Fazendo escondido e seguindo em frente
A realidade estava diante dos meus olhos, não podia negar e sim esconder. Entrei no universo gay e só precisava continuar. Macho fixo, eu não via problema algum e quem não gostou muito foi a Márcia, amiga da minha avó e doméstica de casa que viu tudo no ar e desconfiada conversou comigo. Saindo direto com o amigo dela, a desconfiança fazia sentido. Por fim, ela não botou fé nas minhas palavras e mandou usar camisinha. Neguei tudo e minhas palavras foram vãs. Após seis meses de sexo com o Roni, amigo dela, eu já estava bem definido no gosto e também não tinha intenção em parar, ao contrário, pintou, dava. Ele tirou a virgindade e viu na minha safadeza a chance para engrenar sexo. Dezesseis anos, novinho, branco, magro, o gosto por caralho foi aumentando e a pica preta dele grossa e média, cabeçuda, não perdoava. Roni é cara prático e jogou a experiência ao seu favor. Chegado em rapidinhas, magro, baixo, quarenta e um anos, rosto comprido, ele impunha um sexo intenso no começo conquistando fácil meu rabo. Meu cu muito sensível aceitava tudo depressa deixando ao pau preto subir minha excitação e tara! Eu sempre dava em pé e a bunda empinada, adoro esta posição, nosso sexo era quente! Acostumei com suas pegadas fortes e não ultrapassava quinze minutos, quando chegava nisto! Seu pau preto mostrava apetite fodendo rápido chegando a criar tensão resultando em gaguejada na minha boca! O mais importante era toda a finalização resultando em gozadas fortes dentro do cu ou na boca! Raramente, ele fazia um sexo mais trabalhado e eu achei interessante a rapidinha. Resolvia o meu problema abrindo a porta para um quero mais no futuro. Meu lado erótico estava bem afiado, eu sabia que aquilo era proibido e mesmo assim a vontade em dar falava mais alto que qualquer outra coisa. Não fizesse nesta idade, talvez, eu teria deixado passar batido e sentiria arrependido. Uma coisa que eu sempre gostei de fazer era fechar os olhos e rebolar no pau enterrado! Virava mulher nestas horas, sentia o meu lado fêmea ativado e trabalhando! Suas metidas traziam a gozada prostática onde meu pau babava um líquido transparente, sentia arrepio ou calafrio. Eu gemia com caretas com suas mãos na minha bunda mandando pica lá dentro e mordia o lábio com olhos fechados! Gostoso demais! Descobri uma sensibilidade anal forte que o Roni sabia explorar. Indo e vindo com o pau, ele conseguia deixar-me entregue muito rápido e isto motivava mais ao sexo. Esta boa descoberta foi estimulante sexual importante permitindo o Roni meter com força e eu deixava elevando minha excitação completamente. Suas gozadas meladas e muito fortes vinham desta sensibilidade anal minha. Ele achara o cu certo para impor a sua virilidade e entregava muita porra viscosa e líquida que babava. Na minha cabeça, o mais importante era ser penetrado e comido por ele. A loucura entre o novinho e o macho experiente só aumentaram meu desejo por mais sexo. Tudo que é bom um dia acaba e o Roni deu uma afastada devido ao trabalho, precisei dar meus pulos. Eu já estava chegando aos dezessete quando um conhecido meu e da Márcia, também da minha avó, um pedreiro que tinha trocado a pia de casa, começou a dar em cima de mim. Branco, nordestino, gordinho, rosto comprido com bigode, quarentão baixo, pintei em sua casa. Pau grosso e normal, pequeno até, mamei e mostrei toda minha safadeza ao chupar bolas, cuspir e punhetar, acionei meu lado safado e até varada na boca tomei engolindo tudo! Ele pegou de quatro na cama e senti um desconforto danado com o pau rasgando bem e causando uma dor! Começou o vai e vem, tirava, penetrava mais fundo, eu gemia e fazia caretas pela dor, ele deu sorte pois deixei continuar. O pau fez um encaixe perfeito e começou a meter depressa, acabei rendido pela excitação, o tal cu sensível que eu tenho! Este cara deu trabalho, ele queria sexo longo, trocou posições e eu já suava, corpo grudando, sentei na rola e fiquei olhando o danado, tomei surra de pica e ele soltou uma gozada forte! Melou tudo escorrendo no meu saco! Bom, muito bom! O problema que eu esgotei ali e não curti a demora! Claro, não ia falar nada, dei e ele comeu, resolvemos nossos problemas em quatro paredes, beleza. Eu ainda dei mais uma vez e como repetiu a demora, não voltei a procurá-lo. Senti até melhor com uma segunda foda, o pau doeu menos, achei demorado e isto pesou na conta. O meu corpo estava em outra sintonia! Dei um tempinho bem curto, dois meses e neste período eu passei a frequentar a igreja da Márcia, ela havia se convertido e achei que já era meu lado gay. Será?
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