#Incesto #Teen #Traições #Virgem

Tentei resistir à minha enteada, mas não consegui

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fagner38

Enquanto fiquei sozinho na casa, após as garotas saírem, meu corpo ainda estava sob os efeitos daquilo que elas haviam feito. Entretanto, a apreensão veio em seguida, pois eu ainda não tinha certeza se Josiane realmente tinha algo a ver com aquilo.

Quando minha namorada chegou do trabalho, eu estava sentado no sofá, pensando no que poderia acontecer. Como de costume, ela veio até mim, me deu um abraço e um beijo. Até aí, tudo bem. Quando notou que sua filha não estava em casa e me perguntou sobre ela, fiquei nervoso. Disse somente que eu achava que ela estava na casa da vizinha. Ela não disse mais nada e foi fazer o jantar.

Achei a reação dela estranha.

Minutos depois, Marcela voltou para a kitnet. Viu sua mãe de costas cozinhando e veio de fininho até mim. A garota perguntou se eu tinha falado alguma coisa para a mãe dela, e eu disse que não. Então, com o indicador sobre os lábios, ela quase que ordenou, em um tom impossível de sua mãe escutar:

─ Não fala nada pra ela!

Meu coração disparou nesse momento. Se Josiane tivesse feito aquele pedido para as garotas, eu teria achado estranho, mas pelo menos teria o aval dela. Mas se ela não pediu, a coisa mudava de figura...

Jantamos sob um clima pesado; havia uma tensão entre Marcela e eu. Josiane não parava de falar sobre como tinha sido seu dia no trabalho, o que provavelmente fez com que não percebesse a estranheza entre sua filha e eu. Tudo o que saía da boca dela, eu apenas acenava com a cabeça. Eu ouvia, mas não escutava.

Após o jantar, enquanto a filha lavava a louça, Josiane ficou vendo algo em seu celular e, em seguida, foi tomar banho, deixando seu telefone desbloqueado sobre a cama. Assim que ela entrou no banheiro, fui ver as suas mensagens. Não havia nenhum pedido para Marcela ou Safira envolvendo safadeza.

Só por desencargo de consciência, fui até a minha enteada e perguntei:

─ Josiane não pediu nada, né?

Ela olhou para mim e disse que não, ao que indaguei:

─ E por que tu fez aquilo?

Ela deu de ombros e falou com um sorrisinho:

─ Tava a fim. O senhor não gostou?

─ Marcela... Se tua mãe descobrir...

─ É só o senhor não falar nada.

Naquele instante, o barulho da água caindo do chuveiro parou. Percebi que Josiane não ia demorar a sair do banho e fui direto para a cama.

Com o avançar da noite, Josiane, cansada, não tardou a dormir. Continuei acordado e percebi um barulho repetitivo vindo do outro lado do cômodo. Puxei um pouco a cortina. Estava escuro, mas deu para perceber um movimento sob o lençol de Marcela, entre as suas pernas.

Era uma tentação morar sob o mesmo teto que aquela garota. A facilidade para fazer uma merda era gigante: bastava dar alguns passos. Mas eu não podia arriscar.

Inquieto, demorei para pegar no sono e, quando acordei no dia seguinte, já passava das oito da manhã. Avisei Josiane que ia chegar mais tarde do trabalho.

Cheguei à kitnet e minha namorada já estava em casa, com a mesa posta, me esperando. Ela estava toda cheirosa, vestindo uma camisola branca semitransparente. Aquilo, para mim, era um aviso: ela estava com vontade de trepar. E nessa noite, ela não me poupou: cavalgou sobre mim e ainda pediu para eu comê-la de quatro. Como sou bem mandado, obedeci.

E tenho certeza de que sua filha escutou tudo. Talvez até tenha visto.

Naquele fim de semana, Josiane resolveu visitar a mãe e perguntou se eu não queria ir junto para a casa da "minha sogra". Agradeci o convite, mas preferi não ir. Ela ainda insistiu, mas como Marcela também iria, achei melhor ficar sozinho pela kitnet mesmo.

Enquanto a mãe de Marcela se maquiava no banheiro, a garota resolveu se trocar na minha frente. Ficou só de calcinha e sutiã, e ainda deu aquela puxadinha do fundo. Enquanto se vestia, ela me olhava de relance, para se certificar se eu estava vendo-a se trocar.

Minha enteada experimentou umas três peças de roupa. Vestia e tirava, tentando passar a impressão de que estava indecisa, mas eu sabia que ela só queria que eu a visse por mais tempo daquele jeito.

Eu apenas a encarava, e em minha cabeça se passavam várias coisas envolvendo nós dois...

Josiane e Marcela saíram no sábado de manhã e só retornaram no domingo à noite.

Resolvi não trabalhar naquele sábado. Aproveitei para visitar o meu pai na Messejana.

Pela noite, fui tomar uma gelada com um amigo e comer um torresmo. Queria conversar com alguém sobre o que estava acontecendo. E Giovani era um amigo de longa data, alguém de confiança. Nos conhecemos quando comecei a trabalhar na M. Dias Branco. Deram as minhas contas, mas ele continuou lá. Era seu dia de folga e tomamos umas na Praia do Futuro.

Contei para ele toda a história e expliquei que o que mais me segurava era o medo de Josiane descobrir e dar cana para mim.

Ele me falou que o máximo que iria acontecer era ela me expulsar de casa. Eu fiquei sem entender e ele confirmou:

─ Se tem catorze, já pode.

─ Já pode?

─ Já pode!

Ele me explicou algumas coisas da lei, o que me deixou mais tranquilo, mesmo assim fiquei em dúvida se valia a pena correr o risco de perder a confiança de Josiane.

No domingo, elas chegaram e eu já estava cochilando. Acordei ao ouvi-las entrarem em casa mas voltei a dormir.

Ao recomeçar a semana, rodei bastante na segunda para compensar o final de semana parado. Eram quatro da manhã e eu já tava na pista. O aplicativo ajudou, foi corrida atrás de corrida. Perto das sete da noite, resolvi parar e retornar para casa. Era um horário que eu sabia que Josiane já estaria em casa, o que era um freio para os meus pensamentos de fazer alguma besteira com a filha dela.

Ao chegar à kitnet, encontrei Safira assistindo sentada em frente à televisão. Perguntei por Marcela e ela disse que tinha ido à padaria comprar duas coxinhas para as duas lancharem. Então questionei:

─ Por que você não foi com ela?

─ Eu não gosto do menino do caixa de lá, tio, ele vive arengando comigo.

─ E você viu a Josi?

─ Ela avisou pra Marcela que ia chegar mais tarde hoje.

Estranhei ela ter avisado apenas Marcela e não ter me falado nada. Peguei o celular e vi que ela tinha me mandado mensagem avisando que ia chegar mais tarde por conta de uma reunião, eu que não tinha lido.

Tentando processar aquela situação, Safira perguntou:

─ Tio, o senhor gostou da nossa brincadeira semana passada?

Olhei para a garota e vi muita malícia em seu rosto. Ela não parava de me encarar. Desviei o olhar e falei.

─ Até que não foi ruim.

─ O senhor sabia que a Marcela quer dar pro senhor?

Surpreso, mas nem tanto, me fiz de desentendido:

─ Pra mim, é?

─ É, tio. Ela tava namorando um menino da sala dela e tava doidinha pra dar pra ele. Só que aí, né, ele ficou com uma amiga da Marcela e ela largou ele de mão. Ela tava com vontade de dar e agora quer dar pro senhor. Mas não diz pra ela que eu disse isso, tá?

Eu sorri com aquela história e falei:

─ Tá, pode ficar tranquila que não vou dizer nada não.

Nesse instante, Marcela chegou com um pacote nas mãos e Safira foi correndo em direção à amiga cochichar no ouvido dela.

Após lancharem, as duas foram para o banheiro e passaram alguns minutos lá.

Fiquei deitado na cama, repassando em minha cabeça aquilo que Safira havia me contado.

Quando saíram do banheiro, as duas estavam apenas de calcinha e sutiã. Marcela estava com um conjunto de renda vermelha. A outra vestia uma calcinha azul-claro de algodão e um sutiã branco.

Imediatamente senti um frio na barriga. Uma sensação de perigo e excitação tomou conta de mim outra vez. Sabia que as duas estavam me provocando daquele jeito, e as coisas só pioraram quando se aproximaram de mim na cama. Foi a mais baixa que falou, me entregando o celular:

─ Vai, tio, filma aí a gente.

Elas subiram na outra cama e começaram a dançar.

Meio que sem saber o que fazer, fiquei filmando enquanto eu tentava conter o tremor da minha mão. Segurei o telefone com as duas mãos para não ficar tão perceptível.

No celular estava tocando uma música alta. Elas requebravam, rebolavam e iam até embaixo, exibindo muito dos seus corpos joviais. Se fossem minhas filhas, jamais deixaria que gravassem um vídeo daquele jeito, então tive que perguntar:

─ Pra quem vocês gravam esses vídeos?

─ É pra um grupo que a gente tem no telegram ─ disse Safira.

─ E vocês não têm vergonha de gravar um vídeo assim?

Elas só sorriram e continuaram dançando. A amiga de Marcela percebeu e falou:

─ Olha só! O tio já tá com o pinto duro outra vez!

Eu me dei conta do volume sob a minha roupa e Marcela pulou da cama, vindo até mim. Subiu onde eu estava e ficou dançando sobre mim. Safira deu uma gargalhada e falou:

─ Come a Marcela, tio. Ela tá doidinha querendo dar. O senhor não tem coragem?

─ O problema não é falta de coragem.

─ E é o que então? ─ ela retrucou me deixando sem resposta. Após um instante de hesitação, falei com a voz baixa:

─ Tem muita coisa em jogo... E Josi pode chegar a qualquer momento.

─ Ela não vai chegar agora ─ Marcela falou ainda de pé na cama. Era a primeira vez que dirigia a palavra a mim desde que eu havia chegado.

Após dizer isso, ela tirou seu sutiã. Também tirou sua calcinha e jogou sobre meu rosto, me fazendo sentir seu cheiro, me inebriando com seu perfume.

Sua coxa era torneada e, de onde eu estava, não percebi uma celulite em sua pele. Seu corpo deixaria qualquer um doido. O namorado dela vacilou e perdeu...

Marcela deitou nua sobre mim e perguntou baixinho em meu ouvido:

─ O senhor não quer?

Com o coração acelerado e a respiração mais forte, respondi:

─ Sua mãe, Marcela. E se ela chegar e pegar a gente?

Do outro lado, a baixinha falou.

─ Relaxa, tio! Eu fico ali na janela vigiando. A hora que eu ver a tia chegando, eu aviso.

Safira pulou da cama e correu para a janela. A outra já foi tirando meu cinto, desabotoando e tirando a minha calça.

Eu sabia do perigo. Sabia que, se eu cedesse, seria um caminho sem volta. Confesso que, por um instante, ainda pensei em mandar ela vestir sua roupa, mas no final das contas...

...não ofereci nenhuma resistência.

E com aquela menina nua daquele jeito sobre mim, era uma tarefa difícil tentar resistir. Meu raciocínio já tinha escapado da minha cabeça. A única coisa que eu podia fazer naquele momento era aproveitar e torcer para que Josiane demorasse mais um pouco a chegar. Pensei: "seja o que Deus quiser..."

Após ela tirar minha calça, também tirou minha camisa. Levantei os braços para cima e, enquanto ela retirava a peça, questionei:

─ Tu já fez isso antes, Marcela?

─ Ainda não.

─ Tu sabe que pode doer, né?

─ Não vai não.

─ Não? Como tu sabe?

─ Eu já enfiei o cabo da minha escova de cabelo.

─ Aquela escova que fica no banheiro?

─ É.

─ Meu pau é mais grosso que aquele cabo.

─ Então bora ver se eu aguento...

Eu pensei "que safadinha!". Talvez ela até já tenha gravado um vídeo enfiando o cabo da escova.

Resolvi tomar o controle da situação e mandei ela deitar na cama.

Ela obedeceu.

Observei atentamente seu corpo, suas curvas sensuais, seu olhar de expectativa. Seus seios eram firmes, os bicos apontavam para cima. Meu primeiro instinto foi de mamá-los. Coloquei um na minha boca enquanto acariciei o outro e senti o bico ficar mais firme ao passar minha língua.

O corpo de Marcela se contorcia de prazer, sua boca fazia bico, soltando suspiros e gemidos.

Abri suas pernas e, segurando em suas coxas, caí de boca na buceta dela. Ela estava toda lisinha, acho que tinha raspado ainda naquela tarde.

Se tem uma coisa que eu gosto, é de chupar buceta. Josiane fica louca quando eu chupo a dela. Não demorou para eu ouvir os gemidos de Marcela. Enquanto eu sentia seu gosto, ouvi Safira dizer:

─ Eita, o tio gosta de chupar xibiu!

Marcela sorriu e relembrei que havia uma expectadora ali. Aquilo era uma loucura! Nunca fiz com uma terceira pessoa observando. Aquelas garotas estavam fazendo eu ter experiências totalmente novas para mim.

Não consegui conter minha afobação e já fui para cima dela para sentir meu pau em sua buceta. Posicionei-me e comecei a empurrar meu pau dentro da minha enteada. Na hora eu nem pensei em camisinha, foi couro com couro mesmo!

Deixei Marcela bem lubrificada, mas meu pau teve certa dificuldade para entrar. Ela era apertada, pensei que não ia entrar todo. Contudo, após algumas estocadas, ele tinha entrado todinho.

Marcela gemia contidamente, ela era menos escandalosa que sua mãe. Em seu rosto, a expressão era de que parecia estar nas nuvens. Puxei seu rosto para beijá-la enquanto enfiava, e descobri que minha enteada gostava de beijo de língua.

Eu nunca tinha sido o primeiro de nenhuma mulher antes. Eu achava que já não teria mais nenhuma oportunidade, mas eis o destino estava sorrindo ali para mim. Eu sabia que Josiane poderia chegar a qualquer momento, mas por algum motivo que desconheço, aquilo me deixava mais excitado ainda.

Enquanto eu estava concentrado em não gozar tão rápido, olhei para Safira e percebi ela acariciando os seus seios e enfiando sua mão dentro da calcinha, se tocando. Ela é bem gostosinha também, deve ter tido bem menos experiências que Marcela. Lembrei do que podia acontecer e falei para ela:

─ Fica reparando se vem alguém, menina!

─ Relaxa, tio, eu tô de olho.

Voltei minha atenção novamente para Marcela e ela falou entre os seus gemidos:

─ Ai... Que pau gostoso...

Após ela dizer isso, não consegui segurar mais, tirei de dentro e gozei na sua coxa.

Permaneci extasiado na cama, sem saber o que dizer ou fazer. Marcela continuou ao meu lado, também ficou em silêncio. Por um instante, parecia que o mundo tinha parado.

Ainda perto da janela, após observar o que tinha acontecido, a outra falou:

─ Agora deixa ela sentar em cima, tio!

Recobrei o senso do perigo e falei:

─ Não, já se arriscamo demais até aqui.

Falei para minha enteada:

─ Vá tomar um banho que sua mãe não demora a chegar.

Marcela foi para o banheiro e a outra foi junto.

Me vesti e senti um alívio por Josiane não ter chegado ainda de seu trabalho.

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