#Bissexual #Gay #Grupal

Aprendendo a gozar na boca de outro cara

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Betocasado

Um boquete entre amigos na noite do pôquer e eu tava viciado em gozar na boca de outro cara

Fantasias são, por natureza e definição, fantásticas, mas a realidade pode, é claro, ser totalmente diferente.

Na terceira noite em que nos reunimos pra jogar pôquer, meus amigos e eu, as coisas pareciam estar ficando cada vez mais quentes... e imprevisíveis. Assim que cheguei, pra minha surpresa, alguns caras já estavam lá, e o que rolava na tela da tv era um vídeo pornô bissexual.

Um a um todos foram tirando a roupa e ficando à vontade, com o pau na mão e olhando pra tela. Ninguém parecia embaraçado ou constrangido por ver a cena de um cara chupando outro, e aquilo também me deixava excitado. Eu já tinha me masturbado assistindo a bastante pornô. E confesso que por algum tempo curti vídeos de pornô bissexual. Não sei o que era, vendo caras sendo chupados e lambendo bucetas encharcadas de porra, mas isso me excitava.

É claro que, ao vivo, com um cara chupando o meu pau e minha mão no pau de outro cara, a coisa foi tomando uma dimensão completamente nova.

Na tela, um cara beijava uma loira enquanto outro chupava o pau dele. Em seguida, enquanto ele metia na buceta dela, o outro vinha por trás dele e começava a penetrá-lo. A Kelly me expulsaria se soubesse de todas as minhas fantasias sobre fazer um trisal com ela e outro cara. Como um apreciador de pornô, eu saboreava a fantasia de outro homem transando com ela enquanto eu o chupava.

Adoraria assistir bem de perto o pau dele entrando e saindo da buceta dela. E enquanto a Kelly era fodida, eu lamberia e chuparia o pau dele até ficar limpo. Depois faria o mesmo com a buceta dela, saboreando ao mesmo tempo o gozo dos dois.

Mais de uma vez me masturbei pensando em fazer um meia-nove com outro cara sob o olhar atento da minha mulher. Ela provavelmente não ficaria feliz em saber quantas vezes gozei transando com ela enquanto fantasiava sobre sexo com outro cara... ultimamente, pra ser sincero, com o Leo.

Dessa vez, o Breno foi quem primeiro fez as honras e tomou a iniciativa. E não sei se tava me tornando um alvo fácil, talvez por não ter um pau assim tão grande como o do Leo, mas eu fui o escolhido de novo. De um lado o Caio, com seu pau duro apontando pra mim. Do outro, o Breno, que sem cerimônia pegou no meu pau pela base, me masturbou um pouco. E quando eu vi, ele se inclinou e começou a me chupar.

Eu era de novo o centro das atenções, de alguns que se masturbavam e outros com a maior vontade de fazer o mesmo que o Breno. Então, como que contagiado pelo clima, o Lucas, que tava de olho no que acontecia ao seu lado, se ajoelhou entre as pernas do Renan e começou a chupá-lo. Agora, parecia que as coisas estavam mesmo ficando boas. A interação entre nós parecia maior.

Enquanto um cara me levava ao clímax, com a boca em volta do meu pau, decidi que lamberia a buceta da Kelly até ficar limpa na próxima vez que a gente transasse, pra sentir o gosto do meu próprio esperma escorrendo daquela buceta doce.

Foi só esse pensamento que bastou e comecei a gemer enquanto meu pau explodia na boca do Breno. Com o primeiro jato de porra, que encheu a sua boca, ele ficou louco de tesão e começou a me chupar com mais vontade. Minha cabeça estava de volta nas almofadas, olhos fechados enquanto ele me fazia ejacular pela segunda e terceira vez.

Ao final, ele me sorriu, limpando a boca. Depois se levantou, sentando no sofá ao meu lado enquanto eu pegava o seu pau duro na mão. Era justo que eu o masturbasse depois de ele ter me dado uma chupada tão boa. Então lá estava eu, nu no sofá, meu pau formigando e exausto, com um pau duro na mão. Era fácil acariciar o pau do Breno, mas uma vontade louca me dominava, me impelindo a chupá-lo.

Até que, antes que pudesse me decidir, ele acabou gozando primeiro, ejaculando sobre o seu peito. Nossa, acho que ele se excitou mais com o boquete que fez em mim do que com a minha punheta nele. Não foi preciso nem cinco segundos, e num gemido incontido ele gozou sobre si mesmo. Mas um pouco do seu esperma caiu no meu quadril e o resto na manta do sofá.

Então, me sentindo aliviado, ficamos os dois ali sentados lado a lado, nos recuperando de uma bela gozada. Enquanto acariciava o seu pau, ele me disse que adorou provar o meu, e que nenhum de nós estaria ali se nossas esposas nos dessem o que precisávamos.

Eu tinha acabado de gozar na boca de um cara, e tinha pelo corpo um pouco do esperma dele. Precisava me limpar antes de ir embora. Então fui até o banheiro e, ao me levantar, olhei pro outro sofá, que estava quase todo arrumado, exceto pelo Renan, sentado ao lado do Leo, se masturbando pra se aliviar. E apenas por um segundo meu olhar pousou no olhar penetrante do Leo.

Ali no banheiro, diante do espelho, eu me perguntava por que não tive coragem aquela noite. Então, ao passar o dedo naquelas gotas perdidas de porra, eu não resistia a levá-lo à boca, provando o sabor do gozo de outro cara. Parecia evidente a minha fissura por chupar um pau... E, claro, sentir o tesão de ter a boca cheia da porra de outro. Só não sabia como fazer isso.

Já tinha sentido esse gosto anos atrás, numa tarde de um verão da minha vida. E quase podia sentir de novo aquele vai e vem do pau do Leo na minha boca. Ele segurava a minha cabeça enquanto me fodia até à garganta. Então, quando ele gozou, pela primeira vez, eu estava lá para testemunhar... e provar.

Depois de me recompor, tentando manter aquela aparência de calma controlada, por alguma coincidência, ao sair do banheiro, esbarrei na porta com o Leo. E, sem dizer uma palavra, ele me empurrou de volta, me imprensando contra a parede de azulejos.

"Vai ter que se decidir... qualquer hora dessas", ele me olhava nos olhos.

Éramos dois caras que tinham acabado de gozar no meio de outros caras. Com seu corpo nu colado ao meu, sua respiração quente e ofegante a centímetros da minha boca, eu não pude mais resistir.

No instante seguinte, minha boca estava colada na sua, minhas mãos na sua bunda, como há anos atrás, quando éramos dois garotos. Meu pau e o dele se esfregavam um no outro, como se pudessem reconhecer-se depois de tanto tempo. E a minha vontade era de chupá-lo ali mesmo. Mas de repente alguém bateu na porta e eu congelei.

"Acho melhor eu ir...", minha voz, quase um sussurro, contrastava com o tesão que me consumia.

Foi por pouco dessa vez.

Depois de vestir minhas roupas e passar pelo constrangimento de até agora ser o único “boca virgem”, cheguei em casa e tomei um banho. Não vou mentir, embora o sexo oral que o Breno me deu tenha sido muito bom, fiquei um pouco assustado com o que tinha acontecido. Eu definitivamente não me sentia gay; eu adorava mulheres e sempre sentia tesão pela Kelly, apesar do pouco interesse dela por sexo. Ficava repetindo pra mim mesmo que era normal o que fazíamos na noite de pôquer, mesmo que a Kelly não fizesse a menor ideia.

Como as reuniões eram só uma vez por semana, virou uma rotina de culpa, negação, vergonha, excitação e aceitação até a próxima reunião. Eu lutava comigo mesmo se devia ir ou não, mas fui a todas. A verdade é que eu e e o Leo tínhamos os pênis mais bonitos e éramos os que mais recebiam sexo oral dos outros caras.

Na verdade, recusei sexo oral algumas vezes de outros caras e deixei o Breno e o Renan me darem. Mas já começava a ficar nervoso querendo tomar coragem de chupar o Leo, ou esperando que ele tomasse a iniciativa e me chupasse, pra eu ter uma desculpa e retribuir.

E todas as noites era o mesmo sonho. Eu tentando engolir o pauzão do Leo, e me engasgando enquanto ele fodia a minha boca. Mas eu sempre acordava na hora em que ele gozava, e acabava com aquele gosto na boca, de algo inacabado. Já tinha até tentado compensar, provando a minha própria porra, mas isso não me satisfez. Eu tava mesmo era morrendo de tesão pelo pau do Leo, e deixar que ele gozasse na minha boca. E sentia que isso agora tava mais perto do que nunca.

Continua...

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