#Incesto #Traições

Muita intimidade com minha filha, em seguida acabei comendo!

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@fuiabusado

Os anos seguintes foram uma loucura deliciosa e perigosa. A Júlia casou, teve o primeiro filho, e mesmo assim não conseguia ficar sem o pau do pai. O marido dela, o Rodrigo, era um bom provedor, carinhoso com as crianças, mas na cama era uma decepção completa — exatamente como ela me contava toda vez que nos encontrávamos.
A primeira vez depois do casamento foi só o começo. Poucas semanas após a lua de mel, ela me ligou com aquela voz manhosa:
— Pai… o Rodrigo viajou a trabalho por três dias. Vem aqui em casa hoje à noite? Tô louca pra sentir você me arrombando.
Cheguei na casa deles à noite. As crianças estavam dormindo. Assim que entrei, a Júlia trancou a porta, me empurrou contra a parede do corredor e já ajoelhou, puxando minha calça pra baixo. Engoliu meu pau quase inteiro, babando toda, olhando pra cima com aqueles olhinhos safados.
— Saudade dessa rola grossa… Meu marido mal me toca direito.
Eu segurei a cabeça dela e fodi sua garganta por uns minutos, depois a levantei, tirei o shortinho dela e a fodi de pé mesmo no corredor, com a mão tapando a boca dela pra não acordar as crianças. Gozei fundo no cuzinho dela, que já estava molhado e piscando de tesão. Ela tremeu inteira gozando, apertando meu pau com o rabinho.
A partir daí virou vício. Quickies na casa dela quando o marido saía, rapidinhas no banheiro quando ela “visitava os pais”, e até no carro estacionado na rua escura. Uma vez quase fomos pegos: estávamos no quarto do casal, ela de quatro na cama deles com meu pau enterrado no cu até o talo, quando ouvimos o carro do Rodrigo chegando mais cedo. Eu tive que sair correndo pela porta dos fundos, ainda de pau duro, enquanto ela corria pro banheiro pra tomar banho e disfarçar.
O ciúme também veio forte. Toda vez que ela me contava que tinha transado com o marido, eu ficava possesso de tesão e raiva ao mesmo tempo. Punia ela comendo mais bruto, dando tapas na bunda e falando no ouvido:
— Essa bundinha é do pai, entendeu? Ele pode até casar com você, mas esse cu aqui é meu pra sempre.
Ela gemia mais alto ainda:
— Sim, pai… sou sua putinha… mesmo casada… mesmo com filhos… meu cu é só seu…
Quando ela engravidou do segundo filho, o tesão só aumentou. A barriga crescendo deixava ela ainda mais safada. Os peitos inchados, a bucetinha mais sensível. Ela me pedia pra chupar os seios cheios de leite e depois virava de quatro, empinando a barriga e a bunda:
— Enfia no cu, pai… pode meter forte… o bebê não vai sentir nada aí atrás.
Eu metia com cuidado no começo, mas ela pedia mais, rebolando, gemendo baixinho pra não acordar o primeiro filho. Quando gozava, o cuzinho dela apertava tanto que me fazia explodir dentro. Depois da gravidez, o rabinho dela ficou ainda mais macio e guloso — parecia feito pra meu pau.
Com o tempo a Júlia ficou mais ousada. Começou a me mandar fotos e vídeos escondido: o plug anal que eu tinha dado anos atrás enterrado enquanto amamentava, ou a bucetinha molhada com a legenda “pensando no pai”. Uma vez ela me chamou pra casa quando o marido estava dormindo no sofá da sala. Fodemos no quarto das crianças (que estavam na casa da avó), com a porta entreaberta. Eu tapei a boca dela enquanto metia no cu, e ela gozou tremendo tanto que quase derrubou o abajur.
Hoje, com os dois filhos já maiores, a rotina continua. O Rodrigo continua não gostando de sexo anal, e a Júlia continua vindo pro pai resolver isso. Às vezes ela passa aqui em casa “visitar”, tranca a porta do meu quarto e senta no meu colo, engolindo meu pau no cuzinho enquanto conta como o marido é sem graça na cama.
— Ele me come de vez em quando… mas nunca me faz gozar como você, pai. Nunca me enche de porra quente no fundo do cu…
Eu seguro aqueles quadris que amadureceram tão bem e meto fundo, sentindo o cuzinho dela me ordenhar. Gozo lá dentro, marcando território mais uma vez. Depois ela vai embora pra casa, com meu esperma escorrendo devagar, e me manda mensagem horas depois:
“Ainda tô pingando… amo ser a putinha secreta do meu pai ❤️”
E assim seguimos. Ela é esposa e mãe exemplar pra todo mundo. Mas pra mim, ela sempre vai ser a minha filhinha safada, a Júlia que cresceu virando a mulher mais deliciosa e viciada que já tive.

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