Sempre assim pro meu senhor
Um dia comum de inverno para o dono e sua escrava
Acordei com um puxão de cabelo que me fez sentir alguns fios sendo arrancados enquanto meus joelhos são arranhados nas pedrinhas e batem na elevação do piso, agora estou dentro de casa de novo
⁃ bom dia, vagabunda
⁃ bom dia, meu senhor, desculpe não acordar como deveria
A noite anterior fiquei trancada pra fora, nua no “jardim de inverno”, que na verdade é um espaço que meu dono otimizou em casa pra meus castigos. Estava um frio de 3 graus, clima ideal pra uma escrava ser chicoteada e deixada no relento, motivo? A vontade do dono.
⁃ faz meu café e sai
⁃ sim senhor
Tremendo fome, deixo o café pronto com tudo que meu dono precisa.
⁃ Vem limpar, vadia
Ele usou o banheiro e a língua da escrava é a primeira parte da limpeza do dono. O gosto da bosta do meu senhor já é normal pra mim, na verdade, em momentos que ele entende que estou subindo de peso, é o mais próximo do gosto de alimento que tenho por dias.
⁃ pronto, meu senhor, vamos para o banho?
Eu ligo o chuveiro quentinho, sinto apenas o vapor quente, seguido de um empurrão pra parede gelada
⁃ tá se esquentando por que, vadia?
⁃ Desculpa, senhor, me perdoa
⁃ Escova e muito enxaguante nessa boca, agora, depois vai lá pra fora
⁃ Sim senhor
Mais algumas horas no frio e garoa fina.
⁃ vem, banho gelado e vai pro quarto
Obedeço, tremendo.
O encontro no quarto com ar quente deitado na cama
⁃ como é que uma puta tem que dizer quando tem uma oportunidade dessas?
⁃ Muito obrigada, meu senhor, eu não mereço
⁃ Vem, me chupa
Eu amo chupar o pau do meu dono, a cabecinha lisinha que eu deixo molhadinha passando a língua, sugando devagar e depois mais forte, apertando e batendo uma punheta com gosto, sempre olhando pra ele, obediente e agradecida
Enfio o pau todo na boca e vou sugando, sentindo crescer, é tão bom sentir meu dono gostando do que eu faço
Ele aperta minha cabeça no seu corpo e me faz engasgar por alguns segundos, até me empurrar e derrubar da cama, caio de lado no chão e sinto seu pé na minha cara contra ele
⁃ Já tá a tempo demais na cama, não quero costume
⁃ Eu sei, senhor, o chão que é lugar de puta
Ele me deixa ajoelhada, puxando meu cabelo e enfiando seu pau já duro na minha garganta sem parar, até me virar e empurrar minha cabeça pro chão
⁃ empina e abre o cu pra mim
Seu pau entra fundo, me rasgando, faz uns dias que ele não me usava, dias que a piranha reserva ficou aqui, dias que só servi e observei
⁃ meu cuzinho tava com saudade, senhor
⁃ Eu sei, vadia, tá bem apertadinho de novo
Ele me fode tão gostoso no cuzinho, só penso em como é bom ser sua puta
Depois de gozar gostoso ele confere como minha buceta fica encharcada
⁃ sempre assim né, vagabunda?!
⁃ sempre assim pro meu senhor
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