo em tricô que tinha inventado de vestir, uma listrada com verde e amarelo, e essa foi a oportunidade perfeita para o meu pai oferecer uma regata limpinha. Vestiu na nossa frente mesmo, expondo o sovaco cheio de pelos escuros e as entradas acentuadas na cintura. Meus olhos brilharam.
Em nenhum momento pensei em sair da sala. Fiquei o tempo inteiro entre os dois homens, às vezes sendo a atenção deles, às vezes só observando o teor das conversas que os dois tem quando estão juntos. Todas as cenas mais sujas passaram pela minha cabeça, em todas elas meu tio me come com força no sofá enquanto meu pai me faz engasgar na sua rola grossa.
Não demorou e abriram duas cervejas. Para beliscar uns salames foram quatro, depois seis e logo dez garrafas repousavam vazias no cantinho do sofá.
Já animado meu pai quis servir uma dose de licor, Caetano não recusou. Todos da família sabemos que o homem sempre teve um problema: depois que começa a beber só para quando beira o desmaio. Outra questão meu pai contou em segredo no quarto na noite que me confessou seu tesão: quando o álcool entra, meu tio vira um homem insaciável.
Percebi isso a medida que a cerveja começou a bater forte. Caetano passou a propor assuntos que envolviam mulheres safadas. Disse que estava pegando uma morena sem vergonha de meia idade cheia da grana que transava feito uma cachorra, mas que também não conseguia largar uma novinha que gostava de transar rapidinho no carro. Além delas, a chefe do escritório não saía do pé do cara desde a última confraternização deles que acabou em putaria num motel famoso da cidade.
Meu pai me olhou torto quando seu irmão falou o nome do lugar que ele me leva para transar quando queremos uma coisinha diferente. Quase rimos, mas fazer isso justamente nesse momento seria arriscado.
“E você, Dudu? Anda trazendo muita gatinha pra comer em casa? Se eu tivesse vinte e um anos com essa sua carinha linda e um pai desses de mente aberta, toda hora era uma puta dando de quatro nesse sofá. Não ia ter descanso pra bucetinha.”
De repente eu virei o alvo da conversa. Foi assim que voltei da cozinha com um copo de caipirinha na mão, já sem a camiseta, usando só um short de tecido fino meio curto e sem cueca por baixo.
“E quem disse que não tem puta dando de quatro na beira desse sofá aí que você tá sentado?” Meu pai provocou rápido antes que eu respondesse.
“Puta e puto também” brinquei.
“Anda pegando os dois?” Caetano pareceu animado se revirou no sofá claramente ansioso. “Ô sorte a desse meu sobrinho. Meu sonho é conseguir pegar geral de cara, só consigo depois de tomar todas. Até já comi um amigo metido a viado, mas foi cachaça a rodo pra chegar nesse nível.”
“Quem nunca ficou chapado e meteu num viado gostosinho, que atire a primeira pedra” meu pai brincou.
“Pelo papo, tenho certeza que já rolou um flagra, né?”
“Não tem nem tempo pra um flagra, tio. Quando eu sento e o gemido é alto demais, dá pra escutar lá do quarto. Ele não é nem doido de aparecer na porta.”
“Então já sei quem é o puto que anda dando no meio da sala. Que safadeza, moleque. Nem imaginei que meu sobrinho fosse tão soltinho assim.”
Eu ri, porque estava levinho e confortável, meu pai ficou visivelmente excitado com a possibilidade de assistir o próprio irmão falar assim do sobrinho. Meu tio não é nenhum inocente. Se estava com as narinas bem abertas, sabia que o cheiro desprendendo de mim na tarde do último jogo só poderia ser de outro macho. Se tivesse boa memória, dava para sacar que era o perfume do seu irmão.
Alguma coisa esquentou em Caetano. Talvez fosse o péssimo clima do início da partida, mas lá pela metade a regata que meu pai emprestou já estava longe do seu corpo e o botão da calça jeans já estava aberto. A cueca aparecia de leve junto dos pelinhos da região mais íntima dele e eu não conseguia desviar meus olhos dali. Meu pai, ainda excitado, não parava de abrir cervejas usando o descontrole do meu tio como combustível para o seu tesão. Parte do fetiche estava em ver o cara não ter pena do próprio irmão.
Já irritado, suando e alcoolizado, Caetano seguiu descontando sua raiva nas cervejas e terminando de secar o licor. Quando o jogo finalmente acabou e a derrota do Brasil foi concretizada, quase não conseguia manter os olhos abertos, trocava as palavras e seu corpo pendia levemente de lado. O álcool tinha tomado todas as reações do cara, menos uma.
“Preciso te avisar que ele tá no ponto? Olha só, filho. Seu tio passou a tarde falando putaria, seria justo você agradar de algum jeito.”
Meu coração palpitou como nunca, minhas mãos tremiam, mas minha boca permanecia molhada de vontade. Jamais pensei que isso aconteceria um dia, mesmo achando Caetano um homem absurdamente bonito. Até mais que o meu pai.
Ele falou qualquer coisa difícil de entender quando meu pai me instigou e deu uma coçada na virilha por cima da calça mesmo.
“Não sei, não… Ele tá parecendo bem esperto pra mim. Você me disse que ele fica totalmente inconsciente quando bebe demais.”
“Esse é o inconsciente que eu falo. Aposto que amanhã Caê não vai lembrar de um flash do que aconteceu aqui.”
“Uma pena” lamentei brincando com um sorriso bonitinho.
“Queria que ele lembrasse das coisas gostosas que você faz? Que filho safado.”
“Eu sei que ele adoraria se lembrar do quão bom eu posso ser, pai.”
Meu pai riu, se ajeitou ao lado do irmão no sofá, abaixou o short e colocou a rola inteira pra fora. Já estava duro, pronto pra seguir se masturbando. Eu saltei de onde estava e abaixei na frente do meu tio abrindo suas coxas. Ele reclamou, colocou as mãos grandes sobre as minhas, mas não tinha força para me me impedir de descer o zíper e começar a arrastar a calça para baixo. A cueca ficou a mostra, a rola deitada de lado também. Meu pai mandou tirar, mas antes dei uma cheirada nela inteira. O homem estava limpo, mas resistia ali um cheiro perfeitamente sedutor de rola quente.
Coloquei para fora tentando confirmar minha suspeita. Com o calor das minhas mãos macias a carne foi se esticando, pulsando, se alimentando de sangue e não demorou a endurecer nos meus dedos. Nessa altura a piroca do meu pai já babava e dava para comparar as duas: a que me come é mediana, mas muito grossa, já meu tio carrega a maior rola que coloquei na boca. Rápido deu pra sacar uns 22 centímetros ou mais. Não é monstruosamente grossa, mas a medida que fica mais pesada, assusta.
Coloquei a língua nela e o homem se esticou inteiro. Devia pensar que sonhava, aquilo ali nunca poderia ser realidade. Passei a língua no pau inteiro, das bolas pesadas até chegar na cabeça rosada e babando grosseiramente. Não cabia na boca, jamais conseguiria. Ia até a metade com engasgadas severas. Meu pai gemia baixo e grosso na sua punheta, e eu fui até a sua pica chupar algumas vezes. Os meus gemidos eram manhosos e molhados, do tipo que é fácil escutar do outro lado da porta.
Quando achei que não poderia melhorar, senti meu tio procurar meus cabelos com os dedos. Sorrindo inconsciente me fez um carinho no queixo, enfiou os dedos na minha boca melada pelo seu próprio pau e depois agarrou minha nuca desajeitado. Guiou a chupada como dava, mesmo completamente embriagado, mostrando que ainda tinha intenção de ser homem de verdade.
Busquei meu pai e ele se aproximou. Sentado exatamente ao lado do outro no sofá, me entregou a rola e foi assim que eu tive dois irmãos nas mãos. Nada poderia ser mais excitante que isso. Um me come quando quer a qualquer hora do dia, onde seu tesão mandar, o outro experimenta do nosso fetiche, é parte importante disso.
Masturbei com força cada um deles sem medo de arrancar o leite mais profundo. Ia com os dedos até a base e subia apertando, arrastando saliva sobre as veias saltadas. Foi árduo trabalhar na rola enorme do meu tio, parecia que nunca gozaria, não importava o quanto batesse ou quanto chupasse. Também não fácil trabalhar no caralho do meu pai que parece engrossar a medida que nossa putaria vai ficando mais suja.
“Parece que ele fica mais duro, pai.”
“Eu sei… É efeito do álcool, parece que não vai gozar nunca.”
“Meu queixo tá doendo, eu não consigo botar tudo.”
“Tenta mais, abre bem essa boca, filho. É muito lindo o jeito que você engole seu tio, meu amor. Prometo que vai adorar a porra dele.”
“Como sabe que vou gostar?”
“Caetano é meu irmão. A porra deve ser parecida com a minha.”
“Bate o pau dele na minha cara?”
Meu pedido fez os olhos do meu pai encherem de medo. Era genuíno que tremesse, mas sorri de um jeito manhoso capaz de convencer até o mais bruto dos corações e ele foi sendo guiado pelo mais sujo dos instintos. Segurou a piroca do próprio irmão com estranheza e tesão, abraçou a grossura com os dedos enormes sentindo prazer em tocar outro cara, masturbou usando minha saliva e bateu repetidas vezes aquele peso sobre minha bochecha. Isso me encheu de vontade de gozar e acabei despejando no chão da sala umas jatadas rápidas.
Gemi de joelhos no chão derramando minha gozada para o divertimento do meu pai. Foi difícil reclamar de boca cheia.
“Ele não goza nunca, pai.”
“Tá difícil chupar a pirocona do seu tio?”
Nessa hora se mexeu, abriu os olhos, me encarou, mas pareceu mais distante que antes. Não dava sinais de reconhecer o meu rosto, não falava com clareza e nem imaginava que a situação fosse parte da realidade. Sua pica minava saliva e escorria pelo canto da minha boca, o homem se esticou fazendo a coisa enorme ir mais fundo na minha garganta e sorriu completamente pervertido passando outra vez os dedos ao redor da minha cabeça pronto para bombar.
“Eu sei o que vai fazer esse tarado gozar rapidinho” meu pai insinuou.
“Eu posso?” Tirei a rola da boca para falar com manha, tão meigo quanto fazia quando era só um garotinho sendo abusado pelo meu pai safado. “Eu posso sentar no meu tio até arrancar porra dessa pica linda dele?”
“O que acha que o seu pai pervertido vai responder? Acho que isso aqui fala por mim” meu homem mostrou que a própria rola pulsava muito mais que antes.
O tesão é resposta.
Me apressei como se minha vida dependesse disso. Arranquei o short, puxei a cueca do meu tio mais para baixo, deixei ele me ver empinado com o rabo na direção da cara do meu pai e sua língua malvada me invadir antes de uma rola de verdade. É assim que gosta de me preparar. Gosta também de beijar minha entrada como beija minha boca. Usa os lábios molhados, morde na lateral, lambe e despeja uma quantidade exagerada de saliva. Ele mesmo ajeita meu tio, desce mais seu corpo de forma que seu colo tome a forma perfeita de um assento, também masturba fazendo a rola do parceiro engrossar, pulsar forte de verdade, e me direciona de costas.
Empino e ele empurra a pica do irmão para dentro de mim. Solto um gemido alto, mas fino. É grande demais para a minha entrada, mas não é impossível. Entra pela metade, eu rebolo, meu tio suspira, meu pai se masturba e geme grosso. Rebolo mais e ela está quase inteira lá dentro, minhas coxas tremem, é difícil aguentar esse homem entrando rápido. Inconscientemente vai bombando com as mãos agarradas em meu quadril. Uma, duas, três, várias vezes. Não deixa de enfiar a cabeça da rola mais fundo, mesmo embriagado. Seu corpo tem memória da perversidade dos seus movimentos.
É dando para o meu tio que gozo uma segunda vez e molho nossas coxas com minhas esporradas sinceras. Sou forçado a me esticar porque meu pai quer beijar enquanto assiste o filho sofrer na rola do próprio irmão, então mudo de posição, fico de frente, encaro o puto completamente bêbado embaixo de mim. Seu rosto é lindo suado, a expressão de prazer é completa, ele delira em seu sonho molhado, eu e meu pai nos tornamos cúmplices desse erro delicioso.
“Faz com seu tio aquilo que você ama fazer na minha piroca. Vai, filho, faz pra ele. Mastiga essa rola grandona dentro do seu rabo guloso.”
“Eu posso mesmo fazer meu tio esporrar dentro? Não vai dar pra tirar, pai. Eu vou ter que deixar ele botar leite no meu rabo.”
“Vou amar seu rabo recheado com a gozada do meu irmão. Era tudo que faltava.”
Sorrindo, porque a felicidade do meu pai é a minha, entrego uma boa dose de mastigadas com meu cu a pica do bêbado embaixo de mim que delira, se contorce, diz coisas sem importâncias entre gemidos sofridos e finalmente goza. Sinto com perfeição a primeira jatada porque a vara está tão fincada lá dentro, vai tão fundo, que a porra invade muito intimamente. Caio sobre o peito molhado de suor do cara, empino mais e todas as outras jatadas me molham por dentro, queimam meu rabo e escorrem pelas coxas. Meu pai assiste gemendo tão alto que me inspira a procurar sua boca. Ele também goza. Se junta ao irmão, mas me beija com doçura enquanto experimenta o prazer de ser sujo com seu único e perfeito filho.
É engraçado como ele não aguenta e cai no sofá exausto, mesmo que nem tenha me segurado em seu colo como o irmão aguentou. Este, por outro lado, parece pronto para continuar socando em mim. A rola permanece dura depois de cuspir leite e ainda pulsa enquanto me ajeito. Vou tirando a cabeça do seu peito e para levantar dou uma roçada com meu queixo no dele. O cheiro da sua pele é incrivelmente masculino e sedutor, uma versão diferente do perfume natural do meu pai.
Não resisto.
Boto minha boca na dele, abro e forço minha minha língua. Seus dedos apertam minhas costas, sua língua busca a minha, sua saliva é gostosa e quente, seu beijo é duro e excitante. Um homem cru, do jeito que o fetiche pede.
Meu pai assiste com um sorriso no rosto, sabe que ganhará o seu beijo assim que eu matar minha vontade de provar meu próprio tio.
Quando levantei, o cara ficou na mesma posição de pernas abertas, corpo enorme largado no sofá, expressão de quem não gozou tudo que podia. Fiz o óbvio: busquei outra vez o que meu pai também queria. Encaixei meus lábios ao redor da cabeça rosada da piroca enorme, meu pai ficou na base dela masturbando com ainda mais força usando seus dedos grossos e o efeito da nossa punheta no meu tio foi tão intensa que ele precisou se ancorar no irmão delirando de tesão. Enfiou o rosto no pescoço do meu pai enquanto apertava o peitoral dele, gemendo e respirando pesado, mesmo no seu mundo de embriaguez.
Eu nunca vi alguém gozar tanto. O leite derramado foi proporcional ao tamanho da piroca entre nossas mãos. Foi tanto que melou nossos dedos, escorreu nos meus lábios, meu queixo, respingou no meu peito, nas coxas dele, até nas coxas do meu pai. Pingou no chão, na calça dele caída por ali. Essa quantidade explicava a sensação de ter sido preenchido por inteiro.
Recuperados da putaria em que nos metemos, meu pai me arrancou para um beijo vendo meu tio caído no sofá com a cueca pelos joelhos e a pica finalmente adormecida repousando sobre a coxa branquinha.
“Se ele tivesse acordado, lembraria da sua boca pelo resto da vida.”
“Será que ele não vai lembrar mesmo, pai?”
“Tenho certeza que não. Já vi o Caetano aprontar muita coisa nesse estado e nunca mais se lembrar do que fez. Acho que o tesão é a única coisa que funciona nesse cérebro maluco dele.”
“Olha quem fala” eu disse puxando o meu homem para outro beijo melado de porra.
“Vai, me ajuda a limpar a cena do crime. Você deixou o cara todo gozado.”
“Não fiz isso sozinho” brinquei. “Qual é a sensação de fazer seu filho mamar o irmão?”
“Me faz amar ainda mais você. Tenho a sensação de que podemos fazer tudo no mundo juntos. Meu parceiro de crimes perfeitos.”
O que mais poderia esperar do meu homem?
Fiz o que devia. Limpei a rola perfeita do meu tio, dei uma última cheirada nela antes de cobrir com a cueca e depois arrumar o jeans enquanto ele resmungava. Meu pai me ajudou a deitar o homem grandão mais confortavelmente no sofá e antes de cair em sono profundo me puxou, sorriu olhando nos meus olhos e beijou o topo da minha cabeça como sempre faz. Meu pai achou engraçadinho, mas encostou para brincar com o irmão inválido.
“Sem carinho, o moleque é só meu. Não vai achando que a família inteira vai passar a pica nele.”
Eu tive que gargalhar esperando sinceramente que aquilo jamais passasse pela consciência de Caetano.
No nosso quarto, sobre a cama bagunçada, gozamos de novo numa trepada entre pai e filho, finalmente. Se por alguma coincidência Caetano acordou no meio da noite, o primeiro som que ele escutou foram os meu gemidos implorando que meu pai metesse mais fundo, mais forte, e me enchesse de porra grossa assim como o irmão tinha feito.
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