Meu sogro parte 1 a 5
Tínhamos ido passar a virada de ano na praia, só eu, o Felipe e o Fernando, meu sogro. O André, meu cunhado, só chegaria no dia seguinte. Eu tinha 20 anos, o Felipe 21 e o Fernando 43. O dia foi daqueles perfeitos: sol forte, mar agitado, cerveja gelada e muita conversa boa. Passamos quase a tarde inteira na areia.
Felipe mal entrou na água. Ficava sentado na cadeira de praia, com a camisa, reclamando do sol. Já o Fernando era o oposto: entrava no mar toda hora, nadava, brincava com as ondas. Ele é aquele tipo de coroa que se cuida pra caralho. Corpo definido, ombros largos, barriga tanquinho mesmo com 43 anos. Eu vivia enchendo o saco do Felipe pra ir pra academia, mas ele nunca ia. O André era mais reservado, mas praticava jiu-jitsu e tinha um corpo enxuto também.
Quando o sol já estava baixando, voltamos pra casa alugada. Estava exausta, mas feliz. Entrei no quarto com o Felipe, ele me deu um beijo rápido e disse que ia tomar banho primeiro. Fiquei deitada mexendo no celular, respondendo stories e rindo de umas fotos do dia.
Depois de um tempo, deu sede. Levantei pra pegar água na cozinha. Na volta, passei pelo corredor e notei que a porta do quarto do Fernando (que ficava quase de frente pro nosso) estava entreaberta. Ouvi uma cantoria baixa, voz rouca, afinada o suficiente pra ser engraçada. Pensei que ele estava no quarto e resolvi dar uma olhada rapidinha pra zoar ele.
Mas a voz vinha do banheiro. Não sei o que deu em mim. Em vez de voltar pro quarto, fui andando devagarinho pelo corredor até a porta do banheiro dele, que também estava entreaberta. O chuveiro estava ligado, a água caindo forte, e ele continuava cantando. Meu coração acelerou. Empurrei a porta bem devagar, só um pouquinho, o suficiente pra ver.
Ele estava de costas pra mim, completamente nu. Meu Deus… O bumbum dele era redondo, firme, daqueles que dão vontade de apertar. As costas eram largas, com os músculos marcados do ombro até a cintura. Fiquei parada ali, olhando, sentindo um calor subir pelo corpo. Não conseguia tirar os olhos.
Foi aí que ele virou de lado pra pegar o shampoo. Meu estômago deu um salto. A barriga era sarada, com aqueles gominhos bem desenhados, mesmo molhado. E então eu vi. O pau dele. Caralho. Mesmo meio mole, apontando pra baixo, era grosso, pesado, com a cabeça rosada aparecendo parcialmente da pele. Tinha um volume impressionante. Fiquei hipnotizada. Por que o Felipe não puxou nada disso pro pai? pensei, quase rindo da comparação safada.
Ele estava com os olhos fechados, lavando o cabelo, alheio a tudo. A água escorria pelo peito, descia pela barriga e pingava daquele pau grosso. Fiquei ali mais tempo do que deveria, sentindo a calcinha molhando, o corpo inteiro quente. Era errado, era perigoso… mas eu não conseguia parar de olhar.
De repente, ouvi a voz do Felipe vindo do nosso quarto:
— Bruna? Amor, você tá aí?
Levei um susto tão grande que quase bati a porta. Recuei rápido, o coração disparado, e voltei pro corredor fingindo que estava voltando da cozinha.
— Tô aqui, amor! Fui pegar água — respondi, tentando disfarçar a voz trêmula.
Entrei no quarto ainda com a imagem do corpo do Fernando gravada na cabeça. O pau grosso, o bumbum firme, aquelas costas… Fiquei molhada o resto da noite só de lembrar.
E aquela foi só a primeira vez.
Parte 2
A imagem do Fernando nu no banho não saía da minha cabeça de jeito nenhum. Aquele pau grosso, balançando pesado enquanto ele lavava o cabelo… toda vez que fechava os olhos, voltava a cena.
À noite saímos os três pra um barzinho perto de casa. O ambiente estava ótimo: música ao vivo, gente dançando, cerveja gelada e aquele clima de fim de ano. Fernando estava animado, rindo alto, contando histórias. Em certo momento, uma mulher se aproximou sorrindo. Ela conhecia ele de longa data — era ex-esposa de um amigo dele.
Ela era baixa como eu, magrinha, mas tinha um corpo bem feito. O vestidinho justo marcava a cintura fina, o bumbum empinado e os peitos firmes. Era simpática pra caralho, conversava com todo mundo, ria fácil. Depois de um tempo, ela e o Fernando se afastaram um pouco da gente, continuando a conversa mais reservada.
Felipe se aproximou do meu ouvido e sussurrou, rindo:
— Meu pai deve tá querendo pegar ela. Vamos deixar eles aí e voltar pra casa.
— Será? — perguntei, fingindo surpresa. — Mas ela não é ex do amigo dele?
Felipe deu de ombros e riu:
— Se fosse atual ele pegava do mesmo jeito. Imagina sendo ex…
Nós dois rimos e voltamos pra casa. No caminho, eu só conseguia pensar naquilo: Puts… ele vai partir ela no meio. Ela era tão magrinha, delicada… e ele com aquele pau grosso que eu tinha visto à tarde. A ideia me deixava molhada de novo.
Assim que chegamos, Felipe fez o de sempre: tirou a roupa, deitou na cama e ficou mexendo no celular. Eu estava pegando fogo. O tesão acumulado do banho do Fernando, a bebida, a noite toda… não aguentei. Parti pra cima dele.
Ele não negou fogo. Comecei beijando, descendo pelo peito até chegar no pau dele. Coloquei na boca, mamando com vontade. Mas, sem querer, ficava comparando. O do Felipe era menor, mais fino… nada parecido com o volume que eu tinha visto no pai dele. Chupava olhando pra ele, imaginando como seria aquele pau do Fernando duro, inchado, latejando na minha mão.
— Vem sentar, amor — ele pediu, já ofegante.
Sentei devagar, como ele gosta, sentindo ele entrar inteiro. Comecei a rebolar, aumentando o ritmo aos poucos. Ele apertava meus peitos com força, gemendo. Eu fechei os olhos e minha mente via o Fernando: aquele corpo sarado, o pau grosso… imaginava como seria ele me fodendo, me abrindo toda. Comecei a quicar mais forte, mais rápido, quase desesperada.
Não demorou. Felipe segurou minha cintura, gemeu alto e gozou dentro de mim. Como quase sempre, senti ele amolecendo rapidinho. Fingi meu orgasmo, gemendo, tremendo um pouco… o de sempre. Deitamos abraçados até ele apagar, dormindo pesado.
Levantei, tomei um banho quente pra relaxar e voltei pra cama só de camisola, mexendo no celular. Uns vinte minutos depois, escutei risadas baixas vindo do corredor. Meu coração acelerou. Levantei devagar, fui até a porta do quarto e abri uma frestinha.
Era o Fernando e a mulher. Eles estavam no corredor, colados. Ele segurava o pescoço dela com firmeza enquanto a beijava com fome, língua entrando fundo. A outra mão dele estava entre as pernas dela, por baixo do vestido, acariciando a buceta por cima da calcinha. Ela gemia baixinho no beijo, rebolando contra a mão dele.
Eles se afastaram um pouco, ainda se tocando, e entraram no quarto dele. A porta fechou, mas não completamente.
Fiquei ali parada, respirando fundo, a calcinha molhada de novo. Sabia que não conseguiria dormir tão cedo.
Parte 3
Não demorou nem dez minutos. Os gemidos começaram baixos, depois foram ficando mais altos, mais urgentes. A voz dela era fininha, manhosa, misturada com a voz rouca dele. Aquilo me deixou com um fogo absurdo. Nunca tinha escutado ninguém fodendo de verdade, muito menos visto. Meu corpo inteiro pulsava.
Fiquei parada no quarto, apertando as coxas, com medo de o Felipe acordar ou, pior, deles me pegarem olhando. Olhei pro lado e vi ele dormindo pesado, de lado, o pau mole descansando na coxa. Aquela visão me deu um clique. Quero ver algo diferente, pensei. Saí do quarto pé ante pé, só de camisola, e fui até a porta do Fernando.
A porta estava entreaberta o suficiente. Os gemidos aumentaram ainda mais e as primeiras palavras começaram a sair.
Quando olhei, meu sogro estava entre as pernas dela, chupando a buceta com uma fome impressionante. Ele segurava as coxas dela abertas, a língua trabalhando fundo, sugando o clitóris. Ela se contorcia toda, mão na cabeça dele, quadril rebolando contra a boca dele.
— Tava com saudades, foi? — ele perguntou rouco, subindo pelo corpo dela e enfiando a língua na boca da mulher.
Ela respondeu gemendo, segurando o pau dele com as duas mãos:
— Saudade pra caralho… olha o cacete que você tem, Fernando.
Foi aí que eu vi ele duro pela primeira vez. Meu Deus… Apontando pra cima, grosso, veias marcadas, cabeça grande e inchada. Bem maior e mais grosso do que eu imaginava. Ela abaixou e começou a mamar com vontade, engasgando um pouco, babando no pau dele.
Eu já estava encharcada. Não me contive. Encostei na parede do corredor, levantei a camisola e enfiei a mão na buceta. Estava pingando. Meus peitos estavam duros, bicos sensíveis roçando no tecido fino. Comecei a me tocar enquanto via ela chupando ele.
Ele puxou ela pelos cabelos, beijou com força e mandou:
— Deita e abre essas pernas pra mim.
Ela obedeceu rapidinho. Ele posicionou a cabeça grossa na entrada e foi enfiando devagar. Ela gemeu gostoso, longo, agarrando os lençóis. Ele começou a meter, primeiro no ritmo cadenciado, depois mais rápido, mais fundo. O barulho molhado da buceta dela ecoava junto com os tapas de pele contra pele.
Eles trocaram de posição várias vezes — de quatro, de lado, ela cavalgando… Eu ali, dedos no clitóris, assistindo tudo. Quando ele deitou e ela subiu por cima dele, eu já estava quase gozando.
— Vou gozar… — ele rosnou.
— Goza dentro, pode gozar — ela respondeu ofegante.
Ele segurou a cintura dela com força, puxou contra o corpo e começou a socar forte por baixo. Na segunda socada violenta, eu gozei. Tive que morder o lábio pra não gemer alto. Minhas pernas tremeram, a buceta apertando meus dedos enquanto via ele arrombando ela.
Logo depois ele gemeu fundo e gozou. Ela ficou rebolando devagar por cima, tirando tudo dele. Quando levantou, vi o pau ainda semi-duro saindo dela e a porra grossa escorrendo pela buceta inchada, pingando na coxa.
Aquilo foi o suficiente pra mim.
Voltei pro quarto bem devagar, o coração ainda disparado. Tomei outro banho, dessa vez gelado, tentando me acalmar. Depois me deitei do lado do Felipe, que nem tinha se mexido. Apaguei com o corpo cansado e a cabeça cheia de imagens que eu sabia que não ia esquecer tão cedo.
Parte 4
Na manhã seguinte, a primeira coisa que veio na minha cabeça quando abri os olhos foi a imagem do meu sogro metendo forte naquela mulher, a porra escorrendo dela. Felipe ainda dormia pesado. Levantei, tomei um banho rápido e fui pra cozinha fazer o café.
A porta do quarto do Fernando continuava fechada. Enquanto preparava as coisas, ficava imaginando se ela tinha dormido com ele e como seria quando acordassem. Não demorou muito e ele apareceu na cozinha, só de bermuda. Dava pra notar que não estava de cueca, o volume marcava levemente no tecido.
— Bom dia, Bruna — disse com a voz ainda rouca de sono, abrindo um sorriso.
— Bom dia. Dormiu bem? — respondi, tentando parecer normal.
Ele perguntou como tinha sido a noite. Eu respondi e, meio sem jeito, perguntei que horas ele tinha chegado, que nem vimos ele voltar. Ele sorriu, tranquilo:
— Não demorei muito não. Levei ela em casa e vim pra cá.
Safado… pensei. Ele nem imaginava que eu tinha visto tudo. Ou seja, ela já tinha ido embora, só não sabia a que horas.
Enquanto conversávamos, Felipe chegou pra tomar café. Eu fui arrumar a cama do quarto. Quando estava voltando, ouvi os dois conversando na cozinha.
Felipe, curioso:
— E aí, pegou ela?
Meu sogro riu baixo:
— Peguei. Trouxe ela pra cá mesmo.
Felipe perguntou se não daria B.O. se alguém soubesse. Fernando respondeu com naturalidade:
— Ninguém vai desconfiar. Somos amigos há anos e o corno é fácil de levar no papo.
Ainda ouvi Felipe perguntando se tinha sido a primeira vez. A resposta do Fernando me surpreendeu:
— Não… já comi ela faz tempo. Uma vez até na casa da mãe dela.
Voltei pro quarto com o coração acelerado. Descobri que não era a primeira vez e que ela era casada. Fiquei ali pensando na safadeza toda.
Depois Felipe me chamou pra ir pra praia. Falei que iria depois de arrumar umas coisas e ele foi na frente. Quando terminei, vesti meu biquíni e fui encontrar eles. Chegando perto, vi Felipe no celular e Fernando deitado, aquele corpo sarado brilhando no sol. Tentei não olhar muito, mas era difícil. Isso pode trazer problema pro meu relacionamento, pensava.
Ficamos conversando. Comecei a passar bronzeador nas pernas e pedi pro Felipe passar nas costas. Ele nem tirou os olhos do celular:
— Não vou não, você sabe que eu odeio pegar nesse óleo.
Aquilo me deu uma raiva danada. Que homem fresco. Enquanto tentava passar sozinha onde conseguia, Fernando se aproximou:
— Quer ajuda, Bruna?
Fiquei sem jeito na hora, mas aceitei. Ele pegou o bronzeador e começou a passar nas minhas costas. As mãos dele eram firmes, quentes. Felipe estava logo ali, mas nem ligava. Meu sogro perguntou se estava bom. Olhei rápido pro Felipe, que continuava no celular, e respondi:
— Pode passar mais um pouco atrás…
Ele pediu que eu colocasse mais creme na mão dele e desceu pras minhas pernas. A sensação era deliciosa. Mãos grandes deslizando pelas coxas, chegando bem perto da minha buceta. No final, quando levantou, a mão dele passou levemente pela minha bunda. Senti um arrepio. Hummm… como eu queria mais.
Deitei de barriga pra cima tomando sol. Ele foi pra água. Felipe disse que ia voltar pra casa rapidinho. Nem respondi. Quando olhei, Fernando estava voltando da água, pingando, aquele corpo perfeito. Que delícia de homem.
Ele se sentou perto e perguntou:
— Não tá na hora de virar?
Dei um sorriso meio sem graça. Será que ele quer ver minha bunda? Virei de bruços e ajeitei o biquíni. Ele continuou conversando normalmente. Eu estava de óculos escuros, então ele não percebia quando eu olhava pra ele… mas eu percebia quando ele olhava pra mim.
Depois de um tempo ele olhou pros lados e perguntou baixinho:
— Quer que eu passe mais bronzeador?
Senti um frio na barriga. Fiquei sem saber o que responder, mas acabei dizendo que sim.
Ele começou pelas costas, espalhando o creme devagar.
— Na parte de cima já deu pra ver as marquinhas… — comentou.
— Você gosta? — perguntei.
— Gosto. Deixa a mulher mais gostosa — respondeu, rindo.
Nós rimos juntos. Ele perguntou se era pra passar nas pernas também. Respondi que sim. Começou pela panturrilha e foi subindo devagar. Quando chegou nas coxas, não falou nada — simplesmente passou a mão na minha bunda, massageando de leve. Respirei fundo, não consegui segurar. Ele fez o mesmo na outra perna.
No final, em tom de brincadeira:
— Queimadinha… pronta pro abate — disse, rindo.
Rimos mais uma vez. Logo depois Felipe chegou e eu mudei de posição rapidinho.
Ficamos na praia até a hora do almoço. Depois voltamos pra casa. Após o almoço, fui arrumar a roupa que usaria na virada. Enquanto separava as coisas, não parava de pensar no que tinha rolado na praia. Será que ele faria o próprio filho de corno? E eu… tenho coragem de fazer isso?
Por volta das 21h30, eles ainda não tinham se arrumado. Aproveitei pra tomar banho e me arrumar. Saí do quarto com um vestido longo, decotado, que marcava bem o corpo e deixava as marquinhas do biquíni aparecendo.
Fernando estava na cozinha e me olhou de cima a baixo. Demorou um pouco no decote.
— Nossa… tá linda — disse, com um olhar que não deixava dúvida.
Felipe chegou logo depois e falou sem muito ânimo:
— Tá bonita.
Meu Deus, que diferença de homem…
Eles foram se arrumar em seguida.
Parte 5
Saímos para o local da festa da virada. Tinha muita gente, não conhecíamos quase ninguém, mas estava tudo lindo e bem organizado. A praia bem na nossa frente, céu estrelado, muita bebida, comida e uma boate com DJ ao vivo. Dancei pouco com o Felipe, mas sozinha dancei bastante. O clima estava ótimo.
Quando chegou a hora da virada, os fogos explodiram lindos no céu. Abracei o Felipe com força, era nossa segunda virada juntos. Olhei pros lados procurando meu sogro pra desejar feliz ano novo, mas não vi. Perguntei pro Felipe e ele disse que o pai estava perto da mesa do DJ.
Fui até lá no meio da multidão. Consegui chegar, abracei ele forte e desejei tudo de bom. Foi nesse momento que senti a mão dele apertar minha bunda com vontade, ali no meio de todo mundo. Geleia na hora, mas também senti um fogo subir. Sorri pra ele, meio sem graça, e voltei pro Felipe.
Um tempo depois Fernando apareceu, agia como se nada tivesse acontecido. Puxava o Felipe pra pegar bebida, conversava normalmente. Ficamos até umas 3h da manhã. Quando voltamos pra casa, Felipe mal conseguia ficar em pé. Era engraçado ver ele daquele jeito, rimos bastante no caminho.
Meu sogro ajudou a levar o Felipe pro quarto e colocou ele na cama. Quando fui entrar no quarto, Fernando me segurou pelo braço, me encostou contra a porta e me beijou.
Que beijo… A língua dele tomou conta da minha boca com fome. Senti a mão dele subindo e apertando meu peito por cima do vestido, uma pegada firme, gostosa. Quando ele parou, eu estava sem fôlego. Olhei pro Felipe dormindo na cama e pensei que aquilo não era certo… mas meu sogro não me deu tempo. Me pegou pelo braço e me levou pro quarto dele.
Tentei falar “para”, mas quando vi ele já com o pau pra fora, duro, grosso, cabeça inchada, eu soube que não queria mais que ele parasse. Ajoelhei na frente dele e comecei a mamar feito uma puta. Nunca tinha chupado um pau daquele tamanho. Mal conseguia colocar na boca, era muito grosso. Babava tudo, tentando engolir o máximo possível.
Ele me levantou, me colocou na cama de quatro e deu um tapa forte na bunda. Em vez de dor, só senti tesão. Colocou a cabeça grossa na entrada da minha buceta e enfiou devagar. Três socadas lentas pra eu me acostumar… depois começou a meter com força, fundo, batendo os quadris. Os tapas continuavam. Ele mandava com aquela voz rouca:
— Geme pra mim.
Eu obedecia gemendo enquanto ele socava. Senti o dedo dele passando no meu cuzinho algumas vezes. Ele parou, deitou na cama e eu subi em cima. Sentei devagar, sentindo ele me abrindo toda. Quando me acostumei, ele fez igual tinha feito com a mulher: me puxou contra o peito, me abraçou forte e começou a meter por baixo com tudo.
Eu sentia ele batendo bem fundo, uma mistura de dor e prazer absurdo. Quando estava quase gozando, senti o dedo dele de novo no meu cuzinho. Gozei tremendo inteira, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Foi o orgasmo mais forte da minha vida.
Ele me deitou na cama, chupou meus peitos, me provocou e me beijou. Depois enfiou de novo na buceta. Alternava o ritmo, ora devagar e fundo, ora rápido e forte. Sussurrou no meu ouvido:
— Você agora é minha.
Só consegui responder “sim”… Ele voltou a socar rápido, forte. Eu estava completamente entregue. Senti ele inchar dentro de mim e gozar, jatos quentes enchendo minha buceta. Ele soltou o peso do corpo em cima de mim. Fiquei sentindo o pau dele ainda latejando dentro, era uma sensação única.
Ele saiu de cima. Eu estava paralizada, ofegante, olhando pra porta com medo de o Felipe acordar. Foi quando senti ele me abraçando por trás, o pau já meio duro encostando na minha buceta de novo.
Não acredito que ele quer mais… pensei. Mas foi um erro bom. Ele entrou de ladinho, parecia ainda mais grosso. A mão apertava meu peito enquanto ele metia. Era gostoso demais sentir ele entrando e saindo. Quando estava perto de gozar de novo, mandou:
— Chupa.
Ajoelhei rápido e chupei. Ele gozou na minha boca, bastante. Engoli tudo.
Depois deitamos na cama dele, abraçados, e apagamos.
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