Breno sendo fistado
Breno descobrirá o prazer de ter o cu completamente destruído
Eu me chamo Breno, 19 anos mas na putaria desde os 14. Sempre estou aberto a coisas novas e sou um passivo bem obediente. O que vou contar foi a primeira vez que me fistaram.
O bar tinha aquele movimento tranquilo de uma quinta-feira à noite. Nem cheio, nem vazio. A luz baixa deixava tudo mais aconchegante, e a música tocava num volume que permitia conversar sem esforço. Carlos já estava sentado quando cheguei. Tinha os cabelos grisalhos bem cuidados, uma camisa escura de corte simples e um jeito calmo que chamava atenção sem precisar forçar nada. Quando sorriu ao me ver, senti um nervosismo inesperado.
Pedimos cerveja. Nada sofisticado, nada planejado. A conversa começou com assuntos comuns — trabalho, música, histórias engraçadas da cidade — mas logo ganhou uma naturalidade que me surpreendeu. Era como se nos conhecêssemos havia mais tempo do que realmente nos conhecíamos. Carlos escutava com atenção genuína. Não parecia esperar a vez de falar; parecia realmente interessado no que eu dizia. E, quando contava alguma história, fazia isso daquele jeito tranquilo que prende a atenção sem precisar exagerar.
As horas passaram sem que eu percebesse. Entre um gole e outro, as distâncias diminuíram. Nossos olhares demoravam um pouco mais do que o necessário. Os sorrisos também. Quando ele sugeriu continuarmos a conversa no apartamento dele, não houve aquele momento dramático de decisão. Pareceu apenas o próximo passo natural de uma noite que estava funcionando desde o início.
O apartamento era confortável e organizado, sem ostentação. Algumas luzes indiretas iluminavam a sala, criando uma atmosfera acolhedora. Sentamos no sofá, ainda conversando, e por alguns minutos foi exatamente isso que fizemos: conversar. Mas havia algo diferente no ar. Uma proximidade crescente, silenciosa. Em determinado momento, nossas palavras começaram a falhar, substituídas por olhares que diziam mais do que qualquer frase.
Carlos se aproximou devagar, dando espaço para que eu escolhesse me afastar se quisesse. Não me afastei. O sorriso dele surgiu de novo, discreto, quase tímido pela primeira vez naquela noite. E foi naquele instante que percebi que a atração não estava apenas na diferença de idade, nem na confiança que ele transmitia. Estava na sensação rara de estar exatamente onde eu queria estar, sem precisar fingir nada. O resto da noite desapareceu atrás daquela certeza simples e tranquila.
Quando a dinâmica mudou na cama, o tom descontraído desapareceu. Carlos me dobrou com uma crueza que eu não esperava daquele homem de camisa alinhada no bar. Ali, o jogo mudou de escala.
Ele me puxou para si devagar, mas com firmeza, e o primeiro beijo foi profundo, quase faminto. Seus lábios eram quentes, a barba grisalha roçando minha pele de forma áspera e gostosa. Nos beijamos por longos minutos, línguas se enroscando, respirações se misturando, as mãos dele explorando minhas costas e descendo até minha bunda. Cada beijo ficava mais urgente, mais molhado, até eu estar ofegante contra a boca dele.
Carlos me virou de bruços com cuidado, mas sem pedir permissão, e cobriu meu corpo com o dele. Senti o peso dele me prendendo contra o colchão enquanto continuava beijando meu pescoço, mordiscando de leve, sussurrando elogios roucos no meu ouvido. A excitação estava alta, meu corpo respondendo com arrepios.
Então veio o primeiro dedo. Ele abriu o tubo de gel com um clique baixo e passou uma quantidade generosa, frio e viscoso, entre minhas nádegas. O dedo médio circulou meu anel devagar, pressionando, massageando, entrando aos poucos. Era apenas um dedo, mas já me fez gemer contra o travesseiro. Carlos entrava e saía com calma, torcendo levemente, abrindo espaço. Depois veio o segundo dedo, mais gel, mais pressão. Ele fazia movimentos de tesoura, esticando as paredes internas com paciência, o lubrificante escorrendo quente pela minha pele.
Ele continuou assim por um tempo que pareceu eterno — beijando minhas costas, mordendo meus ombros, passando mais e mais gel, adicionando um terceiro dedo. Meu cu já estava bem lubrificado, escorregadio, aceitando os três dedos com gemidos mistos de prazer e desconforto crescente. A sensação era estranha, cheia, mas ainda suportável.
Foi quando ele começou a forçar o quarto dedo que algo mudou. Senti a pressão maior, os quatro dedos juntos tentando passar. Meu corpo tensionou. Carlos não parou. Ele pegou mais gel, espalhou generosamente ao redor e sobre a própria mão, cobrindo até o polegar dobrado. Foi nesse momento que a ficha caiu: ele não queria só me foder com os dedos. Ele queria enfiar a mão inteira.
— Carlos… espera… — murmurei, a voz falhando, tentando me virar.
Mas era tarde. Ele pressionou o peso do corpo contra o meu, a mão na minha nuca me prendendo firme contra o colchão. Tentei me afastar, o instinto de fuga gritando dentro de mim, pernas tentando se fechar, mas ele estava por cima, me segurando no lugar com facilidade.
— Shhh… relaxa — murmurou ele, voz grave e calma, quase carinhosa, mas sem soltar.
A pressão absurda começou. Não houve transição suave. O que eram quatro dedos virou uma massa compacta e violenta. Meu corpo travou inteiro, o instinto de sobrevivência berrando para eu me afastar. O suor frio brotou na testa e nas costas instantaneamente. Aquilo não era mais preliminar — era um arrombamento milimetrado, uma força contínua que ignorava a resistência da minha anatomia.
A sensação era de que eu estava sendo partido ao meio. O ar sumiu dos meus pulmões e soltei um gemido engasgado, com a boca enterrada no travesseiro para não gritar. Cada milímetro que avançava queimava como fogo vivo, esticando a pele, o anel apertado e o músculo além de qualquer limite. O atrito era brutal, uma fricção quente e arrastada que fazia cada dobra interna protestar, como se a carne estivesse sendo rasgada lentamente. O gel ajudava, mas não o suficiente contra o tamanho da mão dele. O preenchimento era sufocante, uma massa densa que subia pelas minhas entranhas, esmagando órgãos internos, criando uma pressão profunda e nauseante que reverberava até o estômago.
Em pânico total, forcei o pescoço para trás, tentando me soltar. Pelo canto do olho, a cena foi um soco no estômago: o braço de Carlos estava enfiado em mim até o meio do antebraço, veias saltadas pelo esforço, os nós dos dedos redesenhando minha pele por dentro. A imagem era bizarra, quase violenta demais para processar. O choque disparou uma descarga de adrenalina pura, onde o pavor da entrega total e o ápice da dor se fundiram numa vertigem que quase me fez apagar.
A dor não diminuía — ao contrário, crescia a cada leve movimento. Era uma queimação profunda, um alongamento insuportável que fazia a minha carne contrair em tremores reflexos. Lágrimas escorriam pelo meu rosto sem controle, misturadas ao suor, enquanto gemidos roucos escapavam apesar do travesseiro.
Carlos soltou uma risada baixa e rouca, quase cruel, e empurrou o punho mais fundo com um movimento firme.
— Porra, olha só esse cu apertado engolindo minha mão… Tá sentindo, seu putinho? Tá todo aberto pra mi m agora.
Ele não esperou resposta. Começou a estocar de verdade, puxando o punho quase até a saída e enfiando de volta com força, sem piedade. Cada estocada era violenta, o antebraço grosso rasgando para dentro, abrindo minhas entranhas. O atrito queimava como se minha carne estivesse sendo rasgada por dentro.
— Aaaahhh! Caralho! Tira… tá doendo demais! — berrei, a voz falhando, o corpo tentando se contorcer debaixo dele.
Nas me prendeu com mais força, a mão na minha nuca empurrando meu rosto contra o colchão, o corpo pesado dele me imobilizando completamente.
— Cala a boca e aguenta, porra! — rosnou ele, a voz grossa cheia de tesão. — Sua cuceta gulosa tava pedindo isso desde o bar. Olha como tá piscando em volta do meu braço… Tá todo arrombado já, seu safado.
Ele acelerou o ritmo, socando o punho fundo e girando lá dentro, os nós dos dedos massageando e esticando paredes que nunca haviam sido tocadas. A dor era lancinante, uma queimação insuportável que subia pela espinha e explodia no cérebro. Eu berrava sem parar, o som abafado pelo travesseiro molhado de lágrimas e saliva.
— Nãããaooo! Por favor… tá rasgando tudo! Eu não aguento! — chorava alto, soluços misturados aos gritos, a musculatura sacudindo em choques violentos. Lágrimas escorriam sem controle, o nariz escorrendo, a respiração entrecortada.
Carlos não diminuiu. Ao contrário, metia mais forte, o som molhado e obsceno do punho entrando e saindo ecoando no quarto.
— Chora mesmo, vai… quanto mais você berra, mais duro fica meu pau. Olha essa barriga inchando toda vez que eu enfio até o fundo… Caralho, que rabo gostoso de arrombar. Você é meu agora, entendeu? Vou te deixar com esse buraco destruído.
Ele puxava o punho quase todo e enfiava de volta com brutalidade, uma, duas, três vezes seguidas. Eu gritava rouco, o choro descontrolado, as entranhas convulsionando de dor pura. Cada estocada parecia me partir ao meio, a pressão interna esmagando tudo, o esfíncter queimando como se estivesse rasgado. O suor escorriam pelas minhas costas, as pernas tremiam descontroladamente contra o colchão.
— Ai meu Deus… para… por favor para… — soluçava, voz quebrada, mas Carlos só ria baixo e metia mais fundo, girando o punho lá dentro, prolongando a sensação de ser completamente invadido e destruído.
Ele se inclinou sobre mim, mordendo meu ombro com força enquanto continuava socando.
— Aguenta, porra. Putinho safado como você merece ser aberto assim. Olha como seu buraco tá todo vermelho e escancarado… Lindo pra caralho.
Meus berros viraram um choro constante e desesperado, o corpo rendido, tremendo e suando, completamente à mercê da mão dele que não dava trégua.
Carlos puxou o punho devagar, mas não tirou completamente. Com um movimento brusco, ele me virou de frente, deitando-me de costas na cama. Meu rosto estava molhado de lágrimas, os olhos vermelhos e inchados. Ele se posicionou entre as minhas pernas abertas, olhando direto nos meus olhos enquanto alinhava a mão novamente na minha entrada destruída.
— Agora quero ver sua cara enquanto te arrombo, sua puta — rosnou ele, a voz carregada de tesão. — Quero ver você chorando com meu braço inteiro dentro desse rabo.
Sem aviso, ele empurrou o punho de volta para dentro com força. Eu arqueei o corpo na cama, soltando um grito agudo e rouco:
— Aaaahhh! Porra! Tá muito fundo… tá rasgando!
Carlos sorriu com malícia, os olhos fixos nos meus, e começou a estocar de frente, devagar no começo, depois com mais ritmo. O punho entrava e saía com sons molhados e obscenos, o antebraço grosso abrindo-me por completo. Cada estocada fazia minha barriga subir levemente, uma protuberância visível logo abaixo do umbigo.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo com a mão, caralho — ordenou ele, acelerando. — Esse traseiro tá todo arrombado, piscando no meu pulso. Você nasceu pra levar punho, safado.
Eu chorava sem parar, gemendo alto a cada penetração profunda, as mãos agarrando os lençóis com força. A dor era avassaladora, mas misturada com uma pressão insana que fazia meu pau latejar duro contra a barriga, babando pré-gozo sem parar.
Carlos não parou de falar putaria, a voz grave e suja:
— Tá sentindo minha mão toda lá dentro, né? Girando nas suas entranhas… Porra, como você aperta gostoso. Vou te deixar com esse buraco largo pra sempre, seu viadinho.
Enquanto socava o punho ritmado, ele segurou meu pau com a outra mão, ainda molhada de gel e lubrificação. Começou a bater punheta com firmeza, o polegar passando pela cabeça sensível, apertando o comprimento inchado. O contraste era brutal: a dor lancinante no cu e o prazer intenso no pau.
— Ahhh… Carlos… tá demais… — soluçava eu, o corpo em espasmos, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos.
Ele acelerou os dois movimentos ao mesmo tempo — o punho entrando fundo e girando, a mão batendo punheta cada vez mais rápido, torcendo no final de cada subida.
— Goza pra mim com meu braço enfiado até o fundo, porra! Quero sentir esse rabo apertando minha mão enquanto você esporra tudo.
O prazer subiu como uma onda violenta. Meu corpo inteiro tensionou, as pernas tremendo descontroladamente ao redor dele. Eu berrei alto, um misto de choro e gemido gutural, quando o orgasmo me acertou com força brutal.
Jatos grossos e longos de porra explodiram do meu pau, o primeiro acertando meu peito e queixo, os seguintes voando alto e caindo sobre minha barriga, pescoço e até meu rosto. Eu gozava horrores, sem parar, a carne convulsionando violentamente enquanto Carlos continuava enfiando o punho fundo e batendo punheta sem piedade, tirando cada gota.
— Isso, caralho! Goza bastante, seu putinho… olha quanta porra saindo enquanto eu te arrombo — rosnava ele, satisfeito, sem tirar a mão de dentro de mim.
Eu tremia inteiro, soluços misturados a gemidos, o orgasmo parecendo durar uma eternidade, o cu pulsando e apertando o antebraço grosso de Carlos a cada contração. O prazer e a dor se misturavam num turbilhão que me deixava quase sem consciência, o corpo mole e destruído sobre a cama.
Carlos finalmente diminuiu o ritmo, mas manteve o punho alojado bem fundo, girando lentamente enquanto minha porra ainda escorria pela barriga e pelo peito. Os tremores reflexos continuavam; o orgasmo mal havia passado e eu já me sentia destruído, ofegante, lágrimas ainda escorrendo pelo rosto.
Mas ele não parou.
— Ainda não acabou, seu putinho — rosnou Carlos, a voz rouca e cheia de tesão. Ele apertou meu pau sensível e inchado com a mão molhada e começou a bater punheta novamente, agora mais devagar, mas com pressão firme, torcendo a cabeça a cada subida. — Quero ver você perder todo o controle com meu braço enfiado até o fundo nessa cuceta arrombada.
Eu gemi fraco, o pau ainda duro apesar do orgasmo recente, hipersensível demais.
— Carlos… por favor… tá sensível demais… — choraminguei, tentando fechar as pernas, mas ele as mantinha abertas com o peso do corpo.
Ele acelerou a punheta, o polegar esfregando a glande babada enquanto o punho no meu cu fazia movimentos curtos e profundos, massageando por dentro.
— Cala a boca e aguenta. Olha pra mim. Quero ver essa cara de safado quando você se mijar todo.
A pressão interna era insuportável; o soco contínuo contra as minhas entranhas esmagou o resto de controle que eu tinha sobre o meu próprio corpo. O gatilho disparou.
— Não… não… eu vou… para, por favor… — implorei, voz falhando, pânico misturado com prazer.
Carlos sorriu cruelmente e bateu mais rápido, o punho socando ritmado.
— Mija, porra. Se mija todo com minha mão no seu cu, seu viadinho sujo.
O controle se perdeu de vez. Um jato quente e forte de mijo espirrou alto do meu pau, acertando minha barriga e peito, misturando-se à porra. Eu berrei de vergonha e alívio, a carne convulsionando enquanto Carlos não parava de bater punheta.
— Isso, caralho! Mija tudo! — incentivou ele, acelerando ainda mais a mão no meu pau e enfiando o punho mais fundo.
Jato atrás de jato, o mijo quente saía sem controle, escorrendo pela minha barriga, molhando os lençóis, pingando da cama. Eu chorava alto, soluços misturados a gemidos, completamente humilhado e dominado, o cu apertando o braço dele a cada contração enquanto mijava sem parar.
Carlos continuava punhetando sem misericórdia, tirando até a última gota, prolongando a sensação até eu estar tremendo, esgotado, molhado de suor, porra e mijo, o corpo mole e rendido sobre a cama.
— Olha o estado que você ficou… todo mijado e arrombado — murmurou ele satisfeito, ainda com o punho alojado bem fundo, dando leves giradas enquanto eu tentava recuperar o fôlego entre soluços.
Carlos olhou para baixo, admirando o estrago. Ele tirou o punho lentamente. Meu cu continuava escancarado, uma cratera vermelha e pulsante que já não conseguia se fechar depois do fisting brutal.
— Porra… olha o tamanho desse cu arrombado — rosnou ele, passando os dedos na borda dilatada. — Tá perfeito pra eu meter agora.
Sem dar tempo para eu recuperar o fôlego, Carlos se posicionou entre minhas pernas, segurou o pau grosso e duro e esfregou a cabeça inchada na entrada destruída. O gel e os fluidos facilitaram, mas mesmo assim a sensação foi avassaladora.
Ele empurrou de uma vez, enfiando o pau num só golpe. Eu soltei um gemido rouco e longo, o corpo ainda sensível demais.
— Aaaahhh… caralho… to destruído… — choraminguei.
Carlos riu baixo e ficou metendo até o fundo com força, o quadril batendo contra minha bunda.
— Cala a boca. Esse buraco já tá todo fodido mesmo. Agora é minha vez de gozar dentro dessa bagunça.
Ele começou a foder com estocadas pesadas e profundas, aproveitando o espaço aberto pelo punho. Cada metida fazia um som molhado e sujo, o pau dele deslizando fácil mas ainda causando atrito nas paredes sensíveis e inchadas. Meu buraco, completamente arrombado, piscava e se contraía ao redor dele.
— Isso… aperta meu pau com esse rabo destruído — grunhiu Carlos, acelerando o ritmo. Ele segurava minhas pernas abertas, dobrando-me quase ao meio enquanto socava sem piedade. — Tá todo mole e quente por dentro… porra, que delícia de cu arrombado.
Eu gemia alto, um misto de dor residual e prazer sobrecarregado, o corpo tremendo a cada estocada forte. Lágrimas ainda escorriam pelo meu rosto, mas meus quadris começaram a se mover involuntariamente contra ele.
Carlos se inclinou sobre mim, mordendo meu pescoço e falando bem perto do meu ouvido, a voz rouca e suja:
— Você é um putinho mesmo… se mijou todo, gozou horrores e agora tá tomando pau no cu todo aberto. Vou encher você de porra, entendeu?
Ele metia cada vez mais rápido e mais fundo, o saco batendo contra mim, o suor dele pingando no meu peito. O ritmo era selvagem, o colchão rangendo alto. Meu cu, ainda sensível do fisting, queimava e pulsava ao redor do pau grosso dele.
— Goza dentro… por favor… — pedi entre gemidos, a voz quebrada.
Carlos rosnou como um animal, segurou meus quadris com força e deu mais algumas estocadas brutais. Seu corpo inteiro tensionou.
— Tá vindo… porra… toma tudo!
Com um gemido gutural longo, ele enterrou o pau até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos de porra explodiram dentro de mim, enchendo o cu arrombado. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, empurrando o sêmen mais fundo, prolongando o prazer. Eu sentia cada pulsação, o calor se espalhando por dentro.
Carlos ficou alguns segundos parado, ofegante, o pau ainda enterrado até o talo, pulsando fraco enquanto esvaziava as últimas gotas. Depois, devagar, puxou para fora. Um fio grosso de porra escorreu imediatamente do meu buraco destruído, escorrendo pela bunda e molhando os lençóis já sujos de mijo e gozo.
Ele deu um tapa leve na minha coxa, satisfeito, olhando o estrago com um sorriso predador.
— Boa noite, putinho. Quando quiser ser arrombado de novo, é só pedir.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)