#Gay #Sado

Transformado em Putinha pelo Cowboy (Parte 2)

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lucas1193020

Dois dias haviam se passado desde aquele encontro intenso no banheiro do bar e cada minuto parecia uma tortura lenta e deliciosa. Eu acordava no meio da noite com o corpo suado, o pau duro latejando só de lembrar da grossura pesada daquele pau na minha boca, do jeito bruto como Bruno segurou minha cabeça e do gosto forte dele quando gozou direto na minha garganta. Durante o dia eu tentava agir normalmente, ia para a faculdade, conversava com os amigos, ajudava em casa, mas minha cabeça vivia longe. Qualquer coisa me fazia voltar para aquele momento, o cheiro de desinfetante misturado com o suor dele, a voz rouca sussurrando que eu era a putinha dele agora. Eu evitava passar perto do bar, com medo de encontrar ele por acaso e não conseguir disfarçar o tesão ou o medo. Toda vez que via um carro parecido com a Hilux dele na rua meu coração disparava. No banho eu me pegava passando a mão na boca e no pescoço, recordando como ele fodeu minha garganta sem piedade. Eu me masturbava pensando nele quase toda noite, gozando rápido e depois me sentindo culpado, mas o tesão voltava ainda mais forte poucas horas depois. Os dois dias foram assim, uma mistura constante de ansiedade, vergonha e uma vontade absurda de repetir tudo. Eu mal conseguia dormir direito, comia pouco e vivia com o celular na mão, checando as notificações o tempo todo sem nem admitir pra mim mesmo que esperava uma mensagem dele. Ninguém na cidade fazia ideia do que tinha acontecido, muito menos os meus amigos ou minha família. Eu continuava sendo o garoto discreto de 19 anos, aquele que torcia no bar e ria das piadas, mas por dentro eu já me sentia diferente, marcado. Naquela noite, por volta das 20h, eu estava deitado na cama fingindo que via um vídeo no celular quando ele vibrou. O nome Bruno apareceu na tela e meu estômago deu um salto. Meu coração começou a bater forte, as mãos tremendo enquanto eu abria a mensagem.
- Hoje às 22h no mesmo bar. Te espero no estacionamento dos fundos. Entra no meu carro sem fazer escândalo. Não me faz esperar.
Não era um convite, era uma ordem clara e direta. Fiquei alguns minutos parado olhando a tela, sentindo o medo subir pela espinha misturado com um tesão tão forte que meu pau endureceu na hora dentro da cueca. Eu sabia que era arriscado, que podia dar merda, mas também sabia que não ia conseguir desobedecer. A ameaça dele ainda ecoava na minha cabeça, junto com a memória do pau grosso batendo no fundo da minha garganta. Respirei fundo, levantei da cama e comecei a me arrumar. Inventei uma desculpa qualquer pros meus pais dizendo que ia encontrar uns amigos para tomar um refrigerante. Saí de casa por volta das 21h50 andando devagar até o bar, o corpo inteiro tenso de expectativa. O lugar estava cheio como sempre, gente bebendo, rindo alto e assistindo algum jogo na televisão grande. Pedi uma cerveja só para disfarçar, sentei num canto e fiquei olhando o relógio a cada minuto, o coração martelando no peito. Às 22h10 chegou a segunda mensagem. Hilux prata no fundo. Vem agora. Terminei o resto da cerveja de uma vez, paguei e fui caminhando para o estacionamento dos fundos com as pernas fracas de nervosismo e tesão. O carro dele estava lá, afastado na escuridão, quase escondido. Bruno estava sentado no banco do motorista com o braço para fora da janela, cigarro aceso entre os dedos, camisa xadrez aberta no peito mostrando os pelos escuros e o chapéu de boiadeiro inclinado na cabeça. Ele me olhou com aquele meio sorriso malicioso e fez um sinal com a cabeça para eu entrar. Entrei no carro sem dizer nada. O cheiro dele encheu o espaço imediatamente, forte, masculino, mistura de suor, cigarro e terra. Boa garoto, disse ele com a voz rouca e baixa, sabia que você viria.
Durante a viagem por estrada de terra ele falou pouco, mantendo uma mão firme no volante e a outra descansando na própria coxa. O silêncio dentro do carro era pesado, quebrado apenas pelo som dos pneus no chão irregular e pelo vento entrando pela janela aberta. Eu sentia o cheiro dele cada vez mais forte, suor limpo misturado com cigarro e terra, e isso me deixava completamente excitado. Meu pau pressionava a calça jeans, latejando sem parar. Quando perguntei para onde estávamos indo ele respondeu seco, sem tirar os olhos da estrada:
- Pro meu sítio. Lá ninguém atrapalha. Quero você só pra mim.
O caminho pareceu longo, mesmo sendo poucos quilômetros. Cada buraco na estrada fazia meu corpo balançar e meu cu se contrair de expectativa. Eu olhava de canto de olho para os braços grossos dele, para as mãos calejadas segurando o volante, imaginando tudo que ele ia fazer comigo. Bruno dirigia com calma, como quem tem total controle da situação, e isso me deixava ainda mais submisso. Chegamos ao sítio isolado depois de uns vinte minutos. O lugar era escuro, cercado de mato e árvores, sem nenhuma casa por perto. Bruno parou o carro, desligou o motor e virou o rosto para mim com um olhar sério:
- Desce. A partir de agora você obedece tudo que eu mandar. Sem discussão.
Ele colocou a mão grande no meu ombro, apertando firme, e me guiou até o celeiro grande de madeira. Assim que entramos Bruno trancou a porta pesada por dentro e acendeu uma lâmpada amarela fraca pendurada no teto. O ar estava quente, abafado, com cheiro forte de feno seco, terra batida e animais. A luz baixa criava sombras longas e deixava o ambiente ainda mais íntimo e perigoso:
- Tira toda a roupa.
Ordenou ele com voz baixa e autoritária, enquanto já abria o cinto devagar. Fiquei nervoso, mas obedeci sem hesitar. Tirei a camisa, depois a calça, a cueca, tudo. Fiquei completamente nu na frente dele. Meu pau estava duro como pedra, 16cm latejando no ar, cabeça rosada brilhando de pré-gozo que escorria devagar, veias marcadas e o saco arrepiado de tesão. Bruno me olhou de cima a baixo, como quem avalia uma mercadoria, e sorriu satisfeito. Ele abriu a calça, baixou junto com a cueca e puxou aquele pau pra fora. Grosso, pesado, cheio de veias saltadas, cabeça grande e rosada já molhada de pré-gozo. O tamanho e o cheiro dele me deixaram com água na boca. Ajoelha, mandou ele. Me ajoelhei imediatamente no chão de terra batida misturada com feno. Segurei aquele pau grosso com as duas mãos, sentindo o peso e o calor, e enfiei na boca com fome. Circulei a língua na cabeça grande, lambendo todo o pré-gozo salgado, desci pela extensão sentindo cada veia pulsar na minha língua, chupei o saco pesado e peludo com vontade, depois voltei a engolir o máximo que conseguia. Meu queixo se abria ao limite enquanto eu girava a língua e sugava forte. Bruno soltou um gemido rouco baixo e agarrou minha cabeça com as duas mãos calejadas. Ele começou a foder minha boca com ritmo crescente, empurrando o pau cada vez mais fundo, batendo no fundo da minha garganta e fazendo eu babar sem controle. As lágrimas escorriam dos meus olhos, mas eu não parava, chupava com mais vontade ainda, gemendo baixo em volta da rola dele. O celeiro ecoava os sons molhados da minha boca trabalhando e os grunhidos roucos que ele soltava.
Bruno segurou minha cabeça com mais força, enfiando o pau grosso até o fundo da minha garganta várias vezes seguidas. Eu engasgava, babava copiosamente, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas ele não dava trégua.
- Isso, engole essa rola toda sua putinha safada, rosnou ele com a voz rouca, batendo o pau pesado na minha língua antes de enfiar de novo. Você nasceu pra chupar macho, né? Olha só como baba todo gostoso.
Depois de me deixar com a boca toda melada e vermelha, ele puxou meu cabelo com força, me levantou e me virou de costas sem nenhuma delicadeza. Me jogou contra um fardo de feno alto, me deixando de quatro, bunda bem empinada e exposta pra ele. Fiquei ali tremendo de expectativa, o cu piscando involuntariamente. Bruno cuspiu várias vezes na mão, passou saliva grossa no pau dele e ainda cuspiu direto na minha entrada. Posicionou a cabeça grande e rosada e, sem avisar nada, segurou minha cintura com as duas mãos calejadas e meteu com violência. A dor foi imediata e forte quando aquela rola grossa forçou passagem, abrindo meu buraco de uma vez. Eu gemi alto, apertando o feno com as mãos. Caralho, tá apertado pra porra, sua putinha virgem, grunhiu ele, dando um tapa forte na minha bunda que ecoou no celeiro. Ele não parou. Empurrou mais fundo, enfiando quase metade do pau de uma vez, depois continuou metendo com estocadas brutas até sentir o saco dele batendo nas minhas bolas. Cada vez que ele puxava pra trás e socava de novo eu sentia o pau grosso me arrombando, abrindo tudo lá dentro. Bruno começou a foder com raiva, segurando minha cintura e puxando meu corpo pra trás enquanto empurrava pra frente, fazendo pele contra pele estalar alto.
- Toma essa rola no cu, geme pra mim sua vadia, mandou ele, dando vários tapas fortes seguidos na minha bunda, alternando os lados, deixando a pele ardendo.
Eu gemia alto, sem conseguir controlar a voz, o corpo todo tremendo enquanto ele me arrombava sem piedade. Ele segurou meu pescoço com uma mão, puxando minha cabeça pra trás e acelerou o ritmo, metendo fundo, curto e violento. Isso, aperta esse cu na minha rola, putinha do caralho.
- Você é minha agora, entendeu? Toda vez que eu quiser eu vou te foder assim.
A dor inicial foi virando um prazer quente e sujo. Meu próprio pau babava sem parar, pingando fios longos no chão de terra. Bruno mudava o ângulo, metia de lado, dava tapas cada vez mais fortes na minha bunda já vermelha, puxava meu cabelo e cuspia nas minhas costas enquanto socava sem parar. O celeiro estava cheio dos sons molhados da foda, dos tapas e dos meus gemidos misturados com os grunhidos roucos dele. Ele me virou de frente, levantou minhas pernas no ar e meteu novamente olhando direto nos meus olhos. O pau entrava e saía quase todo, brilhando de saliva e pré-gozo.
- Vou gozar dentro desse cu, sua putinha, avisou ele com a voz carregada.
Acelerou ainda mais, estocadas curtas e brutais, segurando minhas coxas com força enquanto me arrombava fundo. Com um gemido alto ele enterrou o pau todo e gozou, pulsando forte dentro de mim, jatos grossos e quentes enchendo meu buraco completamente. Ele ficou ali socando devagar enquanto terminava de esvaziar tudo, gemendo baixo e dando mais um tapa forte na minha coxa.Quando finalmente puxou o pau, senti meu cu latejando, aberto e melado, com a porra grossa dele escorrendo devagar pelas minhas pernas. Eu estava ofegante, corpo todo suado e marcado.
Bruno ficou em pé, ainda ofegante, olhando pra mim deitado no feno todo destruído. Ele acendeu um cigarro, deu uma tragada longa e soltou a fumaça devagar, admirando o estrago que tinha feito.
Levanta, ordenou com a voz firme. Levantei com dificuldade, as pernas tremendo, sentindo jatos grossos da porra dele escorrendo do meu cu aberto e pingando pelas coxas. Cada movimento fazia meu buraco latejar forte, ardido e inchado. Bruno se aproximou, segurou meu queixo com a mão calejada e levantou meu rosto pra ele. Olha o estado que você ficou, todo arrombado e cheio da minha porra quente.
- Gostou né, sua putinha safada?
Eu assenti, sem forças pra negar. Meu próprio pau ainda estava duro, babando, traindo o quanto eu tinha adorado ser usado daquele jeito.Ele passou a mão na minha bunda vermelha, apertou forte onde tinha dado tapas e enfiou dois dedos grossos no meu buraco melado, mexendo devagar, sentindo a própria porra lá dentro.
- Ainda tá bem folgado, amanhã você vai sentir dor toda vez que sentar, vai lembrar que eu te fodi como uma vadia.
Tirou os dedos e limpou na minha coxa, depois me deu um tapa forte no rosto, o suficiente pra arder e deixar marca. Se veste agora. Enquanto eu me vestia devagar, sentindo dor a cada movimento, Bruno me observava fumando com aquele olhar de dono. Quando terminei, ele se aproximou, segurou minha nuca com força e falou bem perto do meu ouvido.
- Escuta aqui sua putinha. Isso agora é sério. Você é minha propriedade particular. Eu mando, você obedece sem reclamar. Se eu quiser te chamar no meio da noite, você sai da cama e vem correndo. Se eu quiser te foder no mato, atrás do bar ou dentro do carro, você abre as pernas e aguenta. E se você contar pra alguém ou tentar sumir de mim, eu conto pra cidade inteira que você adora rola de macho no cu e mostro as provas.
Ele deu um tapa forte na minha bunda por cima da calça e completou.
- Tirei foto sua gemendo com meu pau todo enterrado. Várias. Então fica esperto.
Voltamos pro carro em silêncio. Durante a viagem Bruno dirigia com uma mão no volante e a outra descansando na minha coxa, apertando forte de vez em quando, marcando território. Quando chegamos perto do bar ele parou o carro num trecho escuro da estrada.
- Pode descer aqui. Amanhã te mando mensagem. Esteja sempre disponível e pronto pra mim.
Desci do carro com as pernas fracas. A bunda doía a cada passo e a porra dele continuava escorrendo dentro da cueca, me lembrando do que tinha acontecido. Bruno me olhou pela janela com um sorriso satisfeito e falou antes de arrancar.
- Boa noite, putinha. Dirija com cuidado.
Fiquei ali sozinho na estrada escura, corpo todo marcado, cu ardendo e a cabeça girando. Sabia que tinha virado propriedade dele de verdade. E o pior era que, mesmo com medo, mesmo com a dor, eu mal podia esperar pela próxima mensagem. Era exatamente isso que eu queria.

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