#Gay #Incesto

Meu primo mais novo me seduziu até eu botar ele pra mamar no banheiro

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Escritor G.P.

Eu nunca pensei que o casamento da tia Yoku viraria a noite em que eu deixaria meu primo mais novo me chupar no banheiro da festa.

Estava tudo perfeito: salão decorado, luzes suaves, música ao vivo e eu de terno bem cortado, camisa branca justa no peito, gravata vinho. O tecido marcava meus ombros largos e os braços tatuados. Meu cabelo preto liso estava preso num coque baixo, como sempre. Eu me sentia um verdadeiro macho da família: alto, forte, o primo/sobrinho machão que todo mundo admirava.

Mas, como toda festa em família tem alguém pra tirar nossa paz, tinha ele: Kairo, 21 anos. Meu primo por parte de mãe. Traços orientais iguais aos meus, olhos puxados bem marcados, cabelo preto com algumas mechas prateadas, magrinho mas levemente definido.

Ele sempre foi o garoto quieto que me olhava com admiração desde criança. Quando eu treinava no quintal, ele ficava sentado olhando. Quando eu chegava na casa da nossa avó, ele ficava vermelho só de me ver.

Hoje ele estava diferente. Vestia uma camisa social preta justa no corpo delgado, calça social que marcava a bundinha empinada. E o olhar… aquele olhar não era mais de criança admirando o primo mais velho. Era de desejo puro.

Durante a cerimônia ele sentou do meu lado. Durante a festa, não saiu de perto. Cada vez que eu pegava uma bebida, ele aparecia.

— Você tá tão gostoso de terno, Liam… — murmurou ele no meu ouvido, aproveitando que ninguém estava prestando atenção. — Sempre foi o mais bonito da família.

Eu ri, nervoso, olhando ao redor.

— Kairo, para com isso. Aqui não é lugar pra esse tipo de brincadeira.

Mas ele não parou. Encostou o corpo magrinho no meu braço e sussurrou:

— Eu esperei anos pra te falar isso, Liam… Desde pequeno eu te achava o cara mais perfeito do mundo. Você era forte, alto, tatuado… Sempre teve aquele jeito de macho que todo mundo respeitava. Eu ficava olhando você treinar no quintal, sem camisa, suado… e… e eu sentia umas coisas que eu não entendia na época.

Ele lambeu os lábios devagar, me olhando de cima abaixo.

— Agora que eu cresci, eu sei exatamente o que eu sou. Eu sou gay, Liam. Eu gosto de homem. Gosto de macho de verdade. E o macho que eu sempre admirei, que eu sempre quis… é você.

Engoli em seco, olhando nos olhos dele. Tinha um brilho de sinceridade e desejo contido.

— Hoje eu não aguento mais só olhar. Eu quero te provar. Quero sentir seu cheiro, quero fazer coisas que sempre sonhei em fazer… Me deixa te agradar… Por favor.

Meu pau reagiu na hora dentro da calça social. Eu tentei disfarçar, mas Kairo percebeu. Ele sorriu, mordendo o lábio inferior.

— Eu sei que você é um machão ativo… Mas sei que você não negaria uma bundinha gostosa como a minha. Me deixa te agradar hoje. Só um pouquinho. Ninguém vai saber. Ninguém vai notar…

Eu hesitei. Olhei em volta, o salão estava cheio somente com nossa família: tios, tias, primos, parentes distantes que só vemos em casamento ou velório. No entanto, o tesão e o olhar faminto dele estavam mexendo comigo. Terminei a taça de champanhe e segurei o braço dele.

— Banheiro. Agora.

Kairo sorriu como se tivesse ganhado na loteria. Eu o puxei devagar, tentando sair de fininho.

— E seja rápido. — Acrescentei, baixinho.

Entramos no banheiro mais reservado do salão de festas. Eu tranquei a porta da cabine maior. Assim que o trinco clicou, Kairo caiu de joelhos no chão, com as mãos tremendo de excitação enquanto abria meu cinto e puxava o zíper.

— Porra, Liam… — gemeu baixinho quando meu pauzão pulou pra fora, já duro, grosso e pesado. — É ainda maior do que eu imaginava.

Meu pau era grosso, bem grosso, com uma veia grossa que corria pela parte de baixo do talo. Media uns bons 18 centímetros de puro tesão, tinha uma cabeça rosada e inchada, larga e pronunciada, que brilhava com uma gota de pré-gozo saindo da ponta. Era perfeita para abrir bocas e buracos. A base era ainda mais grossa, cercada por uma pelagem preta bem aparada. Minhas bolas eram grandes, pesadas e cheias, penduradas com aquele peso másculo que eu sabia que deixava qualquer um impressionado.

Kairo lambeu os lábios, hipnotizado.

— Caralho… Que pauzão bonito. Grosso, pesado… Exatamente como eu sonhava.

— Chupa logo, primo.

Ele olhou pra cima, com os olhos puxados brilhando de tesão, e lambeu toda a extensão devagar, como se estivesse saboreando. A língua quente rodeou a cabeça rosada, sugando levemente.

— Isso… Agora chupa.

Ele moveu a cabeça e engoliu mais da metade, me fazendo morder o lábio inferior para não gemer alto de prazer. O vai-e-vem começou num ritmo rápido e desesperado, engolindo e babando grande parte do meu cacete.

Meu primo podia ser novinho, mas aquela, obviamente, não era a primeira vez que ele pagava boquete pra alguém.

— Que delícia de mamada, Kairo. Onde aprendeu a chupar gostoso desse jeito? — perguntei, sussurrando enquanto o via trabalhar no meu pau como se fosse a coisa mais importante do mundo.

— Lembra daquele cara moreno, da sua idade, que mora ao lado da casa da nossa avó? — comentou ele, baixinho, lambendo e babando meu pau enquanto acariciava minhas bolas. — Hum… Então… Foi ele que me ensinou a chupar uma rola.

— Que safados!

— Mas eu só fiquei com ele pra adquirir experiência…

Ele afundou a cabeça, engolindo quase todos os centímetros do meu pau.

— Oh, porra…

— Começamos quando eu fiz 18… Desde então, eu sonhava em ficar mestre em chupar rola e fazer isso em quem eu realmente queria.

— Sonhava com isso desde essa época? — perguntei rouco, segurando o cabelo dele com uma mão.

— Simm… — ele confessou, envergonhado mas excitado. — Sempre te admirei… Toda vez que você tirava a camisa pra treinar, eu ficava duro. Agora eu quero te chupar de verdade.

Ele abriu a boca e desceu. Fazendo um oral quente, molhado e apertado. Ele chupava com vontade, subindo e descendo sem parar, deixando a saliva escorrer pelos cantos da boca delicada. O terno dele ficava apertado nos ombros magrinhos enquanto ele se esforçava pra engolir o máximo possível do meu pau grosso.

— Isso… chupa gostoso, Kairo. Engole o pau do seu primo mais velho.

Ele gemeu em volta da minha rola. Apertando minhas coxas com força por cima da calça social. Eu comecei a mover os quadris, fodendo devagar na boca dele, fazendo ecoar no banheiro um som molhado e obsceno.

— Você chupa gostoso pra caralho… — grunhi. — Olha pra mim enquanto chupa.

Kairo obedeceu, com os olhos puxados já lacrimejando de esforço, mas cheios de prazer. Ele tirou meu pau da boca por um segundo, babando:

— Eu quero seu leite, Liam… Por favor. Goza na minha boca. Me dá leitinho.

Isso me quebrou. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e meti mais fundo, gozando forte, enchendo a boca dele com vários jatos grossos de leite quente. Kairo engoliu tudo, sugando até a última gota, gemendo baixinho de satisfação.

Quando terminei, ele limpou o canto da boca com o dedo, levantou e sorriu tímido.

— Obrigado… — sussurrou. — Foi melhor do que eu imaginava.

Eu ainda estava ofegante, guardando o pau dentro da calça social. Ajeitei a gravata e olhei pra ele.

— Isso fica entre nós, entendeu?

Kairo sorriu, ajustando a própria roupa.

— Por enquanto… Mas eu quero mais, primo. Muito mais.

Ele saiu primeiro. Eu esperei um minuto, ainda sentindo o coração acelerado, e voltei para a festa como se nada tivesse acontecido.

Durante o resto da noite, toda vez que eu olhava para Kairo do outro lado do salão, ele lambia os lábios discretamente.

E eu sabia que isso estava só começando.

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